álbum Compilação da banda Brasileira de Death Metal, lançado em 2022. Contém 19 faixas cover das bandas, Venom, The Sisters Of Mercy, Joy Division, Hellhammer, Slayer, Black Sabbath entre outras…
A banda de Depressive Black Metal GHOST BATH surgiu da penumbra, além do véu da mais profunda escuridão, com seu novo álbum de estúdio "Rose Thorn Necklace". Livre das amarras da trilogia conceitual "Moonlover"-"Starmourner"-"Self Loather", o dono da banda Nameless (também conhecido como Dennis Mikula) explora a música mais intensa e introspectiva da obra do GHOST BATH, avançando com explosões enegrecidas e movimentos melancólicos enquanto leva seu único filho rumo ao desconhecido. Elevado ao firmamento pela cintilante ’Vodka Butterfly’ e pelo êxtase dissonante de ’Well, I Tried Drowning’ por um lado, e arrastado ao abismo pessoal de Mikula com ’Dandelion Tea’ e a cativante faixa-título por outro, "Rose Thorn Necklace" é perigo absoluto e beleza assombrosa.
"Finalmente voltamos ao ritmo normal das turnês desde a pandemia", diz Mikula sobre o intervalo de três anos entre "Self Loather" e "Rose Thorn Necklace". "Demorou um pouco, mas agora estamos de volta à programação com pelo menos três ou quatro turnês completas por ano, do jeito que gosto. Quando não estou em turnê, geralmente fico isolado o máximo possível. Às vezes, não saio de casa por semanas a fio. Eu gerencio a banda, o que me mantém ocupado com tudo o que está por trás: design e arte, escrever músicas e letras, organizar turnês e todo o trabalho que isso implica, merchandising e lojas virtuais, nossos sites e redes sociais, e muito mais."
Desespero, isolamento, repulsa e antipatia são o coração corrupto, mas pulsante do "Rose Thorn Necklace". De fato, os versos em ’Well, I Tried Drowning’ atestam isso: "Corte minha garganta, enquanto estou me afogando em meu sono / Estou bem acordado, sorrio vermelho enquanto você me observa / Deixe-me gargarejar, sufocar com meu próprio sangue / Para sempre extinto, olhos vidrados enquanto meus pulmões se inundam."
O GHOST BATH, em seu 12º ano de existência, não está em busca de suavizar suas arestas. Pelo contrário, o vocalista se inclina ainda mais para seus traços antissociais, serrilhados como uma faca enferrujada, mas lindamente afiados ao longo de anos de trabalho árduo. Desde a faixa-título, que apresenta a brutalidade e a angústia vocal multifacetada de Mikula, até ’Dandelion Tea’, onde o GHOST BATH se aprofunda em grooves assombrosos e melodias sepulcrais, "Rose Thorn Necklace" simplesmente transcende.
"Eu me propus a realmente explorar algumas coisas perturbadoras nas letras, na música e na arte", diz Mikula. "Como sempre, tento conectar tudo isso o máximo possível. Comecei este álbum com um riff de guitarra. Em seguida, escrevi algumas ideias, e fiquei pensando um pouco mais até formar o conceito. Eu tinha todos esses termos girando na minha cabeça e todas essas ideias repugnantes. O verdadeiro truque foi tentar não me conter. Eu queria criar algo depressivo com desespero, luxuoso, gótico, grotesco, nojento e visceral como alguns dos temas orientadores."
O produto dessa obscura expedição pode ser ouvido em "Rose Thorn Necklace". Seja na contemplação macabra de ’Thinly Sliced Heart Muscle’, nos sons desafinados e arrepiantes de ’Stamen and Pistil’ ou no esmagamento interior de ’Throat Cancer’, isso não é uma enganação, é um convite aberto ao universo sórdido e frio de Mikula e todos os seus padrões de pensamento negativos Seu principal objetivo aqui era ser o mais desinibido possível, para liberar a feiura, a maldade e o grotesco em suas formas mais puras e sinceras. O processo para o "Rose Thorn Necklace" não foi bonito e foi repleto de longas horas, apagões e reformulações intermináveis. Na verdade, a definição de insanidade é a própria insanidade.
"Depois de voltar da pior turnê da qual já participei com a banda, ficando fisicamente doente por mais de dois meses seguidos, entrei em depressão extrema", diz Mikula. "A única maneira que conheço de lidar com isso é criar e fazer arte. Então, peguei minha guitarra e enlouqueci de certa forma. Passei de 12 horas no meu escritório para no mínimo 16 horas. Fiquei obcecado e gravei e regravei partes durante meses. Quando as apresentei para a banda, todos pareciam estar de acordo, mas nosso baterista na época disse que não se conectava emocionalmente com elas. Nós nos separamos dele e eu continuei. Já tive bandas inteiras que desistiram de mim quando lhes mostrei minhas ideias e músicas. Toda a minha formação saiu quando lhes mostrei o primeiro EP [Ghost Bath, 2013], e foi por isso que fiquei solo por um tempo. Portanto, não o culpo. Não acho que minha música e letras fodidas sejam para todos."
Certamente, o GHOST BATH está sempre em transformação. No palco, a equipe de Mikula inclui Tim Church (guitarras), John Olivier (guitarras) e Josh Jaye (baixo). No estúdio, especialmente para "Rose Thorn Necklace", o baterista Mike Heller (Malignancy, Raven, ex-Fear Factory) foi contratado para ajudar a concretizar as visões sonoras do GHOST BATH. O baterista elevou o estilo de música desenfreado e depressivo de Mikula, gravando suas partes em seu Heaven and Heller Studio em Los Angeles, Califórnia. O tom estabelecido pelas gravações caseiras de Mikula e pela bateria implacável de Heller é mais denso, sombrio e ainda mais atmosférico, como ouvido em ’Vodka Butterfly’, ’Well, I Tried Drowning’, ’Dandelion Tea’ e a última música ’Throat Cancer’.
"Não acho que tenha sido uma decisão consciente [gravar por conta própria]", diz Mikula, que escreveu e gravou simultaneamente. "Simplesmente aconteceu. No final das contas, manter o que eu havia escrito em tal escuridão foi a decisão certa, em vez de pegar tudo o que escrevi e tentar reproduzir em algum estúdio. Isso me pareceu mais honesto e cru para mim. Não sei se eu teria conseguido evocar os pensamentos e a dor necessários para gravar tudo em casa. Definitivamente, eu não queria reviver isso. A composição e a gravação aconteceram ao mesmo tempo. Foi um inferno. Física e mentalmente, isso me prejudicou, em grande parte causado por mim mesmo. Eu queria morrer na maioria dos dias, mas em vez disso, canalizei cada gota de energia que tinha para dedilhar cordas e gritar em um microfone sozinho no meu escritório. Depois, bebia até desmaiar e fazia tudo de novo, assim por meses."
O Mikula descobriu a artista letã Ksenija Tarasova, cujo interesse em visualizar traumas e a vida após eles é reconhecido no mundo da arte em Riga. Sua obra para "Rose Thorn Necklace" não foi encomendada especificamente para o GHOST BATH, mas a conexão emocional parecia certa. Assim como com a sua música, Mikula quer que os ouvintes sintam a obra de arte como parte da experiência completa. Desde tempos imemoriais, essa sempre foi uma relação simbiótica significativa. Desde "The Velvet Underground & Nico" (1967), do The Velvet Underground, e "Sticky Fingers" (1971), do The Rolling Stones, até "A Blaze in the Northern Sky" (1992), do Darkthrone, e "V: Halmstad" (2007), do Shining, as imagens da arte da capa não são apenas pistas, mas um roteiro definido para a música e a expressão que está por trás dela.
"Como em todas as nossas capas, gosto de encontrar uma obra que já foi criada para seu próprio propósito e não especificamente para uma capa de álbum", diz Mikula. "Então, depois de muita pesquisa, descobri o trabalho de Ksenja. Eu podia sentir a emoção e a dor nas peças. Soube imediatamente que seria a combinação perfeita. Como em toda arte, se o artista tem uma aura, a maioria das pessoas percebe imediatamente. Não há necessidade de pensar demais."
Mikula diz que os fãs não precisam interpretar sua música e arte pelo valor aparente. Ele não está ditando nada além do que está vivenciando e, geralmente, a primeira reação é a reação correta ao GHOST BATH e seu novo álbum, "Rose Thorn Necklace". Mas ele espera que algumas das sensações iniciais que surjam após os encontros com ’Vodka Butterfly’, ’Well, I Tried Drowning’, ’Dandelion Tea’ e a faixa-título sejam náusea, depressão, medo e confusão.
O Mikula já tem mais álbuns escritos, que segundo ele são "muito diferentes e cada um com sua própria essência", aguardando a luz do dia. Porém, até lá, abrace e não solte o desesperador "Rose Thorn Necklace" para assim poder rasgar as entranhas de um romance totalmente sem esperança.
TRACKLIST:
1. Grotesque Display
2. Rose Thorn Necklace
3. Well, I Tried Drowning
4. Thinly Sliced Heart Muscle
5. Dandelion Tea
6. Vodka Butterfly
7. Stamen and Pistil
8. Needles
9. Throat Cancer
FORMAÇÃO:
Nameless (Dennis Mikula) - Vocais, Guitarra, Baixo, Piano, Sintetizadores
Mike Heller - Bateria (estúdio)
Gênero: Hard Rock/Heavy Metal
SOBRE O ÁLBUM:
São quarenta e cinco jovens anos! A realeza britânica do hard rock chamada GIRLSCHOOL apresenta seu vibrante 14º álbum de estúdio intitulado "WTFortyfive?", que é nem mais nem menos uma declaração deliciosamente suja de que a idade é apenas um número que mostra quanta atitude real e crua você tem quando realmente importa.
Com "WTFortyfive?", Kim McAuliffe (guitarra/vocal), Denise Dufort (bateria), Jackie Chambers (guitarra/backing vocals) e Tracey Lamb (baixo) deixam a sujeira sob as suas unhas e nas suas botas de couro amassado enquanto executam incríveis riffs, pisoteando a estrada, através de 12 declarações cheias de atitude, várias ótimas melodias e uma batida consistente em cada palhetada de guitarra.
Entre as 12 faixas temos ’It Is What It Is’, faixa que abre o álbum e apresenta o clássico estilo GIRLSCHOOL: divertido, real, intransigente, com uma batida viciante "motörizada", um refrão que certamente grudará na sua cabeça por semanas a fio e a mensagem simples de aceitação do passado, do presente e de aproveitar ao máximo a mão que lhe foi oferecida.
Também temos a música que define todo o ritmo do álbum, ’Are You Ready?’: um metamorfo picante, atrevido e cheio de diversão coescrito com o guitarrista convidado Joe Stump do Alcatrazz que mostra que a pele do GIRLSCHOOL ainda carrega as cicatrizes de guerra de décadas passadas, mas as suas músicas e atitudes ainda são tão frescas, divertidas, pesadas e cativantes como sempre.
E não podíamos deixar de mencionar a faixa que encerra o álbum, que é nem mais nem menos que o cover de ’Born To Raise Hell’, um dos tantos clássicos do Motörhead, banda que sempre apoiou o GIRLSCHOOL. E para fazer jus ao grandioso legado desta música, ela traz convidados de luxo como Biff Byford (Saxon), Phil Campbell (Motörhead/Phil Campbell And The Bastard Sons) e Duff McKagan (Guns n’ Roses).
"WTFortyfive?" é mais uma prova de que, no futuro, ainda teremos muito mais do GIRLSCHOOL.
TRACK LIST
1. It Is What It Is
2. Cold Dark Heart
3. Bump In The Night
4. Barmy Army
5. Invisible Killer
6. Believing In You
7. It’s A Mess
8. Into The Night
9. Are You Ready? (c/ Joe Stump)
10. Up To No Good
11. Party
12. Born To Raise Hell (cover Motörhead c/ Biff Byford, Phil Campbell & Duff McKagan)
VISITA À BANDA EM:SITEFACEBOOKINSTAGRAMTWITTER
Após o lançamento do seu poderoso trabalho de estreia, o EP “Doomsday” o Goat Worship impressionou uma das mais prestigiadas gravadoras do underground mundial e assinou 2 álbuns com a Xtreem Music.
Todos os trabalhos da banda foram muito bem recebidos pela crítica e fãs ao redor do mundo, inclusive com propostas de shows na Europa, Ásia e América.
Breathing a Dark Past é o álbum mais maduro, bem produzido e carregado de feeling que o Goat Worship nos entrega. Um álbum de canções mais lentas e fortes, que facilmente pode nos levar para o cenário de uma batalha épica!
Nesse último trabalho, Hades claramente faz uma reverência ao que foi feito por Quorton nos incomparáveis álbuns da era Viking do Bathory, mas ainda sim mantem a agressividade característica.
Goatcult começou iniciou suas atividades em 2014, lançando 2 demos independentes, com os merecidos elogios feitos, a banda segue agora para o seu debut firmando uma aliança com a My Dark Desires.
Sacrifice for Evil é um verdadeiro culto ao passado, um presente aos que sentem falta da era de glorias, de obras cruas e frias! com composições fortes, que certamente vão satisfazer a ânsia pela qual a obscuridade de suas almas tanto clama!!
A gestação está chegando ao fim.
Lançamento limitado em 500 copias!!
Nuclear Winter Records announces January 24th as the international release date for Golgothan Remains‘ crushing album, Perverse Offerings to the Void. Previously self-released on CD by the band and sold out for a while now we’re honored to re-issue it officially on CD with revised layout!
Spewn from a place of utter chaos and lightnesses, on their inaugural 2018 full-length offering “Perverse Offerings to Void” Sydney-based Australian death metal harbingers Golgothan Remains impose a previously unseen new strain of dark death metal annihilation entirely their own, stitching together the timeless brutality of bands like Incantation, Immolation, Necrovore, and Morbid Angel on one side, and the transformative sonic bedlam of visionary bands like Ulcerate, Dead Congregation, and Adversarial on the other, to create a majestic extreme metal behemoth of unseen magnitude, completely unrestrained in its famished quest for complete ruin, and magnificent in its imposing display of pure darkness.
Digipack. ROTTEN FOETUS RECORDS e CEMITÉRIO RECORDS orgulhosamente (realmente) lançam em 2024 esse split simbólico e relevante pro cenário Goregrind mundial. Duas das maiores expressões Goregrind brasileiras finalmente juntas dividindo esse lançamento muito mais que merecido. GORE com cinco faixas, entre elas uma versão Gorerind para "Evil Dead" da banda DEATH que ficou grotescamente perfeita, e a banda VOMITO com mais nove faixas, entre elas uma cover da aterradora "Mucupurulence Excretor" da banda CARCASS feita putridamente da forma que só os sul-americanos sabem fazer. CD com um pouco mais de 20 minutos dedicados à um dos mais brutais gêneros musicais. E pra um lançamento como esse as artes precisaram de uma atenção toda especial, então convocamos oque há de mais doente na américa latina; Layout / design por Glesio Torres, Cover Art e outras Imagens por Shitter e imagem do CD Background e Lyrics folder background por Jon B-Zombie. Absolutamente INDISPENSAVEL!
Em outubro de 2005, o GOREFEST retornou com força total ao cenário do death metal com o lançamento de "La Muerte", seu sexto álbum de estúdio. Após sete anos de silêncio desde "Chapter 13" (1998), a banda holandesa ressurgiu com uma formação clássica e uma proposta sonora que mesclava brutalidade, maturidade e refinamento técnico. Gravado no Excess Studios, em Rotterdam, e mixado por Tue Madsen no Antfarm Studio, na Dinamarca, o disco marca uma nova era para o grupo ? mais coeso, mais pesado e mais consciente de sua identidade.
Com mais de uma hora de duração, "La Muerte" apresenta 12 faixas que transitam entre o death metal tradicional e elementos de groove e melodia, sem perder a intensidade característica da banda. Músicas como ’For the Masses’, ’You Could Make Me Kill’ e ’Malicious Intent’ revelam uma abordagem direta e poderosa, enquanto faixas como ’Rogue State’ e ’La Muerte’ (um instrumental de quase 10 minutos) exploram atmosferas densas e estruturas mais elaboradas. A performance de Jan Chris de Koeijer nos vocais e baixo, aliada às guitarras afiadas de Frank Harthoorn e Boudewijn Bonebakker, e à bateria precisa de Ed Warby, reforçam a solidez desta formação.
A produção valoriza o equilíbrio entre peso e clareza, permitindo que cada instrumento se destaque sem comprometer a agressividade do som. As letras abordam temas como política, decadência social e conflitos internos, refletindo uma banda mais crítica e consciente do mundo ao seu redor. A arte gráfica e o título em espanhol ? La Muerte, "A Morte" ? reforçam o tom sombrio e contemplativo do trabalho, que vai além da violência sonora para tocar em questões existenciais.
"La Muerte" não é apenas um retorno ? é uma afirmação. Um álbum que mostra que o GOREFEST não voltou só para revisitar o passado, mas sim para redefinir o presente e influenciar o futuro. Com maturidade, peso e propósito, o disco prova que la muerte pode ser não o fim, mas o renascimento de algo ainda mais poderoso.
TRACKLIST:
1. For The Masses
2. When The Dead Walk The Earth
3. You Could Make Me Kill
4. Malicious Intent
5. Rogue State
6. The Call
7. Of Death And Chaos
8. Man To Fall
9. Exorcism
10. Till Fingers Bleed
11. The New Gods
12. La Muerte
FORMAÇÃO:
Ed Warby - Bateria
Frank Harthoorn - Guitarra
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Boudewijn Bonebakker - Guitarra
Em agosto de 2007, o GOREFEST lançou "Rise to Ruin", seu sétimo e último álbum de estúdio, encerrando com força total uma trajetória marcada por brutalidade, técnica e reinvenção. Gravado no Excess Studios, em Rotterdam, e com vocais registrados no Antfarm Studio, na Dinamarca, o disco apresenta uma banda em plena forma, entregando um trabalho coeso, agressivo e consciente, tanto musical quanto liricamente.
Com nove faixas e pouco menos de 50 minutos de duração, o álbum traz composições como ’Revolt’, ’The War on Stupidity’ e ’Babylon?s Whores’, que abordam temas políticos e sociais com contundência e sarcasmo. A sonoridade é direta e pesada, com riffs densos, vocais rasgados e uma bateria precisa conduzida por Ed Warby. A produção de Tue Madsen garante clareza e impacto, valorizando cada nuance da performance.
A formação clássica Jan Chris de Koeijer (vocais e baixo), Frank Harthoorn e Boudewijn Bonebakker (guitarras), mostra entrosamento e maturidade, com arranjos que equilibram brutalidade e melodia. O álbum também conta com vocais adicionais de Jacob Bredahl em faixas como ’Revolt’ e ’Speak When Spoken To’, adicionando camadas à agressividade sonora.
"Rise to Ruin" é mais do que um encerramento, é uma despedida em alto volume. Um álbum que não suaviza a mensagem, não dilui a fúria e reafirma que o GOREFEST se despediu como sempre viveu: desafiador, pesado e absolutamente relevante.
Quando a ruína se ergue, é porque o som da resistência ainda ecoa!
TRACKLIST:
1. Revolt
2. Rise To Ruin
3. The War On Stupidity
4. A Question Of Terror
5. Babylon’s Whores
6. Speak When Spoken To
7. A Grim Charade
8. Murder Brigade
9. The End Of It All
FORMAÇÃO:
Ed Warby - Bateria
Frank Harthoorn - Guitarra
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Boudewijn Bonebakker - Guitarra
Gravado ao vivo no icônico festival Dynamo Open Air, em 30 de maio de 1993, "The Eindhoven Insanity" captura o GOREFEST em seu auge: uma performance visceral que consolidou os holandeses como uma das grandes potências do death metal europeu. Lançado originalmente em 11 de agosto de 1993 pelo selo Nuclear Blast, o álbum permanece como um dos registros mais intensos da cena extrema dos anos 90.
Com uma formação afiada, Jan-Chris de Koeijer (vocais/baixo), Boudewijn Bonebakker e Frank Harthoorn (guitarras), e Ed Warby (bateria), o GOREFEST entrega versões explosivas de faixas como ’The Glorious Dead’, ’Mental Misery’ e ’Reality When You Die’. Gravado por Eric van de Berg e mixado por Tim Buktu junto à própria banda, o álbum preserva com fidelidade brutal cada mínimo detalhe daquela apresentação histórica.
O disco ainda traz a faixa ’Eindhoven Roar’, uma homenagem ao público fervoroso que marcou presença naquele dia e que transformou o show em uma celebração única. A interação entre banda e plateia é palpável, reforçando a atmosfera de um documento ao vivo que transpira autenticidade.
Sem retoques excessivos, "The Eindhoven Insanity" apresenta uma produção honesta e direta, mantendo intacto o espírito do death metal. Mais de três décadas após seu lançamento, continua sendo referência quando se fala em álbuns ao vivo do gênero, influenciando novas gerações e reafirmando o lugar do GOREFEST na história do metal europeu.
Mais do que um simples registro de palco, este clássico é a prova de que a verdadeira insanidade sonora acontece quando técnica, fúria e paixão se encontram diante de uma multidão. O GOREFEST não apenas tocou naquele dia, eles incendiaram Eindhoven.
TRACKLIST:
1. The Glorious Dead
2. State of Mind
3. Reality ? When You Die
4. Voices from Beyond
5. The Mass Insanity
6. Confessions of a Serial Killer
7. Blood Runs Cold
8. The Eindhoven Insanity
9. Eindhoven Roar
FORMAÇÃO:
Jan-Chris de Koeijer - vocais/baixo
Boudewijn Bonebakker - guitarra
Frank Harthoorn - guitarra
Ed Warby - bateria
Lançado originalmente em 1991, "Mindloss" foi o ponto de partida brutal do GOREFEST - um álbum de estreia que não apenas colocou a banda no mapa do death metal europeu, mas também antecipou a sofisticação que viria nos anos seguintes. Agora relançado como a parte 1 da trilogia "The Ultimate Collection", sob o título "Mindloss & Demos", o disco retorna com faixas bônus e demos raras que revelam as raízes mais cruas e viscerais da banda.
Gravado em meio à efervescência do underground holandês, "Mindloss" é puro instinto: riffs densos, vocais cavernosos e uma produção que exala o cheiro metálico de ferrugem e de carne. Faixas como ’Mental Misery’, ’Tangled in Gore’ e ’Loss of Flesh’ são exercícios de violência sonora, com estruturas que alternam entre o caos e a precisão. As demos incluídas nesta edição oferecem um vislumbre ainda mais cru da gênese do GOREFEST, capturando a urgência e a fome voraz de uma banda prestes a explodir.
"Mindloss & Demos" não é apenas um resgate histórico - é um lembrete de que, antes de tudo, havia o instinto. E ele ainda morde.
TRACKLIST:
CD 1:
1. Intro
2. Mental Misery
3. Putrid Stench Of Human Remains
4. Foetal Carnage
5. Tangled In Gore
6. Confessions Of A Serial Killer
7. Horrors In A Retarded Mind
8. Loss Of Flesh
9. Decomposed
10. Gorefest
CD2:
1. Decomposed
2. Putrid Stench Of Human Remains
3. Gorefest
4. Tangled In Gore
5. Confessions Of A Serial Killer
6. Loss Of Flesh
7. Horrors In A Retarded Mind
8. Foetal Carnage
FORMAÇÃO:
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Marc Hoogendoorn - Bateria
Alex van Schaik - Guitarra
Frank Harthoorn - Guitarra
Lançados originalmente em 1992 e 1994, respectivamente, "False" e "Erase" marcaram uma virada decisiva na trajetória do GOREFEST, consolidando a banda como um dos nomes mais respeitados do death metal europeu. Agora reunidos em uma edição dupla como a segunda parte da trilogia The Ultimate Collection, esses dois álbuns ganham nova vida com material bônus e apresentação especial ? uma celebração definitiva da fase mais criativa e ousada da banda holandesa.
"False" trouxe um GOREFEST mais técnico e ambicioso, com composições densas, riffs cortantes e uma produção que elevava o peso a um novo patamar. Faixas como ’The Glorious Dead’ e ’Reality - When You Die’ mostravam uma banda em plena ascensão, equilibrando brutalidade e estrutura com precisão cirúrgica. Já "Erase" mergulhava em territórios mais atmosféricos e grooveados, sem perder a agressividade, com destaques como ’Erase’, ’Peace of Paper’ e ’Goddess in Black’ ? um álbum que dividiu opiniões na época, mas que envelheceu como um clássico ousado e visionário.
Esta edição especial não apenas resgata dois marcos do catálogo do GOREFEST, mas os apresenta com faixas bônus que ampliam a experiência e revelam nuances adicionais do processo criativo da banda. Como parte da trilogia The Ultimate Collection, que revisita a discografia essencial do grupo em três volumes, este lançamento reafirma a importância histórica de uma banda que nunca teve medo de evoluir ? e que, mesmo desafiando todas as expectativas, sempre soou absolutamente devastadora.
Dois álbuns. Uma nova chance de ouvir com outros ouvidos. E um lembrete brutal: o legado do GOREFEST continua tão pesado quanto eterno.
TRACKLIST:
CD1:
1. The Glorious Dead
2. State Of Mind
3. Reality - When You Die
4. Get - A - Life
5. False
6. Second Face
7. Infamous Existence
8. f r o mIgnorance To Oblivion
9. The Mass Insanity
10. False Exposure (Demo)
11. f r o mIgnorance To Oblivion (Demo)
12. Infamous Existence (Demo)
13. The Mass Insanity (Demo)
14. Gorefest (Live)
15. f r o mIgnorance To Oblivion (Live)
16. False Exposure (Live)
CD2:
1. Low
2. Erase
3. I Walk My Way
4. Fear
5. Seeds Of Hate
6. Peace Of Paper
7. Goddess In Black
8. To Hell And Back
9. Raven
10. Horrors 94
11. Fear (Live)
12. Autobahn (New Version, recorded 1994)
13. Goddess In Black (Orchestral Version)
FORMAÇÃO:
Ed Warby - Bateria
Frank Harthoorn - Guitarra
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Boudewijn Bonebakker - Guitarra
Com os lançamentos de "Soul Survivor" (1996) e "Chapter 13" (1998), o GOREFEST desafiou as convenções do death metal e mergulhou em territórios mais grooveados, experimentais e melódicos, porém, sem jamais perder o peso. Agora reunidos como a parte 3 da trilogia "The Ultimate Collection", esses dois álbuns ganham uma nova apresentação e faixas bônus, oferecendo uma visão completa da fase mais ousada e polarizadora da banda.
"Soul Survivor" surpreendeu ao incorporar elementos de rock clássico e heavy metal tradicional, com faixas como ’Freedom’, ’Dog Day’ e ’Forty Shades’ mostrando um GOREFEST mais maduro, mas ainda afiado. Já "Chapter 13" levou essa abordagem adiante, com grooves densos, atmosferas sombrias e composições que flertavam com o alternativo, como em ’Broken Wing’, ’F.S. 2000’ e ’Super Reality’. Para alguns, foi um desvio ousado; para outros, uma evolução inevitável.
Esta edição dupla resgata dois álbuns que desafiaram expectativas e expandiram os limites do que o death metal poderia ser. Com material bônus e nova masterização, a parte final da "The Ultimate Collection" não é apenas um encerramento, é uma afirmação de que o GOREFEST nunca foi uma banda que se acomodou na sua zona de conforto.
Eles não pediram permissão para mudar. E é por isso que ainda merecem e devem ser ouvidos.
TRACKLIST:
CD 1:
1. Freedom
2. Forty Shades
3. River
4. Electric Poet
5. Soul Survivor
6. Blood Is Thick
7. Dog Day
8. Demon Seed
9. Chameleon
10. Dragon Man
11. Tired Moon
12. Goddess In Black
13. Soul Survivor
14. Electric Poet
15. River
16. Frozen
17. Chameleon - Instrumental
18. Freedom - Instrumental
CD 2:
1. Chapter 13
2. Broken Wings
3. Nothingless
4. Smile
5. The Idiot
6. Repentance
7. Bordello
8. F.S. 2000
9. All Is Well
10. Unsung
11. Burn Out
12. Super Reality
13. Serve The Masses
14. Chapter 13
15. Nothingless
16. I Am You
17. Chapter 13
18. Reality - When You Die
19. Demon Seed
20. Erase
FORMAÇÃO:
Ed Warby - Bateria
Frank Harthoorn - Guitarra
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Boudewijn Bonebakker - Guitarra
Originalmente formada em 1996 sob o nome de Smack, a banda rapidamente adotou o nome que se tornaria um marco na história do Heavy Metal ao longo das últimas duas décadas: GRAND MAGUS! Com riffs majestosos e um arsenal de hinos de Heavy Metal, o grupo consolidou sua identidade e influência no gênero. Após duas demos e um split com seus compatriotas do Spiritual Beggars, lançaram, em 2001, seu álbum de estreia autointitulado, ainda hoje reverenciado como um clássico cult pelos fãs de Doom e Heavy Metal.
Com os álbuns subsequentes, "Monument" (2003) e "Wolf’s Return" (2005), o GRAND MAGUS deu início à sua ascensão, incorporando mais elementos do Heavy Metal sem abandonar suas raízes Stoner. Durante esse período, a banda percorreu a Europa em turnês ao lado de Electric Wizard e Cathedral, provando que sua força no palco era tão avassaladora quanto em estúdio. Em 2008, "Iron Will" conquistou não apenas a imprensa internacional, mas, acima de tudo, os fãs! O álbum seguinte, "Hammer Of The North" (2010), levou a banda a uma turnê com os lendários Motörhead e Doro, além de garantir um lugar de destaque nos rankings alemães.
Em 2012, "The Hunt" marcou uma nova fase, sendo o primeiro trabalho com o baterista Ludwig Witt e o primeiro lançamento via Nuclear Blast. A força do GRAND MAGUS continuava intacta, sem necessidade de reinvenções?apenas um aprimoramento contínuo. Essa marcha triunfal seguiu com "Triumph And Power" (2014), consolidando a banda como verdadeiros deuses dos riffs, ao lado de ícones como Judas Priest e Dio!
Em 2016, a lenda sueca retornou, desta vez mais feroz do que nunca. "Sword Songs", oitavo álbum de estúdio, trouxe velocidade e agressividade ampliadas. Com sangue, suor e lágrimas, o GRAND MAGUS forjou um dos álbuns mais pesados de sua trajetória.
Produzido por Nico Elgstrand no Studio Supa, mixado por Roberto Laghi e masterizado por Svante Forsbäck, "Sword Songs" apresenta uma capa impressionante, criada pelo renomado artista Anthony Roberts, capturando toda a aura poderosa do disco.
E para tornar esta edição ainda mais especial, "Sword Songs" chega com duas faixas bônus: ’In For The Kill’ e ’Stormbringer’, um tributo ao lendário Deep Purple.
Músicas ferozes. Riffs implacáveis. O GRAND MAGUS em sua forma mais selvagem.
TRACKLIST:
1. Freja’s Choice
2. Varangian
3. Forged In Iron - Crowned In Steel
4. Born For Battle (Black Dog Of Brocéliande)
5. Master Of The Land
6. Last One To Fall
7. Frost And Fire
8. Hugr (instrumental)
9. Everyday There’s A Battle To Fight
BONUS TRACKS:
10. In For The Kill
11. Stormbringer (Deep Purple Cover)
FORMAÇÃO:
Janne "JB" Christoffersson - Vocal/Guitarra
Mats "Fox" Skinner - Baixo
Ludwig - Bateria
Pouco mais de dois anos após o lançamento de "Sword Songs", os deuses dos riffs, o GRAND MAGUS, retornaram em 2019 com seu nono álbum estúdio: "Wolf God".
Desta vez, a banda adotou uma nova abordagem para o processo de gravação, como explicou na época o vocalista e guitarrista JB: "Decidimos abandonar a filosofia de gravar primeiro a bateria, depois o baixo e depois a guitarra. Desta vez, nos reunimos, tocamos e criamos juntos nos últimos seis meses com o objetivo de gravar as faixas ao vivo." Para os ouvintes mais atentos, esse método transmite um impacto único, dando ao álbum uma energia crua e orgânica?mas sem comprometer a essência do GRAND MAGUS.
Majestoso desde sua concepção, "Wolf God" nasceu clássico, trazendo riffs imponentes que falam por si mesmos, além de manter o groove e o peso marcantes de seu aclamado predecessor. Tudo isso foi elevado por um JB soberbo, cuja voz conduz emocionalmente os fortes e memoráveis instrumentais.
O novo método de gravação ajustou-se perfeitamente ao som geral da banda. Ao deixar a música fluir naturalmente, o GRAND MAGUS conseguiu criar melodias, riffs e ritmos que aprofundam ainda mais a fundação que vem construindo ao longo dos anos.
Um tributo à grandeza do metal. Um álbum que ruge como um verdadeiro deus lobo.
TRACKLIST:
1. Gold And Glory (instrumental)
2. Wolf God
3. A Hall Clad In Gold
4. Brother Of The Storm
5. Dawn Of Fire
6. Spear Thrower
7. To Live And To Die In Solitude
8. Glory To The Brave
9. He Sent Them All To Hel
10. Untamed
FORMAÇÃO:
Janne "JB" Christoffersson - Guitarra, Vocal
Mats Fox Hedén Skinner - Baixo
Ludwig Witt - Bateria
ÚLTIMA CÓPIA!!!
Dos abismos do mundo dos mortos-vivos emerge um novo horror, trazendo consigo a profanação dos túmulos sagrados dos loucos. A mais recente criação do Grave Desecrator, "Immundissime Spiritus", é uma ode blasfema ao Metal Negro, com canções sombrias e meticulosamente elaboradas que servem como rituais de adoração à eterna vida sem luz!
Tracklist:
1. Necromantical Hex
2. Death Misery Ecstasy
3. Finis Hominis
4. Missa Pro Defunctis
5. Fogo-Fatuo
6. Occult Bewitchment
7. Miasma
8. Fuck the Dead
9. Rapists from the Cross
10. Whited Sepulchre
O GRAVE DIGGER, lendária banda de heavy metal alemã, revelou em 2012 seu épico álbum "Clash of the Gods", uma obra-prima que reafirmava seu lugar incontestável no panteão do metal pesado. Explorando as profundezas da mitologia grega, o álbum transporta os ouvintes para um universo repleto de deuses, monstros e heróis, com uma narrativa inspirada no clássico livro "A Jornada do Herói" de Joseph Campbell.
Liderados pelo carismático vocalista Chris Boltendahl e pelo virtuoso guitarrista Axel Ritt, a banda entrega um trabalho que equilibra magistralmente o som tradicional do heavy metal com elementos inovadores de power metal moderno. Faixas como ’God of Terror’, ’Death Angel’ e ’Home at Last’ mostram a energia inesgotável e a criatividade musical que definem o GRAVE DIGGER até hoje.
O álbum se destaca pela sua consistência impressionante, com cada faixa trazendo elementos únicos e cativantes. Os riffs de guitarra de Ritt estão impecáveis, os vocais de Boltendahl continuam poderosos e as partes de teclado adicionam uma camada atmosférica fascinante sem comprometer a brutalidade do som.
Considerado por muitos críticos como um dos melhores álbuns de power metal de 2012, "Clash of the Gods" provava que o GRAVE DIGGER era relevante e criativo mesmo após 35 anos de carreira. A banda demonstra uma capacidade extraordinária de se reinventar, mantendo sua essência enquanto explora novas fronteiras sonoras.
As composições são verdadeiramente memoráveis, com refrões que se fixam na mente do ouvinte, como em ’Hell Dog’ e ’Walls of Sorrow’. A abordagem lírica, focada na mitologia grega como explicado anteriormente, oferece uma profundidade temática que eleva o álbum além de um simples trabalho de heavy metal.
O disco representa um triunfo criativo, apresentando uma variedade de estéticas experimentais que mantêm o som clássico do GRAVE DIGGER intacto. Os solos de guitarra, os coros e a atmosfera épica garantem que o álbum seja igualmente atraente para os antigos e novos fãs da banda e do gênero.
"Clash of the Gods" não é apenas um álbum, mas uma declaração de força e poder. É a prova de que o GRAVE DIGGER continua sendo uma força criativa imparável no cenário do heavy metal, capaz de entregar um trabalho tão poderoso e inspirador quanto qualquer um de seus antigos clássicos.
TRACKLIST:
1. Charon (Fährmann des Todes)
2. God of Terror
3. Hell Dog
4. Medusa
5. Clash of the Gods
6. Death Angel and the Grave Digger
7. Walls of Sorrow
8. Call of the Sirens
9. Warriors Revenge
10. ?With the Wind
11. Home at Last
Bonus Track:
12. Saints of the Broken Souls
13. Home at Last (German Version)
FORMAÇÃO:
Chris Boltendahl - Vocal
Stefan Arnold - Bateria
H.P. Katzenburg - Teclados
Jens Becker - Baixo
Axel Ritt - Guitarra