Ao chegar em 1987, o OSTROGOTH enfrentava mudanças internas e externas. Novas formações, pressão criativa e um cenário metálico cada vez mais competitivo exigiam respostas à altura. E "Feelings Of Fury" foi essa resposta, um disco que uniu técnica apurada com uma entrega emocional intensa. O som tinha evoluído e ficou mais complexo, mais sombrio, mais contundente.
Nesse álbum, vemos um OSTROGOTH multifacetado: reflexivo em ’Night?s Illusions’, combativo em ’Battle For Rock’ e filosófico em ’What the Hell Is Going On’. Era a banda encarando sua própria trajetória, canalizando conflitos em hinos furiosos, sem perder o senso de melodia e construção épica.
A remasterização de 2023 revela camadas que antes se escondiam sob a produção limitada da época. Agora, a fúria tem forma cristalina, os sentimentos têm textura, e a intensidade é amplificada com fidelidade absoluta. É como ouvir o OSTROGOTH encarando seus fantasmas... e vencendo cada um deles.
Entre sentimentos e fúria, o OSTROGOTH ressurge ? maduro, poderoso e inesquecível.
TRACKLIST:
1. Conquest
2. The Introduction
3. Samurai
4. Love Can Wait
5. We Are The Ace
6. The Hunter
7. Get Out Of My Life
8. What The Hell Is Going On
9. Vlad Strigoi
FORMAÇÃO:
Mario Pauwels - Bateria
Kriss Taerwe - Teclados
Rudy Vercruysse - Guitarra
Pierre Villafranca - Baixo
Peter De Wint - Vocal
Juno Martins - Guitarra
Em meio à explosão da cena metálica europeia do início dos anos 1980, a Bélgica apresentou ao mundo uma banda que logo se tornaria referência: o OSTROGOTH. Com sua estreia em 1983, o EP "Full Moon’s Eyes", a banda trouxe quatro faixas capazes de enfeitiçar o underground, mesclando virtuosismo, fantasia e peso.
Mais do que um simples lançamento, "Full Moon’s Eyes" foi uma declaração de estilo e determinação. Os solos de guitarra viajavam por melodias épicas, os vocais carregavam um misto de mistério e força, e a produção ? crua, porém cativante ? posicionava o OSTROGOTH como um diamante bruto em meio ao cenário europeu dominado por nomes britânicos e alemães.
Em 2023, o EP ganhou nova vida com uma remasterização meticulosa que resgata a alma do original, trazendo todo o seu brilho sem perder o charme analógico. O som é mais limpo, mais amplo, mas a essência permanece: aquele chamado da lua cheia, aquele primeiro passo rumo à eternidade metálica.
A lua continua cheia ? e OSTROGOTH continua feroz.
TRACKLIST:
1. Full Moon’s Eyes
2. Heroes’ Museum
3. Paris By Night
4. Rock Fever
5. Ecstasy And Danger (1983 Demo Version)
FORMAÇÃO:
Red Star - Vocal
Bronco - Bass, Backing Vocals
Sphinx - Guitarra
Grizzly - Bateria, Percussão
White Shark - Guitarra
Em 1985, o OSTROGOTH decidiu mudar de marcha, mudar de direção ? deixando de lado os cenários épicos e adentrando o território urbano e direto do heavy metal mais afiado. "Too Hot" representa essa virada com audácia. Um disco mais quente, mais rápido e repleto de atitude: era hora de mostrar que OSTROGOTH também sabia queimar.
Canções como ’Shoot Down the Moon’ e ’Love It or Leave It’ não pedem licença: elas explodem em riffs provocadores e refrães que parecem ter sido criados para palcos e arenas. O groove aparece mais acentuado, e os vocais ganham um tom rebelde que dialoga com a juventude da época e seus desafios.
O remaster de 2023 respeita essa combustão. As faixas retornam com corpo, clareza e impacto. É um revival do fogo criativo, da urgência de se reinventar sem abandonar a alma. O OSTROGOTH mostra no álbum que sabia evoluir ? e que, mesmo em chamas, mantinha o controle da temperatura.
Em 2023, a chama reacendeu ? e "Too Hot" voltou para incendiar gerações.
TRACKLIST:
1. Too Hot
2. Shoot Back
3. Sign Of Life
4. The Gardens Of Marrakesh
5. Love In The Streets
6. Night Women (Don’t Like Me)
7. Endless Winterdays
8. Catch The Sound Of Peace
9. Halloween
FORMAÇÃO:
Rudy "White Shark" Vercruysse - Guitarra
Mario "Grizzly" Pauwels - Bateria
Marnix "Bronco" van de Kauter - Baixo
Marc "Red Star" de Brauwer - Vocal
Hans "Sphinx" van de Kerckhove - Guitarra
Sétimo álbum da banda brasileira de Pagan Black/Black Metal, lançado em 2025, em parceria com as gravadoras Heavy Metal Rock / Urubuz Records / Classic Metal Records.
Conta com participações especiais de músicos como Lord Vlad (Malefactor), Thiago Caronte (Velho), Davi Sterminiun (Gangrena Gasosa), Thiago Barbosa (Ereboros) e Guilherme Siervi.
Quinto álbum da banda brasileira de Pagan Black/Black Metal, lançado em 2023 em parceria com selo Heavy Metal Rock Records. Com participação de Renato Trevas (Azul Limão), na faixa “Stone Eyes”.
CD Simples (Caixa Acrílica)
Ano: 2023
País: Brasil
Ano de Formação: 2004
Procedência: Nacional
Gravadora: Heavy Metal Rock Records / Classic Metal / Urubuz Records
Estilo: Pagan Black/Black Metal
Track List :
1.Journey through Greek Lands
2.The Son of the Sea
3.Mourning Night
4.Labyrinth of Flesh and Blood
5.Pandora’s Secrets
6.Obscure Sailings
7.Gods and Titans
8.Reasons for War
9.Lost in the Deep Ocean
10.Stone Eyes
11.The Bone Breakers
12.Lamentations of Olympus
13.Pandora’s Secrets (Piano version)
O PAIN é a materialização da visão artística do seu criador, o renomado produtor e multi-instrumentista Peter Tägtgren, que explora a fusão entre Techno, Industrial e Metal Extremo.
Após o lançamento do nono álbum do projeto, intitulado "I Am", em 2024, o PAIN junto com a Nuclear Blast decidiram lançar as edições remasterizadas dos álbuns "Nothing Remains the Same" de 2002 e "Dancing with the Dead" de 2005.
Os terceiro e quarto álbuns do PAIN permanecem entre os mais celebrados da sua discografia, estabelecendo a identidade da banda para além de seu status inicial como um simples projeto paralelo do fundador do Hypocrisy.
"Dancing with the Dead" veio de uma experiência assustadora e, ao mesmo tempo, transformadora vivida por Tägtgren, quando seu coração parou de bater por dois minutos durante um inexplicável colapso em um bar. Este evento singular serviu como um catalisador criativo para o álbum, que inclui o single de sucesso "Same Old Song", que alcançou a 18ª posição nas paradas suecas.
O álbum se destaca pela sua fusão única de elementos industriais, techno e speed metal, apresentando faixas que variam de melodias épicas a composições intensamente rápidas, além de consolidar de vez a versatilidade de Tägtgren como compositor, instrumentista e vocalista, reafirmando sua posição como uma das vozes mais importantes do metal escandinavo contemporâneo.
A produção representa uma evolução significativa no som do PAIN, mesclando com maestria elementos pop e metal sem comprometer a intensidade característica do projeto. Com faixas marcantes como ’The Third Wave’ e a faixa-título, o álbum estabelece um novo padrão de exigência para o metal industrial, expandindo os horizontes do gênero.
As versões remasterizadas de 2025, incluindo faixas bônus, oferecem aos fãs a oportunidade de redescobrir esses clássicos do PAIN com qualidade de som aprimorada.
TRACKLIST:
1. Don’t Count Me Out (Remaster 2025)
2. Same Old Song (Remaster 2025)
3. Nothing (Remaster 2025)
4. The Tables Have Turned (Remaster 2025)
5. Not Afraid To Die (Remaster 2025)
6. Dancing With The Dead (Remaster 2025)
7. Tear It Up (Remaster 2025)
8. Bye/Die (Remaster 2025)
9. My Misery (Remaster 2025)
10. A Good Day To Die (Remaster 2025)
11. Stay Away (Remaster 2025)
12. The Third Wave (Remaster 2025)
13. Trapped (Remaster 2025)
14. Nothing - Epic Version (Remaster 2025)
15. Bye/Die - In Your Face Version (Remaster 2025)
FORMAÇÃO:
Peter Tägtgren - Vocal, Guitarra, Baixo, Bateria, Teclados
Com mais de três décadas de carreira e mais de dois milhões de álbuns vendidos, o PARADISE LOST continua sendo o rei incontestável de um dos lados mais sombrios do metal. Formado em Halifax em 1988, o grupo rapidamente se destacou como pioneiro do metal gótico com álbuns inovadores como "Gothic" (1991), que trazia uma mistura de peso, melodia sombria e atmosfera densa.
O PARADISE LOST nunca foi uma banda de permanecer criativamente estática, pois ao longo da carreira a banda explorou uma infinidade de caminhos dentro da música sombria - desde as raízes do doom-death arrastado, passando pela conquista do mainstream do metal com os sons grandiosos e intensos de "Draconian Times" (1995), até inclinações mais experimentais e eletrônicas - deixando sua marca em artistas tão diversos quanto Cradle Of Filth, Him, Gatecreeper e Chelsea Wolfe.
Agora, em 2025, o quinteto de Yorkshire retorna com seu impressionante 17º álbum, "Ascension", um trabalho que mantém sua coroa brilhando e reforça o motivo de terem chegado ao topo. Produzido pelo guitarrista Gregor Mackintosh no estúdio Black Planet em East Yorkshire, com a bateria e os vocais gravados nos estúdios NBS e Wasteland na Suécia, suas 10 faixas percorrem a vasta gama sonora da banda - do metal pesado direto ao ápice melódico - mantendo sempre sua irresistível melancolia em tom menor.
"As pessoas devem esperar que fiquemos mais miseráveis", brinca o vocalista Nick Holmes ao ser questionado sobre o que os fãs podem esperar do PARADISE LOST em 2025. Ao explicar o título do álbum e suas letras, fica claro que continuam mestres em entregar esse tipo de conteúdo.
"O título do álbum vem da crença de ascender a um lugar melhor - na ficção, da Terra ao céu - e todos os requisitos que acompanham isso", ele explica. "Na vida real, as pessoas frequentemente lutam desde o nascimento para chegar a um lugar melhor, tentando ser alguém melhor, mesmo sabendo que a única recompensa é a morte."
"As letras tratam de tudo o que a vida joga em nós", continua. "Nunca é previsível, e dentro disso pode ser aterrorizante. Como as pessoas lidam com a morte, os apoios que procuram, e como o estado mental é afetado por situações que mudam a vida - tudo isso é sempre intrigante."
O mesmo vale para a música em si. A faixa de abertura, ’Serpent on The Cross’, começa com um riff gloriosamente doom, antes de mudar de marcha na metade para um metal clássico estrondoso, impulsionado por pedal duplo e um riff quase à la METALLICA. Em ’Silence Like The Grave’, Nick canta "sobre a inutilidade da guerra e a disputa de prestígio em nome da humanidade" sobre uma perfeita explosão de metal gótico.
’Tyrant’s Serenade’, por sua vez, mostra a expertise da banda em fazer a simplicidade soar grandiosa, coroada pelos assombrosos riffs de guitarra de Gregor. ’Lay A Wreath Upon The World’ começa como uma elegia silenciosa antes de construir um clímax melancólico, e a faixa final, ’The Precipice’, é guiada por linhas de piano que conduzem a um encerramento majestoso.
Tudo isso evidencia com maestria a amplitude do que o PARADISE LOST já fez - e ainda é capaz de fazer - de um modo que nenhuma outra banda consegue replicar.
"Depois de 35 anos, tudo é consciente", diz Nick. "É difícil não ter 100% de certeza de onde tudo está vindo, tendo um catálogo tão vasto e variado, mas no fim das contas tudo se resume ao fato de gostarmos ou não da música que estamos criando. Se gostamos, ela fica! Isso não mudou desde que éramos adolescentes."
"Ascension" orgulhosamente se destaca entre os cânones do PARADISE LOST. A miséria nunca para, mas, segundo Nick, é assim que eles gostam.
"Ironicamente", ele ri, "música miserável é sempre a mais prazerosa de ouvir - e de escrever, eu acho."
TRACKLIST:
1. Serpent On The Cross
2. Tyrants Serenade
3. Salvation
4. Silence Like The Grave
5. Lay A Wreath Upon The World
6. Diluvium
7. Savage Days
8. Sirens
9. Deceivers
10. The Precipice
Bonus Track [exclusivo VERSÃO DIGIPACK]:
11. This Stark Town
12. A Life Unknown
FORMAÇÃO:
Nick Holmes - Vocal
Gregor Mackintosh - Guitarra
Aaron Aedy - Guitarra
Steve Edmondson - Baixo
Guido Montanarini - Bateria