THANATOS are celebrating 35 years of fully dedicated fierce Death Fuckin Thrash Metal in 2020. New album 'Violent Death Rituals" is just pure catchy Madness. Fuckin Hell awaits !
R$56,99O preço original era: R$56,99.R$49,99O preço atual é: R$49,99.
Ao longo dos anos, o THE EXPLOITED manteve uma postura inabalável. Nunca se renderam, nunca se venderam, nunca se calaram. Em meio às inúmeras mudanças de formação, sustentaram a essência do punk: crua, suja e sem concessões. Acusados de causadores de tumulto e considerados por muitos como exageradamente diretos, a banda sempre fez questão de escancarar suas convicções ? abordando temas como vigilância governamental, repressão policial e políticas autoritárias com um senso social e político brutalmente honesto.
Enquanto alguns críticos os acusavam de apontar o óbvio ? que políticos mentem e guerras são desastrosas ? o THE EXPLOITED continuou gritando quando todos os outros silenciavam. Quem mais teria coragem de afogar um político conservador em um videoclipe ou de eternizar xingamentos explícitos contra figuras públicas em suas letras? Punk não é sobre meias palavras ? é sobre dizer tudo, e o THE EXPLOITED sempre disse.
Fundada em Edimburgo, na Escócia, em 1980, a banda nasceu em meio a uma geração sufocada pelo desemprego e pelo desencanto. Liderada por Wattie Buchan, a formação original incluía Big John Duncan na guitarra, Dru Stix na bateria e Gary McCormack no baixo. Em 1981, lançaram o impactante "Punk?s Not Dead", disco de estreia que se tornou um símbolo de resistência em tempos de colapso social.
Lançado em 2003, o oitavo álbum de estúdio, "Fuck The System", mostrou o THE EXPLOITED em sua forma mais incendiária ? rebelde, impiedoso e absolutamente inflexível. Faixas como ’Never Sell Out’ e ’Chaos Is My Life’ (ambas autoexplicativas) revelaram uma sonoridade tão brutal quanto qualquer ataque punk vindo das gerações seguintes. Foi a prova definitiva de que aqueles ossos velhos não só estavam vivos ? estavam possuídos pela raiva!
Em 2014, "Fuck The System" ressurgiu com força total em uma edição especial que adicionou quatro faixas ? ’Adding to Their Fears’, ’Death Before Dishonour’, ’Drive Me Insane’ e ’Pulling Us Down’. Sem polimento, sem filtro, apenas mais combustível para a máquina de resistência que o THE EXPLOITED sempre foi.
"Fuck The System" não é apenas um título ? é um grito, um confronto, um levante. É a afirmação crua de que o punk vive, continua resistindo e cospe na cara da autoridade. Porque o THE EXPLOITED nunca pediu desculpas. E isso é punk rock. Sem concessões.
TRACKLIST:
1. Fuck the System
2. Fucking Liar
3. Holiday in the Sun
4. You’re a Fucking Bastard
5. Lie to Me
6. There Is No Point
7. Never Sell Out
8. Noize Annoys
9. I Never Changed
10. Why Are You Doing This to Me
11. Chaos Is My Life
12. Violent Society
13. Was It Me
Bonus Tracks:
14. Adding To Their Fears
15. Death Before Dishonour
16. Driving Me Insane
17. Pulling Us Down
FORMAÇÃO:
Wattie Buchan - Vocal
Mikie Jacobs - Baixo
Robbie "Steed" Davidson - Guitarra
Wullie Buchan - Bateria
R$56,99O preço original era: R$56,99.R$49,99O preço atual é: R$49,99.
Ao longo dos anos, o THE EXPLOITED manteve uma postura inabalável. Nunca se renderam, nunca se venderam, nunca se calaram. Em meio às inúmeras mudanças de formação, sustentaram a essência do punk: crua, suja e sem concessões. Acusados de causadores de tumulto e considerados por muitos como exageradamente diretos, a banda sempre fez questão de escancarar suas convicções ? abordando temas como vigilância governamental, repressão policial e políticas autoritárias com um senso social e político brutalmente honesto.
Enquanto alguns críticos os acusavam de apontar o óbvio ? que políticos mentem e guerras são desastrosas ? o THE EXPLOITED continuou gritando quando todos os outros silenciavam. Quem mais teria coragem de afogar um político conservador em um videoclipe ou de eternizar xingamentos explícitos contra figuras públicas em suas letras? Punk não é sobre meias palavras ? é sobre dizer tudo, e o THE EXPLOITED sempre disse.
Fundada em Edimburgo, na Escócia, em 1980, a banda nasceu em meio a uma geração sufocada pelo desemprego e pelo desencanto. Liderada por Wattie Buchan, a formação original incluía Big John Duncan na guitarra, Dru Stix na bateria e Gary McCormack no baixo. Em 1981, lançaram o impactante "Punk?s Not Dead", disco de estreia que se tornou um símbolo de resistência em tempos de colapso social.
Mas foi no ano de 1990 que a banda entregou o que se tornaria seu álbum mais bem-sucedido até então ? "The Massacre", sexto trabalho de estúdio, lançado pelo selo Rough Justice. Escrito e produzido por Wattie, o disco abriu com uma introdução retirada do filme Faces Of Death e mergulhou de cabeça no Crossover Thrash, marcando uma nova fase de agressividade e contundência na sonoridade da banda.
Em 2014, "The Massacre" ganhou uma edição especial com quatro faixas bônus ? ’Barry Prossit’, ’Don’t Really Care’, ’Power Struggle’ e ’Scaling The Derry Wall’ ? ampliando ainda mais a experiência de um disco que continua sendo uma referência de brutalidade e autenticidade dentro do universo punk.
O THE EXPLOITED é mais do que uma banda: é uma declaração permanente de insubmissão. "The Massacre" não apenas consolidou esse espírito ? ele gritou para o mundo todo ouvir.
TRACKLIST:
1. The Massacre
2. Sick Bastard
3. Porno Slut
4. Now I’m Dead
5. Boys in Blue
6. Dog Soldier
7. Don’t Pay the Poll Tax
8. Fuck Religion
9. About to Die
10. Blown Out of the Sky
11. Police Shit
12. Stop the Slaughter
Bonus Tracks:
13. Barry Prossit
14. Don’t Really Care
15. Power Struggle
16. Scaling The Derry Wall
FORMAÇÃO:
Wattie - Vocal
Smeeks - Baixo, Backing Vocals
Gogs - Guitarra
Tony - Bateria
R$56,99O preço original era: R$56,99.R$49,99O preço atual é: R$49,99.
Os pioneiros suecos do Thrash Metal mortal, o THE HAUNTED, finalmente estão de volta... e com tudo. Após oito longos anos de silêncio, a banda ressurge com energia renovada em seu décimo álbum de estúdio, "Songs Of Last Resort". O novo trabalho apresenta 12 faixas implacáveis, condensadas em 40 minutos de peso absoluto, misturadas e masterizadas com maestria por Jens Bogren no conceituado Fascination Street Studios (Kreator, Arch Enemy, Sepultura).
As gravações instrumentais foram conduzidas por Oscar Nilsson no Studio Bohus, enquanto os vocais principais ficaram a cargo de Björn Strid no The Cellar Studio. A arte gráfica, intensa e emblemática, leva novamente a assinatura do colaborador de longa data Andreas "Diaz" Pettersson.
O conceito por trás de "Songs Of Last Resort" foi inspirado nas chamadas "cartas de último recurso" ? documentos manuscritos enviados pelo Primeiro-Ministro do Reino Unido aos comandantes dos submarinos nucleares britânicos, com instruções para casos extremos de destruição total do governo.
Este não é apenas o retorno de uma banda lendária ? é a reafirmação de sua relevância, brutalidade e visão artística. THE HAUNTED não apenas voltou... eles acabaram de redefinir o que ’fim’ significa ? e chamam isso de novo começo!
TRACKLIST:
1. Warhead
2. In Fire Reborn
3. Death to the Crown
4. To Bleed Out
5. Unbound
6. Hell is Wasted on the Dead
7. Through the Fire
8. Collateral Carnage
9. Blood Clots
10. Salvation Recalled
11. Labyrinth of Lies
12. Letters of Last Resort
FORMAÇÃO:
Jonas Björler - Baixo, Backing Vocals
Adrian Erlandsson - Bateria
Patrik Jensen - Guitarra
Marco Aro - Vocal
Ola Englund - Guitarra
R$49,99O preço original era: R$49,99.R$46,66O preço atual é: R$46,66.
Gênero: Metal Sinfônico
SOBRE O ÁLBUM:Uma colisão perfeita de Metal e Música Clássica!
As lendas suecas do Metal Sinfônico, o THERION, retornam para nos entregar outra obra-prima, completando assim a trilogia "Leviathan". Com mais de 35 anos de experiência, a banda, que gira em torno da mente criativa Christofer Johnsson, foi uma das primeiras a combinar o Heavy Metal com elementos sinfônicos e orquestrais nos anos 1990 e é considerada uma das fundadoras do metal sinfônico que mais definem e influenciam o estilo atualmente. Agora, o grupo continua seu legado ao lançar o terceiro volume da trilogia "Leviathan", simplesmente com o título "Leviathan III".
A banda continua com a sua versátil jornada musical e de combinação de estilos, que também é formada pela linha fundamental de seus antecessores "Leviathan" e "Leviathan II".
O álbum começa com a poderosa ’Ninkigal’, catapultando o ouvinte diretamente para o universo dramático que o THERION criou, com composições habilmente elaboradas e os vocais femininos operísticos, gentileza de Lori Lewis, alternando-os com sombrios rosnados e melodias agradáveis. É seguida por ’Ruler of Tamag’ que encanta com uma introdução suave de violão e vocais femininos melancólicos, para então explodir em uma faixa pesada com partes sombrias que se transformam em uma fascinante sinfonia semelhante a uma partitura. O THERION mais uma vez extrai charme da ousadia de misturar estilos que vão desde partes góticas ao Death Metal Melódico e elementos neoclássicos, passando pelo Power Metal de uma forma complexa e versátil, desafiando assim os seus ouvintes como pode ser testemunhado na faixa ’Twilight of the Gods’ que encerra o álbum. A música oferece o que há de melhor do metal épico e sinfônico, encontrando uma mistura harmoniosa e equilibrada entre as guitarras, o coro e a orquestra.
As músicas envolvem rapidamente os ouvintes e empregam habilmente melodias cativantes, que são encontradas em faixas inspiradoras como ’Na Unsung Lament’ e ’Baccanale’. Melodias avançadas são combinadas com elementos do rock, com letras cativantes e com partes de coro, enquanto a animada ’Maleficium’ é estruturada em torno de um dueto entre Thomas Vikström e Lori Lewis. A vibrante ’Ayahuasca’ é uma verdadeira jornada musical com um coro masculino e elementos psicodélicos, enquanto a rápida ’Nummo’ oferece esplêndidas explosões de guitarra pesadas e os melhores vocais e coros clássicos.
De modo geral, as composições tendem para o magnífico e o teatral, oferecendo uma grande variedade de estilos musicais, confundindo habilmente todas as fronteiras que o metal e a música clássica possam apresentar. "Leviathan III" é mais uma prova do incrível talento do fundador da banda, Christofer Johnsson, enquanto mostra que o THERION conseguiu aperfeiçoar sua própria combinação de estilos versáteis, resultando na criação da sua própria Champions League sinfônica.
TRACK LIST
1. Ninkigal
2. Ruler Of Tamag
3. An Unsung Lament
4. Maleficium
5. Ayahuasca
6. Baccanale
7. Midsommarblot
8. What Was Lost Shall Be Lost No More
9. Duende
10. Nummo
11. Twilight Of The Gods
Bonus Track
12. Counter Points A Cappella
13. Winter Cape 1.0
14. Winter Cape 2.1
15. Winter Cape 3.7
FORMAÇÃOChristofer Johnsson » Guitarra/Teclados
Christian Vidal » Guitarra
Nalle Påhlsson » Baixo
Thomas Vikström » Vocal
Lori Lewis » Vocal
Quando o THERION entrou, em outubro de 1995, no Impuls Studio em Hamburgo, Alemanha, para gravar o seu quinto álbum de estúdio, sabia que estava com um bom material mas não imaginava que estaria gravando as músicas que mudariam para sempre a carreira da banda, porque a expôs para o mainstream, e que estabeleceria os padrões para o que hoje é conhecido como Metal Sinfônico.
O álbum, intitulado "Theli", foi lançado um ano depois e recebeu críticas extremamente positivas em todas as principais revistas especializadas, a vendas se duplicaram em relação ao seu antecessor "Lepaca Kliffoth" em apenas um mês e a banda recebeu uma incrível oferta para tocar em uma turnê ao lado da banda finlandesa Amorphis.
"Theli" alcançou o status de clássico graças ao lendário sucesso, e que a banda executa ainda hoje nos seus shows, ’To Mega Therion’, além de apresentar outros hinos como ’Cults of the Shadow’ e ’The Siren of the Woods’, com quase dez minutos de duração.
O álbum também conta com a participação especial de Dan Swanö (Edge of Sanity), Jan Peter Genkel (Lacrimosa), Gottfried Koch (ex-Lacrimosa) e dos corais North German Radio Choir, coro da emissora alemã Norddeutscher Rundfunk (NDR), e Siren Choir.
Mais uma chance de ter esse clássico na sua coleção!!!
TRACKLIST:
1. Preludium
2. To Mega Therion
3. Cults Of The Shadow
4. In The Desert Of Set
5. Interludium
6. Nightside Of Eden
7. Opus Eclipse
8. Invocation Of Naamah
9. The Siren Of The Woods
10. Grand Finale / Postludium
Bonus Tracks:
11. In Remembrance
12. Black Fairy
13. Fly To The Rainbow (cover Scorpions)
FORMAÇÃO:
Christofer Johnsson - Guitarra, Vocal, Teclados
Piotr Wawrzeniuk - Bateria, Vocal
Lars Rosenberg - Baixo
Jonas Mellberg - Guitarra, Guitarra acústica, Teclados
R$99,99O preço original era: R$99,99.R$89,99O preço atual é: R$89,99.
Cult demo de 1995, contando com The Marauder (Arghoslent, ex-Grand Belial's Key) e Lord Kaiaphas (Le Chant Noir, Thokkian Vortex, ex-Ancient, ex-Grand Belial's Key).
Material composto na mesma época em que o Grand Belial's Key gravou a demo "Triumph of the Hordes".
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After 25 years in a psychopathic trance, THOKK resurfaces with their 1995 demo on CD format only for the true underground. Dark, cryptic black metal combined with dungeon synth tracks before it was trendy. Eight songs clocking in at 38 minutes guaranteed to satisfy. Includes members of ARGHOSLENT/GRAND BELIAL'S KEY, ex-CRUCIFIER, ex-TWISTED TOWER DIRE, ex-MORBIUS. This was recorded in 1994 and originally released on DIY cassettes.
Masterminded by The Marauder and associates from the long forgotten American underground.
R$39,99O preço original era: R$39,99.R$29,99O preço atual é: R$29,99.
Tracklist
The First Rebellion 7:20
Throne Of Will 4:46
Deliverance In Sin And Death 5:52
Demigod Imprisoned 5:21
Interlude 1:21
Exalted Resistance 4:10
The Second Fall 5:23
Sorrow Of The One 3:47
Ascension Lost 6:02
Outro 1:47
Bonus Tracks
Perishness Around Us 5:14
Frozen Kingdom 3:46
Dreaming 2:11
Immortality 3:54
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Gênero: Deathcore
SOBRE O ÁLBUM:
Lançado originalmente em 2015, "Holy War" é o terceiro álbum de estúdio da poderosa banda australiana de Deathcore chamada THY ART IS MURDER e foi produzido e mixado por Will Putney (The Acacia Strain, Body Count, For Today).
As dez (onze) faixas do álbum leva os ouvintes a uma jornada sonora implacável, com riffs de guitarra extremamente emocionantes, um trabalho de bateria estrondoso e rupturas esmagadoras que deixarão os fãs batendo cabeça do começo ao fim. E obviamente, os rosnados e gritos do vocalista Chris ?CJ? McMahon adicionam uma perfeita camada extra de pura agressão ao som já pesado por excelência.
E ao contrário dos álbuns anteriores, "Holy War" explora temas pesados como abuso infantil, direitos dos animais, religião, política e guerra, ou seja, o lado negro da humanidade.
Na época do seu lançamento, o álbum foi muito bem recebido pela crítica especializada. Sally McNullen (da edição australiana da Rolling Stone) descreveu o álbum como "o lançamento mais sombrio e tecnicamente complexo até agora", ao mesmo tempo em que observou que a banda "não se afasta muito de suas raízes sonoras". Já Jason Hicks da Metal Hammer escreveu que em comparação com os lançamentos anteriores a banda está "visivelmente mais focada e feroz em seu ataque", concluindo que "O resultado final é inquestionavelmente o melhor lançamento de Thy Art Is Murder até hoje e sem dúvida cimenta seu nome entre os melhores álbuns de death metal".
Originalmente, o THY ART IS MURDER tinha escolhido uma arte de capa que mostrava uma criança-bomba, porém, após ser apresentada aos distribuidores e varejistas, foi pedido que a banda cobrisse a arte ou que escolhesse uma arte diferente.
"Aqui está [...], um filho de cada religião que doutrinou os jovens e desfavorecidos, e os enviou para a guerra e para a morte sangrenta sem causa ou razão". Foi assim que o guitarrista Andy Marsh explicou o significado da arte da capa original sem censura.
O álbum conta com a participação especial de Winston McCall (vocalista da banda conterrânea Parkway Drive) nos vocais da faixa ’Coffin Dragger’.
"Holy War" do THY ART IS MURDER, com certeza, é uma poderosa e intensa experiência auditiva, apresentando a característica mistura da banda de instrumentais brutais e técnicos, vocais guturais e letras instigantes.
O THY ART MURDER nunca decepciona. Pode ter certeza.
TRACK LIST
1. Absolute Genocide
2. Light Bearer
3. Holy War
4. Coffin Dragger
5. Fur And Claw
6. Deliver Us To Evil
7. Emptiness
8. Violent Reckoning
9. Child Of Sorrow
10. Naked And Cold
11. Vengeance
FORMAÇÃOChris "CJ" McMahon » vocal
Andy Marsh » guitarra
Sean Delander » baixo, guitarra
Lee Stanton » bateria
R$47,99O preço original era: R$47,99.R$39,99O preço atual é: R$39,99.
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:Kelly Shaefer está aprontando mais uma vez. Com a sua nova banda TILL THE DIRT e seu álbum de estreia intitulado "Outside The Spiral", o lendário e revolucionário mestre do Death Metal da Flórida está pronto para injetar uma boa dose de sangue fresco ao estilo.
Tudo dentro do gênero Death Metal se baseia basicamente em dois pilares: força musical extrema e tecnicismo insano. Ou seja, variações que satisfaz os seguidores obstinados dessa cena, mas que as vezes oferece um alcance artístico bastante limitado. Agora, Kelly junto com seus cúmplices, tanto dentro quanto fora do TILL THE DIRT, colocaram toda a diversão de volta na música extrema, desviando-se deliberadamente da mesma fórmula que o guitarrista da Flórida lançou no mundo como um de seus principais criadores e defensores.
Um dos privilégios de ser uma lenda viva é a liberdade de fazer o que quiser sem precisar provar nada para ninguém. E é exatamente isso que acontece em "Outside The Spiral". Sem nunca negar as suas raízes Death Metal, Shaefer toma a liberdade de amalgamar qualquer influência musical em suas canções, desde que elas se encaixem. Por esse motivo, não se surpreenda ao encontrar Grunge, Black Metal, Jazz, Rock, Dark Wave, uma pitada de Pop clássico e muitas outras cores estilísticas fundidas em faixas que variam de malícia relaxada a um soco no rosto vitriólico.
Quando a cena do Death Metal americano surgiu do underground para se tornar em um gênero reconhecível e inovador no final dos anos 80 com álbuns marcantes como o clássico "Leprosy" (1988) do Death, "Altars of Madness" (1989) do Morbid Angel e "Slowly We Rot" (1989) do Obituary, sua evolução foi crescendo a uma velocidade surpreendente quando o ATHEIST entrou em cena com seus aclamados primeiros álbuns "Piece of Time" (1990) e "Unquestionable Presence" (1991). Essas obras-primas da música extrema são consideradas por muitos como o próprio molde a partir do qual o Technical Metal foi forjado. Kelly Shaefer e o ATHEIST adicionaram classe e uma certa musicalidade séria a um gênero que causou seu primeiro impacto através da pura brutalidade de seu ataque sônico.
Portanto, provavelmente não é surpreendente que um dos instigadores do Technical Metal não se contente com essa constante cópia carbono, que até mesmo novas bandas parecem preferir e insistir. No entanto, a princípio, até mesmo Kelly não tinha certeza da direção em que suas novas genialidades o estavam levando. "Tinha a sensação de que estava tramando algo grande, mas desde que escrevi essas canções, inicialmente não tinha certeza sobre elas", admite o compositor. "Liguei para alguns amigos, em cujo julgamento confio, como Paul Masvidal, Steve Di Giorgio e Scott Burns. Seus comentários entusiasmados atiçaram as chamas e, desde então, tenho estado a mil com novas músicas fluindo de mim, às vezes diariamente".
Gostaríamos de ter sido uma mosca na parede para testemunhar Kelly compondo freneticamente, noite após noite, apenas largando sua guitarra para contatar amigos ao redor do mundo e enviar-lhes demos em busca dos feedbacks para afirmar o seu instinto de que seu novo material estava indo para lugares muito interessantes ou para acabar com esta fonte de criatividade imediatamente. No entanto, um por um, seus amigos ficaram pelo menos tão entusiasmados com essas faixas quanto o compositor. Um novo rolo compressor de metal começou a rolar e não havia como pará-lo. Kelly então recrutou jovens músicos cheios de energia bruta e paixão para a causa chamada TILL THE DIRT e, mais importante, um de seus primeiros ouvintes ofereceu seus serviços inestimáveis: a lenda Scott Burns.
Não há como negar toda a importância que este aclamado produtor e seu local de trabalho, o famoso Morrisound Studios, teve na formação e criação do Death Metal americano tendo Tampa, Flórida por muito tempo como sua capital indiscutível. Com o ATHEIST, Death, Obituary, Cannibal Corpse, Cynic, Malevolent Creation, Sufocation e muitos outros, seus créditos de produção são como um "quem é quem" dos grandes nomes da cena Death Metal. Não há dúvida de que Scott Burns moldou o som inicial desse gênero como nenhum outro produtor e esses álbuns são pontos de referência até hoje.
No entanto, com o passar do tempo, uma crescente desilusão com o desenvolvimento do estilo começou a surgir e Scott começou a perder o interesse. Seu último trabalho foi com Obituary, no álbum "Frozen In Time" (2005), antes de Burns entrar em um exílio musical auto imposto e trabalhar em outros projetos. Embora seu status só aumentasse com o tempo, o produtor relutava em aparecer em público.
Tudo isso torna ainda mais sensacional ver o retorno inesperado de Scott Burns à mesa de gravação para trabalhar com o TILL THE DIRT. "Quando Kelly me enviou algumas demos, a princípio relutei em ouvi-las", revela Burns. "Achei que já tinha ouvido de tudo e não queria decepcionar um velho amigo. Quando finalmente dei uma chance às faixas, senti como se tivesse sido atingido por um raio: essas faixas eram frescas, emocionantes e divertidas ? assim como nos velhos tempos. Essas demos me surpreenderam. Eu fui imediatamente fisgado a ponto de realmente querer estar envolvido. Eu realmente pensei que tinha parado de produzir Death Metal para sempre, mas aqui estamos nós agora!"
As peças desse quebra-cabeça finalmente começaram a se encaixar e, enquanto o guitarrista continuava lançando faixas matadoras a velocidade da luz, o produtor começou a adicionar as estruturas, aproveitando várias décadas de experiência. "Eu não podia acreditar na minha sorte, ter toda a força do incrível talento e status do Scott Burns por trás de TILL THE DIRT", entusiasma-se Kelly. "Ele obviamente não esperava ser sequestrado e colocado de volta na cadeira do produtor, mas fico feliz em dizer que não demorou muito para convencê-lo. Estou extremamente feliz com este privilégio: o poderoso Scott Burns está de volta para vocês baterem suas cabeças!"
Vamos colocar toda a teoria em prática. Agora que "Outside The Spiral" chegou, aumente o volume e deixe o TILL THE DIRT levá-lo a um tour de force cheio de surpresas que redefinirá o gênero do metal extremo de tantas maneiras quanto o ATHEIST fez há mais de 30 anos. E não precisa acreditar nas nossas palavras, só confiar em seus ouvidos!
TRACK LIST
1. Starring Role
2. Outside The Spiral
3. Privilege
4. As It Seems
5. Invitation
6. Forest Of Because
7. Who Awaits
8. Insist And Demand
9. The Good, The Bad, The Other
10. Watch You Grow Old
11. Bring On The Gods (Bonus Track)
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