Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:A máquina mortífera de Death Metal chamada CRYPTA apresenta a sua nova e feroz monstruosidade sônica: "Shades of Sorrow".
Formada em 2019 por Luana Dametto (bateria) e Fernanda Lira (vocal/baixo) após saírem do Nervosa, a banda brasileira de Death Metal CRYPTA ? que atualmente conta também nas suas fileiras com as guitarristas Tainá Bergamaschi e Jessica di Falchi ? quebrou as paradas com seu aclamado álbum de estreia de 2021, "Echoes of the Soul", que alcançou a posição #55 nas paradas oficiais alemãs e estreou na posição #15 nas paradas americanas nas categorias Heavy Metal e Revelação. Em seu novo álbum, "Shades of Sorrow", a banda permanece fiel ao seu som único que mistura Death Metal clássico e moderno com elementos Black Metal e de Metal Extremo em geral, característica apresentada já no primeiro álbum.
Como o despertar de um monstro furioso, "Shades of Sorrow" começa com ’The Aftermath’, uma faixa instrumental de piano que cria uma atmosfera sinistra antes da música ’Dark Clouds’ começar com aqueles ferozes grunhidos de cair o queixo, mostrando toda a extensão da impressionante interação e sintonia da banda desde o primeiro segundo.
O álbum continua com a poderosa ’Poisonous Apathy’ que apresenta sons eletrizantes de guitarra e um contundente e proeminente baixo, rastejando dentro do cérebro do ouvinte. A brutal ’The Outsider’ desencadeia um ataque maciço de bateria e uma ferocidade abrasadora, antes de desaparecer em um outro mais suave que se funde perfeitamente com a introdução de ’Stronghold’, uma das faixas mais lentas e melódicas do álbum. A excelente bateria Death Metal em ’The Other Side of Anger’ define o cenário caótico com seus ameaçadores vocais, evocando uma incontrolável tempestade. O interlúdio de piano instrumental sombrio e profundo chamado ’The Limbo’ atua como uma intro perfeita para o impressionante trabalho de guitarra em ’Trial of Traitors’. Após a sinistra e assombrada ’Lullaby for the Forsaken’ chega ’Agents of Chaos’ que mostra todo o talento inegável da banda com suas muitas variações. As implacáveis faixas ’Lift the Blindfold’ e ’Lord of Ruins’ oferecem a última dose do verdadeiro som Death Metal do CRYPTA, deixando o ouvinte completamente sem fôlego antes que o belo instrumental ’The Closure’ literalmente encerre o álbum.
Sem lugar a dúvidas, as talentosas mulheres do CRYPTA criaram outra impressionante obra-prima do gênero com "Shades of Sorrow", apresentando o melhor de suas habilidades técnicas e de composição neste ataque feroz e direto de 13 faixas. "Shades of Sorrow" foi gravado no Family Mob Studio em São Paulo, mixado por Daniel Bergstrand no estúdio sueco 33 e masterizado por Jens Bogren no também sueco Fascination Street Studio.
TRACK LIST
1. The Aftermath
2. Dark Clouds
3. Poisonous Apathy
4. The Outsider
5. Stronghold
6. The Other Side of Anger
7. The Limbo
8. Trial of Traitors
9. Lullaby for the Forsaken
10. Agents of Chaos
11. Lift the Blindfold
12. Lord of Ruins
13. The Closure
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Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
O colosso do Death Metal, o CRYPTOPSY, retorna para mais uma vez esmurrar nossos sentidos com o seu novo álbum intitulado "As Gomorrah Burns". O quarteto de Montreal apresenta sua poderosa marca registrada setentrional enquanto celebra os seus mais de 30 anos dentro da cena extrema. As explosivas e impiedosas ’Lascivious Undivine’ e ’Flayed the Swine’ apresentam um CRYPTOPSY na sua forma mais intensa e maníaca, enquanto faixas como ’In Abeyance’ e ’The Righteous Lost’ nos fazem "dançar" de maneira selvagem. "As Gomorrah Burns" enfatiza o animus do álbum favorito dos fãs, "None So Vile" de 1996, e o meticuloso tecnicismo de "And Then You?ll Beg" de 2000, e tudo isso com uma vibe notavelmente sinistra.
"Enquanto escrevíamos o novo álbum, ficávamos nos perguntando se a música estava ficando muito sombria, muito sinistra", diz o mestre dos vocais Matt McGachy. "Não tínhamos certeza se encaixaria no reino que o Cryptopsy criou nos últimos 20 anos. À medida que íamos juntando as músicas, vimos a fusão entre escuridão e riffs rítmicos ’vibrando’ perfeitamente dentro da ’esfera sonora’ do Cryptopsy. Também queríamos que os nossos riffs respirassem mais pela primeira vez desde None So Vile. Levamos uma eternidade para escrever e criar esses momentos, então decidimos dar a eles um pouco mais de ar e repeti-los mais vezes do que faríamos no passado".
Desde sua formação, em 1992, até o momento, o CRYPTOPSY lançou oito álbuns de estúdio, contando já com "As Gomorrah Burns", que estabeleceram novos padrões no Death Metal com seu ataque sem limitações e musicalidade de alta qualidade. O álbum de estreia, "Blasphemy Made Flesh", chocou todos os ouvintes enquanto os sucessores "None So Vile", "Whisper Supremacy" (1998) e "Once Was Not" (2005) posicionaram os canadenses como predadores no topo da cadeia. E o lançamento de "As Gomorrah Burns", primeiro álbum pela Nuclear Blast Records, reposiciona merecidamente o CRYPTOPSY para mais um reinado de dominação dentro do Death Metal.
"Faz 10 anos desde que lançamos nosso álbum autointitulado de forma independente", diz McGachy. "Fizemos um grande trabalho sendo independentes e investimos muita energia nessa carreira. No entanto, a dinâmica em relação à divulgação online mudou muito desde o início de 2010. Quando lançamos o álbum autointitulado, tudo o que precisávamos fazer era postar no Facebook e nossos fãs saberiam do novo lançamento. À medida que o algoritmo do Facebook ficava mais e mais influenciado pela parte financeira, descobrimos que estava ficando mais difícil a comunicação direta com nossos fãs. É por isso que demos o grande salto quando surgiu a oportunidade de nos juntarmos ao cast de uma das gravadoras mais influentes e importantes da cena metal".
"As Gomorrah Burns" não é apenas a continuação dos poderosos EPs "The Book of Suffering - Tome I" (2015) e "The Book of Suffering - Tome II" (2018). O álbum é outro trabalho totalmente bestial e destruidor. Gravado ao longo de dois anos durante a época da pandemia, as sessões iniciais do álbum aconteceram em uma cabana nas florestas de Quebec. McGachy chama de "surreal" o terrífico pano de fundo, mas, como em tudo no CRYPTOPSY, o processo de composição foi árduo, bem árduo. Christian Donaldson foi o principal motivador por trás de "As Gomorrah Burns". O guitarrista e produtor serviu como capataz e advogado, extraindo de seus companheiros de banda oito camadas de autêntica e crua barbaridade. Se o CRYPTOPSY era formidável antes de "As Gomorrah Burns", agora eles são absolutamente monstruosos.
"O processo de composição era fragmentado e terrível", diz McGachy. "Gostamos de nos destruir para chegar à raiz das nossas ideias. Você pega isso e adiciona algumas sessões de composição pelo Zoom, e você obtém algumas situações brutalmente complicadas. Este álbum demorou tanto porque simplesmente não conseguíamos estar todos juntos em uma sala. As pessoas estavam espalhadas por toda parte, e as músicas infelizmente ficaram inacabadas por longos períodos. Estou feliz que Christian nos empurrou, no entanto. ’As Gomorrah Burns’ é um dos nossos melhores trabalhos até hoje".
Conceitualmente, "As Gomorrah Burns" coloca a história bíblica de Sodoma e Gomorra contra a Internet moderna. A ideia de McGachy era mostrar como ela é tanto o berço da invenção quanto uma fossa de exploração. As histórias são baseadas em incidentes da vida real (stalkers on-line, cultos, desinformação, isolamento e intimidação) mas ornamentadas de forma desonesta para aumentar sua potência. O CRYPTOPSY contratou o artista italiano Paolo Girardi (Power Trip, Temple of Void) para complementar os temas líricos do velho mundo. Se os mestres renascentistas Hieronymus Bosch e El Greco fossem lançados na mente moderna de McGachy, o resultado seria a impressionante arte de capa de "As Gomorrah Burns".
"Nós realmente amamos o trabalho de Paolo", diz McGachy. "Assim que tive o conceito do álbum, pesquisei peças de arte renascentista que abordassem o tema de Sodoma e Gomorra. Eu me deparei com uma série de pinturas que retratavam bem a minha ideia em minha mente. Enviei essas pinturas para o Paolo, que pintou a capa em poucos dias. Ele é uma máquina. Todos nós ficamos maravilhados com o que ele criou. A capa se encaixa perfeitamente no álbum".
Tal como aconteceu em "The Unspoken King" (2008) e no autointitulado de 2012, o CRYPTOPSY pediu para seu colega de banda Donaldson para produzir, mixar e masterizar de "As Gomorrah Burns". Dom Grimard, famoso por ser membro da banda Ion Dissonance, também fez parte da produção. McGachy diz que demoraram muito mais do que o previsto no estúdio, mas com a direção de Donaldson e com, finalmente, todos na mesma sala após a pandemia, o CRYPTOPSY conseguiu capturar o recém encontrado vigor (e velocidade) em "As Gomorrah Burns". Faixas como ’Godless Deceiver’, ’Ill Ender’ e ’Praise the Filth’ demonstram a maestria do Death Metal de Donaldson.
"Trabalhar com Christian é sempre um prazer", diz McGachy. "Ele é um produtor matador e não hesita na hora de nos pressionar. Ele sabe do que somos capazes e garante nossas melhores tomadas. Claro, queríamos que o álbum fosse um álbum do Cryptopsy. Cryptopsy tem um legado tão honorável que queríamos capturar essas vibes e ainda ser relevantes. Queríamos incluir muitos Easter Egg clássicos, mas ainda ter algo novo. Colocamos algumas novas vibes no grupo, mas ainda é 100% Cryptopsy".
Agressivo ao extremo, mas ponderado em sua totalidade, "As Gomorrah Burns" - com músicas como ’In Abeyance’, ’Flayed the Swine’ e ’Lascivious Undivine’ - penetra na mundanidade de forma completa e implacável. Este é um Death Metal sem quartel, do tipo que nosso mundo belicoso precisava e apenas o CRYPTOPSY poderia oferecer.
"Estamos de volta", diz McGachy. "Quero que nossos fãs saibam que somos mais do que uma banda legendária. Sim, tivemos muitos álbuns cult e favoritos - como ’None So Vile’ - mas estamos criando música extrema moderna e relevante 30 anos depois. Estamos muito orgulhosos de ’As Gomorrah Burns’ e mal podemos esperar para que você o ouça!"
Texto original de Chris DickTRACK LIST
1. Lascivious Undivine
2. In Abeyance
3. Godless Deceiver
4. Ill Ender
5. Flayed The Swine
6. The Righteous Lost
7. Obeisant
8. Praise The Filth
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Philly’s Daeva (da-ay-vuh) harness their shitty guy mentality, sharpened over many years and many beers to an acidic burn, and pour it into their debut MLP ‘Pulsing Dark Absorptions’, a snarling beast of Black/Thrash discord. For fans of Aura Noir and Destroyer666. Originally released on vinyl by 20buckspin, available for the first time on CD.
É com muito orgulho que trazemos para o público brasileiro o novo álbum de estúdio do grandioso Darkthrone!
“Astral Fortress” é o 20º álbum da dupla Fenriz/Nocturno Culto e promote agradar fãs tanto da fase antiga quanto da fase mais recente.
Edição com o padrão de qualidade em slipcase + pôster!
TRACKLIST
1. Caravan Of Broken Ghosts
2. Impeccable Caverns Of Satan
3. Stalagmite Necklace
4. The Sea Beneath The Seas Of The Sea
5. Kevorkian Times
6. Kolbotn, West Of The Vast Forests
7. Eon 2
Pela primeira vez no Brasil o 14º álbum do lendário Darkthrone, sob licença exclusiva da Peaceville. Edição em slipcase com OBI e com o encarte original de 28 páginas.
Repress, agora em edição com slipcase fechado e impressão metálica.
Inclui pôster 24 x 24 cm dupla face (em todas as cópias!).
Sob licença exclusiva da Peaceville.