R$34,99O preço original era: R$34,99.R$26,66O preço atual é: R$26,66.
Um chamado ao desencanto e às trevas, um verdadeiro orgasmo de ódio, condensado em 7 faixas de Death/ Black Metal, diretamente de Brasília-DF.
Emergindo dos escombros do passado, após o hiato desde as demos Doom/Solution/Manifest (2006) e Feast to a Legion of Possessed Pigs (2008), o HATE ORGASM retorna com seu debut.
Este lançamento vem em um CD acrílico, contendo as composições de J. Cyborg Daemon, a arte de Rubens Sinistram e a produção da Misanthropic Records.
Pedidos única e exclusivamente: www.misanthropic.com.br
Lançamento oficial: 02/11/2024
Hate! Hate! Hate! Orgasm of Hate!!!
https://www.instagram.com/misanthropic_records/reel/DBgul68xUAn/
R$39,99O preço original era: R$39,99.R$29,99O preço atual é: R$29,99.
HATE PLOW, é uma verdadeira aula de Death Metal. Com membros de Malevolent Creation e Cannibal Corpse. Finalmente licenciado fora dos E.U.A. Exclusivo para o Brasil e América do Sul. CD em acrílico com OBI, limitado em apenas 300 cópias.
Simplesmente imperdível!
1. The Only Law Is Survival
2. Shattered by Disease
3. F.T.M. (Fuck the Millennium)
4. Emotional Catastrophe
5. Should I Care?
6. Outcast
7. Addicted to Porn
8. Traitor
9. Without Weapons
10. Payback
11. Incarcerated (Intent to Sell)
12. Random Acts of Violence
13. Resurgence of Hate
R$39,99O preço original era: R$39,99.R$36,66O preço atual é: R$36,66.
Track List:
Live At Dopesmoke Festival 2021:
Intro/Dawn Of Heresy
Stillborn Messiah
…And The Sky Turns To Black
Forgotten Existence
Am I Crazy
Hail The Metal Of Death
Live At Palco Do Rock Festival 2017:
Decomposed
Death Vomit
God´s Spreading Cancer
The Exorcist
R$49,99O preço original era: R$49,99.R$39,99O preço atual é: R$39,99.
Gênero: Classic Rock/Heavy MetalSOBRE O ÁLBUM:
O HEAVY WATER, o projeto criado durante o confinamento por Biff Byford, vocalista do Saxon, com seu filho Seb Byford, tem o prazer de anunciar o lançamento da sua mais recente coleção de Rock atemporal, cheia de agitados grooves e poderosos riffs, intitulada "Dreams of Yesterday".
O pontapé inicial da divulgação deste álbum veio com a faixa-título, uma música elegante e quente com toques psicodélicos, algo mais propenso para uma noite de verão em Los Angeles com aroma de patchouli do que para um dia no nebuloso norte da Inglaterra. Um verdadeiro rock ’n’ roll com muita pompa.
"Voltamos no tempo, para uma época com uma grande revolução musical, para buscar inspiração para esta faixa... o ano 1965 na Costa Oeste dos Estados Unidos, um caldeirão de música", explicam Seb e Biff.
"Dreams of Yesterday", o álbum em si, não apenas desfruta de uma coesão muito mais forte e mais nítida devido a ser o segundo trabalho do projeto, como a linhagem Byford flui livremente em todo seu arco criativo, com Biff se deleitando com o papel de colaborador de seu filho e Seb claramente se divertindo muito com todo esse processo. Usando da experiência, influência e habilidades de Biff e fundindo-os com os sons de alguns grandes nomes como Led Zeppelin, Soundgarden e Alice In Chains, Seb assume tanto a guitarra quanto a cadeira do produtor.
Seja a melódica, bombástica e encorpada batida da faixa ’Shadows of Life’, a guitarra afiada e punk de ’Another Day’ ou o redemoinho rock indie com alta energia de ’Be My Saviour’, "Dreams of Yesterday" literalmente mantém você alerta (e fazendo o bem conhecido air guitar).
Seb Byford gravou "Dreams of Yesterday" no Big Silver Barn em York, Reino Unido, com Jacky Lehmann mixando ao lado de Jamie Scarratt. "Dreams of Yesterday" foi produzido por Seb e Biff, com Biff assumindo o papel de baixista mais uma vez e dividindo as funções vocais com Seb, que vomita grandes versos e toca guitarra com uma energia efusiva que estala em cada uma das faixas. Ao mesmo tempo, a bateria confiante de Tom Witts fornece a plataforma perfeita para o que é, essencialmente, a celebração de uma excitante, envolvente, mas totalmente sem ego, música sem gênero específico.
Então banhe-se e regozije-se nesta ÁGUA PESADA [NdT: jogo de palavras com o nome da banda HEAVY WATER] porque "Os Sonhos de Ontem" [NdT: jogo de palavras com o título do álbum "Dreams of Yesterday"] nunca pareceram tão vivos e frescos como na atualidade.
TRACK LIST
1. Dreams of Yesterday
2. Don’t Take It for Granted
3. How Much Can You Take
4. Castaway
5. Shadows of Life
6. Never Love Again
7. Another Day
8. Be My Saviour
9. Chain Reaction
10. Life to Live
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R$26,99O preço original era: R$26,99.R$16,66O preço atual é: R$16,66.
CD Slipcase
Mutilation Records
Format: CD, Album, Slipcase
Country: Brazil
Released: 2021
Track List:
The Graveyard Call’s You (Phatasmagoria Cemetery)
Burn It All (Heaven’s On Fire)
Nocturnal Impaler (Cruelty of Dracula, Evil Domain)
Road To Hoia Baciu
Under The Black Mark
Unholy Black Spell
Celebrate The Day Of Chaos
The Return of Darkness and Evil
Under a Funeral Moon
HellLight é uma banda brasileira de Funeral Doom/Death metal formada em São Paulo em 1996. Reconhecida por seu som atmosférico e emocionalmente intenso. E a cada álbum o Helllight impressiona cada vez mais os apreciadores do Extremo Doom Metal!
Em 9 de maio de 2025, o HellLight nos presenteia com seu oitavo álbum lançado em território brasileiro via Cold Art Industry & Mutilation Records.
Participação especial da Heike Langhans (Ex-Draconian)
Arte feita por Rodrigo Bueno (Lacrima Mortis)
HellLight - We, the Dead
Labels: Cold Art Industry & Mutilation Records
Format: CD, Album, Cx. Acrílica, OBI
Released: Maio/2025
Style: Funeral Death Doom Metal
Cod. Cold081
Tracklist:
1 - Echoes of Eons 11:20
2 - As a Fading Sun We Lie 12:21
3 - Desperate Cry 10:49
4 - We, the Dead (Interlude) 4:59
5 - As Daylight Fades 10:48
(Feat. Heike Langhans)
6 - Obsolete Dreams 12:46
7 - The Last March 14:07
Line-up
Alexandre Vida - Bass
Fabio de Paula - Guitars, Vocals, Keyboards
Renan Bianchi - Drums, Vocals (backing)
R$24,99O preço original era: R$24,99.R$19,99O preço atual é: R$19,99.
Edição em CD Digipak de 2 painéis com acabamento fosco e encarte de 12 páginas
Impiedoso som sem firula, versado de forma hierofântica, uma viagem no caminho iniciático, onde a vontade entra nos domínios da Escuridão e é provada... para assim sair em vitória! Para seu deleite, um álbum com 12 faixas de puro Black Metal, repleto de ordálios e exaltação a vontade primal e a grandiosidade do universo.
Tracklist:
1. Intro
2. Aldravae Catullus
3. Horus
4. Tahuti
5. Após o Portal do Oeste
6. Excelsus Australis
7. QVIF (instrumetal)
8. Hóstia Negra
9. Liber Umbracula Tenebris
10. Hoor-Paar-Kraat
11. Não Nascido
12. Outro
R$39,99O preço original era: R$39,99.R$29,99O preço atual é: R$29,99.
Gênero: Thrash Metal
SOBRE O ÁLBUM:
O ano de 2023 marca o capítulo final da longa história trilhada pela lendária banda alemã de Thrash Metal HOLY MOSES. Porém, para não ficar com apenas o sabor amargo da despedida, a banda celebra este último episódio com o lançamento do novo álbum de estúdio "Invisible Queen". "Entrei para o Holy Moses em dezembro de 1981 e isso mudou profundamente o caminho que eu deveria seguir na vida. Nosso primeiro álbum, de 1986, se chama ’Queen Of Siam’ e agora para fechar, meu último álbum com Holy Moses, em 2023, levará o título de ’Invisible Queen’", revela a vocalista Sabina Classen e acrescenta: "Após 42 anos agitados e depois de tantos álbuns incríveis, shows fantásticos e ótimas experiências, chegou a hora de escrever o último capítulo do Holy Moses. E temos o prazer de ver isso acontecer através da Fireflash Records com o lançamento de nosso 12º álbum de estúdio ’Invisible Queen’".
O HOLY MOSES é um nome familiar na cena Metal internacional. Seu Thrash Metal multifacetado, a voz carismática de Sabina Classen e sua mistura única de atitude tradicional e evolução experimental foram fundamentais para estabelecer a banda como uma entidade conhecida e confiável desde o início de sua carreira no início dos anos 80. Com clássicos como "Finished With The Dogs" (1987), "The New Machine Of Liechtenstein" (1989), "World Chaos" (1990) e "Terminal Terror" (1991), o HOLY MOSES escreveu parte da história do Metal.
"Holy Moses nunca lançou músicas padrões do Thrash e nunca lançaremos", explica Sabina Classen com muito orgulho. "Nós escrevemos músicas que nós realmente gostamos e não fazemos concessões nem em termos de tendências nem pelas expectativas erradas dos outros. Não temos que agradar a todos, somos nossa própria marca, temos nosso próprio som, que inclui ocasionais batidas estranhas, passagens tecnicamente exigentes e estruturas de acordes incomuns, além de letras interessantes que lidam com o lado sombrio das pessoas e suas mentes".
Sabina Classen é a primeira e mais antiga vocalista feminina do Thrash Metal, a Rainha do Thrash, no entanto, ela é um segredo bem guardado da cena, nunca se aquecendo sob os holofotes do mainstream. Porém, ela é bem conhecida tanto pelas bandas old school quanto para as atuais bandas do mainstream. A faixa-título é muito especial para ela pelo seu duplo significado que é explicado pela própria vocalista: "Vou desaparecer no vazio e estou orgulhosa do que consegui com o Holy Moses desde 1981. Nunca imaginei que recorreria a maior parte do mundo com a minha banda do ensino médio e que, eventualmente, sairia com uma declaração tão clara como fiz com este álbum. A faixa-título foi feita sob medida para mim pelo guitarrista Pete. A letra é autoexplicativa é uma das músicas mais pesadas do álbum, é puro THRASH sem adulteração".
"Invisible Queen" marca a aposentadoria de uma das maiores bandas de Thrash Metal da Alemanha como também uma das maiores representantes da diversidade dentro da cena do Heavy Metal.
Saúdem a RAINHA INVISÍVEL durante seu REINADO FINAL!!!
TRACK LIST
1. Downfall Of Mankind
2. Cult Of The Machine
3. Order Out Of Chaos
4. Invisible Queen
5. Alternative Reality
6. The New Norm
7. Visions In Red
8. Outcasts
9. Forces Great And Hidden
10. Too Far Gone
11. Depersonalized
12. Through The Veils Of Sleep
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Relançamento do Cult Álbum de 2008.
Um Álbum Impecável! Uma Obra-prima!
Imagine o poder do Candlemass misturado com a energia do Autopsy! Isto você encontrará aqui!
Um Clássico Que Esmagará Você e Irá Te Emocionar Com Suas Letras Nostálgicas e Cheias de Horror!
Para Fãs do Mais Puro e Extremo Death Doom!
(Caixa Acrílica + Obi + Adesivo Logo da Banda)
Ano: 2008 / 2024
País: Finlândia
Ano de Formação: 2008
Procedência: Brasil
Gravadora: Cold Art Industry / Mutilation
Estilo: Extremo Death / Doom Metal
Ean: 7 899 300 0300 76
Código: Cold076 / MUT.AC030
Under Exclusive License From Hooded Menace
Faixas:
1 Rotting Rampage (Menace Of The Skeletal Dead)
2 Fulfill The Curse
3 Grasp Of The Beastwoman
4 Laboratory Of Nightmares
5 Beauty And The Feast
6 The Eyeless Horde
7 The Love Song Of Gotho, Hunchback Of The Morgue
8 Arcane Epitaph
9 Theme From Manhattan Baby
Formação:
Leper of Berzano - Vocals, Guitars
The Hunchback - Drums
Crimson Executioner - Bass
Um Álbum Que Supera Todas As Expectativas.
Extremo Doom Metal Pútrido, Enigmático E Brutal Com Temática De Terror.
Originalmente lançado em 2010!
Este Álbum é Absolutamente Imperdível.
(Caixa Acrílica + Obi + Adesivo Logo da Banda)
Ano: 2010 / 2024
País: Finlândia
Ano de Formação: 2010
Procedência: Brasil
Gravadora: Cold Art Industry / Mutilation
Estilo: Extremo Death / Doom Metal
Ean: 7 889 300 0300 77
Código: Cold077 / MUT.AC031
Under Exclusive License From Hooded Menace
Faixas:
Never Cross The Dead
Terror Castle
Night Of The Deathcult
The House Of Hammer
Rituals Of Portal Cremation
As The Creatures Ascend
From Their Coffined Slumber
Theme From Return Of The Evil Dead
Formação:
Lasse Pyykkö - Vocals, Guitars, Bass,
Pekka Koskelo - Drums
R$57,99O preço original era: R$57,99.R$47,99O preço atual é: R$47,99.
Gênero: Dark Wave
SOBRE O ÁLBUM:
As origens do HOST, o novo projeto do guitarrista Greg Mackintosh com o vocalista Nick Holmes, ambos do Paradise Lost, não remontam ao álbum de 1999 com o mesmo nome, mas sim aos clubes de West Yorkshire de meados e final dos anos 1980. Naquela época, Holmes e Mackintosh já eram fans de Heavy Metal ("loucos de metal de carteirinha" como gosta de dizer Holmes), porém, eles foram igualmente atraídos pelas cenas musicais New Wave e Goth. Os ritmos potentes, as melodias sublimes e a escuridão os atraíram, ficando imeditamente grudados em seus cérebros e provocando um desejo ardente de se aprofundar mais nelas. A carreira em ascensão de Holmes e Mackintosh como pioneiros do doom metal com o Paradise Lost pode ter jogado esse desejo de lado, mas os sons e a aura nunca os abandonaram. Na verdade, só ficou mais forte a cada década que passava.
Durante a pandemia, Mackintosh finalmente colocou em ação os antigos planos para um empreendimento que fundiria sua inclinação para o design de som com o clima e a atmosfera do dance-pop e do gótico dos anos 1980. Originalmente, o projeto era para ser um trabalho solo, porém, ele preferiu chamar seu antigo parceiro de composição em Paradise Lost, Nick Holmes, para participar. O nome do projeto, HOST, foi escolhido como uma dica para o álbum mencionado acima, álbum que encontrou o Paradise Lost em um período de experimentação sem precedentes, distanciando-se de suas raízes Metal, e que também desafiou a legião de fãs de maneiras como nunca antes tinha feito.
"Nós sempre defendemos Host como álbum", diz Mackintosh. "Este projeto não está totalmente ligado a esse álbum, mas algumas das ideias são extrapoladas. Estamos pegando a premissa básica e testando agora. E, realmente, foi algo divertido e interessante para nós fazermos. Estamos trabalhando com o Paradise Lost há muito tempo e estamos ansiosos para tentar algo diferente de onde PL está agora. Eu poderia levar PL por esse caminho novamente. Quem sabe? Pode acontecer se vivermos o suficiente, mas pensei: ’Por que não agora?’ Tenho tempo para fazer isso".
"Em retrospectiva, teria sido mais fácil lançar o álbum Host em 1999 como um projeto paralelo", acrescenta Holmes. "Isso teria nos poupado de muitos aborrecimentos. Projetos paralelos naquela época eram incomuns. Apenas algumas pessoas se safaram disso. Mas o projeto Host é diferente do álbum Host. Tem uma vibe dos anos 80 e é mais voltado para os vocais. Esse álbum foi feito há muito tempo. Estamos vindo de um lugar diferente com o projeto".
Seu álbum de estreia, "IX", é uma coleção eclética e emocionante de músicas que forjam uma frente unificada de escuridão que é entrelaçada com orquestração e texturas. Complementado por linhas de guitarra cuidadosamente colocadas, o álbum é mais uma realização da intuição na composição e o inquieto espírito criativo de Mackintosh. Para criar as canções de "IX", Mackintosh usou a abordagem de começar com uma linha de piano. Suas autodescritas sequências de acordes "simples" ou linhas de piano foram então enviadas a Holmes para trabalhar nas ideias vocais. Depois que a dupla encontrou uma direção, Mackintosh embelezou cada música com paisagens sonoras luxuosas, mas assustadoras, muitas vezes tornando a distinção entre guitarra e teclado meio difusas.
"Em 1999, a tecnologia não era algo muito acessível para fazer algo como o design de som", diz o guitarrista. "Você poderia fazer coisas no sintetizador, mas não como você pode fazer agora. Eu estava razoavelmente satisfeito quando fizemos o álbum Host, mas era um set totalmente diferente com samples Akai e dois megabytes de memória. Trabalho com design de som há dez ou quinze anos. Meu filho fez design de som na universidade. Eu o ajudei com um projeto onde ele devia criar música para um filme em que você está navegando em um barco rio abaixo. O rio flui para o mar, você ve um farol, passa por ele e desce a costa. Ele teve que pintar o quadro usando som. Esses mesmos princípios fazem parte deste projeto Host".Holmes e Mackintosh se uniram ao produtor/engenheiro do Paradise Lost, Jaime Gomez Arellano, que tocou bateria em três das músicas do álbum e reprisou seu papel de produtor. A ausência de bateria tradicional e a parede de guitarras, que é uma marca registrada no PL, proporcionaram à dupla uma recém-descoberta flexibilidade para compor. As músicas giram em torno de uma batida programada, uma linha de teclado ou mesmo um aumento de volume, tudo com o propósito de trazer uma ideia central dentro de um formato familiar e simplificado, seja a pop ’Tomorrow’s Sky’, a maliciosa e carregada de melodia ’Hiding from Tomorrow’ ou a cheia de sintetizadores ’Years of Suspicion’.
"Às vezes você não quer um formato, mas às vezes você quer que ele vá para um certo ponto", diz Holmes. "’Tomorrow’s Sky’ é um clássico exemplo. Ele vai para onde eu quero que ele vá. Eu amo esse tipo de música, é a minha favorita do álbum. Isso mostra que você não consegue segurar uma boa música. É como ’A Forest’ do The Cure. Eu gostava da música quando era mais jovem, mas não podia demostrar isso porque já era um cara metaleiro. Se uma música fica na minha cabeça depois de ouvi-la, torna-se um testamento da pessoa que a escreveu. É por isso que gosto desse tipo de desafio".
A primeira faixa bônus de "IX" é o cover de ’I Ran’, sucesso seminal de 1982 da banda inglesa de New Wave A Flock of Seagulls. A versão do HOST, é claro, vira a original de cabeça para baixo e a transforma em uma canção sombria e inquieta que parece fria e estéril. Holmes é quem teve a ideia pois Mackintosh admitiu que não ouvia a música desde os anos 1980, apesar de sua popularidade. Ele então cortou o tempo pela metade, colocou novas linhas de guitarra e adicionou alguns floreios de sintetizador, transformando assim uma das canções mais icônicas do New Wave. "Finalmente ouvi a música e pensei que poderíamos fazer algo realmente bom com ela", diz Mackintosh. "Eu queria torná-la o mais cinematográfico e sombrio possível".
"Eu sempre achei ’I Ran’ ótima, mas nunca admiti isso", diz Holmes rindo. "Acho que estava jogando Grand Theft Auto: Vice City e a ouvi. Eu estava sendo bombardeado com músicas dos anos 80 enquanto jogava e pensei: ’Caralho, eu me lembro disso!’ Sempre é de última hora quando fazemos covers no PL e geralmente é algo daquela década. Eles me mandam de volta para minha infância".
O projeto HOST é um emblema da duradoura parceria compositiva entre Holmes e Mackintosh. ("Não há regras quando escrevemos", ironiza Holmes. "Somos muito diferentes em muitos aspectos, mas temos uma coisa real em que combinamos com determinada música".) A carreira metamorfósica do Paradise Lost apresentou inúmeros momentos inovadores que outras bandas não conseguiram copiar. Era natural, então, que a dupla explorasse um novo território prestando homenagem a uma época na qual os moldou como músicos... e como pessoas.
"Estou preso naqueles clubes de meados dos anos 1980", diz Mackintosh. "Não consigo me livrar deles. Para mim, é algo que ocasionalmente aparece, estando na moda ou não. Não muda nada para mim. Está sempre lá de algum jeito. Então, eu faço isso por prazer. É um privilégio; é meu hobby poder divulgar essas coisas e fazer com que alguém as leve a sério. Apenas isso já é suficiente para mim".
Texto original por David E. GehlkeTRACK LIST
1. Wretched Soul
2. Tomorrow’s Sky
3. Divine Emotion
4. Hiding from Tomorrow
5. A Troubled Mind
6. My Only Escape
7. Years of Suspicion
8. Inquistion
9. Instinct
BONUS TRACK
10. I Ran (A Flock Of Seagulls cover)
11. Hiding f r o mTomorrow (Lustmord Remix)
12. Tomorrow’s Sky (GosT Remix)
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