SOBRE O ÁLBUM:
Para o principal compositor e vocalista Neige, que cuida também das guitarras, do baixo e alguns sintetizadores, o ALCEST sempre foi uma válvula de escape, um meio de explorar sua espiritualidade e em seu novo álbum, "Spiritual Instinct", consegue mostrar um lado muito mais pessoal do que nos álbuns anteriores. "Desta vez, eu tinha algo muito urgente para colocar sobre a mesa?, explica. "É um álbum muito catártico, algo que precisava muito sair de dentro de mim. Está mais sombrio que o normal e mais pesado".
Este senso de urgência, ao qual Neige se refere, se manifesta de forma impactante num álbum cheio de espontaneidade com várias mudanças de ritmo, como demonstrado em ’Les Jardin De Minuit’, belas e incríveis melodias, como em ’Sapphire’, e claro, os poderosos riffs que são uma recordação e uma celebração das raízes black metal da banda. E Neige concorda com isso: "Eu venho da cena metal original e isso nunca me abandonou. Eu usei o black metal na adolescência como uma maneira de escapar da realidade e eu amo isso. É o melhor tipo de música para expressar sentimentos extremamente sombrios. Normalmente, não falo sobre minha escuridão no ALCEST, mas desta vez senti que era algo que eu tinha que fazer"."Spiritual Instinct" mostra um Neige enfrentando os aspectos mais sombrios de sua personalidade, lutando para se reconectar com sua essência espiritual, vencendo as adversidades e crescendo com tudo isso. E estas questões são fundamentais para entender o título do álbum. "Na maior parte da minha existência, eu vivi uma vida espiritual", explica Neige. "Eu digo espiritualidade em oposição a religião. Para mim, são duas coisas muito diferentes. Não precisamos de igrejas, não precisamos de bíblias. Vá para a natureza, esse é o templo mais bonito que você pode encontrar. A vida pode ser dura, mas é importante manter-se conectado com sua essência. O mais provável é que você encontre as respostas dentro de você. Em ’Spiritual Instinct’ há muitas questões sobre o significado da vida e a possível existência de outra coisa, algo divino. A luta para ser uma melhor pessoa para si mesmo e para as pessoas ao seu redor, para evoluir como alma. Você tem que enfrentar seus demônios se quiser ser uma pessoa melhor".
Essa batalha, este conceito, pode ser visto claramente na arte de capa do álbum: uma imagem da mitológica Esfinge, com sua cabeça humana e corpo de animal, representando o que seria a dualidade interior do ser humano. "Eu me reconheço nessa criatura", explica Neige. "Parece alheio e estranho, uma mistura do primitivo com o espiritual". Mas é importante ressaltar que o objetivo principal de Neige com "Spiritual Instinct" é mostrar um caminho para sair das trevas, em direção à luz, uma busca pela transformação.
"Na cena metal o ALCEST é uma banda estranha, na cena indie/post-rock o ALCEST é uma banda estranha. Ela parece nunca se encaixar", reflete Neige. "E é assim que eu me sinto na vida, sempre um estranho. E não é um problema, é do jeito que é".
E essa dualidade alimenta a alma de "Spiritual Instinct". "Coloquei tanta pressão em mim para fazer um álbum bom que, na verdade, estava alimentando minha ansiedade", encerra Neige. "Agora, vendo de outra perspectiva, posso sentir o efeito positivo que teve colocar todas essas coisas no álbum, tirando isso de mim, de certa forma foi um processo catártico".
Você não pode perder a chance de conhecer uma das bandas mais estranhas e com tantos fãs fiéis em todo o mundo, inclusive no Brasil.
[Texto original da época do lançamento]
TRACK LIST
1. Les Jardins De Minuit
2. Protection
3. Sapphire
4. L?Île Des Morts
5. Le Miroir
6. Spiritual Instinct
FORMAÇÃONeige » vocal, guitarra, baixo, sintetizadores
Winterhalter » bateria
Gênero: Heavy Metal
SOBRE O ÁLBUM:
Triunfos, tragédias, renascimentos e reviravoltas... A vida é muitas vezes definida pelos seus momentos de revelação. Após 15 anos de uma carreira que os tornou uma das bandas mais impiedosamente individuais e edificantes do Metal, o AMARANTHE está prestes a dar o seu passo mais definitivo e revelador. Três anos depois do amplamente aclamado "Manifest", os mestres suecos do futurismo melódico e estrondoso estão prestes a revelar o seu novo álbum intitulado "The Catalyst".
Formado em 2008, o AMARANTHE trilhou o seu próprio caminho desde então. Com um som que combinava um Metal Melódico de ponta, nuances do rock eletrônico e um afiado pop, seu impacto foi imediato e inegável. Com o seu álbum de estreia autointitulado de 2011, os suecos abriram caminho pelo cenário do metal europeu e além, estabelecendo-se rapidamente como uma banda única e deslumbrante, principalmente devido ao triplo ataque vocal sem precedentes que combinava tons limpos com sensibilidades melódicas requintadas e rosnados ferozes. Nos anos seguintes, o sexteto cresceu constantemente em importância, lançando uma série de elogiados álbuns de estúdio atingiram persistentemente os limites do Metal Moderno.
Desde o ardente "The Nexus" de 2013 e seu imaculado sucessor "Massive Addictive", até a bravura experimental de "Maximalism" de 2016 e "Helix" de 2018 (que viu a chegada do vocalista Nils Molin do Dynazty, substituindo Jake E, que estava de saída), o AMARANTHE tem sido um sopro inabalável de ar fresco e revigorante, conhecido por hinos de pop-metal absurdamente cativantes e esmagadores e também por eufóricas e arrebatadoras performances ao vivo em todo o mundo.
Avancemos agora para 2023 e sintamos as mudanças que estão no ar. Elaborado ao longo dos últimos três anos, "The Catalyst" é um momento de ruptura evidente e é o álbum mais emocionante e idiossincrático que o AMARANTHE já fez.
"Já se passaram três anos desde que lançamos Manifest. Toda a pandemia aconteceu antes disso, mas estava acontecendo enquanto gravávamos o disco", explica Olof Mörck. "Desde então, obviamente tivemos muito mais tempo, e isso realmente muda as coisas. Para um músico e um compositor, é ótimo ter tempo para fazer um exame de consciência. Eu fiz muito isso! Também tivemos muito tempo para compor a música. Eu fiz muita programação de teclado, pratiquei bastante guitarra e tive muitas conversas ótimas com minha esposa e outras pessoas - tudo o que você precisa para se inspirar adequadamente!"
Os resultados deste novo período de inspiração estão destinados a serem aclamados como os melhores 40 minutos do AMARANTHE até hoje. "The Catalyst" é inconfundivelmente o trabalho da mesma banda que nos deu clássicos certificados como ’Drop Dead Cynical’, ’Maximize’ e ’Viral’, mas desta vez Mörck e seus companheiros jogaram a cautela ao vento e abraçaram uma mentalidade criativa recém-liberada. Uma barragem vertiginosa de melodias brilhantes, riffs ágeis e arranjos ricamente detalhados, o sexto álbum completo do AMARANTHE representa um grande salto em direção a coisas bem maiores, melhores e mais expansivas sonoramente.
"Já fizemos essas coisas antes, mas nunca fomos tão teatrais como fomos desta vez", sorri Mörck. "Na verdade, todos nós nos questionamos se fomos longe demais desta vez, mas também achei que a banda sempre foi assim. Literalmente, os primeiros segundos do nosso primeiro vídeo foram uma grande explosão! [Risos] Mas sim, The Catalyst está mais teatral do que nunca. Nunca fomos realmente sinfônicos ou orquestrais antes, mas dessa vez pensamos: por que não? Porque nós podemos! Porra, sim, vamos fazer isso. A chave para este álbum é que deixamos de lado os limites e decidimos fazer algo ainda mais aventureiro".
Novo álbum, nova perspectiva: "The Catalyst" é também o trabalho conceitualmente mais coerente dentro da história do AMARANTHE. Dedicado a noções de transformação e revelação, ele é bem mais profundo do que qualquer álbum anterior, como explica Olof Mörck.
"Às vezes, há momentos decisivos em sua vida e eles podem mudar tudo", diz ele. "Trata-se de uma realização. Pode ser um relacionamento, férias ou uma experiência de quase morte, mas é um catalisador que realmente acorda você e o faz pensar: ’Merda, o que eu tenho feito?’ Todas as músicas são sobre isso, mas de maneiras totalmente diferentes. São todas sobre mudanças. Então, posso dizer que Insatiable tem tudo a ver com consumo excessivo e mudanças climáticas. Depois, temos Damnation Flame, que é sobre a mudança literal de humano para vampiro. Obviamente, é uma metáfora para outras coisas também. Portanto, cada música fala sobre mudança de uma perspectiva diferente".
Com 12 músicas profundas e quase sobrecarregadas com ganchos letais e com uma grande engenhosidade na combinação de gêneros, "The Catalyst" é um retrato de uma banda que atingiu um novo nível de poder coletivo. Do pulso eletrônico e do impulso irresistível de ’Re-Vision’ em diante, o AMARANTHE deu ao seu som uma atualização destemida. Como apresentado no primeiro single ’Damnation Flame’, eles incorporaram elementos ainda mais fascinantes ao seu som característico; mais notavelmente, o AMARANTHE abraçou o poder evocativo da grandiosidade orquestral pela primeira vez, e isso combina perfeitamente com eles.
"Acho que você fica mais ousado quando envelhece!", ri Mörck. "Acho que o último álbum foi talvez o mais Metal que fizemos até agora, mas aumentamos o volume da guitarra novamente neste álbum, e ele é muito mais orientado para a guitarra. Mas, ao mesmo tempo, há também elementos orquestrais. Desde o início, esta banda sempre se preocupou com o contraste".
Um dos principais fatores que contribuíram para este impressionante avanço foi a chegada do mais novo membro do AMARANTHE. Ao lado de Elize Ryd e Nils Molin está o novo mestre dos grunhidos da banda, Mikael Sehlin. Como confirmam as inventividades implacáveis das novas músicas ’Outer Dimensions’ e ’Ecstasy’, a força vocal recentemente reformulada do AMARANTHE nunca soou tão bem. Mais uma vez, "The Catalyst" é, em grande parte, um produto de mudanças irresistíveis.
"Nosso rosnador anterior, Henrik, esteve em casa pela primeira vez em nove anos e percebeu que a família era o que realmente importava. Nós dissemos: ’Claro, cara, é isso que você deve fazer!’", diz Mörck. "Foi muito amigável. No início do ano passado, começamos a procurar outras pessoas, mas Henrik é simplesmente um dos melhores do mundo, então como você substitui Deus no vocal gutural, sabe? Fizemos uma turnê com Mikael em 2015 e realmente não pensamos nele porque ele não atua na cena há alguns anos, mas quando o nome dele surgiu, pensei: ’Ok, sim, ele é o cara!’ Liguei para ele e ele disse: ’Porra, sim, com certeza!’ Nós sabíamos que ele era o cara, 100%".
Agora totalmente instalado como a sexta peça deste quebra-cabeça chamado AMARANTHE, Mikael Sehlin pode ser ouvido se divertindo com seus novos parceiros criativos em "The Catalyst". Enquanto isso, Elize Ryd e Nils Molin alcançam casualmente novos patamares de inspiração, revigorados pela chegada de seu novo colega.
"Nils e Elize ficaram muito mais próximos depois de estarem na mesma banda por seis anos. Eles trabalharam muito bem como colegas, mas agora que são realmente amigos íntimos, a forma como interagem neste álbum é fantástica", observa Mörck. "Todos nós conhecemos Mikael há talvez oito anos, então acho que uma das partes mais fortes do novo álbum é a colaboração dos três cantores, e a forma como eles se deram bem e cooperaram. Nem sempre acontece assim! [Risos]""Este é um álbum muito mais diversificado do que o anterior", conclui o guitarrista. "Há um pouco de música folclórica irlandesa e pelo menos três ou quatro músicas com elementos orquestrais. Isso realmente vai chocar as pessoas. Há muitas influências no álbum que as pessoas não esperam. Mas o que importa é o processo criativo e as músicas que escrevemos. Temos a confiança de dizer que, se as pessoas não gostarem ou não ouvirem, o problema é delas, porque estamos completamente felizes com isso!""The Catalyst" cumpre totalmente a promessa de seu título. Os caras do AMARANTHE sempre foram pensadores originais e compositores independentes, mas nunca com tanta força e brio como demonstram desta vez. "The Catalyst", que é tanto o melhor álbum da banda até à data como uma coleção de músicas que redefinem habilmente todos os aspectos do som dos suecos, está destinado a impulsionar os seus criadores cada vez mais alto dentro da escada do Metal Moderno. Para Olof Mörck, o álbum representa o ponto culminante de 15 anos de trabalho árduo e a busca incansável por uma visão musical totalmente original. A mudança é inevitável. A vitória está garantida.
*Seguindo o padrão mundial de lançamento, o álbum será lançado APENAS EM VERSÃO DIGIFILE*TRACK LIST
1. The Catalyst
2. Insatiable
3. Damnation Flame
4. Liberated
5. Re-Vision
6. Interference
7. Stay a Little While
8. Ecstasy
9. Breaking the Waves
10. Outer Dimensions
11. Resistance
12. Find Life
FORMAÇÃOElize Ryd » vocal
Mikael Sehlin » vocal
Nils Molin » vocal
Olof Mörck » guitarra & teclados
Morten Løwe Sørensen » bateria
Johan Andreassen » baixo
Contando com veteranos do underground, eis que surge nos anos 90 uma das grandes bestialidades do Black Metal nacional – Amen Corner! Influenciados por Bathory, Celtic Frost, Samael(old) e Venom, rapidamente consolidam uma forte reputação, com entrevistas, lançamentos e shows por vários estados. Esse relançamento é um resgate de um dos seus principais trabalhos, desenterrado e cuidadosamente trabalhado. São as faixas originais e de bônus as músicas do 7”ep , totalizando 07 sons em 38 minutos do mais genuíno Metal negro brasileiro. A parte gráfica mantém a capa original e o booklet tem fotos, letras, ficha técnica, fotos ao vivo inéditas e cartazes de shows antigos, tudo isso distribuído em 16 páginas impressas em alto padrão de qualidade em papel couchê 230 gramas. O resultado final ficou absolutamente impecável! Compre ou morra!
*Bonus tracks taken from Amen Corner 7"ep
I - Endless Solitude
II – Black Empire
III – Awakening of Evil
IV – The Creator’s Pride (The Anguish Od the Accused)
V – Camos God of the Gods
VI – Intro: The Agony of Souls *
Amen Corner *
VII – The Sons of Cain *
Gravado durante a apresentação da banda na área externa do Conic, em Brasília, em junho de 1995. Material bônus do CD Dualism, lançado pela Genocide Productions, em 2017.
Main GIG
Live Brasília/1995
Gênero: Metal Progressivo/Folk Metal/Heavy Metal
SOBRE O ÁLBUM:
Quando o mundo parou, os titãs do metal finlandês, o AMORPHIS, se recusaram a fazer o mesmo. Eles empacotaram seus equipamentos, se mudaram para a popular casa de shows em Helsinque Tavastia, que estava vazio, e montaram uma enorme produção para uma impressionante apresentação única de seu aclamado disco de 2018 "Queen of Time".
Os guardiões do Santo Graal do metal finlandês deixam de lado qualquer noção de um ambiente estéril ao executar seu álbum histórico como se estivessem diante de uma multidão de milhares de pessoas. E é assim que nasceu "Queen Of Time (Live At Tavastia 2021)", que é nem mais nem menos um testemunho do compromisso inabalável da banda. E o fato desconcertante é que, de alguma forma, eles fazem com que seus álbuns maravilhosos soem ainda melhor ao vivo.
Apesar de estar vazio, o líder da banda, Esa Holopainen, gostou de fazer este show. "Na verdade, não foi estranho", disse ele."Já filmamos vídeos para músicas como ’Against Widows’ em um Tavastia vazio antes". E ele acrescenta com um sorriso: "Além disso, fizemos shows lotados e quase vazios no passado". Mas esses dias já se foram há muito tempo. Nos últimos 30 anos, o AMORPHIS se tornou uma das maiores, melhores e mais influentes bandas de metal que já surgiram na Finlândia, apresentando um álbum bem-sucedido após outro.
Quando "Queen of Time" foi lançado em 2018, os críticos elogiaram a grandiosidade monumental, a elegância proggy e a excelsa vibe folk, elogiando tudo entre a poderosa música que abre o álbum ’The Bee’ e o dramático encerramento ’Pyres on the Coast’, com ênfase especial na sublime ’Amongst Stars’ (sim, aquela com a hipnotizante participação da única
Anneke van Giersbergen). Não é preciso dizer que todas as músicas brilham como diamantes neste lançamento ao vivo. "Estamos muito felizes com os resultados", diz o mago dos teclados Santeri Kallio.
"Embora tenha sido uma experiência diferente, ainda assim foi muito divertido. Esperamos realmente que os fãs apreciem esse novo método de apresentação de nossa música". Eles vão gostar. Oh, como eles vão gostar.
TRACK LIST
1. The Bee (Live)
2. Message in the Amber (Live)
3. Daughter Of Hate (Live)
4. The Golden Elk (Live)
5. Wrong Direction (Live)
6. Heart of the Giant (Live)
7. We Accursed (Live)
8. Grain of Sand (Live)
9. Amongst Stars feat. Anneke Van Giersbergen (Live)
10. Pyres on the Coast (Live)
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Relançamento da Obskure Chaos Distro e Traces Of The Night Records em 2016. Uma das bandas clássicas do Peru, nesse CD com 09 faixas.E uma nova capa e novo layout exclusivo pra essa versão brasileira.CD Lacrado pra venda.
Características Principais:
⦁ Estampa Full Print por Sublimação: Cores ultra vibrantes que não desbotam, não racham e possuem toque zero, garantindo uma imagem com definição perfeita que cobre toda a camiseta.
⦁ Tecido Premium 95% Poliéster, 5% Elastano: Toque macio, leve e confortável. Não amassa, seca super rápido e permite que a pele respire, sendo ideal para o dia a dia, shows e festivais.
⦁ Modelagem Tradicional Unissex: Caimento reto que veste bem em todos os corpos, com gola careca reforçada para máxima durabilidade e acabamento impecável.
Especificações Técnicas:
⦁ Composição: Frente 95% Poliéster, 5% Elastano / Costas 100% Algodão
⦁ Estampa: Sublimação Digital Full Print
⦁ Gola: Careca
⦁ Modelagem: Tradicional Unissex
TABELA DE MEDIDAS
Tamanho Altura (cm) Largura (cm)
PP 64 49
P 68 51
M 70 54
G 74 57
GG 76 61
XG 79 64
G1 81 66
G2 84 69
OBS: As medidas podem variar tanto na altura quanto na largura em até 3 CM, para mais ou para menos.
RECOMENDAÇÃO: Lavar do avesso ajuda a preservar e evitar bolinhas. Não é necessário passar esta camiseta pois ela não amassa com a lavagem, mas se desejar, pode passar o ferro quente em toda a camiseta, inclusive sobre a estampa (até 40 graus).