Gênero: Thrash Metal
SOBRE O ÁLBUM:
O ano de 2023 marca o capítulo final da longa história trilhada pela lendária banda alemã de Thrash Metal HOLY MOSES. Porém, para não ficar com apenas o sabor amargo da despedida, a banda celebra este último episódio com o lançamento do novo álbum de estúdio "Invisible Queen". "Entrei para o Holy Moses em dezembro de 1981 e isso mudou profundamente o caminho que eu deveria seguir na vida. Nosso primeiro álbum, de 1986, se chama ’Queen Of Siam’ e agora para fechar, meu último álbum com Holy Moses, em 2023, levará o título de ’Invisible Queen’", revela a vocalista Sabina Classen e acrescenta: "Após 42 anos agitados e depois de tantos álbuns incríveis, shows fantásticos e ótimas experiências, chegou a hora de escrever o último capítulo do Holy Moses. E temos o prazer de ver isso acontecer através da Fireflash Records com o lançamento de nosso 12º álbum de estúdio ’Invisible Queen’".
O HOLY MOSES é um nome familiar na cena Metal internacional. Seu Thrash Metal multifacetado, a voz carismática de Sabina Classen e sua mistura única de atitude tradicional e evolução experimental foram fundamentais para estabelecer a banda como uma entidade conhecida e confiável desde o início de sua carreira no início dos anos 80. Com clássicos como "Finished With The Dogs" (1987), "The New Machine Of Liechtenstein" (1989), "World Chaos" (1990) e "Terminal Terror" (1991), o HOLY MOSES escreveu parte da história do Metal.
"Holy Moses nunca lançou músicas padrões do Thrash e nunca lançaremos", explica Sabina Classen com muito orgulho. "Nós escrevemos músicas que nós realmente gostamos e não fazemos concessões nem em termos de tendências nem pelas expectativas erradas dos outros. Não temos que agradar a todos, somos nossa própria marca, temos nosso próprio som, que inclui ocasionais batidas estranhas, passagens tecnicamente exigentes e estruturas de acordes incomuns, além de letras interessantes que lidam com o lado sombrio das pessoas e suas mentes".
Sabina Classen é a primeira e mais antiga vocalista feminina do Thrash Metal, a Rainha do Thrash, no entanto, ela é um segredo bem guardado da cena, nunca se aquecendo sob os holofotes do mainstream. Porém, ela é bem conhecida tanto pelas bandas old school quanto para as atuais bandas do mainstream. A faixa-título é muito especial para ela pelo seu duplo significado que é explicado pela própria vocalista: "Vou desaparecer no vazio e estou orgulhosa do que consegui com o Holy Moses desde 1981. Nunca imaginei que recorreria a maior parte do mundo com a minha banda do ensino médio e que, eventualmente, sairia com uma declaração tão clara como fiz com este álbum. A faixa-título foi feita sob medida para mim pelo guitarrista Pete. A letra é autoexplicativa é uma das músicas mais pesadas do álbum, é puro THRASH sem adulteração".
"Invisible Queen" marca a aposentadoria de uma das maiores bandas de Thrash Metal da Alemanha como também uma das maiores representantes da diversidade dentro da cena do Heavy Metal.
Saúdem a RAINHA INVISÍVEL durante seu REINADO FINAL!!!
TRACK LIST
1. Downfall Of Mankind
2. Cult Of The Machine
3. Order Out Of Chaos
4. Invisible Queen
5. Alternative Reality
6. The New Norm
7. Visions In Red
8. Outcasts
9. Forces Great And Hidden
10. Too Far Gone
11. Depersonalized
12. Through The Veils Of Sleep
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Relançamento do Cult Álbum de 2008.
Um Álbum Impecável! Uma Obra-prima!
Imagine o poder do Candlemass misturado com a energia do Autopsy! Isto você encontrará aqui!
Um Clássico Que Esmagará Você e Irá Te Emocionar Com Suas Letras Nostálgicas e Cheias de Horror!
Para Fãs do Mais Puro e Extremo Death Doom!
(Caixa Acrílica + Obi + Adesivo Logo da Banda)
Ano: 2008 / 2024
País: Finlândia
Ano de Formação: 2008
Procedência: Brasil
Gravadora: Cold Art Industry / Mutilation
Estilo: Extremo Death / Doom Metal
Ean: 7 899 300 0300 76
Código: Cold076 / MUT.AC030
Under Exclusive License From Hooded Menace
Faixas:
1 Rotting Rampage (Menace Of The Skeletal Dead)
2 Fulfill The Curse
3 Grasp Of The Beastwoman
4 Laboratory Of Nightmares
5 Beauty And The Feast
6 The Eyeless Horde
7 The Love Song Of Gotho, Hunchback Of The Morgue
8 Arcane Epitaph
9 Theme From Manhattan Baby
Formação:
Leper of Berzano - Vocals, Guitars
The Hunchback - Drums
Crimson Executioner - Bass
Um Álbum Que Supera Todas As Expectativas.
Extremo Doom Metal Pútrido, Enigmático E Brutal Com Temática De Terror.
Originalmente lançado em 2010!
Este Álbum é Absolutamente Imperdível.
(Caixa Acrílica + Obi + Adesivo Logo da Banda)
Ano: 2010 / 2024
País: Finlândia
Ano de Formação: 2010
Procedência: Brasil
Gravadora: Cold Art Industry / Mutilation
Estilo: Extremo Death / Doom Metal
Ean: 7 889 300 0300 77
Código: Cold077 / MUT.AC031
Under Exclusive License From Hooded Menace
Faixas:
Never Cross The Dead
Terror Castle
Night Of The Deathcult
The House Of Hammer
Rituals Of Portal Cremation
As The Creatures Ascend
From Their Coffined Slumber
Theme From Return Of The Evil Dead
Formação:
Lasse Pyykkö - Vocals, Guitars, Bass,
Pekka Koskelo - Drums
Gênero: Dark Wave
SOBRE O ÁLBUM:
As origens do HOST, o novo projeto do guitarrista Greg Mackintosh com o vocalista Nick Holmes, ambos do Paradise Lost, não remontam ao álbum de 1999 com o mesmo nome, mas sim aos clubes de West Yorkshire de meados e final dos anos 1980. Naquela época, Holmes e Mackintosh já eram fans de Heavy Metal ("loucos de metal de carteirinha" como gosta de dizer Holmes), porém, eles foram igualmente atraídos pelas cenas musicais New Wave e Goth. Os ritmos potentes, as melodias sublimes e a escuridão os atraíram, ficando imeditamente grudados em seus cérebros e provocando um desejo ardente de se aprofundar mais nelas. A carreira em ascensão de Holmes e Mackintosh como pioneiros do doom metal com o Paradise Lost pode ter jogado esse desejo de lado, mas os sons e a aura nunca os abandonaram. Na verdade, só ficou mais forte a cada década que passava.
Durante a pandemia, Mackintosh finalmente colocou em ação os antigos planos para um empreendimento que fundiria sua inclinação para o design de som com o clima e a atmosfera do dance-pop e do gótico dos anos 1980. Originalmente, o projeto era para ser um trabalho solo, porém, ele preferiu chamar seu antigo parceiro de composição em Paradise Lost, Nick Holmes, para participar. O nome do projeto, HOST, foi escolhido como uma dica para o álbum mencionado acima, álbum que encontrou o Paradise Lost em um período de experimentação sem precedentes, distanciando-se de suas raízes Metal, e que também desafiou a legião de fãs de maneiras como nunca antes tinha feito.
"Nós sempre defendemos Host como álbum", diz Mackintosh. "Este projeto não está totalmente ligado a esse álbum, mas algumas das ideias são extrapoladas. Estamos pegando a premissa básica e testando agora. E, realmente, foi algo divertido e interessante para nós fazermos. Estamos trabalhando com o Paradise Lost há muito tempo e estamos ansiosos para tentar algo diferente de onde PL está agora. Eu poderia levar PL por esse caminho novamente. Quem sabe? Pode acontecer se vivermos o suficiente, mas pensei: ’Por que não agora?’ Tenho tempo para fazer isso".
"Em retrospectiva, teria sido mais fácil lançar o álbum Host em 1999 como um projeto paralelo", acrescenta Holmes. "Isso teria nos poupado de muitos aborrecimentos. Projetos paralelos naquela época eram incomuns. Apenas algumas pessoas se safaram disso. Mas o projeto Host é diferente do álbum Host. Tem uma vibe dos anos 80 e é mais voltado para os vocais. Esse álbum foi feito há muito tempo. Estamos vindo de um lugar diferente com o projeto".
Seu álbum de estreia, "IX", é uma coleção eclética e emocionante de músicas que forjam uma frente unificada de escuridão que é entrelaçada com orquestração e texturas. Complementado por linhas de guitarra cuidadosamente colocadas, o álbum é mais uma realização da intuição na composição e o inquieto espírito criativo de Mackintosh. Para criar as canções de "IX", Mackintosh usou a abordagem de começar com uma linha de piano. Suas autodescritas sequências de acordes "simples" ou linhas de piano foram então enviadas a Holmes para trabalhar nas ideias vocais. Depois que a dupla encontrou uma direção, Mackintosh embelezou cada música com paisagens sonoras luxuosas, mas assustadoras, muitas vezes tornando a distinção entre guitarra e teclado meio difusas.
"Em 1999, a tecnologia não era algo muito acessível para fazer algo como o design de som", diz o guitarrista. "Você poderia fazer coisas no sintetizador, mas não como você pode fazer agora. Eu estava razoavelmente satisfeito quando fizemos o álbum Host, mas era um set totalmente diferente com samples Akai e dois megabytes de memória. Trabalho com design de som há dez ou quinze anos. Meu filho fez design de som na universidade. Eu o ajudei com um projeto onde ele devia criar música para um filme em que você está navegando em um barco rio abaixo. O rio flui para o mar, você ve um farol, passa por ele e desce a costa. Ele teve que pintar o quadro usando som. Esses mesmos princípios fazem parte deste projeto Host".Holmes e Mackintosh se uniram ao produtor/engenheiro do Paradise Lost, Jaime Gomez Arellano, que tocou bateria em três das músicas do álbum e reprisou seu papel de produtor. A ausência de bateria tradicional e a parede de guitarras, que é uma marca registrada no PL, proporcionaram à dupla uma recém-descoberta flexibilidade para compor. As músicas giram em torno de uma batida programada, uma linha de teclado ou mesmo um aumento de volume, tudo com o propósito de trazer uma ideia central dentro de um formato familiar e simplificado, seja a pop ’Tomorrow’s Sky’, a maliciosa e carregada de melodia ’Hiding from Tomorrow’ ou a cheia de sintetizadores ’Years of Suspicion’.
"Às vezes você não quer um formato, mas às vezes você quer que ele vá para um certo ponto", diz Holmes. "’Tomorrow’s Sky’ é um clássico exemplo. Ele vai para onde eu quero que ele vá. Eu amo esse tipo de música, é a minha favorita do álbum. Isso mostra que você não consegue segurar uma boa música. É como ’A Forest’ do The Cure. Eu gostava da música quando era mais jovem, mas não podia demostrar isso porque já era um cara metaleiro. Se uma música fica na minha cabeça depois de ouvi-la, torna-se um testamento da pessoa que a escreveu. É por isso que gosto desse tipo de desafio".
A primeira faixa bônus de "IX" é o cover de ’I Ran’, sucesso seminal de 1982 da banda inglesa de New Wave A Flock of Seagulls. A versão do HOST, é claro, vira a original de cabeça para baixo e a transforma em uma canção sombria e inquieta que parece fria e estéril. Holmes é quem teve a ideia pois Mackintosh admitiu que não ouvia a música desde os anos 1980, apesar de sua popularidade. Ele então cortou o tempo pela metade, colocou novas linhas de guitarra e adicionou alguns floreios de sintetizador, transformando assim uma das canções mais icônicas do New Wave. "Finalmente ouvi a música e pensei que poderíamos fazer algo realmente bom com ela", diz Mackintosh. "Eu queria torná-la o mais cinematográfico e sombrio possível".
"Eu sempre achei ’I Ran’ ótima, mas nunca admiti isso", diz Holmes rindo. "Acho que estava jogando Grand Theft Auto: Vice City e a ouvi. Eu estava sendo bombardeado com músicas dos anos 80 enquanto jogava e pensei: ’Caralho, eu me lembro disso!’ Sempre é de última hora quando fazemos covers no PL e geralmente é algo daquela década. Eles me mandam de volta para minha infância".
O projeto HOST é um emblema da duradoura parceria compositiva entre Holmes e Mackintosh. ("Não há regras quando escrevemos", ironiza Holmes. "Somos muito diferentes em muitos aspectos, mas temos uma coisa real em que combinamos com determinada música".) A carreira metamorfósica do Paradise Lost apresentou inúmeros momentos inovadores que outras bandas não conseguiram copiar. Era natural, então, que a dupla explorasse um novo território prestando homenagem a uma época na qual os moldou como músicos... e como pessoas.
"Estou preso naqueles clubes de meados dos anos 1980", diz Mackintosh. "Não consigo me livrar deles. Para mim, é algo que ocasionalmente aparece, estando na moda ou não. Não muda nada para mim. Está sempre lá de algum jeito. Então, eu faço isso por prazer. É um privilégio; é meu hobby poder divulgar essas coisas e fazer com que alguém as leve a sério. Apenas isso já é suficiente para mim".
Texto original por David E. GehlkeTRACK LIST
1. Wretched Soul
2. Tomorrow’s Sky
3. Divine Emotion
4. Hiding from Tomorrow
5. A Troubled Mind
6. My Only Escape
7. Years of Suspicion
8. Inquistion
9. Instinct
BONUS TRACK
10. I Ran (A Flock Of Seagulls cover)
11. Hiding f r o mTomorrow (Lustmord Remix)
12. Tomorrow’s Sky (GosT Remix)
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Hulder é o projeto solo de Dark Medieval Black Metal criado em 2018 pela talentosa vocalista e multi-instrumentista belga Marz Riesterer.
“De oproeping van middeleeuwse duisternis”, inicialmente lançada em 2019, compila os primeiros trabalhos lançados por este fascinante projeto. Além das demos “Ascending the Raven Stone” (2018) e “Rehearsal 8/13/18” (2018), essa versão também tem um slipcase com uma arte inédita, cedida pela banda para esse lançamento!! Tem também o EP “Embraced by Darkness Mysts” (2019) como bônus.
Nestes lançamentos iniciais, o Black Metal é fortemente influenciado pela cena noventista com uma produção extremamente crua que combina perfeitamente com o som executado pelo Hulder. A ótima qualidade das composições destes trabalhos iniciais já mostrava que o Hulder era um dos nomes mais promissores do cenário Black Metal e o nome do projeto foi consolidado após o lançamento do fantástico álbum “Godslastering: Hymns of a Forlorn Peasantry” (2021), lançado no Brasil em 2023.
A história do HYPOCRISY começou em 1992, quando a banda assinou seu primeiro contrato com a Nuclear Blast Records e lançou seu monumental álbum de estreia, "Penetralia". O sucessor, "Osculum Obscenum" (1993), representou outro marco na trajetória do Death Metal extremo e esmagador. Em seguida, "The Fourth Dimension" (1994) e "Abducted" (1996) ampliaram os horizontes da banda com influências cada vez mais experimentais, garantindo ao grupo a reputação de um dos nomes mais inovadores e importantes do Death Metal europeu.
Eventualmente, o lançamento de "Catch 22" em 2002 definiu uma dimensão sonora completamente diferente, impulsionando a banda para uma nova era de Death Metal contemporâneo.
Não é preciso mais do que os primeiros segundos da faixa-título, que também abre o álbum, para entender a importância do décimo segundo álbum, lançado em 2013, na multifacetada discografia do HYPOCRISY. No mesmo nível das brutais e diversas obras-primas dos anos 1990, "End Of Disclosure" (produzido pelo mestre Peter Tägtgren em seu Abyss Studio, na Suécia) não dá espaço para pausas. Golpes letais atingem seus tímpanos do primeiro riff ao último choque de prato, intensificados pelo impacto avassalador de melodias de pura majestade.
Os ataques de pedal duplo são como golpes certeiros, as guitarras operam como uma equipe de demolição e os vocais ecoam das profundezas do seu ser como um trovão na noite. Dizer que, na época do seu lançamento, o HYPOCRISY superou todas as expectativas com este trabalho seria um eufemismo. "End Of Disclosure" personifica o Death Metal em sua forma mais pura e devastadora!
TRACKLIST:
1. End Of Disclosure
2. Tales Of Thy Spineless
3. The Eye
4. United We Fall
5. 44 Double Zero
6. Hell Is Where I Stay
7. Soldier Of Fortune
8. When Death Calls
9. The Return
FORMAÇÃO:
Peter Tägtgren - vocal, guitarra
Mikael Hedlund - baixo
Reidar "Horgh" Horghagen - bateria
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
O HYPOCRISY e a Nuclear Blast Records iniciam o segundo capítulo de uma massiva campanha para trazer de volta todos os lendários álbuns do incrível catálogo dos titãs do Death Metal sueco, alguns dos quais são raridades e muito procuradas. O primeiro capítulo estava composto pelos álbuns "Penetralia" (1992), "Osculum Obscenum" (1993), "The Fourth Dimension" (1994) e "Abducted" (1996).
Já o CAPÍTULO DOIS abrange os álbuns "The Final Chapter" (1997), "Hypocrisy" (1999) e "Into The Abyss" (2000). Considerados marcos na carreira do HYPOCRISY; Peter Tägtgren, Mikael Hedlund e Lars Szöke conseguiram alcançar um novo patamar de qualidade na composição, enfatizando a dinâmica durante este período. Eles criaram camadas adicionais de atmosfera e às vezes usaram alguns vocais limpos, resultando em verdadeiros hinos do Death Metal Melódico assustadoramente belos, porém pesados e agressivos.
As reedições de 2023 preservam estes verdadeiros clássicos, que não estão disponíveis há muito tempo, de uma forma surpreendente. Prepare-se para revisitar uma das discografias mais consistentes e fascinantes do metal extremo!
Mas falemos agora do álbum que nos compete: "Hypocrisy""The Final Chapter" era para ter sido o adeus da cena musical do HYPOCRISY, porém o tremendo impacto deste álbum fez com que Peter Tägtgren e companhia fizessem uma nova tentativa. E é assim que, das entranhas do limbo do metal, nasce a obra-prima autointitulada. Apresentando uma série de novos e megalíticos riffs de guitarra e linhas de baixo, o HYPOCRISY focou principalmente em escrever músicas contagiantes e muito mais cativantes baseadas em padrões de melodias pesadas, distorcidas e distintas que se misturaram perfeitamente com as batidas simplificadas de bateria, consolidando assim de forma completa o seu característico som.
100 % de um puro e orgânico Death Metal!
TRACK LIST
1. Fractured Millennium
2. Apocalyptic Hybrid
3. Fusion Programmed Minds
4. Elastic Inverted Visions
5. Reversed Reflections
6. Until The End
7. Paranormal Mysteria
8. Time Warp
9. Disconnected Magnetic Corridors
10. Paled Empty Sphere
11. Selfinflicted Overload (BONUS TRACK)
FORMAÇÃOPeter Tägtgren » Guitarra, Teclados, Vocal
Mikael Hedlund » Baixo
Lars Szöke » Bateria
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
O HYPOCRISY e a Nuclear Blast Records iniciam o segundo capítulo de uma massiva campanha para trazer de volta todos os lendários álbuns do incrível catálogo dos titãs do Death Metal sueco, alguns dos quais são raridades e muito procuradas. O primeiro capítulo estava composto pelos álbuns "Penetralia" (1992), "Osculum Obscenum" (1993), "The Fourth Dimension" (1994) e "Abducted" (1996).
Já o CAPÍTULO DOIS abrange os álbuns "The Final Chapter" (1997), "Hypocrisy" (1999) e "Into The Abyss" (2000). Considerados marcos na carreira do HYPOCRISY; Peter Tägtgren, Mikael Hedlund e Lars Szöke conseguiram alcançar um novo patamar de qualidade na composição, enfatizando a dinâmica durante este período. Eles criaram camadas adicionais de atmosfera e às vezes usaram alguns vocais limpos, resultando em verdadeiros hinos do Death Metal Melódico assustadoramente belos, porém pesados e agressivos.
As reedições de 2023 preservam estes verdadeiros clássicos, que não estão disponíveis há muito tempo, de uma forma surpreendente. Prepare-se para revisitar uma das discografias mais consistentes e fascinantes do metal extremo!
Mas falemos agora do álbum que nos compete: "Hypocrisy""The Final Chapter" era para ter sido o adeus da cena musical do HYPOCRISY, porém o tremendo impacto deste álbum fez com que Peter Tägtgren e companhia fizessem uma nova tentativa. E é assim que, das entranhas do limbo do metal, nasce a obra-prima autointitulada. Apresentando uma série de novos e megalíticos riffs de guitarra e linhas de baixo, o HYPOCRISY focou principalmente em escrever músicas contagiantes e muito mais cativantes baseadas em padrões de melodias pesadas, distorcidas e distintas que se misturaram perfeitamente com as batidas simplificadas de bateria, consolidando assim de forma completa o seu característico som.
100 % de um puro e orgânico Death Metal!
TRACK LIST
1. Fractured Millennium
2. Apocalyptic Hybrid
3. Fusion Programmed Minds
4. Elastic Inverted Visions
5. Reversed Reflections
6. Until The End
7. Paranormal Mysteria
8. Time Warp
9. Disconnected Magnetic Corridors
10. Paled Empty Sphere
11. Selfinflicted Overload (BONUS TRACK)
FORMAÇÃOPeter Tägtgren » Guitarra, Teclados, Vocal
Mikael Hedlund » Baixo
Lars Szöke » Bateria
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
O HYPOCRISY e a Nuclear Blast Records iniciam o segundo capítulo de uma massiva campanha para trazer de volta todos os lendários álbuns do incrível catálogo dos titãs do Death Metal sueco, alguns dos quais são raridades e muito procuradas. O primeiro capítulo estava composto pelos álbuns "Penetralia" (1992), "Osculum Obscenum" (1993), "The Fourth Dimension" (1994) e "Abducted" (1996).
Já o CAPÍTULO DOIS abrange os álbuns "The Final Chapter" (1997), "Hypocrisy" (1999) e "Into The Abyss" (2000). Considerados marcos na carreira do HYPOCRISY; Peter Tägtgren, Mikael Hedlund e Lars Szöke conseguiram alcançar um novo patamar de qualidade na composição, enfatizando a dinâmica durante este período. Eles criaram camadas adicionais de atmosfera e às vezes usaram alguns vocais limpos, resultando em verdadeiros hinos do Death Metal Melódico assustadoramente belos, porém pesados e agressivos.
As reedições de 2023 preservam estes verdadeiros clássicos, que não estão disponíveis há muito tempo, de uma forma surpreendente. Prepare-se para revisitar uma das discografias mais consistentes e fascinantes do metal extremo!
Mas falemos agora do álbum que nos compete: "Into The Abyss"
Após o seu álbum de "retorno" autointitulado um ano antes, o HYPOCRISY surpreendeu mias uma vez com o lançamento de "Into The Abyss", que era nem mais nem menos o manifesto de uma banda recusando-se a permitir que existisse uma distância entre ela e as melhores bandas de metal escandinavo.
Apresentando algumas das faixas mais furiosas que o HYPOCRISY já compôs, "Into the Abyss" evita toda e qualquer tipo de sutileza enquanto executa um Death Metal direto (e talvez até um pouco de Thrash Metal) nas duas primeiras faixas, ’Legions Descend’ e ’Blinded’, estabelecendo assim um perfeito padrão de agressividade para as oito faixas seguintes.
E o mais louvável é que toda essa energia é mantida no álbum inteiro enquanto a banda produz algumas de suas músicas mais rápidas. Além dos já mencionados, outros destaques incluem ’Digital Prophecy’ e ’Total Eclipse’.
Talvez não seja considerado o melhor álbum do HYPOCRISY, mas "Into the Abyss" é um disco sólido e perfeitamente executado de uma das exportações de metal mais brutais da Suécia dos anos 1990.
RELANÇAMENTO TOTALMENTE REMASTERIZADO POR PETER TÄGTGREN EM 2021!TRACK LIST
1. Legions Descend
2. Blinded
3. Resurrected
4. Unleash the Beast
5. Digital Prophecy
6. Fire in the Sky
7. Total Eclipse
8. Unfold the Sorrow
9. Sodomized
10. Deathrow (No Regrets)
FORMAÇÃOPeter Tägtgren » Guitarra, Teclados, Vocal
Mikael Hedlund » Baixo
Lars Szöke » Bateria, Guitarra
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
O HYPOCRISY e a Nuclear Blast Records iniciam o segundo capítulo de uma massiva campanha para trazer de volta todos os lendários álbuns do incrível catálogo dos titãs do Death Metal sueco, alguns dos quais são raridades e muito procuradas. O primeiro capítulo estava composto pelos álbuns "Penetralia" (1992), "Osculum Obscenum" (1993), "The Fourth Dimension" (1994) e "Abducted" (1996).
Já o CAPÍTULO DOIS abrange os álbuns "The Final Chapter" (1997), "Hypocrisy" (1999) e "Into The Abyss" (2000). Considerados marcos na carreira do HYPOCRISY; Peter Tägtgren, Mikael Hedlund e Lars Szöke conseguiram alcançar um novo patamar de qualidade na composição, enfatizando a dinâmica durante este período. Eles criaram camadas adicionais de atmosfera e às vezes usaram alguns vocais limpos, resultando em verdadeiros hinos do Death Metal Melódico assustadoramente belos, porém pesados e agressivos.
As reedições de 2023 preservam estes verdadeiros clássicos, que não estão disponíveis há muito tempo, de uma forma surpreendente. Prepare-se para revisitar uma das discografias mais consistentes e fascinantes do metal extremo!
Mas falemos agora do álbum que nos compete: "Into The Abyss"
Após o seu álbum de "retorno" autointitulado um ano antes, o HYPOCRISY surpreendeu mias uma vez com o lançamento de "Into The Abyss", que era nem mais nem menos o manifesto de uma banda recusando-se a permitir que existisse uma distância entre ela e as melhores bandas de metal escandinavo.
Apresentando algumas das faixas mais furiosas que o HYPOCRISY já compôs, "Into the Abyss" evita toda e qualquer tipo de sutileza enquanto executa um Death Metal direto (e talvez até um pouco de Thrash Metal) nas duas primeiras faixas, ’Legions Descend’ e ’Blinded’, estabelecendo assim um perfeito padrão de agressividade para as oito faixas seguintes.
E o mais louvável é que toda essa energia é mantida no álbum inteiro enquanto a banda produz algumas de suas músicas mais rápidas. Além dos já mencionados, outros destaques incluem ’Digital Prophecy’ e ’Total Eclipse’.
Talvez não seja considerado o melhor álbum do HYPOCRISY, mas "Into the Abyss" é um disco sólido e perfeitamente executado de uma das exportações de metal mais brutais da Suécia dos anos 1990.
RELANÇAMENTO TOTALMENTE REMASTERIZADO POR PETER TÄGTGREN EM 2021!TRACK LIST
1. Legions Descend
2. Blinded
3. Resurrected
4. Unleash the Beast
5. Digital Prophecy
6. Fire in the Sky
7. Total Eclipse
8. Unfold the Sorrow
9. Sodomized
10. Deathrow (No Regrets)
FORMAÇÃOPeter Tägtgren » Guitarra, Teclados, Vocal
Mikael Hedlund » Baixo
Lars Szöke » Bateria, Guitarra
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
O HYPOCRISY e a Nuclear Blast Records iniciam o segundo capítulo de uma massiva campanha para trazer de volta todos os lendários álbuns do incrível catálogo dos titãs do Death Metal sueco, alguns dos quais são raridades e muito procuradas. O primeiro capítulo estava composto pelos álbuns "Penetralia" (1992), "Osculum Obscenum" (1993), "The Fourth Dimension" (1994) e "Abducted" (1996).
Já o CAPÍTULO DOIS abrange os álbuns "The Final Chapter" (1997), "Hypocrisy" (1999) e "Into The Abyss" (2000). Considerados marcos na carreira do HYPOCRISY; Peter Tägtgren, Mikael Hedlund e Lars Szöke conseguiram alcançar um novo patamar de qualidade na composição, enfatizando a dinâmica durante este período. Eles criaram camadas adicionais de atmosfera e às vezes usaram alguns vocais limpos, resultando em verdadeiros hinos do Death Metal Melódico assustadoramente belos, porém pesados e agressivos.
As reedições de 2023 preservam estes verdadeiros clássicos, que não estão disponíveis há muito tempo, de uma forma surpreendente. Prepare-se para revisitar uma das discografias mais consistentes e fascinantes do metal extremo!
Mas falemos agora do álbum que nos compete: "The Final Chapter"
Continuando com o clássico tema da abdução alienígena iniciado em "Abducted", o HYPOCRISY seguiu em frente com uma implacabilidade visionária, permanecendo longe de ser entediante, adicionando inesperados ritmos variados e mudando sua forma de atacar música após música. Escolher os destaques deste quinto álbum de estúdio é uma tarefa bem difícil, já que "The Final Chapter" foi concebido para ser uma experiência em forma de álbum. A produção do guitarrista/vocalista/líder da banda Peter Tägtgren é de primeira linha para uma banda de Death Metal, apresentando uma enciclopédia de tons de guitarra e estilos vocais, solidificando a reputação do HYPOCRISY como uma das bandas de Death Metal mais versáteis dos anos 1990.
Fato anedótico: Pouco antes do lançamento deste álbum, os membros do HYPOCRISY anunciaram que a banda estava se dissolvendo para poderem trabalhar em outros projetos, daí o título do álbum ("O Capítulo Final"). Porém, e felizmente, a banda desistiu da separação e decidiu seguir em frente.
TRACK LIST
1. Inseminated Adoption
2. A Coming Race
3. Dominion
4. Inquire Within
5. Last Vanguard
6. Request Denied
7. Through the Window of Time
8. Shamateur
9. Adjusting the Sun
10. Lies
11. Evil Invaders (Razor Cover)
12. The Final Chapter
FORMAÇÃOPeter Tägtgren » Guitarra, Teclados, Bateria, Vocal
Mikael Hedlund » Baixo
Lars Szöke » Bateria, Guitarra
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
O HYPOCRISY e a Nuclear Blast Records iniciam o segundo capítulo de uma massiva campanha para trazer de volta todos os lendários álbuns do incrível catálogo dos titãs do Death Metal sueco, alguns dos quais são raridades e muito procuradas. O primeiro capítulo estava composto pelos álbuns "Penetralia" (1992), "Osculum Obscenum" (1993), "The Fourth Dimension" (1994) e "Abducted" (1996).
Já o CAPÍTULO DOIS abrange os álbuns "The Final Chapter" (1997), "Hypocrisy" (1999) e "Into The Abyss" (2000). Considerados marcos na carreira do HYPOCRISY; Peter Tägtgren, Mikael Hedlund e Lars Szöke conseguiram alcançar um novo patamar de qualidade na composição, enfatizando a dinâmica durante este período. Eles criaram camadas adicionais de atmosfera e às vezes usaram alguns vocais limpos, resultando em verdadeiros hinos do Death Metal Melódico assustadoramente belos, porém pesados e agressivos.
As reedições de 2023 preservam estes verdadeiros clássicos, que não estão disponíveis há muito tempo, de uma forma surpreendente. Prepare-se para revisitar uma das discografias mais consistentes e fascinantes do metal extremo!
Mas falemos agora do álbum que nos compete: "The Final Chapter"
Continuando com o clássico tema da abdução alienígena iniciado em "Abducted", o HYPOCRISY seguiu em frente com uma implacabilidade visionária, permanecendo longe de ser entediante, adicionando inesperados ritmos variados e mudando sua forma de atacar música após música. Escolher os destaques deste quinto álbum de estúdio é uma tarefa bem difícil, já que "The Final Chapter" foi concebido para ser uma experiência em forma de álbum. A produção do guitarrista/vocalista/líder da banda Peter Tägtgren é de primeira linha para uma banda de Death Metal, apresentando uma enciclopédia de tons de guitarra e estilos vocais, solidificando a reputação do HYPOCRISY como uma das bandas de Death Metal mais versáteis dos anos 1990.
Fato anedótico: Pouco antes do lançamento deste álbum, os membros do HYPOCRISY anunciaram que a banda estava se dissolvendo para poderem trabalhar em outros projetos, daí o título do álbum ("O Capítulo Final"). Porém, e felizmente, a banda desistiu da separação e decidiu seguir em frente.
TRACK LIST
1. Inseminated Adoption
2. A Coming Race
3. Dominion
4. Inquire Within
5. Last Vanguard
6. Request Denied
7. Through the Window of Time
8. Shamateur
9. Adjusting the Sun
10. Lies
11. Evil Invaders (Razor Cover)
12. The Final Chapter
FORMAÇÃOPeter Tägtgren » Guitarra, Teclados, Bateria, Vocal
Mikael Hedlund » Baixo
Lars Szöke » Bateria, Guitarra
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
Assim como podemos sentir no ar uma tempestade se aproximando, também podemos sentir quando se aproxima um novo tremor cataclísmico do IMMOLATION, este chamado ACTS OF GOD. Este 11º álbum de estúdio é o novo capítulo do épico Death Metal único da banda e mostra vigorosamente a capacidade do IMMOLATION de criar consistentemente sons fascinantes, enquanto ainda mantém seus pés firmemente enraizados na velha escolha, no bom e velho Death Metal de Nova York que ajudaram a criar e pelo qual são reconhecidos.
Com uma nova e assustadora obra-prima do artista Eliran Kantor, ACTS OF GOD mostra uma trinca de seres angelicais tentando desesperadamente evitar que a carne de cada um derreta pela luz enegrecida vinda de cima. As cores suaves e as imagens etéreas serão bem familiares para os fãs das capas dos anteriores trabalhos do IMMOLATION. "Queríamos que esta capa parecesse muito mais escura, mais melancólica e mais desesperada. A música sempre foi muita sombria e o trabalho de Kantor era a melhor escolha, o semi surreal colidindo com o clássico, quase renascentista", explica o fundador, vocalista e baixista Ross Dolan. "É inquietante. Realmente reflete a música perfeitamente", concorda o guitarrista e também fundador Robert Vigna.
A jornada criativa de ACTS OF GOD começou com anos de anotações e muita inspiração. Com Vigna no comando da composição estrutural como de costume, mais composições e conceitos foram jogados lá e aqui por todos os quatro membros da banda. Eventualmente, eles começaram a montar o esqueleto do que se tornaria um álbum de estúdio completo. E embora o processo de gravação possa ser uma experiência muito cansativa para alguns músicos, a ferocidade das demos combinada com a experiência do parceiro de longa data Paul Orofino dos Millbrook Studios (onde já gravaram nomes como Blue Öyster Cult, Bad Co. e Golden Earring), garantiu que isso não fosse um problema para o IMMOLATION. "Ter esse nível de conforto é fundamental", comenta Dolan. Os toques finais na mixagem e masterização foram feitos por Zack Ohren de Castle Ultimate Studios.
O som muitas vezes cobiçado do IMMOLATION ressurgiu das profundezas de um mundo amaldiçoado e cruel para iluminar nossas mentes e ouvidos com uma destruição sonora devidamente técnica, bem produzida e com muita violência. Ou seja, tudo o que um fã dos caras procura.
TRACK LIST
1. Abandoned
2. An Act Of God
3. The Age Of No Light
4. Noose Of Thorns
5. Shed The Light
6. Blooded
7. Overtures Of The Wicked
8. Immoral Stain
9. Incineration Procession
10. Broken Prey
11. Derelict Of Spirit
12. When Halos Burn
13. Let The Darkness In
14. And The Flames Wept
15. Apostle
Visita à banda em:www.immolation-store.comwww.facebook.com/immolationwww.instagram.com/immolation_bandwww.youtube.com/user/Immolationwww.twitter.com/immolation
IMMOLATION é um dos sinônimos da cena musical extremo, lançando alguns dos álbuns de Dark Death Metal mais originais e criativos que o underground tem testemunhado ao longo dos últimos 28 anos. Em 2017, IMMOLATION comemora 29 anos de carreira e o seu novo álbum “Atonement” prova que esta é uma banda que não olha para trás, continua indo até os limites e ainda é uma força para o futuro de um gênero que eles ajudaram a definir. Desde o lançamento do seu álbum de estreia em 1991, IMMOLATION vem percorrendo um caminho em constante evolução de uma devastação musical sem compromissos! IMMOLATION, álbum após álbum, refinou e aprimorou seu estilo e som, criando alguns dos mais sombrios e aventureiros do estilo que a cena já ouviu. Com álbuns clássicos como “Here in After”, “Failures For Gods” e “Close To A World Below”, a banda tornou-se uma das principais bandas extremas do nosso tempo. O décimo trabalho da banda, “Atonement”, marca realmente um momento decisivo para IMMOLATION. A banda novamente se redefiniu e usou algumas das mais tristes e ousadas orquestrações. Uma implacável coleção de faixas cativantes, intensas e sombriamente imaginativas, cada música em “Atonement” é um testemunho do estilo puro e da criatividade que faz que IMMOLATION seja o que é! Cada música neste álbum é única e diferente e levam o ouvinte a uma jornada musical que abrange todos os extremos: o lento e pesado, o rápido e selvagem e o escuro e assustador. “Atonement” é, sem lugar a dúvidas, o melhor lançamento da banda nos seus 28 anos de história. Gravado mais uma vez no Millbrook Sound Studios com o produtor Paul Orofino, mixado e masterizado por Zack Ohren (Castle Ultimate Studios) e mais uma vez com a incrível arte de capa de Pär Olofsson juntamente com as artes adicionais do talentoso Zbigniew Bielak, “Atonement” fará a todos os fãs de música extrema espumar pela boca! Com extrema precisão, violentas proezas melódicas e letras abordando as realidades escuras da humanidade, “Atonement” vai além de qualquer expectativa e deixará seus ouvintes desintegrados no chão numa pilha de cinzas... e agradecendo a IMMOLATION por cada minuto que os levou a isso!