Gênero: Death Metal Melódico
SOBRE O ÁLBUM:
Por quase 3 décadas, a instituição do Death Metal Melódico chamada KATAKLYSM vem produzindo poderosas ondas sonoras sem qualquer tipo de remorso. E o seu novo e 15º álbum de estúdio "Goliath" não poderia ser uma exceção.
Após o lançamento do aclamado álbum "Unconquered" de 2020, o KATAKLYSM teve mais tempo do que o normal para trabalhar no seu esperado sucessor. Normalmente lançando um álbum a cada dois anos, desta vez, a banda trabalhou ao longo de 3 anos para este novo trabalho.
Mantendo-se fiel ao seu nome, "Goliath" é um álbum agressivo e cruel, produto de seus próprios obstáculos distintos. "Há muita raiva, mas também há muita escuridão neste disco, ele reflete o clima atual do mundo", comenta Maurizio Iacono. "GOLIATH é um álbum que busca questionar em profundidade as coisas que estão acontecendo em escala global e dentro da sociedade em si, você está tranquilo com tudo isso que vê?"
Com os seus dois primeiros singles, o KATAKLYSM socou a cara da sociedade, contando uma história concisa relacionada aos eventos atuais que estão acontecendo ao redor do mundo. ’Bringer Of Vengeance’ abre com guitarras drop tune e leva o ouvinte a uma jornada misturando componentes modernos de Metal e Djent que são sobrepostos ao som tradicional do KATAKLYSM. Já o single ’Die As A King’ é a prequela de ’Bringer Of Vengeance’ e é a atualização moderna do encontro do Death Metal tradicional com uma música mais cativante. Enquanto que a faixa ’Dark Wings Of Deception’ oferece guitarras galopantes mais tradicionais sobre um trabalho de bateria no estilo Thrash/Punk e alguns tons Black Metal.
Maurizio acrescenta: "Estão acontecendo coisas estranhas ao redor do mundo, há muita disfunção. E este álbum tem esse sentimento agressivo e cruel. É também sobre lutar, levantar-se mesmo que às vezes pareça impossível fazê-lo ... um moderno David versus Golias: lutando pelo que é certo por você e pelas pessoas que você ama. O álbum meio que tem esse tipo de alcance geral"."Goliath" foi gravado em três estúdios: JFD Studios (Dallas, Texas), Studio City (Califórnia, Los Angeles) e The Cabin (Orlando, Flórida) e foi produzido e projetado por J-F Dagenais. Para a mixagem e masterização, a banda chamou novamente o engenheiro Chris Clancy que foi auxiliado por Colin Richardson. A arte da capa exigia uma imagem que capturasse devidamente o tema icônico da batalha de Davi contra Golias que ecoa ao longo do álbum e que combina perfeitamente com o poder da música. Por esse motivo, a banda contratou o renomado artista Eliran Kantor (Testament, Fleshgod Apocalypse) que conseguiu criar uma arte com a sensação sombria de desconforto que foi sentida durante a composição e gravação do álbum, pegando o olhar do KATAKLYSM e dando a ela um filtro macabro.
Poucas bandas alcançaram o que o KATAKLYSM conseguiu em sua longa e rigorosa carreira, mas o que realmente o diferencia das massas é ver o mundo com olhos honestos e criar a paisagem musical perfeita para descrevê-lo. Com este novo álbum, o KATAKLYSM nos entrega um álbum ingênuo, mas ao mesmo tempo agressivo, em uma época de tantas incertezas. "Goliath" é a resposta da banda ao tipo de mídia que nos é imposta de ambos os lados e surge com essa voz e identidade que os tornou uma das grandes figuras do Death Metal mundial.
TRACK LIST
1. Dark Wings Of Deception
2. Goliath
3. Die As A King
4. Bringer Of Vengeance
5. Combustion
6. f r o mThe Land Of The Living To The Land Of The Dead
7. The Redeemer
8. Heroes To Villains
9. Gravestones & Coffins
10. The Sacrifice For Truth
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Após quase duas décadas de brutalidade implacável e evolução sonora, o KATAKLYSM cravou mais um marco em sua trajetória com o lançamento de "Heaven?s Venom" em 2010 ? um álbum que sintetiza tudo o que tornou os canadenses uma referência no death metal mundial.
Fundada em 1991 no Canadá, a banda KATAKLYSM iniciou sua ascensão rumo ao topo com o agora clássico EP "The Mystical Gate Of Reincarnation", em 1994. Os seus amplamente aclamados sucessores, "Sorcery" (1995) e "Temple Of Knowledge" (1996), deixaram a cena do death metal sem fôlego com sua abordagem brutal, técnica e sofisticada.
A banda seguiu lançando álbuns de alta qualidade como "Victims Of This Fallen World" (1998) e "The Prophecy" (2000). Mas foi no ano de 2001 que ocorreram grandes mudanças: "Epic (The Poetry Of War)" combinou o lado brutal da banda e sua marca registrada ? os blastbeats ? com ganchos e melodias marcantes. O hino ’Manipulator Of Souls’ é a prova incontestável disso. E, o agora clássico álbum, "Shadows & Dust" (2002) fez a base de fãs crescer ainda mais.
O crescimento da banda continuou firme e forte com os álbuns "Serenity In Fire" (2004), "In The Arms Of Devastation" (2006) e "Prevail" (2008).
Após a edição de turnê de "Prevail" em 2010, o KATAKLYSM mergulhou de cabeça em um projeto que viria a se tornar outro clássico da banda: "Heaven’s Venom". O álbum traz todos os elementos que definem os canadenses ? blastbeats brutais, grooves pesados, vocais ferozes, riffs insanos e melodias arrebatadoras com influência escandinava (vide a faixa ’At The Edge Of The World’). E quem consegue resistir aos ganchos contagiantes do hino ’Push The Venom’?
Produzido pelo guitarrista da banda, JF Dagenais, e mixado pelo renomado produtor e engenheiro de som dinamarquês Tue Madsen, "Heaven’s Venom" preparou o terreno para os tempos gloriosos que se sucederam no caminho da banda favorita do Canadá.
LIBERTE-SE DA TOXICIDADE!
TRACKLIST:
1. A Soulless God
2. Determined (Vows Of Vengeance)
3. Faith Made Of Shrapnel
4. Push The Venom
5. Hail The Renegade
6. As The Wall Collapses
7. Numb And Intoxicated
8. At The Edge Of The World
9. Suicide River
10. Blind Saviour
FORMAÇÃO:
Maurizio Iacono - Vocal
Jean-François Dagenais - Guitarra
Stéphane Barbe - Baixo, Guitarra
Max Duhamel - Bateria
Lançado em 2004, "Serenity In Fire" marcou um momento decisivo na trajetória do KATAKLYSM, consolidando ainda mais seu domínio sobre o death metal extremo e reafirmando sua identidade sonora.
Com este sétimo álbum de estúdio, a banda entrega uma obra explosiva, agressiva e feroz, mantendo a brutalidade do Northern Hyperblast enquanto aprimora sua musicalidade com composições afiadas e estruturas envolventes.
A presença do novo baterista Martin Maurais eleva a intensidade do álbum a um novo patamar. Com técnica apurada e uma velocidade absurda, sua performance redefine os conceitos de precisão e agressividade dentro do gênero.
Essa energia pulsante é refletida comm força em faixas como ’As I Slither’, que rapidamente se tornou um destaque nos shows ao vivo da banda, e ’For All Our Sins’, que conta com a participação especial de Peter Tägtgren (HYPOCRISY) nos vocais?criando um dos momentos mais marcantes do álbum.
Desde a primeira faixa até seu encerramento, "Serenity In Fire" mantém um ritmo implacável, combinando riffs cortantes, mudanças de tempo dinâmicas e um trabalho vocal visceral de Maurizio Iacono, que conduz cada música com fúria e intensidade marcantes.
Músicas como ’Under The Bleeding Sun’ e ’The Ambassador Of Pain’ mostram o KATAKLYSM em sua forma mais letal?misturando brutalidade pura com a dose certa de melodia e atmosfera envolvente.
Após o enorme sucesso de "Shadows & Dust", lançado dois anos antes, o desafio do KATAKLYSM era superar a si mesmo ? e "Serenity In Fire" prova que a banda não apenas conseguiu isso, como elevou ainda mais seu próprio nível.
Com este álbum, o grupo reafirma sua posição de destaque no metal extremo mundial, entregando uma obra poderosa, coesa e implacável, sem faixas ou momentos descartáveis.
"Serenity In Fire" é mais do que um simples álbum de death metal ? é uma prova definitiva da força, experiência e evolução do KATAKLYSM ao longo dos anos.
Um disco brutal e energético, que continua sendo referência dentro do gênero e uma peça essencial para qualquer fã do metal extremo. Sem dúvidas, um dos grandes clássicos do gênero.
TRACKLIST:
1. The Ambassador Of Pain
2. The Resurrected
3. As I Slither
4. For All Our Sins
5. The Night They Returned
6. Serenity In Fire
7. Blood On The Swans
8. 10 Seconds f r o mThe End
9. The Tragedy I Preach
10. Under The Bleeding Sun
FORMAÇÃO:
Maurizio Iacono - Vocal
Jean-François Dagenais - Guitarra
Stéphane Barbe - Baixo
Martin Maurais - Bateria
Lançado em 2002, "Shadows & Dust" é o sexto álbum de estúdio do KATAKLYSM e representou um novo e desafiador capítulo para o metal extremo, consolidando a banda como uma das forças mais brutais e inovadoras do gênero.
Após anos de evolução, experimentação e domínio técnico, o grupo canadense atingiu seu ápice criativo com este álbum, entregando uma obra intensa, feroz e carregada de poder destrutivo.
Com produção impecável e uma abordagem destruidora, "Shadows & Dust" equilibra agressividade e musicalidade de forma magistral. Desde os primeiros segundos do álbum, fica claro que esta não é apenas mais uma adição ao catálogo da banda ? é um verdadeiro manifesto brutal, uma declaração de guerra contra qualquer traço de mediocridade sonora.
Com guitarras cortantes, bateria explosiva e uma parede de vocais devastadores, o disco se firma como um dos lançamentos mais icônicos do death metal moderno.
Músicas como ’Face The Face Of War’, ’Years Of Enlightment / Decades In Darkness’ e ’Centuries (Beneath The Dark Waters)’ demonstram o KATAKLYSM em sua forma mais letal, transitando entre velocidade brutal e um peso esmagador, sem concessões. Cada faixa contribui para a atmosfera intensa do álbum, onde caos reina, mas encontra equilíbrio na melodia se encontram em perfeita sintonia?uma das características mais marcantes da banda.
Mais do que um álbum de death metal, "Shadows & Dust" é um testemunho da resiliência e evolução do KATAKLYSM. Com turnês em dezenas de países, reconhecimento global e uma base de fãs cada vez maior, este lançamento provou que a experiência e a paixão pela música extrema são os elementos que definem os grandes líderes dentro de um gênero tão exigente.
O KATAKLYSM não apenas entregou um álbum poderoso ? eles redefiniram os padrões de brutalidade e musicalidade dentro do death metal. Esta é a verdadeira essência da banda, destilada em uma obra-prima que continua sendo uma referência essencial para qualquer fã do metal extremo.
TRACKLIST:
1. In Shadows & Dust
2. Beyond Salvation
3. Illuminati
4. Chronicles Of The Damned
5. Bound In Chains
6. Where The Enemy Sleeps
7. Centuries (Beneath The Dark Waters)
8. Face The Face Of War
9. Years Of Enlightment / Decades In Darkness
FORMAÇÃO:
Maurizio Iacono - Vocal
Jean-François Dagenais - Guitarra
Stéphane Barbe - Baixo, Guitarra (faixa 9)
Max Duhamel - Bateria
Lançado originalmente em 1995, "Sorcery" é o álbum de estreia do KATAKLYSM e um dos trabalhos mais marcantes do death metal canadense - uma peça essencial na história da banda.
Este álbum é um turbilhão de brutalidade técnica, vocais intensos e instrumentação feroz. Com Sylvain Houde nos vocais, "Sorcery" captura com perfeição a essência do caos e da agressividade que definiram o grupo em seus primeiros anos.
Max Duhamel entrega uma performance avassaladora na bateria, consolidando o estilo Northern Hyperblast com velocidade e precisão impressionantes. E os riffs sombrios e cortantes de Jean-François Dagenais, combinados com as linhas de baixo poderosas de Maurizio Iacono, fazem deste álbum um dos mais impactantes do gênero e da década. Canções como ’Mould in a Breed’ e ’Elder God’ demostram a complexidade e a brutalidade que tornaram o death metal do KATAKLYSM inconfundível e inimitável.
Além do álbum completo, esta edição traz o lendário EP "The Mystical Gate of Reincarnation", que inclui gravações de 1992 e apresenta o KATAKLYSM em sua forma mais crua e feroz.
O EP é uma evolução da demo "The Death Gate Cycle of Reincarnation" e adiciona a inédita ’The Orb of Uncreation’, onde Houde demonstra todo seu impressionante alcance vocal em death grunt, growl e gritos angustiantes. Instrumentalmente, o EP traz riffs brutais, melodias sombrias e um baixo poderoso e proeminente, garantindo uma experiência intensa para qualquer fã do gênero.
Para completar, esta edição inclui as faixas bônus: ’Eternal, I Reach Infinity’, ’Rays of Râ’ e ’L’Odyssée’, tornando este lançamento essencial para quem deseja explorar as raízes do KATAKLYSM e sua fase mais brutal e inovadora.
"Sorcery/ The Mystical Gate of Reincarnation" não só revive o espírito do passado da banda, como reafirma sua grandiosidade dentro do metal extremo.
TRACKLIST:
SORCERY:
1. Sorcery (Kataklysm Part II)
2. Mould in a Breed (Chapter I, Bestial Propagation)
3. Whirlwind of Withered Blossoms (Chapter II, Forgotten Ancestors)
4. Feeling the Neverworld (Chapter III, An Infinite Transmigration)
5. Elder God
6. Garden of Dreams (Chapter I, Supernatural Appearance)
7. Once... upon Possession (Chapter II, Legacy of Both Lores)
8. Dead Zygote (Chapter III, Dethroned Son)
9. World of Treason (Instrumental Vibrations)
THE MYSTICAL GATE OF REINCARNATION:
10. Frozen in Time (Chapter I: Will of Suicide)
11. Mystical Plane of Evil (Chapter II: Enigma of the Unknown)
12. Shrine of Life (Chapter III: Reborn Through Death)
13. The Orb of Uncreation
BONUS TRACKS:
14. Eternal, I Reach Infinity
15. Rays Of Râ
16. L’Odyssée
FORMAÇÃO:
Sylvain Houde - Vocal
Maurizio Iacono - Baixo, Backing Vocals
Jean-François Dagenais - Guitarra
Max Duhamel - Bateria
Após mais de duas décadas liderando a cena do metal extremo e consolidando-se como a principal exportação canadense em tudo que envolve peso e brutalidade, a banda de Montreal, o KATAKLYSM, demonstrou em 2013 que estava longe de desacelerar. Reconhecidos mundialmente pela proximidade com os fãs, a intensidade nos palcos e a precisão nos blast beats, o grupo reafirmou seu reinado como os incontestáveis Reis do Hyperblast do Norte com o lançamento de seu décimo segundo álbum de estúdio, o poderoso e já clássico "Waiting For The End To Come".
Buscando uma evolução sonora que refletisse sua trajetória e ousadia, o KATAKLYSM confiou a mixagem e masterização ao renomado produtor e engenheiro Zeuss (HATEBREED, SUFFOCATION, CHIMAIRA, ALL THAT REMAINS), nome conhecido pela habilidade de extrair potência e harmonia de bandas intensas e inovadoras.
"Sentimos que era hora de explorar novas possibilidades sonoras. Zeuss trazia a experiência certa e uma visão que se alinhava com o que queríamos para esse disco. Nosso objetivo era claro: elevar a força do KATAKLYSM a um novo patamar", comentava na época do lançamento o vocalista Maurizio Iacono.
Por sua vez, Zeuss também destacava a importância desta colaboração:
"Acompanhei a trajetória do KATAKLYSM por anos e, em 2013, nossas trajetórias finalmente se cruzaram. O resultado foi explosivo e marcante."
Para as gravações, a banda recrutou o ex-baterista do NEURAXIS, Oli Beaudoin, que já havia se apresentado com o KATAKLYSM no cruzeiro 70000 Tons Of Metal em 2012. "O Oli entregou uma performance fenomenal e estava pronto para encarar esse novo desafio conosco", afirmava o guitarrista Jean-François Dagenais.
Sob a produção firme e experiente do guitarrista, "Waiting For The End To Come" marcou não apenas um novo capítulo na discografia da banda, mas também um ponto de virada criativa.
Mais do que um álbum, foi um manifesto brutal: o KATAKLYSM não apenas sobreviveu ao tempo ? eles o dominaram.
TRACKLIST:
1. Fire
2. If I Was God... I’d Burn It All
3. Like Animals
4. Kill the Elite
5. Under Lawless Skies
6. Dead & Buried
7. The Darkest Days of Slumber
8. Real Blood, Real Scars
9. The Promise
10. Empire of Dirt
11. Elevate
FORMAÇÃO:
Maurizio Iacono - Vocal
Jean-François Dagenais - Guitarra
Stéphane Barbe - Baixo, Guitarra
Olivier Beaudoin - Bateria
Official 6-tape box with the early Black/Doom works from Swedens masters of nocturnal depression KATATONIA.
Housed in a heavy luxurious matte black casewrapped box with silver hot foil stamped printing.
This box is strictly limited to 1000 handnumbered and signed copies and includes:
Tape 1: A Sunset Choir for the Daylight Harvest (Re-recordings from the “Rehearsal ’92”)
Tape 2: Jhva Elohim Meth
Tape 3: Dance of December Souls
Tape 4: For Funerals to Come… (incl. “Scarlet Heavens”)
Tape 5: Brave Murder Day
Tape 6: Sounds of Decay
– massive hardcover-book with many unseen pictures and tons of new liner notes and interviews (Dan Swanö, Mikael Åkerfeldt, Fredrik Norrman, Roberto Mammarella, Tomas Nyqvist, Paul Groundwell and many more)
– metal-pin
– regular patche
– shaped backpatch
– flag
– 5 posters
– numbered certificate (signed by Blackheim and Lord Seth)
– “A Sunset Choir for the Daylight Harvest” contains both songs from the “Rehearsal ’92” which Blackheim and Lord Seth re-recorded and finalized exclusively for this box-set.
"Este é um projeto muito especial. Algo único, com muito potencial. O álbum é uma mistura de músicas pesadas, rápidas e melódicas." Max Cavalera (Soulfly)
A diversidade de subgêneros associados ao heavy metal e ao hardcore punk frequentemente resulta em colaborações pontuais, participações especiais e duetos. No entanto, raramente é formada uma banda completa com o propósito de se reunir em uma sala para ver o que acontece quando suas respectivas musas criativas dançam, colidem ou se entrelaçam.
Amigos de longa data, Max Cavalera (Soulfly, Cavalera Conspiracy) e Greg Puciato (The Dillinger Escape Plan) passaram três dias intensivos juntos no deserto, desenvolvendo mais de uma dúzia de demos. Eles usaram a mesma máquina de ritmo e gravador de quatro canais que Max utilizou para trabalhar no clássico "Chaos A.D." do Sepultura, entre outros. Após recrutar o baterista Dave Elitch (ex-The Mars Volta) e o baixista/vocalista Troy Sanders (Mastodon), o KILLER BE KILLED tornou-se uma verdadeira banda em uma pequena sala de ensaio.
Depois de alguns ensaios no Condado de Orange no início de 2013, os quatro se reuniram novamente no The Fortress no outono estadunidense, sob a supervisão do renomado produtor Josh Wilbur (Lamb Of God, Gojira, Steve Earle). Ele também contribuiu para o álbum de estreia, colaborando na troca de letras e títulos de músicas diretamente no local com Cavalera, Sanders e Puciato. Esse processo criativo, sem dúvida, inspirará outros músicos de heavy metal a colaborar com mais frequência, em um espírito comunitário semelhante ao visto em gêneros como jazz e hip-hop.
O conjunto agressivo de músicas varia entre brutalidade percussiva que incita multidões, carnificina visceral de shows de porão e ganchos melódicos fora do convencional. O álbum reflete a história do metal por meio de um prisma único, evocando a agressividade crua dos primórdios do Sepultura, como "Morbid Visions" e "Schizophrenia", combinando com a abordagem progressivamente esotérica e xamanística do Mastodon e a dissonância caracteristicamente caótica do The Dillinger Escape Plan. Ele apresenta uma estrutura mais tradicional do que a maioria dos trabalhos pelos quais os membros são conhecidos, sustentada por uma performance de bateria implacável, cheia de precisão, potência e groove.
TRACK LIST:
1. Wings Of Feather And Wax
2. Face Down
3. Melting Of My Marrow
4. Snakes Of Jehovah
5. Curb Crusher
6. Save The Robots
7. Fire To Your Flag
8. I.E.D.
9. Dust Into Darkness
10. Twelve Labors
11. Forbidden Fire
FORMAÇÃO:
Greg Puciato - Vocal, Guitarra
Max Cavalera - Vocal, Guitarra
Troy Sanders - Baixo, Vocal
David Elitch - Bateria, Percussão
Peso, velocidade e melodia se encontram no som avassalador do KILLER BE KILLED, uma banda que carrega em sua essência a mistura de Thrash Metal com influências de Punk e Hardcore. Com uma discografia ainda enxuta, mas de grande impacto, o grupo já vem deixando sua marca no cenário da música extrema.
O KILLER BE KILLED ostenta um diferencial raro: três dos vocais mais icônicos do gênero, que dividem igualmente a função de frontman. Sem amarras e sempre inovadores, cada um dos vocalistas traz à banda a influência de suas trajetórias individuais, somando forças ao lado de um dos bateristas mais admirados da cena.
O álbum de estreia autointitulado, lançado em 2014, foi um verdadeiro golpe na ideia tradicional de "superbanda", apresentando uma identidade própria e marcante. Seis anos depois, "Reluctant Hero" veio para reforçar essa missão e expandir os horizontes criativos da banda.
Com uma abordagem intensa e carregada de groove, o KILLER BE KILLED transita entre momentos quase esotéricos e explosões sonoras brutais. Como o disco anterior, "Reluctant Hero" foi produzido e mixado na Califórnia por Josh Wilbur (Lamb Of God, Megadeth, Gojira), entregando um trabalho feroz, onde brutalidade e melodia se equilibram de forma única.
Nem mesmo a pandemia freou a energia da banda. Em meio ao caos mundial, os músicos decidiram compor e gravar o segundo álbum em total segredo, consolidando um novo capítulo em sua trajetória. "Reluctant Hero" representa uma declaração poderosa do propósito do KILLER BE KILLED e traduz a sintonia perfeita entre seus integrantes.
Aqui, a regra é clara: quando o KILLER BE KILLED entra em ação, o "assassino será assassinado".
TRACK LIST:
1. Deconstructing Self-Destruction
2. Dream Gone Bad
3. Left Of Center
4. Inner Calm f r o mOuter Storms
5. Filthy Vagabond
6. f r o mA Crowded Wound
7. The Great Purge
8. Comfort from Nothing
9. Animus
10. Dead Limbs
11. Reluctant Hero
FORMAÇÃO:
Max Cavalera - Vocal, Guitarra
Greg Puciato - Vocal, Guitarra
Troy Sanders - Vocal, Baixo
Ben Koller - Bateria
RODUTO NACIONAL - EMBALAGEM EM JEWELBOX (CAIXA ACRÍLICA+LUVA) LANÇAMENTO MUNDIAL 2002
The Revenge é o décimo álbum de estúdio da banda dinamarquesa de heavy metal King Diamond, lançado em 29 de janeiro de 2002, e é um sucessor do álbum Abigail de 1987.
Track list:
1.Spare This Life
2.The Storm
3.Mansion in Sorrow
4.Miriam
5.Little One
6.Slippery Stairs
7.The Crypt
8.Broken Glass
9.More than Pain
10.The Wheelchair
11.Spirits
12.Mommy
13. Sorry Dear
Official 7-tape box with the complete work from 1986-1990 from the danish masters of occult Heavy Metal KING DIAMOND.
Housed in a heavy luxurious matte black canvas casewrapped box with silver hot-foil stamped printing.
This box is strictly limited to 1000 copies only and includes the 7 tapes, a booklet, 2 posters, a big shaped backpatch, a regular patch, a big flag and a metal-pin.
1. Fatal Portrait
2. Abigial
3. “Them”
4. The Dark Sides
5. Conspiracy
6. The Eye
7. In Concert 1987: Abigail
Gênero: Folk Metal
SOBRE O ÁLBUM:
Vamos começar com uma metáfora: imagine aquele momento maravilhoso em que você está percorrendo caminhos familiares nas profundezas de uma floresta. Os bons espíritos da majestosa mata penetram no mais íntimo do seu ser e o libertam do mundo sombrio de algum lugar distante. Então, de repente, você pisca e fica maravilhado: todos esses tocos de troncos antigos ou aquele aglomerado de pedras cobertas de musgo sempre estiveram lá?
São exatamente esses sentimentos que você terá quando entrar no fascinante mundo do novo álbum de estúdio das superestrelas finlandesas do Folk Metal, o KORPIKLAANI. Superestrelas? Sim, porque que mais você pode dizer sobre esses caras extraordinários que nos ofereceram muitas músicas inesquecíveis e tantas outras coisas?
A vivaz e sempre audaciosa agrupação, fundada pelo xamã que habita o coração de Jonne Järvelä (vocal/guitarra) em 2003, foi capaz de criar um estilo facilmente reconhecível ao longo das últimas duas décadas. Na verdade, algo bem raro no mundo da música mais pesada do século XXI.
"Rankarumpu" não vai te decepcionar, nem você nem ninguém: o décimo segundo álbum de estúdio do KORPIKLAANI está mais uma vez repleto daquele Folk Metal de sabores bem conhecidos, mas também oferece alguns novos temperos. Talvez os antigos deuses da música radiante tenham decidido abençoar seus próprios filhos com alguns novos e milagrosos extratos místicos?
"Assim que começo a escrever algo novo, o material encontra sempre o seu próprio caminho sem qualquer forçação, esse material vem de algum lugar dentro de mim, de forma completamente natural", começa Jonne Järvelä.
"De qualquer forma, quando comecei a compor o material para ’Rankarumpu’, estabeleci um objetivo. Alguns dos álbuns anteriores, especialmente ’Kulkija’ (2018), foram um pouco mais lentos como um todo, então desta vez eu queria me beneficiar de um ritmo um pouco mais rápido. Um pouco como o antigo Korpiklaani".
É exatamente sobre tudo isso que se trata "Rankarumpu". Claro, o KORPIKLAANI às vezes desacelera e fica seriamente emocional, mas na maior parte, "Rankarumpu", como um todo, provavelmente é o álbum mais cativante da banda até o momento e realmente avança em um ritmo muito mais rápido.
"O primeiro que terminei foi a faixa anti-guerra ’Tapa sen kun kerkeet’. Bem, adivinha só! É uma música no estilo Korpiklaani, rápida e com um refrão cativante. Quando eu tinha a música em minhas mãos, todos nós - o guitarrista Cane, o baixista Jarkko Aaltonen, o baterista Samuli Mikkonen, o acordeonista Sami Perttula e o violinista Olli Vänskä - sabíamos que estávamos indo na direção correta".
"Na fase seguinte de composição, trouxemos muitos outros temperos para a nossa velha mesa de carvalho. Por exemplo, a música ’Viikatelintu’ tem alguns ângulos emocionantes que nunca experimentamos antes. É uma música parecida com uma balada com uma calma melodia vocal - rara neste disco! Mas se você ouvir o fundo da música... Tem muita coisa acontecendo lá!""Falando em outras novas ? ou "novas velhas" ? vibes, ’Saunaan’ é um exemplo perfeito. Alguns de vocês já devem saber, mas temos um novo membro, Olli Vänskä (ex-Turisas), e ele veio correndo para a banda. Além de outras coisas ótimas, ele escreveu "Saunaan", que em muitos aspectos soa como o Korpiklaani da velha escola, só que melhor. Em outras palavras, Olli já me venceu com minhas próprias armas... Ha ha! E você quer saber? Eu adoro isso! É incrível ter cada vez mais forças musicalmente talentosas envolvidas!"
Há outros aspectos muito interessantes que podem ser encontrados em ’Saunaan’, já que Samuli Mikkonen (que se juntou à banda em 2019) escreveu a letra. E não são apenas palavras sem sentido: o que seria melhor para o KORPIKLAANI do que uma música cativante sobre uma sauna fumegante?
"Samuli é um músico extremamente talentoso e trouxe uma enorme energia nova para todo o grupo... E hoje ele também é uma parte importante da nossa equipe de compositores: além de escrever a letra de ’Saunaan’ e ’Kalmisto’, ele também trouxe ótimas melodias para esta última. Só me pergunto que outros talentos dele serão revelados mais tarde?", disse Järvelä rindo.
Quando falamos das letras de "Rankarumpu", chegamos a um fato digno de ser notado: pela primeira vez desde os primórdios da banda, Jonne Järvelä escreveu todas elas (exceto as duas já citadas).
"Meu querido amigo, Ville Sorvali, vocalista do Moonsorrow, uma vez me perguntou de forma sincera: ’Jonne, por que você não escreve mais letras? Você deveria voltar ao trabalho!" No começo, eu realmente não concordei, mas um pouco depois comecei a mudar de ideia. Então escrevi uma e depois outra... E realmente senti que tudo isso voltava a funcionar mesmo depois de um longo intervalo!"
Está claro que as novas letras do KORPIKLAANI mais uma vez abordam muitos temas finlandeses característicos, e muitas das histórias estão relacionadas a paisagens do norte, mitos antigos e assim por diante e, é claro, a ficar bêbado e ir à sauna. O que faz a diferença em relação aos anteriores álbuns é que as letras do líder do KORPIKLAANI definitivamente têm sua própria reviravolta característica.
"Há algumas razões para isso. Já faz um tempo que me mudei da cidade para o campo. Eu moro no meio de florestas, há muitos lagos lindos e assim por diante, e muitas das novas letras do Korpiklaani são diretamente inspiradas nessas paisagens maravilhosas. Já na música de abertura ’Kotomaa’, eu canto sobre "céus azuis e terras brancas nevadas". Não existe nada mais finlandês do que isso!", Järvelä sorri.
"De alguma forma, nestes tempos terríveis (você sabe muito bem o que quero dizer!), parece que nosso amado e livre país se sente mais querido do que nunca. Eu só quero compartilhar esses sentimentos com todos!""No entanto, não se trata apenas de contar histórias sobre a Finlândia, as nossas tradições, etc. Por exemplo, a faixa-título ’Rankarumpu’ é sobre nós: o Korpiklaani. É um tributo totalmente consciente a esta banda e aos todos os seus membros. Esta canção apenas resume o que é o Korpiklaani".
Uma das características mais maravilhosas de "Rankarumpu" está relacionada aos instrumentos folclóricos. Embora o KORPIKLAANI tenha feito uma ou talvez algumas (muitas) coisas inesquecíveis no reino chamado Folk Metal, desta vez o violino de Olli Vänskä e o acordeão de Sami Perttula podem e vão surpreender até os fãs mais acirrados.
"No geral, Rankarumpu é o nosso álbum mais cuidadosamente preparado. Relacionado a isto, me atrevo a dizer que os instrumentos folk nunca foram uma parte tão essencial para o nosso som", insiste Järvelä.
"Olli e Sami foram muito ativos nos processos de composição, pré-produção e gravação das músicas, e a intensidade do trabalho deles foi algo completamente novo para nós. Mais uma coisa sobre Olli: Rankarumpu é, obviamente, seu primeiro disco com o Korpiklaani, e ele realmente queria por todas as suas habilidades e energia neste álbum. E isso teve muitos resultados incríveis".
"Rankarumpu", assim como os dois álbuns anteriores, foi gravado e mixado pelo engenheiro e produtor Janne Saksa. Parece que a estreita colaboração entre a banda e Saksa atingiu um patamar totalmente novo com este álbum.
"Hoje em dia, Janne nos conhece perfeitamente e é capaz de destacar todos os nossos pontos fortes. Ele simplesmente fez um excelente trabalho em todos os aspectos possíveis. Quando você acrescenta o lendário engenheiro de masterização Svante Forsbäck, conhecido por seu trabalho com o Rammstein, entre outros, não há dúvida de que Rankarumpu é a gravação do Korpiklaani com melhor som até hoje".
TRACK LIST
1. Kotomaa
2. Tapa sen kun kerkeet
3. Aita
4. Saunaan
5. Mettään
6. Kalmisto
7. Rankarumpu
8. No perkele
9. Viikatelintu
10. Nouse
11. Oraakkelit
12. Harhainen höyhen
FORMAÇÃOJonne Järvelä » Vocal & Guitarra Acústica
Sami Perttula » Acordeão
Olli Vänskä » Violino
Jarkko Aaltonen » Baixo
Kalle "Cane" Savijärvi » Guitarra
Samuli Mikkonen » Bateria & Percussão
Gênero: Thrash Metal
SOBRE O ÁLBUM:
Após o lançamento do bem sucedido "Extreme Aggression" de 1989, os alemães do KREATOR podiam parecer estar em maus lençóis, porém, um ano depois eles lançariam "Coma Of Souls" que apresenta uma musicalidade estonteante, melodias bem escolhidas e uma complexidade em músicas como ’When the Sun Burns Red’, ’Angels of Brutality’ e a faixa-título que certamente emocionaram os amantes do Thrash tecnicamente proficiente.
Duas faixas em particular podem ser destacadas: a excelente ’People of the Lie’, cujo refrão é quase tão groovy e memorável para ser chamado de Thrash Metal, e a habilmente executada ’Terror Zone’, com seu ritmo anormalmente medido e uma intro melódica de morrer.
Também é digno de destacar a química instantânea entre o novo membro e ex-guitarrista do Sodom, Frank "Blackfire" Gosdzik, com o vocalista e colega das seis cordas Mille Petrozza. Blackfire já tinha gravado com a banda o álbum "Extreme Aggression", mas não foi creditado.
"Coma of Souls" seria o último álbum antes da banda começar a experimentar influências de outros gêneros musicais.
Um fato anedótico: Embora as letras do álbum não contenham palavrões, as cópias originais de "Coma of Souls" tinham o rótulo Parental Advisory na capa. As edições subsequentes do álbum não trazem mais este rótulo.
Relançamento remasterizado em VERSÃO DUPLA DIGIPACK com um show ao vivo gravado 6 de dezembro de 1990 em Stadthalle Fürth, Alemanha no CD 2.
TRACK LIST
CD1
1. When The Sun Burns Red
2. Coma Of Souls
3. People Of The Lie
4. World Beyond
5. Terror Zone
6. Agents Of Brutality
7. Material World Paranoia
8. Twisted Urges
9. Hidden Dictator
10. Mental Slavery
CD2
1. When The Sun Burns (Live in Fürth, Germany)
2. Betrayer (Live in Fürth, Germany)
3. Terrible Certainty (Live in Fürth, Germany)
4. Extreme Aggression (Live in Fürth, Germany)
5. Coma Of Souls (Live in Fürth, Germany)
6. People Of The Lie (Live in Fürth, Germany)
7. Choir Of The Damned (Live in Fürth, Germany)
8. The Pestilence (Live in Fürth, Germany)
9. Toxic Trace (Live in Fürth, Germany)
10. Drum Solo (Live in Fürth, Germany)
11. Terror Zone (Live in Fürth, Germany)
12. Pleasure To Kill (Live in Fürth, Germany)
13. Flag Of Hate (Live in Fürth, Germany)
14. Agents Of Brutality (Live in Fürth, Germany)
15. Riot Of Violence (Live in Fürth, Germany)
16. Tormentor (Live in Fürth, Germany)
FORMAÇÃOMille Petrozza » Guitarra, Vocal
Frank "Blackfire" Gosdzik » Guitarra
Rob Fioretti » Baixo
Jürgen "Ventor" Reil » Bateria
Gênero: Thrash Metal
SOBRE O ÁLBUM:
O quarto álbum de estúdio da lenda do Thrash Metal alemão KREATOR, intitulado "Extreme Aggression", traz uma banda determinada para continuar o seu domínio na cena do Metal.
Lançado originalmente em 1989, "Extreme Aggression" apresenta um trabalho de cordas da dupla Petrozza (guitarra)/Fioretti (baixo) mais forte do que nunca e um trabalho de bateria enorme de Reil que se mostra implacável e melhorando a cada música. Realmente este álbum é um pacote único repleto de riffs e performances vigorosos.
Embora a banda já tivesse ganhado um número considerável de seguidores nos EUA devido à sua turnê de 1988 com a banda de crossover Thrash D.R.I., este álbum apresentou o KREATOR a muitos fãs americanos, principalmente através da forte rotação do videoclipe ’Betrayer’ no programa Headbangers Ball da MTV.
A arte original do álbum era a de um homem parado em frente ao espelho do banheiro olhando para o reflexo de seu rosto caindo, expondo o demônio mascote do KREATOR por baixo. No entanto, foi rapidamente substituído por uma nova arte, retratando uma imagem da banda na frente de um fundo laranja.
Um fato anedótico: "Extreme Aggression" foi inicialmente gravado na Alemanha, mas essas fitas foram abandonadas, com o vocalista Mille Petrozza expressando frustração com o guitarrista da banda, Jörg "Tritze" Trzebiatowski. Petrozza mudou o projeto para Los Angeles, nos EUA, substituindo Tritze pelo guitarrista do Sodom, Frank "Blackfire" Gosdzik. Tritze foi creditado como guitarrista do "Extreme Aggression", mas suas contribuições não foram incluídas no álbum, e ele deixou a banda após seu lançamento. Blackfire deixou o Sodom e se juntou ao KREATOR.
Relançamento remasterizado em VERSÃO DUPLA DIGIPACK com um show ao vivo gravado em 1990 em Berlim Oriental no CD 2.
TRACK LIST
CD1
1. Extreme Aggression
2. No Reason To Exist
3. Love Us Or Hate Us
4. Stream Of Consciousness
5. Some Pain Will Last
6. Betrayer
7. Don?t Trust
8. Bringer Of Torture
9. Fatal Energy
CD2
1. Some Pain Will Last (Live In East Berlin 1990)
2. Extreme Aggression (Live In East Berlin 1990)
3. Under The Guillotine (Live In East Berlin 1990)
4. Toxic Trace (Live In East Berlin 1990)
5. Bringer Of Torture (Live In East Berlin 1990)
6. Pleasure To Kill (Live In East Berlin 1990)
7. Flag Of Hate (Live In East Berlin 1990)
8. Terrible Certainty (Live In East Berlin 1990)
9. Riot Of Violence (Live In East Berlin 1990)
10. Love Us Or Hate (Live In East Berlin 1990)
11. Behind The Mirror (Live In East Berlin 1990)
12. Betrayer (Live In East Berlin 1990)
13. Awakening Of The Gods (Live In East Berlin 1990)
14. Tormentor (Live In East Berlin 1990)
FORMAÇÃOMille Petrozza » Guitarra, Vocal
Frank "Blackfire" Gosdzik » Guitarra [não creditado]
Rob Fioretti » Baixo
Jürgen "Ventor" Reil » Bateria