Gênero: Thrash Metal/Crossover
SOBRE O ÁLBUM:
Formado em 2001 na Virgínia, Estados Unidos, o MUNICIPAL WASTE é conhecido pelo seu som rápido e agressivo e as suas letras bem-humoradas, muitas vezes focando em temas como festas, skate e várias referências à cultura pop. O grande mérito da banda é ter conseguido criar um som próprio com todas as influências de bandas clássicas do Thrash Metal, como Slayer, D.R.I. e Nuclear Assault, porém, imprimindo à sua música uma abordagem moderna e enérgica.
Já com o seu álbum de estreia lançado em 2003, "Waste ’Em All" (que leva esse nome como uma homenagem ao álbum de estreia do Metallica, "Kill ’Em All"), o MUNICIPAL WASTE ganhou um grande reconhecimento com o seu Thrash cru e intenso, estabelecendo-os como uma força proeminente dentro do renascimento do gênero. O álbum recebeu inúmeras críticas positivas e ajudou a banda a construir uma grande e fiel base de fãs.
E em 2023, depois de 20 anos do seu lançamento, o álbum finalmente ganha a sua merecida reedição com nova masterização!
TRACK LIST
1. The Executioner (Intro)
2. Sweet Attack
3. Mutants Of War
4. Knife Fight
5. Drunk As Shit
6. Death Prank
7. Substitute Creature
8. Waste ’Em All
9. Toxic Revolution
10. I Want To Kill The President
11. Thrash?! Don’t Mind If I Do
12. Dropped Out
13. Blood Hunger
14. Jock Pit
15. The Mountain Wizard
16. (Hidden Track)
FORMAÇÃOTony » Vocal
Brandon » Bateria
Ryan » Guitarra
Andy » Baixo
M.D.K. / EXPURGO: Split CD.
Lançamento da Rotten Foetus Records em 2011.
Split CD que reúne duas das melhores bandas grinders do mundo.
M.D.K. com 08 faixas todas vomitadas em Português e Expurgo com mais 12 faixas, incluindo uma cover da banda Gore Beyond Necropsy.
Um super encarte de 12 por 48.
Gênero: Doom Metal
SOBRE O ÁLBUM:
Alguns anos atrás, a carreira do MY DYING BRIDE quase chegou ao fim. Após o aclamado álbum "Feel the Misery" de 2015, a filha do vocalista Aaron Stainthorpe, na época com apenas cinco anos, foi diagnosticada com câncer. Chocado e com o coração partido, Stainthorpe suspendeu todas as atividades da banda para focar toda sua energia em erradicar o que ele chamava de "a mais cruel e desalmada das amargas criações de Deus". Mas não foi só isso que a banda teve que enfrentar. Em 2018, o guitarrista Calvin Robertshaw enviou uma mensagem avisando da sua saída sem nenhuma explicação adicional. E logo depois que o MY DYING BRIDE se reagrupou após a magnifica notícia que a filha do vocalista estava livre do câncer veio outra bomba: o baterista Shaun Taylor-Steels também resolveu deixar a banda. Mas o MY DYING BRIDE não se abalou, seguiu em frente, superou a crise e entrou em estúdio para gravar sua mais nova obra-prima "The Ghost of Orion", para alegria de todos os seus leais fãs ao redor do mundo.
"Tínhamos tudo em contra, mas conseguimos sair com a cabeça erguida. Isso prova que os desafios, que são muitos, de estar em uma banda podem ser superados. Superamos tudo! Desde o câncer e a saída dos membros até a sensação de que toda esperança foi perdida no estúdio. [...] Nós fomos fortes. Nós continuamos em frente. E a prova, felizmente, está prestes a ser lançada. Não há como parar o MY DYING BRIDE", diz Stainthorpe com seu forte sotaque de Yorkshire.
O MY DYING BRIDE foi formado no agonizante verão europeu de 1990 por Stainthorpe e o guitarrista Andrew Craighan. Com os seus quase 30 anos de carreira, a banda se transformou em um fenômeno mundial graças a clássicos como "Turn Loose the Swans" (1993), "The Angel and the Dark River" (1995), "Like Gods of the Sun" (1996), "34.788%... Complete" (1997), "The Dreadful Hours" (2001) e "A Map of All Our Failures" (2012) que tornaram-se uma fonte de esperança para os tristes e desanimados. De fato, poucas bandas nos anos 90 soavam como os britânicos.
"Concordo que o MY DYING BRIDE era, ou melhor, é algo único", diz Stainthorpe. "[...] No entanto, para »The Ghost of Orion«, queríamos algo diferente das coisas que fizemos antes. Ainda é o MY DYING BRIDE. É pesado como o inferno. Porém, é mais fácil de ouvir. Ousamos dizer que temos momentos cativantes em »The Ghost of Orion«. Portanto, queríamos uma abordagem mais fácil de ouvir do que apenas sufocar as pessoas com uma miséria extrema e sem motivo. Tentamos tornar o MY DYING BRIDE um pouco mais acessível"
Assim como aconteceu com o anterior álbum, "Feel the Misery", Craighan se isolou e cuidou do processo de composição do novo álbum sozinho.
Enquanto as circunstâncias eram semelhantes (o guitarrista Hamish Hamilton Glencross saiu em 2014 e Roberts em 2018), o ambiente geral era algo muito diferente. O guitarrista não pôde contar com ninguém para ajudá-lo. Nem a baixista Lena Abé que estava de licença maternidade. Nem, claro, o seu parceiro Stainthorpe que estava focando todas suas forças e energias na luta contra o câncer da sua filha. Talvez por isso Craighan compôs músicas tão arrasadoras como ?Your Broken Shore?, ?To Outlive The Gods?, ?The Solace? (com a participação de Lindy-Fay Hella, vocalista do WARDRUNA) e ?The Old Earth?. O resto, como dizem, é história.
O título, "The Ghost of Orion", teve suas origens nos rabiscos delirantes sob efeito de vinho de Stainthorpe. Entre eles estava escrita a frase A Ghost Crawls from the Mouth of Orion [em tradução livre: Um fantasma rasteja da boca de Órion] e Stainthorpe e Craighan ficaram impressionados com a qualidade cinematográfica da frase, mas não tinham certeza de como ela se desenrolaria verbalmente. Então, eles começaram a editá-la até chegar ao simples, mas não menos sentimental, "The Ghost of Orion". Quanto ao seu significado, Stainthorpe está naturalmente deixando à livre interpretação do leitor/ouvinte.
A saída do baterista Taylor-Steels nas vésperas de entrar no estúdio do produtor e engenheiro de som Mark Mynett, poderia ter paralisado ao MY DYING BRIDE, mas felizmente isto não aconteceu. Por sorte, o ex baterista do Paradise Lost Jeff Singer já tinha sua bateria estava montada no estúdio e estava disponível para tirar à banda desta enrascada. Então, de dezembro de 2018 a agosto de 2019, o MY DYING BRIDE, já com Singer na bateria, gravou "The Ghost of Orion" com Mynett, pela primeira vez, no comando dos controles. E ele estava totalmente preparado para isso, pois além das suas habilidades na mesa de som, ele é também um grande fã do MY DYING BRIDE. De fato, as sessões para a maioria da banda foram rotineiras e até inesperadamente rápidas, exceto para Stainthorpe para quem o tempo de gravação foi torturante.
"A gravação foi cansativa", diz Stainthorpe. "Todos os dias havia algo errado. Eu não conseguia voltar aos eixos. Eu estava cantando os vocais de forma errada. Eu tinha que ser corrigido todos os dias, em todas as músicas, em todas as linhas das canções. Era como ser espancado. Houve um momento, na metade do processo, que pensei: ?Eles vão precisar de outro vocalista. Eu simplesmente não posso mais fazer isso. Não sei onde estou?. Depois de tudo o que passei, não sabia mais como cantar no MY DYING BRIDE. O que quero dizer é que nós estávamos nisso já três semanas e ainda estávamos na primeira música! Eu tinha perdido o jeito. Eu ficava sentado na cabine, suando como um louco, olhando fixamente para o teto, pensando: ?Para onde foi a diversão de estar em uma banda?? Eu estava realmente odiando tudo isso. Se eu soubesse o que estava fazendo, terminaríamos o álbum a tempo".
Mas a adversidade foi superada. De inseguranças dentro do estúdio, integrantes indo embora a ter que lidar com familiar doente, os britânicos conseguiram superar tudo. Com uma excelente arte de capa, encomendada Stainthorpe e feita por Eliran Kantor (Fleshgod Apocalypse, Ex Deo) e 11 faixas, "The Ghost of Orion" coloca o MY DYING BRIDE de volta no trono do doom-death metal. De fato, eles nunca soaram melhor. Desde a tristeza em ?Your Broken Shore? e a mortal ?A Secret Kiss? até a sombria e épica de 10 minutos ?The Old Earth?, "The Ghost of Orion" é o resultado de uma banda vibrante e criativa que não descansa nas suas glórias passadas.
E a história vai continuar...
TRACK LIST
1. Your Broken Shore
2. To Outlive The Gods
3. Tired Of Tears
4. The Solace
5. The Long Black Land
6. The Ghost Of Orion
7. The Old Earth
8. Your Woven Shore
SOBRE O ÁLBUM:
O ano de 2022 viu o retorno profano da banda alemã de metal extremo MYSTIC CIRCLE, após um hiato de 16 anos, com o seu oitavo álbum de estúdio autointitulado. Mas a inspiração continuou fluindo e, por esse motivo, os dois membros principais Beelzebub e Blackwar criaram nove novas faixas que estão no nono álbum de estúdio intitulado "Erzdämon"."Este novo álbumé uma continuação lógica e um desenvolvimento adicional do álbum anterior, mais detalhado e mais inclinado para o mundo do terror. Os temas satânicos e demoníacos foram combinados com lendas místicas de histórias antigas que farão seu sangue gelar. Musicalmente, isso é obtido com sons e samples novos e mais sombrios, bem como partes clássicas de heavy metal", explica a banda e descreve sua nova jornada como uma mistura dos seus clássicos "Drachenblut", "Infernal Satanic Verses" e o mais recente, "Mystic Circle". "Demos ao álbum um título em alemão porque queremos fechar o círculo e voltar aos nossos primeiros dias. ’Erzdämon’ soa poderoso e sublime e representa o álbum 100%".
Para a capa do álbum, a banda trabalhou novamente com Rafael Tavares, que como sempre apresentou uma capa perfeita. O trabalho de produção de Nils Lesser continua sendo exatamente como no álbum anterior: bombástico, brutal e massivo!
"O novo álbum contém as músicas mais rápidas, mas também as mais obscuras da história da banda", resume a banda.
"Erzämon" está disponível no Brasil pela parceria entre a brasileira Shinigami Records e a alemã Fireflash Records, subgravadora da também alemã Atomic Fire Records.
TRACK LIST
1. Erzdämon (Part 1)
2. f r o mHell
3. Unholy Trinity
4. The Scarecrow
5. Asmodeus And The Temple Of God
6. Welcome To The Midnight Mass
7. The Mothman
8. Skinwalker
9. The Princess Of The Deadly Sins (Erzdämon Part 2)
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