Poucas são as bandas internacionais que esgotam completamente a carga de ingressos todas as vezes que vêm ao Brasil. Os suecos do Opeth são uma delas. Sua sonoridade peculiar e inteligente tem cativado milhares de fãs ao redor do mundo desde o lançamento de seu primeiro álbum, em 1994.
Em OPETH: DO DEATH AO PROG, COMO AS FASES DA LUA, os autores Eugenio Crippa e Filippo Pagani esmiúçam todos os detalhes e peculiaridades da surpreendente carreira de três décadas do Opeth. Uma viagem pelas dificuldades, esforços, evoluções, controvérsias e merecidas conquistas de uma banda que, desde o início, fez questão de evoluir nos seus próprios termos, sem jamais sacrificar sua liberdade artística e espiritual.
Com mais de 500 páginas, uma vasta seleção de fotografias, imagens exclusivas, a edição brasileira de OPETH: DO DEATH AO PROG, COMO AS FASES DA LUA chega ao mercado em dois formatos:
- Formato econômico, em capa cartão com orelhas.
Gênero: Progressive/Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
Em 2019, os suecos do OPETH apresentavam seu mais recente álbum de estúdio intitulado "In Cauda Venenum" e certamente poucos trabalhos da banda foram tão envolventes, delicados, panorâmicos, intensos e musicais quanto este 13º álbum é.
"Este sou eu. Isto é OPETH", gritava naquela época o fundador, guitarrista e vocalista Mikael Åkerfeldt. E acrescentava: "Acho que agora os fãs reconhecerão, pelo menos isso espero, meu estilo de escrever, nosso som, o que fazemos como banda". Já sobre o título do álbum, ele explicou: "Eu sabia que queria um título em latim desde o início. Eu queria um título em latim que funcionasse para as duas versões. Não queria um título em sueco para a versão sueca e um título em inglês para a versão inglesa. [...] Mas acabou sendo mais difícil do que pensava. Em latim, uma palavra pode significar algo legal mas soar uma merda ou ser muito difícil de ler. Lembro que Travis e eu estávamos trabalhando na capa e tínhamos esse pequeno inseto, um escorpião, com as cinco cabeças dos membros da banda. Então, quando me deparei com a frase ’In Cauda Venenum’, pensei: ’Bem, isto é estranho. Aqui temos um escorpião e ’In Cauda Venenum’ tem relação com escorpiões. Além de ser uma frase legal, combina com a arte de capa e as letras. De muitas maneiras, as estrelas se alinharam com o título".
Versão em sueco e em inglês? Sim. Há uma versão especial de "In Cauda Venenum" que, além das versões em inglês no CD 2, traz as mesmas 10 faixas em sueco no CD 1. Embora um disco em língua sueca seja algo inusitado, aqui as músicas fluem naturalmente, especialmente na voz de Åkerfeldt. Como se os anos ouvindo e sendo fã do rock e hard rock sueco tivessem valido a pena. Mas as letras em sueco não devem distrair da qualidade apresentada nas novas músicas da banda. O novo álbum é complicado mas com aquela simplicidade característica do OPETH e mais uma vez conseguem encantar com deliciosas e melancólicas melodias. Simplesmente é apenas OPETH sendo OPETH.
Antes de tomar a decisão de escrever um álbum inteiro do OPETH em sueco, Åkerfeldt avaliou as vantagens e desvantagens, os riscos e os benefícios que um projeto ousado assim poderia trazer pois os fãs da banda são predominantemente de língua inglesa e apenas dois países, Suécia e Finlândia, falam, leem e/ou entendem o idioma sueco. Mas o músico não se deixou abater por isso e encarou o desafio. Porém, era óbvio que haveria uma edição em inglês.
Porém não é o idioma que vai enfeitiçar os ouvintes de "In Cauda Venenum". Desde a faixa de abertura ’Livet’s Trädgård’(’Garden of Earthly Delights’), passando pelas engenhosas, melancólicas, animadas e complicadas ’Svekets Prins’ (’Dignity’), ’Minnets Yta’ (’Lovelorn Crime’) e ’Banemannen’ (’The Garroter’), até a épica e que encerra o álbum ’Allting Tar Slut’(’All Things Will Pass?), "In Cauda Venenum" do OPETH é fascinante, como uma inédita trilha sonora de um filme que existe apenas na cabeça de Åkerfeldt e que seria dirigida pelo renomado cineasta alemão Werner Herzog.
Em 2022, a banda decidiu lançar uma edição estendida em digipack de "In Cauda Venenum" com novas ilustrações de Travis Smith no encarte e que, além das versões no idioma sueco e no idioma inglês, inclui um 3º CD com três faixas inéditas, todas elas tanto em sueco quanto em inglês.
TRACK LIST
CD 1 (Swedish Version)
1. Livets Trädgård
2. Svekets Prins
3. Hjärtat Vet Vad Handen Gör
4. De Närmast Sörjande
5. Minnets Yta
6. Charlatan
7. Ingen Sanning Är Allas
8. Banemannen
9. Kontinuerlig Drift
10. Allting Tar Slut
CD 2 (English Version)
1. Garden Of Earthly Delights
2. Dignity
3. Heart In Hand
4. Next Of Kin
5. Lovelorn Crime
6. Charlatan
7. Universal Truth
8. The Garroter
9. Continuum
10. All Things Will Pass
CD 3
1. The Mob
2. Width of a Circle
3. Freedom & Tyranny
4. Pöbeln
5. Cirkelns Riktning
6. Frihet & Tyranni
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Após o impacto inicial do EP de estreia, 1984 foi o ano em que o OSTROGOTH entrou de vez na sangrenta batalha pelo trono do heavy metal europeu. "Ecstasy & Danger" foi o primeiro álbum completo da banda, e trouxe consigo uma evolução musical notável. Com a chegada de Marc "Red Star" nos vocais, a banda ganhou uma profundidade dramática e uma nova dimensão melódica.
O álbum mergulha em dualidades: prazer e perigo, desejo e destruição, técnica e sentimento. As faixas são poderosas e memoráveis ? ’Queen of Desire’ exala sensualidade soturna, ’Scream Out’ é um hino de libertação metálica, e ’Catch the Sound’ revela o domínio absoluto da banda sobre seus instrumentos e sobre a atmosfera apresentada no disco.
O remaster de 2023 realça essas nuances. Agora, os vocais ganham clareza celestial, as guitarras estão afiadas como lâminas de cristal, e a bateria martela com precisão cirúrgica. O resultado não é apenas técnico ? é emocional. É como rever um velho amigo com uma nova luz, percebendo tudo que estava lá desde sempre... mas agora de forma mais intensa.
Entre êxtase e perigo, o OSTROGOTH construiu um templo ? e ele continua sagrado.
TRACKLIST:
1. Queen Of Desire
2. Ecstasy And Danger
3. A Bitch Again
4. Stormbringer
5. Scream Out
6. Lords Of Thunder
7. The New Generation
8. Do It Right
FORMAÇÃO:
Marc de Brauwer - Vocal
Mario Pauwels - Bateria
Hans van de Kerckhove - Guitarra
Rudy Vercruysse - Guitarra
Marnix van de Kauter - Baixo
Ao chegar em 1987, o OSTROGOTH enfrentava mudanças internas e externas. Novas formações, pressão criativa e um cenário metálico cada vez mais competitivo exigiam respostas à altura. E "Feelings Of Fury" foi essa resposta, um disco que uniu técnica apurada com uma entrega emocional intensa. O som tinha evoluído e ficou mais complexo, mais sombrio, mais contundente.
Nesse álbum, vemos um OSTROGOTH multifacetado: reflexivo em ’Night?s Illusions’, combativo em ’Battle For Rock’ e filosófico em ’What the Hell Is Going On’. Era a banda encarando sua própria trajetória, canalizando conflitos em hinos furiosos, sem perder o senso de melodia e construção épica.
A remasterização de 2023 revela camadas que antes se escondiam sob a produção limitada da época. Agora, a fúria tem forma cristalina, os sentimentos têm textura, e a intensidade é amplificada com fidelidade absoluta. É como ouvir o OSTROGOTH encarando seus fantasmas... e vencendo cada um deles.
Entre sentimentos e fúria, o OSTROGOTH ressurge ? maduro, poderoso e inesquecível.
TRACKLIST:
1. Conquest
2. The Introduction
3. Samurai
4. Love Can Wait
5. We Are The Ace
6. The Hunter
7. Get Out Of My Life
8. What The Hell Is Going On
9. Vlad Strigoi
FORMAÇÃO:
Mario Pauwels - Bateria
Kriss Taerwe - Teclados
Rudy Vercruysse - Guitarra
Pierre Villafranca - Baixo
Peter De Wint - Vocal
Juno Martins - Guitarra
Em meio à explosão da cena metálica europeia do início dos anos 1980, a Bélgica apresentou ao mundo uma banda que logo se tornaria referência: o OSTROGOTH. Com sua estreia em 1983, o EP "Full Moon’s Eyes", a banda trouxe quatro faixas capazes de enfeitiçar o underground, mesclando virtuosismo, fantasia e peso.
Mais do que um simples lançamento, "Full Moon’s Eyes" foi uma declaração de estilo e determinação. Os solos de guitarra viajavam por melodias épicas, os vocais carregavam um misto de mistério e força, e a produção ? crua, porém cativante ? posicionava o OSTROGOTH como um diamante bruto em meio ao cenário europeu dominado por nomes britânicos e alemães.
Em 2023, o EP ganhou nova vida com uma remasterização meticulosa que resgata a alma do original, trazendo todo o seu brilho sem perder o charme analógico. O som é mais limpo, mais amplo, mas a essência permanece: aquele chamado da lua cheia, aquele primeiro passo rumo à eternidade metálica.
A lua continua cheia ? e OSTROGOTH continua feroz.
TRACKLIST:
1. Full Moon’s Eyes
2. Heroes’ Museum
3. Paris By Night
4. Rock Fever
5. Ecstasy And Danger (1983 Demo Version)
FORMAÇÃO:
Red Star - Vocal
Bronco - Bass, Backing Vocals
Sphinx - Guitarra
Grizzly - Bateria, Percussão
White Shark - Guitarra
Em 1985, o OSTROGOTH decidiu mudar de marcha, mudar de direção ? deixando de lado os cenários épicos e adentrando o território urbano e direto do heavy metal mais afiado. "Too Hot" representa essa virada com audácia. Um disco mais quente, mais rápido e repleto de atitude: era hora de mostrar que OSTROGOTH também sabia queimar.
Canções como ’Shoot Down the Moon’ e ’Love It or Leave It’ não pedem licença: elas explodem em riffs provocadores e refrães que parecem ter sido criados para palcos e arenas. O groove aparece mais acentuado, e os vocais ganham um tom rebelde que dialoga com a juventude da época e seus desafios.
O remaster de 2023 respeita essa combustão. As faixas retornam com corpo, clareza e impacto. É um revival do fogo criativo, da urgência de se reinventar sem abandonar a alma. O OSTROGOTH mostra no álbum que sabia evoluir ? e que, mesmo em chamas, mantinha o controle da temperatura.
Em 2023, a chama reacendeu ? e "Too Hot" voltou para incendiar gerações.
TRACKLIST:
1. Too Hot
2. Shoot Back
3. Sign Of Life
4. The Gardens Of Marrakesh
5. Love In The Streets
6. Night Women (Don’t Like Me)
7. Endless Winterdays
8. Catch The Sound Of Peace
9. Halloween
FORMAÇÃO:
Rudy "White Shark" Vercruysse - Guitarra
Mario "Grizzly" Pauwels - Bateria
Marnix "Bronco" van de Kauter - Baixo
Marc "Red Star" de Brauwer - Vocal
Hans "Sphinx" van de Kerckhove - Guitarra
Sétimo álbum da banda brasileira de Pagan Black/Black Metal, lançado em 2025, em parceria com as gravadoras Heavy Metal Rock / Urubuz Records / Classic Metal Records.
Conta com participações especiais de músicos como Lord Vlad (Malefactor), Thiago Caronte (Velho), Davi Sterminiun (Gangrena Gasosa), Thiago Barbosa (Ereboros) e Guilherme Siervi.
Quinto álbum da banda brasileira de Pagan Black/Black Metal, lançado em 2023 em parceria com selo Heavy Metal Rock Records. Com participação de Renato Trevas (Azul Limão), na faixa “Stone Eyes”.
CD Simples (Caixa Acrílica)
Ano: 2023
País: Brasil
Ano de Formação: 2004
Procedência: Nacional
Gravadora: Heavy Metal Rock Records / Classic Metal / Urubuz Records
Estilo: Pagan Black/Black Metal
Track List :
1.Journey through Greek Lands
2.The Son of the Sea
3.Mourning Night
4.Labyrinth of Flesh and Blood
5.Pandora’s Secrets
6.Obscure Sailings
7.Gods and Titans
8.Reasons for War
9.Lost in the Deep Ocean
10.Stone Eyes
11.The Bone Breakers
12.Lamentations of Olympus
13.Pandora’s Secrets (Piano version)