Versão exclusiva UNITED RECORDS para o Brasil, com posters e artes exclusivas do artista brasileiro Guga Burkhardt.
Contém o cover de Dethroned Emperor do Celtic Frost, lançado somente no CD Tributo ao Celtic Frost em 1996.
De volta ao catálogo. Finalmente essa perola em CD, To Kill In Cold Blood, é um material que podíamos declarar como uma das muitas artes perdidas que temos em nosso cenário, mas essa versão veio pra salvar gente como eu que dificilmente conseguiria a versão LP. 08 faixas.
Por mais de trinta anos, o rolo compressor do thrash metal, Slayer, dominou palcos e destruiu plateias. Com Repentless, seu último álbum de estúdio, a banda de metal mais foda do planeta não mostrou sinais de desaceleração ou misericórdia. Agora, o Slayer marca sua posição no universo da nona arte.
Baseada na brutal trilogia de vídeo clipes cinematográficos lançados para a promoção do último álbum da banda, SLAYER: REPENTLESS penetra profundamente no âmago mais obscuro dos Estados Unidos, apresentando uma violenta jornada em uma estrada manchada de sangue. Jon Schnepp (Metalocalypse, Venture Brothers) e Guiu Vilanova (Conan, Weird Detective) criaram uma história de condenados, destruídos... e pessoas sem arrependimento algum!
A graphic novel SLAYER: REPENTLESS compila em um único volume as três edições em quadrinhos lançadas em 2017. A versão nacional chega ao mercado em edição de luxo, com capa dura, acabamento especial, detalhes em verniz na capa e impressa em papel couchê de alta gramatura.
“Isso aqui é pura sujeira satânica e maligna.” The Vigilant Christian
“Estamos contando a história que sempre contamos sobre a sociedade e sobre como os seres humanos tratam uns aos outros.” Tom Araya, Slayer
Formato: Capa Dura/ Páginas: 90
O SOULFLY tem liderado o movimento do groove metal há décadas, explorando todas as direções de forma ilimitada enquanto mantém, com perfeição, a qualidade e o selo de aprovação Cavalera. Vindo diretamente das terras tropicais do Brasil para as extensões áridas do Arizona, Max e sua banda apresentam seu décimo terceiro álbum, o poderoso, pulsante e com forte carga tribal "Chama". Mais uma vez, um testemunho notável da afinidade natural do compositor brasileiro por riffs pesados e rítmicos que definiram seu característico som. Um verdadeiro retorno às raízes espirituais do SOULFLY, que de alguma forma carrega uma energia e vitalidade modernas. Algo que só poderia ser alcançado por um verdadeiro mestre da arte - e Max nos surpreende mais uma vez, como de costume.
Sempre foi evidente que Max trouxe muita atenção à cultura, arte e espiritualidade latino-americanas através de sua música, e "Chama" o leva de volta às ruas de Belo Horizonte, enquanto ele grita em português. O título "Chama", além de significar fogo, representa a vitalidade ardente do espírito humano, a força dos ancestrais, as forças da natureza que nos conectam ao ritmo da terra. O álbum acompanha a história de um garoto das favelas sombrias do Brasil que, em busca de um poder superior, encontra-se entre as tribos da Amazônia, que lhe mostram o caminho das almas da selva. Max comenta que o álbum segue vagamente esse conceito - o garoto Chama encontrando sua chama em meio ao caos e aos escombros de um mundo industrial em colapso.
As tribos e os povos indígenas das Américas desempenharam um papel importante na inspiração de muitas gravações de Max, e "Chama" certamente não é a exceção, trazendo na capa a imagem de um dançarino cerimonial Navajo. Na parte interna do encarte também aparece a imagem do guardião da natureza Oxóssi. Tambores, fogo e um ritual que invoca os espíritos ancestrais - um combustível ardente que desafia a escuridão - o SOULFLY adentra esses espaços sagrados onde poucas bandas de metal ousam pisar. O álbum começa com a faixa de introdução ’Indigenous Inquisition’, uma lembrança dolorosa do genocídio e da extinção dos povos originários das Américas, enquanto Max recita de forma assombrosa os nomes de tribos há muito esquecidas - uma proclamação do sangue derramado e do pulso guerreiro daqueles injustamente perseguidos. Uma revolta dos marginalizados, um lar para os sem-teto, paz para os afetados pela guerra. A música é insana.
Max tem tocado ao lado de seu filho, o enigmático baterista Zyon Cavalera, há mais de uma década. E, pela primeira vez na história do SOULFLY, Max passou os créditos de produção e a direção criativa para o filho - e é evidente que o talento corre no sangue. Zyon trouxe uma intensidade e dedicação à banda que são revigorantes, avançando faixa após faixa como um verdadeiro cavalo de guerra. Quem já viu o SOULFLY ao vivo com Zyon sabe que ele domina o palco por trás da bateria, conduzindo o ritmo e o balanço de cada música como um general experiente. "Pessoalmente, estar há mais de dez anos na banda me ajudou a crescer e experimentar coisas novas musicalmente. Acho que há uma forte chama acesa dentro do SOULFLY para levar tudo a um novo nível. Não estamos satisfeitos em ficar parados - estamos famintos", comenta Zyon. E ele realmente demonstra essa fome, não só como um baterista de alto nível, mas também como mente criativa e especialista em estruturação de músicas.
"Chama" foi gravado no Platinum Underground Studio, em Mesa, Arizona, por John Aquilino. John já tinha trabalhado com Max e companhia por diversas vezes e, além de ser um engenheiro talentoso, é também amigo da família. Também nos créditos de produção está o mestre Arthur Rizk, que não só colaborou com a família Cavalera em várias ocasiões, como também ajudou a moldar o cenário do heavy metal moderno. Dizem que, se você jogar uma pedra em qualquer loja de discos, provavelmente vai acertar um álbum em que Arthur trabalhou - e isso é dito com o mais profundo respeito. Arthur realmente dá vida às gravações com sua alquimia na mixagem e masterização. Ele é a escolha óbvia para dar corpo a qualquer álbum de gênero extremo. Seu trabalho em "Chama" é simplesmente incontestável - não à toa, ele é considerado um dos melhores do ramo.
Os laços familiares não param por aí. Max faz questão de trabalhar dentro de seu círculo de filhos talentosos, e "Chama" também conta com a participação de Igor Amadeus Cavalera, que tocou baixo em várias faixas e ajudou a escrever as letras da faixa-título e de ’Favela Dystopia’ - um reconhecimento à dura realidade das ruas das favelas brasileiras. A família é tudo dentro do SOULFLY,e e o ritmo pulsante do álbum flui como sangue nas veias, vibrando com o padrão único de nascimento que corre tão profundo quanto as raízes das árvores na terra.
O SOULFLY é conhecido por incluir convidados e músicos de estúdio em seus trabalhos, entre eles nomes como Chino Moreno, Greg Puciato, Tom Araya e muitos outros mestres. Neste novo álbum, os fãs também vão encontrar colaborações frescas e empolgantes. Mike DeLeon (Flesh Hoarder, Phil Anselmo And The Illegals), que já vem tocando ao vivo com o SOULFLY há algum tempo, faz sua estreia em estúdio, detonando com solos intensos, sons desafiadores e uma variedade de atmosferas construídas por efeitos que vão derreter e fascinar na mesma medida. "Tem sido uma experiência incrível tocar ao lado do Max e da tribo. Um verdadeiro pioneiro do metal. Fazer parte do novo álbum do Soulfly, escrever e gravar, foi um dos grandes momentos da minha carreira até agora. Álbum número treze da banda, primeiro para mim - treze da sorte! Que venha o futuro, que o Soulfly voe livre!", comentou Mike DeLeon, expressando sua gratidão à família Cavalera.
Como se a sua formação não fosse impressionante o suficiente, o SOULFLY ainda contou com o talento de Dino Cazares, do FEAR FACTORY ? amigo e colaborador de longa data de Max e sua tribo. Dino emprestou sua palhetada metralhadora à faixa apropriadamente intitulada ’No Pain = No Power’, e é seguro dizer que a combinação dos vocais de Max, a bateria de Zyon e os riffs de Dino é algo capaz de agradar até os fãs mais extremos do metal. Mas o time de estrelas não para por aí: Michael Amott, do ARCH ENEMY, gravou as guitarras solo em ’Ghenna’; Todd Jones, do NAILS, canta em ’Nihilist’ (uma homenagem ao lendário L.G. Petrov do ENTOMBED); Ben Cook, do NO WARNING, e Gabe Franco, do UNTO OTHERS, também participam com seus vocais no álbum. É realmente impressionante como o SOULFLY consegue explorar territórios desconhecidos ao lado de artistas consagrados do mundo inteiro e ainda entregar algo tão inovador quanto "Chama".
Cada palavra é lançada com uma força desmedida, cada batida de bateria soa como um trovão nos ouvidos ? uma enxurrada sonora trazida pela dupla mutante formada por Max e Zyon Cavalera. Com uma empolgação evidente, o próprio Max declarou: "Estou animado para apresentar aos fãs antigos do SOULFLY um renascimento do nosso som original. CHAMA está cheio de grooves tribais pesados e riffs rápidos e cortantes. Continuamos experimentando novos sons, mas mantendo o coração e a alma que fazem do SOULFLY o que ele é. Esperamos que este álbum una fãs antigos e novos para curtirem as faixas novas".
Transformador e elétrico, chocante e esmagador, intuitivo e cru, este álbum leva os ouvintes por uma jornada que vai das selvas profundas às ruas cobertas de lixo, rompendo barreiras e encontrando o espírito. O novo trabalho do SOULFLY se ergue com orgulho entre as conquistas de três décadas de espiritualidade musical.
SOUL FLY FREE.
TRACKLIST:
1. Indigenous Inquisition
2. Storm the Gates
3. Nihilist
4. No Pain = No Power
5. Ghenna
6. Black Hole Scum
7. Favela / Dystopia
8. Always Was, Always Will Be...
9. Soulfly XIII
10. Chama
FORMAÇÃO:
Max Cavalera - Vocal e Guitarra
Igor Amadeus Cavalera - Baixo
Zyon Cavalera - Bateria
Mike De Leon - Guitarra
Em 2015, o SOULFLY lançou "Archangel", seu décimo álbum de estúdio que marcou um dos momentos mais ousados e espirituais da carreira de Max Cavalera. Com uma sonoridade brutal e ao mesmo tempo transcendental, o disco apresentou uma fusão intensa entre death metal, elementos tribais e referências místicas, reafirmando Cavalera como um dos artistas mais visionários do metal extremo.
A faixa de abertura, ’We Sold Our Souls To Metal’, trouxe um refrão memorável e uma declaração agressivamente espiritual, evocando o engajamento ritualístico de álbuns anteriores como "Prophecy" e a exploração tribal de "Roots", do SEPULTURA. Ao lado do guitarrista Marc Rizzo, Max levou a sonoridade ao limite, incorporando nuances psicodélicas e dissonâncias etéreas que ampliaram o alcance artístico do SOULFLY.
Zyon Cavalera, filho de Max, consolidou sua presença na banda com uma performance marcante na bateria, comparada por muitos à intensidade de Dave Lombardo. Faixas como ’Sodomites’, ’Shamash’, ’Ishtar Rising’ e ’Titans’ exploraram temas bíblicos e mitológicos com uma abordagem sonora cinematográfica, evocando batalhas épicas e atmosferas apocalípticas.
O álbum também contou com participações especiais que enriqueceram sua diversidade: Todd Jones (NAILS) em ’Sodomites’, Matt Young (KING PARROT) em ’Live Life Hard!’, e os filhos de Max ? Richie (INCITE) e Igor (LODY KONG) ? em ’Mother Of Dragons’. Essas colaborações reforçaram o caráter coletivo e ritualístico do projeto, ampliando tanto sua força quanto seu alcance.
Produzido por Matt Hyde (SLAYER, CHILDREN OF BODOM), "Archangel" foi considerado o trabalho mais criativo e ousado do SOULFLY até então. A arte de capa, assinada por Eliran Kantor (TESTAMENT, ICED EARTH, SODOM), trouxe uma fusão neoclássica e pós-moderna de símbolos bíblicos e talismãs que representavam o passado, presente e futuro da banda.
"Archangel" permaneceu como uma obra singular dentro do metal extremo ? uma peregrinação sonora que invocou fogo e redenção, brutalidade e espiritualidade, tradição e reinvenção. Um álbum que não apenas reafirmou a relevância do SOULFLY, mas também consolidou Max Cavalera como um dos xamãs definitivos da música pesada.
TRACKLIST:
1. We Sold Our Souls To Metal
2. Archangel
3. Sodomites (feat. Todd Jones of NAILS)
4. Ishtar Rising
5. Live Life Hard! (feat. Matt Young of KING PARROT)
6. Shamash
7. Bethlehem?s Blood
8. Titans
9. Deceiver
10. Mother Of Dragons (feat. Richie Cavalera of INCITE, Igor Cavalera of LODY KONG, Anahid M.O.P.)
FORMAÇÃO:
Max Cavalera - Vocais, guitarras (base), trompete (faixa 7)
Marc Rizzo - Guitarras (solo), guitarras flamencas (faixa 7)
Zyon Cavalera - Bateria, percussão
Tony Campos - Baixo