"Crypts of Eternity Productions is dead... but not buried yet...
As we announced some time ago, we finally closed the cycle, no more releases will be unleashed under Crypts of Eternity Productions. But as a final offering, we decided to release a Compilation CD entitled “El Inexorable Triunfo de la Muerte”.
This one includes one track of almost every release we have proudly done since 2010 to this date.
We are honored to have those releases in our catalog because these bands represent the Underground DEATH METAL Supremacy from this part of the planet."
O ELUVEITIE, desde sua formação em 2002 pelo talentoso vocalista e multi-instrumentista Chrigel Glanzmann, tornou-se um pilar incontestável na cena do metal moderno combinando magistralmente o peso do metal contemporâneo com a riqueza das tradições musicais celtas.
Originária dos majestosos Alpes Suíços e profundamente conectada à história, mitologia e espiritualidade celtas, o ELUVEITIE construiu uma carreira impressionante. Seu álbum de estreia, "Vên" (2004), revelou ao mundo uma fusão única de death metal melódico e folk tradicional. Clássicos subsequentes como "Slania", "Everything Remains (As It Never Was)", "Helvetios" e "Origins" solidificaram a reputação da banda. Enquanto a versatilidade do grupo brilhou nos álbuns acústicos "Evocation I ? The Arcane Dominion" e "Evocation II ? Pantheon".
Em 2022, o ELUVEITIE lançou os singles ’Aidus’ e ’Exile of the Gods’, marcando um novo capítulo em sua jornada musical e ciclo temático, continuando o conceito lírico iniciado no álbum de estúdio "Ategnatos" de 2019. Estas faixas foram seguidas pelo anúncio de seu próximo álbum, "ÀNV", cujo primeiro single, ’Premonition’, destacou a evolução sonora da banda.
Ao longo dos anos, o ELUVEITIE passou por mudanças na formação, incluindo a mais recente adição de Lea-Sophie Fischer no violino, em maio de 2024. Apesar dessas alterações, a essência e alma da banda permanecem intactas. Com nove álbuns de estúdio, inúmeras turnês globais e shows como atração principal em todo o mundo, o ELUVEITIE continua sendo uma força dinâmica na cena do metal.
Com "ÀNV", o ELUVEITIE permanece fiel às suas raízes enquanto explora novos horizontes musicais. Considerado um de seus álbuns mais profundos e sinceros, "ÀNV" é o resultado de mais de 20 anos de intenso envolvimento com a mitologia e espiritualidade celtas, traduzindo conhecimentos profundamente pagãos para uma geração nova e moderna, ansiosa por essas influências.
A jornada do ELUVEITIE reflete uma dedicação contínua à autenticidade e à inovação, garantindo seu lugar como uma presença definidora no metal moderno. Mais uma vez, a banda entrega um futuro clássico.
TRACK LIST
1. Emerge
2. Taranoías
3. The Prodigal Ones
4. Ànv
5. Premonition
6. Awen
7. Anamcara
8. The Harvest
9. Memories of Innocence
10. All Is One
11. Aeon of the Crescent Moon
12. The Prophecy
FORMAÇÃO
Chrigel Glanzmann - vocais, flautas, mandola, gaitas de foles, bodhran
Fabienne Erni - vocais, harpa celta, mandola
Alain Ackermann - bateria
Rafael Salzmann - guitarras
Jonas Wolf - guitarras
Kay Brem - baixo
Matteo Sisti - flautas, gaitas de foles, mandola
Lea-Sophie Fischer - violino
Limited to 300 copies, exclusive tracks!
In anticipation of their upcoming album ‘Entropy Dynamics’ coming on Nuclear Winter Records in October we now offer you a CD version of their last 7”EP, with one bonus track!
Gênero: Black Metal Progressivo
SOBRE O ÁLBUM:
No verdadeiro estilo ENSLAVED, o 16º álbum dos viajantes de Bergen, "Heimdal", é tanto uma partida quanto uma comunhão com as raízes forjadas há mais de três décadas, nos turbulentos espasmos do nascimento da cena Black Metal da Noruega. Fundado em 1991 pelos então precoces jovens Ivar Bjørnson e Grutle Kjellson, o ENSLAVED estava determinado a seguir um curso diferente de seus colegas satânicos que queimavam igrejas, voltando toda a sua atenção para a tradição viking e escrevendo a maioria das letras de seu álbum de estreia "Vikingligr Veldi", de 1994, em islandês por sua proximidade com o nórdico antigo.
Os álbuns subsequentes, "Frost" e "Eld", explicando as propriedades dinâmicas e combinatórias do gelo e do fogo, permanecem como ícones incandescentes dentro da cena Black Metal mundial com seus riffs febris e atmosferas cheias de pompa. Eles foram vislumbres da orientação do ENSLAVED, à medida que passaram a unir os mundos extremos e progressivos, com esse espírito inquieto que era a fonte de uma jornada contínua de descobertas.
O álbum "Utgard" de 2020 foi o início de uma nova e importante fase para a banda, mergulhando mais fundo ainda na natureza esotérica da mitologia nórdica, mas com pontos de partida mais precisos para um grande salto para dentro do desconhecido. Mais simplificado do que seus predecessores de várias camadas, "In Times" de 2015 e "E" de 2017, "Utgard" abriu novas extensões para explorar e suas ruminações na terra sombria dos gigantes de gelo nórdicos, os Jotun, encontraram paralelos com os estados psicológicos do inconsciente e a peregrinação aos nossos próprios sombrios corações, sendo tudo isso o início do caminho do autoconhecimento.
Para o ENSLAVED, cada estágio de uma jornada planta uma semente para a próxima jornada. Após o EP "Caravans To The Outer Worlds" de 2021, "Heimdal" oferece outro novo ato tangencial de descoberta, outro ponto de embarque para uma passagem solene, expectante e emocionante pelos reinos dos sentidos.
"Heimdal" recebeu o nome da entidade mais misteriosa da mitologia nórdica. Mais conhecido como o porteiro entre os nove reinos nórdicos, ele é uma fonte de especulação constante, pois os estudiosos continuam a oferecer novas interpretações sobre suas origens e seus propósitos.
"É um conceito muito estranho", diz Ivar. "Não tenho certeza do que fizemos neste álbum, mas fui atraído pelos mitos de Heimdal desde o início. ’Heimdallr’ foi uma das primeiras músicas que escrevemos para o Enslaved, e foi um ponto de entrada para o mundo da mitologia nórdica. Existem contradições sobre quem são seus pais e teorias maravilhosas de que ele poderia ser Odin. Há uma teoria que achei particularmente interessante, e muito do álbum é baseado nisso, que depois do Ragnarok que está chegando, ele será o novo deus principal depois de Odin. E isso leva a todos os tipos de especulações adicionais. Portanto, em vez de pegar um conceito e uma estrutura e preenchê-los, isso é mais como descer pela toca do coelho. Estamos perseguindo todas essas ideias com as quais começamos e pelas quais ainda somos fascinados".
A relação de pai/filho entre as figuras de Heimdal e Odin reflete a jornada que o ENSLAVED têm percorrido por esses longos 30 anos: o diálogo entre as versões mais velhas e mais jovens de si mesmo e como eles estão separados ou unidos como um só indivíduo. Como bem diz Ivar: "Parece que apenas ontem tínhamos 15 ou 18 anos, estávamos dirigindo por Haugesund jogando ovos nas pessoas durante um intervalo de ensaio, e depois que porra, temos filhos? É uma espécie de Ragnarok de meia-idade, não uma crise, mas uma virada de esquina. Seja pela segurança que você tem agora ou porque agora em um sentido você está morrendo mais do que crescendo, essa busca pela incerteza se torna ainda mais urgente".
Esse diálogo entre os EUs mais velhos e os mais jovens também é aparente musicalmente em "Heimdal". No álbum, você encontrará homenagens às influências formativas do ENSLAVED, desde revigorantes riffs de thrash alemão até as batidas propulsivas do Led Zeppelin. Mas eles são o motor para as pastagens frescas e muitas vezes inesperadas da banda.
Começando com o ranger das cordas, o bater das ondas e o toque de uma corneta, ’Behind The Mirror’, é uma mistura do desejo de viajar e os sermões proféticos de Grutle. ’Congelia’ cavalga a crista das ondas mais furiosas, enquanto ’Kingdom’ é uma odisseia psicodélica com um sentimento ansioso de coração na boca. Mas são as constantes mudanças e contrapontos dentro dessa dinâmica geral de "Heimdal" que lhe dão uma sensação de imersão e total integridade.
"Existem muitas camadas e sempre há algo acontecendo", diz Grutle. "Isso não é algo que você percebe de cara na primeira vez que ouve, mas aqueles álbuns que você tem que dar uma pesquisada sempre foram os mais atraentes para mim, onde você tem um senso de propriedade e antecipação. Era isso que obtínhamos quando comprávamos álbuns nos anos 80, e esses são os sentimentos que queremos trazer de volta". Você não saber para onde "Heimdal" o levará a seguir é o objetivo principal do álbum. As duas últimas faixas deste trabalho são ’Behind The Mirror’ e a faixa-título e ambas se refletem conceitualmente, em termos de serem escravas de seus próprios estados de transição.
"Heimdal também é o deus do amanhecer e anuncia o amanhecer com sua corneta", explica Ivar. "Então, o que você ouve na introdução de ’Behind The Mirror’ é o som de despedida da terra, aproximando-se daquele amanhecer que está atrás de um banco de neblina, e você ouve a corneta de Heimdal. E você rema para o novo dia, sem saber o está detrás".
"A corneta foi tocada por Eilif Gundersen de Wardruna", diz Grutle, "e é super alta. Então você pode imaginar como isso deve ter soado quando eles usavam aqueles chifres em suas cerimônias e para anunciar as batalhas. Deve ter sido tão assustador, tão grande, tão divino. É como se reconectar ao seu desconhecido passado esotérico".
A última faixa é composta de três partes. Na primeira, Heimdal anuncia que o Ragnarok está próximo e que ele nos encontrará do outro lado; para a segunda, Ivar pediu aos amigos que gravassem uma mensagem para seu eu futuro como se fosse o ínterim entre o velho e o novo mundo, todos os quais aparecem na música, combinados com leituras de um texto antigo conhecido como feitiço de Heimdal. E na terceira parte, Heimdal reaparece como o navegador da raça humana, levando-nos a um destino ainda indefinido, que é onde termina o álbum. Incerto, sem coordenadas para nos orientar, mas cheio de esperança.
"Restam apenas fragmentos do feitiço de Heimdal", diz Grutle. "Está em nórdico antigo e refere-se à sua criação, que ele é o filho das nove irmãs do mar, que representam as nove formas da onda. Então isso está no topo de todas aquelas vozes, indo e voltando e é uma espécie de passagem esotérica. É a conclusão de toda a jornada. É um portal para o reino de Heimdal, que é como colocar a mão no vazio. Espero que você volte inteiro".
"Eu diria que Heimdal é um álbum que aponta para novos começos e um amanhecer que está do outro lado do ápice da terra", conclui Ivar. "Você não sabe o que tem do outro lado, mas vai lá. É uma continuação do conceito ’Utgard’. Claro, você tem que ir para a escuridão, isso é tudo metal e muito bom, mas a consequência é que você tem que ir para o amanhecer e ver o que o novo dia traz".
"Heimdal" é um reflexo dos caminhos percorridos, uma promessa de um novo começo e um rito de passagem entre os dois. Verdadeiramente um álbum para todos os tempos.
TRACK LIST
1. Behind the Mirror
2. Congelia
3. Forest Dweller
4. Kingdom
5. The Eternal Sea
6. Caravans to the Outer Worlds
7. Gangandi
8. Heimdal
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