Relançamento do Cult Álbum de 2008.
Um Álbum Impecável! Uma Obra-prima!
Imagine o poder do Candlemass misturado com a energia do Autopsy! Isto você encontrará aqui!
Um Clássico Que Esmagará Você e Irá Te Emocionar Com Suas Letras Nostálgicas e Cheias de Horror!
Para Fãs do Mais Puro e Extremo Death Doom!
(Caixa Acrílica + Obi + Adesivo Logo da Banda)
Ano: 2008 / 2024
País: Finlândia
Ano de Formação: 2008
Procedência: Brasil
Gravadora: Cold Art Industry / Mutilation
Estilo: Extremo Death / Doom Metal
Ean: 7 899 300 0300 76
Código: Cold076 / MUT.AC030
Under Exclusive License From Hooded Menace
Faixas:
1 Rotting Rampage (Menace Of The Skeletal Dead)
2 Fulfill The Curse
3 Grasp Of The Beastwoman
4 Laboratory Of Nightmares
5 Beauty And The Feast
6 The Eyeless Horde
7 The Love Song Of Gotho, Hunchback Of The Morgue
8 Arcane Epitaph
9 Theme From Manhattan Baby
Formação:
Leper of Berzano - Vocals, Guitars
The Hunchback - Drums
Crimson Executioner - Bass
Um Álbum Que Supera Todas As Expectativas.
Extremo Doom Metal Pútrido, Enigmático E Brutal Com Temática De Terror.
Originalmente lançado em 2010!
Este Álbum é Absolutamente Imperdível.
(Caixa Acrílica + Obi + Adesivo Logo da Banda)
Ano: 2010 / 2024
País: Finlândia
Ano de Formação: 2010
Procedência: Brasil
Gravadora: Cold Art Industry / Mutilation
Estilo: Extremo Death / Doom Metal
Ean: 7 889 300 0300 77
Código: Cold077 / MUT.AC031
Under Exclusive License From Hooded Menace
Faixas:
Never Cross The Dead
Terror Castle
Night Of The Deathcult
The House Of Hammer
Rituals Of Portal Cremation
As The Creatures Ascend
From Their Coffined Slumber
Theme From Return Of The Evil Dead
Formação:
Lasse Pyykkö - Vocals, Guitars, Bass,
Pekka Koskelo - Drums
A história do HYPOCRISY começou em 1992, quando a banda assinou seu primeiro contrato com a Nuclear Blast Records e lançou seu monumental álbum de estreia, "Penetralia". O sucessor, "Osculum Obscenum" (1993), representou outro marco na trajetória do Death Metal extremo e esmagador. Em seguida, "The Fourth Dimension" (1994) e "Abducted" (1996) ampliaram os horizontes da banda com influências cada vez mais experimentais, garantindo ao grupo a reputação de um dos nomes mais inovadores e importantes do Death Metal europeu.
Eventualmente, o lançamento de "Catch 22" em 2002 definiu uma dimensão sonora completamente diferente, impulsionando a banda para uma nova era de Death Metal contemporâneo.
Não é preciso mais do que os primeiros segundos da faixa-título, que também abre o álbum, para entender a importância do décimo segundo álbum, lançado em 2013, na multifacetada discografia do HYPOCRISY. No mesmo nível das brutais e diversas obras-primas dos anos 1990, "End Of Disclosure" (produzido pelo mestre Peter Tägtgren em seu Abyss Studio, na Suécia) não dá espaço para pausas. Golpes letais atingem seus tímpanos do primeiro riff ao último choque de prato, intensificados pelo impacto avassalador de melodias de pura majestade.
Os ataques de pedal duplo são como golpes certeiros, as guitarras operam como uma equipe de demolição e os vocais ecoam das profundezas do seu ser como um trovão na noite. Dizer que, na época do seu lançamento, o HYPOCRISY superou todas as expectativas com este trabalho seria um eufemismo. "End Of Disclosure" personifica o Death Metal em sua forma mais pura e devastadora!
TRACKLIST:
1. End Of Disclosure
2. Tales Of Thy Spineless
3. The Eye
4. United We Fall
5. 44 Double Zero
6. Hell Is Where I Stay
7. Soldier Of Fortune
8. When Death Calls
9. The Return
FORMAÇÃO:
Peter Tägtgren - vocal, guitarra
Mikael Hedlund - baixo
Reidar "Horgh" Horghagen - bateria
Poucas bandas construíram um status tão forte e sólido dentro da cena Metal quanto os suecos do IN FLAMES. E com o seu quinto álbum de estúdio, "Clayman" (2000), eles derrubaram todas as barreiras, conquistaram fãs de todos os estilos de Metal e mostraram mais uma vez como estabelecer um novo padrão tanto no Metal Melódico quanto no Metal Extremo.
Em 2001, foi lançado seu primeiro álbum ao vivo, "The Tokyo Showdown", seguido por outra turnê europeia bem-sucedida. Após relaxar por um tempo, a banda começou a trabalhar arduamente em novas ideias e músicas para um novo álbum, fazendo várias pré-produções em seu próprio estúdio. Foi a primeira vez que o IN FLAMES decidiu não gravar no estúdio Fredman, pois queriam se distanciar das gravações anteriores.
Daniel Bergstrand produziu o álbum em seu estúdio Dug Out (Darkane, Strapping Young Lad, entre outros), o que foi a decisão correta para adicionar novas influências ao som deles. "Tivemos bastante tempo no estúdio e é por isso que pudemos trabalhar duro em todos os detalhes. Foi a primeira vez que tivemos tempo para experimentar diferentes coisas com meus vocais, então é a primeira vez que estou realmente cantando", comentou na época o vocalista Anders Fridén.
O IN FLAMES amadureceu incrivelmente em "Reroute to Remain", o que não os limita a uma cena ou som específico. Você pode encontrar várias influências em sua maneira melódica e agressiva de tocar Metal. Uma vez eles criaram o clássico ’Gothenburg Sound’, que representa o Death Metal Melódico feito na Suécia, mas em 2002, o IN FLAMES mais uma vez estabeleceu um novo padrão, estando à frente de qualquer outra banda. A produção é precisa, refinada e direta, moderna e agressiva. O IN FLAMES conseguiu criar músicas brilhantes que te deixam viciado depois de ouvi-las apenas uma vez. As faixas são mais diretas, ainda mais agressivas e 100% Metal! Músicas como ’System’ ou ’Cloud Connected’ são como hinos e talvez sejam uma pequena surpresa para algumas pessoas.
"Reroute to Remain" é um álbum que definitivamente cada fã do IN FLAMES adora, mas também atraiu um público maior. Eles mantiveram suas raízes, porém, se modernizaram e experimentaram algumas coisas que se encaixaram perfeitamente no disco.
Um álbum maduro e variado que colocou a banda, mais uma vez, como uma das mais importantes do Metal de nosso tempo... em todo o mundo. Um verdadeiro clássico!
TRACK LIST:
1. Reroute To Remain
2. System
3. Drifter
4. Trigger
5. Cloud Connected
6. Transparent
7. Dawn Of A New Day
8. Egonomic
9. Minus
10. Dismiss The Cynic
11. Free Fall
12. Dark Signs
13. Metaphor
14. Black & White
FORMAÇÃO:
Anders Fridén - Vocal
Jesper Strömblad - Guitarra
Björn Gelotte - Guitarra
Peter Iwers - Baixo
Daniel Svensson - Bateria
Lançado originalmente em 2001, "The Tokyo Showdown" marcou um momento histórico para o IN FLAMES, tornando-se o primeiro álbum ao vivo da banda. Gravado durante sua passagem pelo Japão, o disco captura toda a energia avassaladora de seus shows e a paixão intensa dos fãs japoneses, que sempre os receberam com um entusiasmo verdadeiramente digno de superstars.
Este trabalho é um verdadeiro compêndio da era clássica do IN FLAMES, reunindo faixas icônicas como ’Bullet Ride’, ?Jotun’, ’Moonshield’, ’Only for the Weak’, ’Ordinary Story’ e ’Episode 666’, todas executadas com força e precisão incendiárias?marcas registradas da banda até hoje.
A gravação transmite o calor sufocante da casa de shows, o suor dos músicos e a adrenalina do público, consolidando-se como uma peça essencial para qualquer fã do IN FLAMES e do death metal melódico em geral.
Com "The Tokyo Showdown", o IN FLAMES não apenas reafirmou seu domínio no cenário mundial, mas também provou porque é uma das bandas mais eletrizantes ao vivo. A performance sincera, técnica e coesa capturada no álbum, somada à energia avassaladora do público japonês, solidificou ainda mais sua reputação como referência absoluta no metal melódico
Este não é apenas um álbum ? é uma experiência única e inesquecível. Uma celebração do poder do metal melódico em sua forma mais intensa e viva.
Ouça e sinta a fúria do IN FLAMES em seu auge!
TRACK LIST:
1. Bullet ride
2. Embody the invisible
3. Jotun
4. Food for the gods
5. Moonshield
6. Clayman
7. Swim
8. Behind space
9. Only for the weak
10. Gyroscope
11. Scorn
12. Ordinary story
13. Pinball map
14. Colony
15. Episode 666
FORMAÇÃO:
Peter Iwers - Baixo
Daniel Svensson - Bateria
Björn Gelotte - Guitarra
Anders Fridén - Vocal
Jesper Strömblad - Guitarra
Na cena musical, assim como acontece na vida real, sempre houve um choque contínuo entre as formas de pensar conservadoras e progressistas. Uma regra geral a ser definida é que o antigo nem sempre é ruim, ainda assim, nem tudo que é bom deve ser preservado na mesma forma para sempre. Então, como devemos lidar com essa linha tênue entre a tradição e o inevitável progresso moderno?
Bem, os suecos do IN FLAMES conseguiram mostrar perfeitamente como isso é feito com o seu versátil terceiro álbum de estúdio, intitulado ’Whoracle’, lançado originalmente em 1997. O disco é um testemunho definitivo e poderoso de um processo de reconciliação e normalização dentro de um estilo que sempre exigiu evolução: o Death Metal, como um fenômeno underground, obviamente precisava celebrar a desaprovação aos elementos de estilo usados pelo irmão mais velho chamado Heavy Metal - melhor representado pelo grunhido baixo de seus vocalistas principais, em oposição ao chiado castrado padrão dos predecessores tradicionais. Mas é claro que os amigos do antigo som ainda conseguiram ficar interessados pela "nova" e agressiva mutação da música e vice-versa.
Era previsível desde o início que um dia o movimento Satan/Splatter/Thrash reconheceria os seus recursos unidimensionais resultando em uma reorientação, incluindo um espectro mais amplo de influências e formas de expressão em seu conjunto criativo. Esse desenvolvimento foi bem documentado pelo surgimento de diversas bandas de Gothic Metal em toda a cena. O IN FLAMES escolheu um caminho bem diferente, voltando ao início do Metal. O resultado é uma excelente fusão de duas gerações do Metal e, além disso, uma bela coleção de algumas das melhores músicas já criadas.
Para resumir a história: este álbum vai agradar tanto aos fãs antigos quanto aos novos... Clássico inevitável e imperdível em qualquer coleção que se preze.
TRACK LIST:
1. Jotun
2. Food for the Gods
3. Gyroscope
4. Dialogue with the Stars
5. The Hive
6. Jester Script Transfigured
7. Morphing into Primal
8. Worlds Within the Margin
9. Episode 666
10. Everything Counts (Depeche Mode cover)
11. Whoracle
FORMAÇÃO:
Anders Fridén - Vocal, Percussão
Jesper Strömblad - Guitarra, Teclados, Percussão
Glenn Ljungström - Guitarra
Johan Larsson - Baixo
Björn Gelotte - Bateria, Percussão, Guitarra
Após quase duas décadas de brutalidade implacável e evolução sonora, o KATAKLYSM cravou mais um marco em sua trajetória com o lançamento de "Heaven?s Venom" em 2010 ? um álbum que sintetiza tudo o que tornou os canadenses uma referência no death metal mundial.
Fundada em 1991 no Canadá, a banda KATAKLYSM iniciou sua ascensão rumo ao topo com o agora clássico EP "The Mystical Gate Of Reincarnation", em 1994. Os seus amplamente aclamados sucessores, "Sorcery" (1995) e "Temple Of Knowledge" (1996), deixaram a cena do death metal sem fôlego com sua abordagem brutal, técnica e sofisticada.
A banda seguiu lançando álbuns de alta qualidade como "Victims Of This Fallen World" (1998) e "The Prophecy" (2000). Mas foi no ano de 2001 que ocorreram grandes mudanças: "Epic (The Poetry Of War)" combinou o lado brutal da banda e sua marca registrada ? os blastbeats ? com ganchos e melodias marcantes. O hino ’Manipulator Of Souls’ é a prova incontestável disso. E, o agora clássico álbum, "Shadows & Dust" (2002) fez a base de fãs crescer ainda mais.
O crescimento da banda continuou firme e forte com os álbuns "Serenity In Fire" (2004), "In The Arms Of Devastation" (2006) e "Prevail" (2008).
Após a edição de turnê de "Prevail" em 2010, o KATAKLYSM mergulhou de cabeça em um projeto que viria a se tornar outro clássico da banda: "Heaven’s Venom". O álbum traz todos os elementos que definem os canadenses ? blastbeats brutais, grooves pesados, vocais ferozes, riffs insanos e melodias arrebatadoras com influência escandinava (vide a faixa ’At The Edge Of The World’). E quem consegue resistir aos ganchos contagiantes do hino ’Push The Venom’?
Produzido pelo guitarrista da banda, JF Dagenais, e mixado pelo renomado produtor e engenheiro de som dinamarquês Tue Madsen, "Heaven’s Venom" preparou o terreno para os tempos gloriosos que se sucederam no caminho da banda favorita do Canadá.
LIBERTE-SE DA TOXICIDADE!
TRACKLIST:
1. A Soulless God
2. Determined (Vows Of Vengeance)
3. Faith Made Of Shrapnel
4. Push The Venom
5. Hail The Renegade
6. As The Wall Collapses
7. Numb And Intoxicated
8. At The Edge Of The World
9. Suicide River
10. Blind Saviour
FORMAÇÃO:
Maurizio Iacono - Vocal
Jean-François Dagenais - Guitarra
Stéphane Barbe - Baixo, Guitarra
Max Duhamel - Bateria
Lançado em 2004, "Serenity In Fire" marcou um momento decisivo na trajetória do KATAKLYSM, consolidando ainda mais seu domínio sobre o death metal extremo e reafirmando sua identidade sonora.
Com este sétimo álbum de estúdio, a banda entrega uma obra explosiva, agressiva e feroz, mantendo a brutalidade do Northern Hyperblast enquanto aprimora sua musicalidade com composições afiadas e estruturas envolventes.
A presença do novo baterista Martin Maurais eleva a intensidade do álbum a um novo patamar. Com técnica apurada e uma velocidade absurda, sua performance redefine os conceitos de precisão e agressividade dentro do gênero.
Essa energia pulsante é refletida comm força em faixas como ’As I Slither’, que rapidamente se tornou um destaque nos shows ao vivo da banda, e ’For All Our Sins’, que conta com a participação especial de Peter Tägtgren (HYPOCRISY) nos vocais?criando um dos momentos mais marcantes do álbum.
Desde a primeira faixa até seu encerramento, "Serenity In Fire" mantém um ritmo implacável, combinando riffs cortantes, mudanças de tempo dinâmicas e um trabalho vocal visceral de Maurizio Iacono, que conduz cada música com fúria e intensidade marcantes.
Músicas como ’Under The Bleeding Sun’ e ’The Ambassador Of Pain’ mostram o KATAKLYSM em sua forma mais letal?misturando brutalidade pura com a dose certa de melodia e atmosfera envolvente.
Após o enorme sucesso de "Shadows & Dust", lançado dois anos antes, o desafio do KATAKLYSM era superar a si mesmo ? e "Serenity In Fire" prova que a banda não apenas conseguiu isso, como elevou ainda mais seu próprio nível.
Com este álbum, o grupo reafirma sua posição de destaque no metal extremo mundial, entregando uma obra poderosa, coesa e implacável, sem faixas ou momentos descartáveis.
"Serenity In Fire" é mais do que um simples álbum de death metal ? é uma prova definitiva da força, experiência e evolução do KATAKLYSM ao longo dos anos.
Um disco brutal e energético, que continua sendo referência dentro do gênero e uma peça essencial para qualquer fã do metal extremo. Sem dúvidas, um dos grandes clássicos do gênero.
TRACKLIST:
1. The Ambassador Of Pain
2. The Resurrected
3. As I Slither
4. For All Our Sins
5. The Night They Returned
6. Serenity In Fire
7. Blood On The Swans
8. 10 Seconds f r o mThe End
9. The Tragedy I Preach
10. Under The Bleeding Sun
FORMAÇÃO:
Maurizio Iacono - Vocal
Jean-François Dagenais - Guitarra
Stéphane Barbe - Baixo
Martin Maurais - Bateria
Lançado em 2002, "Shadows & Dust" é o sexto álbum de estúdio do KATAKLYSM e representou um novo e desafiador capítulo para o metal extremo, consolidando a banda como uma das forças mais brutais e inovadoras do gênero.
Após anos de evolução, experimentação e domínio técnico, o grupo canadense atingiu seu ápice criativo com este álbum, entregando uma obra intensa, feroz e carregada de poder destrutivo.
Com produção impecável e uma abordagem destruidora, "Shadows & Dust" equilibra agressividade e musicalidade de forma magistral. Desde os primeiros segundos do álbum, fica claro que esta não é apenas mais uma adição ao catálogo da banda ? é um verdadeiro manifesto brutal, uma declaração de guerra contra qualquer traço de mediocridade sonora.
Com guitarras cortantes, bateria explosiva e uma parede de vocais devastadores, o disco se firma como um dos lançamentos mais icônicos do death metal moderno.
Músicas como ’Face The Face Of War’, ’Years Of Enlightment / Decades In Darkness’ e ’Centuries (Beneath The Dark Waters)’ demonstram o KATAKLYSM em sua forma mais letal, transitando entre velocidade brutal e um peso esmagador, sem concessões. Cada faixa contribui para a atmosfera intensa do álbum, onde caos reina, mas encontra equilíbrio na melodia se encontram em perfeita sintonia?uma das características mais marcantes da banda.
Mais do que um álbum de death metal, "Shadows & Dust" é um testemunho da resiliência e evolução do KATAKLYSM. Com turnês em dezenas de países, reconhecimento global e uma base de fãs cada vez maior, este lançamento provou que a experiência e a paixão pela música extrema são os elementos que definem os grandes líderes dentro de um gênero tão exigente.
O KATAKLYSM não apenas entregou um álbum poderoso ? eles redefiniram os padrões de brutalidade e musicalidade dentro do death metal. Esta é a verdadeira essência da banda, destilada em uma obra-prima que continua sendo uma referência essencial para qualquer fã do metal extremo.
TRACKLIST:
1. In Shadows & Dust
2. Beyond Salvation
3. Illuminati
4. Chronicles Of The Damned
5. Bound In Chains
6. Where The Enemy Sleeps
7. Centuries (Beneath The Dark Waters)
8. Face The Face Of War
9. Years Of Enlightment / Decades In Darkness
FORMAÇÃO:
Maurizio Iacono - Vocal
Jean-François Dagenais - Guitarra
Stéphane Barbe - Baixo, Guitarra (faixa 9)
Max Duhamel - Bateria
Lançado originalmente em 1995, "Sorcery" é o álbum de estreia do KATAKLYSM e um dos trabalhos mais marcantes do death metal canadense - uma peça essencial na história da banda.
Este álbum é um turbilhão de brutalidade técnica, vocais intensos e instrumentação feroz. Com Sylvain Houde nos vocais, "Sorcery" captura com perfeição a essência do caos e da agressividade que definiram o grupo em seus primeiros anos.
Max Duhamel entrega uma performance avassaladora na bateria, consolidando o estilo Northern Hyperblast com velocidade e precisão impressionantes. E os riffs sombrios e cortantes de Jean-François Dagenais, combinados com as linhas de baixo poderosas de Maurizio Iacono, fazem deste álbum um dos mais impactantes do gênero e da década. Canções como ’Mould in a Breed’ e ’Elder God’ demostram a complexidade e a brutalidade que tornaram o death metal do KATAKLYSM inconfundível e inimitável.
Além do álbum completo, esta edição traz o lendário EP "The Mystical Gate of Reincarnation", que inclui gravações de 1992 e apresenta o KATAKLYSM em sua forma mais crua e feroz.
O EP é uma evolução da demo "The Death Gate Cycle of Reincarnation" e adiciona a inédita ’The Orb of Uncreation’, onde Houde demonstra todo seu impressionante alcance vocal em death grunt, growl e gritos angustiantes. Instrumentalmente, o EP traz riffs brutais, melodias sombrias e um baixo poderoso e proeminente, garantindo uma experiência intensa para qualquer fã do gênero.
Para completar, esta edição inclui as faixas bônus: ’Eternal, I Reach Infinity’, ’Rays of Râ’ e ’L’Odyssée’, tornando este lançamento essencial para quem deseja explorar as raízes do KATAKLYSM e sua fase mais brutal e inovadora.
"Sorcery/ The Mystical Gate of Reincarnation" não só revive o espírito do passado da banda, como reafirma sua grandiosidade dentro do metal extremo.
TRACKLIST:
SORCERY:
1. Sorcery (Kataklysm Part II)
2. Mould in a Breed (Chapter I, Bestial Propagation)
3. Whirlwind of Withered Blossoms (Chapter II, Forgotten Ancestors)
4. Feeling the Neverworld (Chapter III, An Infinite Transmigration)
5. Elder God
6. Garden of Dreams (Chapter I, Supernatural Appearance)
7. Once... upon Possession (Chapter II, Legacy of Both Lores)
8. Dead Zygote (Chapter III, Dethroned Son)
9. World of Treason (Instrumental Vibrations)
THE MYSTICAL GATE OF REINCARNATION:
10. Frozen in Time (Chapter I: Will of Suicide)
11. Mystical Plane of Evil (Chapter II: Enigma of the Unknown)
12. Shrine of Life (Chapter III: Reborn Through Death)
13. The Orb of Uncreation
BONUS TRACKS:
14. Eternal, I Reach Infinity
15. Rays Of Râ
16. L’Odyssée
FORMAÇÃO:
Sylvain Houde - Vocal
Maurizio Iacono - Baixo, Backing Vocals
Jean-François Dagenais - Guitarra
Max Duhamel - Bateria
Após mais de duas décadas liderando a cena do metal extremo e consolidando-se como a principal exportação canadense em tudo que envolve peso e brutalidade, a banda de Montreal, o KATAKLYSM, demonstrou em 2013 que estava longe de desacelerar. Reconhecidos mundialmente pela proximidade com os fãs, a intensidade nos palcos e a precisão nos blast beats, o grupo reafirmou seu reinado como os incontestáveis Reis do Hyperblast do Norte com o lançamento de seu décimo segundo álbum de estúdio, o poderoso e já clássico "Waiting For The End To Come".
Buscando uma evolução sonora que refletisse sua trajetória e ousadia, o KATAKLYSM confiou a mixagem e masterização ao renomado produtor e engenheiro Zeuss (HATEBREED, SUFFOCATION, CHIMAIRA, ALL THAT REMAINS), nome conhecido pela habilidade de extrair potência e harmonia de bandas intensas e inovadoras.
"Sentimos que era hora de explorar novas possibilidades sonoras. Zeuss trazia a experiência certa e uma visão que se alinhava com o que queríamos para esse disco. Nosso objetivo era claro: elevar a força do KATAKLYSM a um novo patamar", comentava na época do lançamento o vocalista Maurizio Iacono.
Por sua vez, Zeuss também destacava a importância desta colaboração:
"Acompanhei a trajetória do KATAKLYSM por anos e, em 2013, nossas trajetórias finalmente se cruzaram. O resultado foi explosivo e marcante."
Para as gravações, a banda recrutou o ex-baterista do NEURAXIS, Oli Beaudoin, que já havia se apresentado com o KATAKLYSM no cruzeiro 70000 Tons Of Metal em 2012. "O Oli entregou uma performance fenomenal e estava pronto para encarar esse novo desafio conosco", afirmava o guitarrista Jean-François Dagenais.
Sob a produção firme e experiente do guitarrista, "Waiting For The End To Come" marcou não apenas um novo capítulo na discografia da banda, mas também um ponto de virada criativa.
Mais do que um álbum, foi um manifesto brutal: o KATAKLYSM não apenas sobreviveu ao tempo ? eles o dominaram.
TRACKLIST:
1. Fire
2. If I Was God... I’d Burn It All
3. Like Animals
4. Kill the Elite
5. Under Lawless Skies
6. Dead & Buried
7. The Darkest Days of Slumber
8. Real Blood, Real Scars
9. The Promise
10. Empire of Dirt
11. Elevate
FORMAÇÃO:
Maurizio Iacono - Vocal
Jean-François Dagenais - Guitarra
Stéphane Barbe - Baixo, Guitarra
Olivier Beaudoin - Bateria
"Este é um projeto muito especial. Algo único, com muito potencial. O álbum é uma mistura de músicas pesadas, rápidas e melódicas." Max Cavalera (Soulfly)
A diversidade de subgêneros associados ao heavy metal e ao hardcore punk frequentemente resulta em colaborações pontuais, participações especiais e duetos. No entanto, raramente é formada uma banda completa com o propósito de se reunir em uma sala para ver o que acontece quando suas respectivas musas criativas dançam, colidem ou se entrelaçam.
Amigos de longa data, Max Cavalera (Soulfly, Cavalera Conspiracy) e Greg Puciato (The Dillinger Escape Plan) passaram três dias intensivos juntos no deserto, desenvolvendo mais de uma dúzia de demos. Eles usaram a mesma máquina de ritmo e gravador de quatro canais que Max utilizou para trabalhar no clássico "Chaos A.D." do Sepultura, entre outros. Após recrutar o baterista Dave Elitch (ex-The Mars Volta) e o baixista/vocalista Troy Sanders (Mastodon), o KILLER BE KILLED tornou-se uma verdadeira banda em uma pequena sala de ensaio.
Depois de alguns ensaios no Condado de Orange no início de 2013, os quatro se reuniram novamente no The Fortress no outono estadunidense, sob a supervisão do renomado produtor Josh Wilbur (Lamb Of God, Gojira, Steve Earle). Ele também contribuiu para o álbum de estreia, colaborando na troca de letras e títulos de músicas diretamente no local com Cavalera, Sanders e Puciato. Esse processo criativo, sem dúvida, inspirará outros músicos de heavy metal a colaborar com mais frequência, em um espírito comunitário semelhante ao visto em gêneros como jazz e hip-hop.
O conjunto agressivo de músicas varia entre brutalidade percussiva que incita multidões, carnificina visceral de shows de porão e ganchos melódicos fora do convencional. O álbum reflete a história do metal por meio de um prisma único, evocando a agressividade crua dos primórdios do Sepultura, como "Morbid Visions" e "Schizophrenia", combinando com a abordagem progressivamente esotérica e xamanística do Mastodon e a dissonância caracteristicamente caótica do The Dillinger Escape Plan. Ele apresenta uma estrutura mais tradicional do que a maioria dos trabalhos pelos quais os membros são conhecidos, sustentada por uma performance de bateria implacável, cheia de precisão, potência e groove.
TRACK LIST:
1. Wings Of Feather And Wax
2. Face Down
3. Melting Of My Marrow
4. Snakes Of Jehovah
5. Curb Crusher
6. Save The Robots
7. Fire To Your Flag
8. I.E.D.
9. Dust Into Darkness
10. Twelve Labors
11. Forbidden Fire
FORMAÇÃO:
Greg Puciato - Vocal, Guitarra
Max Cavalera - Vocal, Guitarra
Troy Sanders - Baixo, Vocal
David Elitch - Bateria, Percussão
Peso, velocidade e melodia se encontram no som avassalador do KILLER BE KILLED, uma banda que carrega em sua essência a mistura de Thrash Metal com influências de Punk e Hardcore. Com uma discografia ainda enxuta, mas de grande impacto, o grupo já vem deixando sua marca no cenário da música extrema.
O KILLER BE KILLED ostenta um diferencial raro: três dos vocais mais icônicos do gênero, que dividem igualmente a função de frontman. Sem amarras e sempre inovadores, cada um dos vocalistas traz à banda a influência de suas trajetórias individuais, somando forças ao lado de um dos bateristas mais admirados da cena.
O álbum de estreia autointitulado, lançado em 2014, foi um verdadeiro golpe na ideia tradicional de "superbanda", apresentando uma identidade própria e marcante. Seis anos depois, "Reluctant Hero" veio para reforçar essa missão e expandir os horizontes criativos da banda.
Com uma abordagem intensa e carregada de groove, o KILLER BE KILLED transita entre momentos quase esotéricos e explosões sonoras brutais. Como o disco anterior, "Reluctant Hero" foi produzido e mixado na Califórnia por Josh Wilbur (Lamb Of God, Megadeth, Gojira), entregando um trabalho feroz, onde brutalidade e melodia se equilibram de forma única.
Nem mesmo a pandemia freou a energia da banda. Em meio ao caos mundial, os músicos decidiram compor e gravar o segundo álbum em total segredo, consolidando um novo capítulo em sua trajetória. "Reluctant Hero" representa uma declaração poderosa do propósito do KILLER BE KILLED e traduz a sintonia perfeita entre seus integrantes.
Aqui, a regra é clara: quando o KILLER BE KILLED entra em ação, o "assassino será assassinado".
TRACK LIST:
1. Deconstructing Self-Destruction
2. Dream Gone Bad
3. Left Of Center
4. Inner Calm f r o mOuter Storms
5. Filthy Vagabond
6. f r o mA Crowded Wound
7. The Great Purge
8. Comfort from Nothing
9. Animus
10. Dead Limbs
11. Reluctant Hero
FORMAÇÃO:
Max Cavalera - Vocal, Guitarra
Greg Puciato - Vocal, Guitarra
Troy Sanders - Vocal, Baixo
Ben Koller - Bateria
Estampa frontal sublimada, estourada (full print) sem toque, esse tipo de estampa não desbota, pode ser passada a ferro sem risco de estragar a estampa.
Modelagem gola careca manga curta.
Confeccionada em frente malha poliéster, costas e mangas em malha 100% algodão fio 30.1.
Segundo álbum da banda brasileira de Death / Doom Metal, lançado em 2022, fundada pelo músico William Gonçalves (Desdominus) com participação de Guilherme Malosso (Motherwood) nos vocais e Douglas Martins (Deep Memories).
Pouquíssimas bandas chegam ao seu 11º álbum. E menos ainda o fazem com o mesmo fogo e fúria que definiram seus primeiros anos. Mas o MACHINE HEAD não é uma banda qualquer. Por mais de três décadas, a personificação da determinação, o fundador/vocalista/guitarrista Robb Flynn, conduziu o MACHINE HEAD por um caminho intransigente, por um caminho alimentado com desafios, reinvenções e uma busca incessante pela evolução. Agora, com "Unatøned", mais uma vez, eles refinaram seu som em sua forma mais direta e impactante até o momento.
Esse espírito de luta, aliado a um compromisso inabalável com a reinvenção, tem mantido o MACHINE HEAD na vanguarda da música pesada. Com 5 milhões de álbuns vendidos, mais de um bilhão de streams (650 milhões só no Spotify) e uma indicação ao Grammy, seu legado é realmente impossível de negar, mas a nostalgia nunca fez parte da equação. "Unatøned" é um testemunho do momentum, um álbum aperfeiçoado em sua forma mais afiada, forjado na disciplina criativa e na vontade de seguir em frente.
Determinado a desafiar a si mesmo, Flynn estabeleceu parâmetros rígidos de composição para "Unatøned": músicas mais curtas e mais focadas, com um toque decididamente americano, mudanças de tom não convencionais e estruturas variáveis que quebram as expectativas. Essa restrição autoimposta resultou em um álbum enxuto e implacável que captura o MACHINE HEAD em sua forma mais potente. Escrito na estrada, em quartos de hotel e em diversos continentes, o álbum reflete a energia bruta do retorno da banda ao circuito global de festivais após um hiato de 11 anos.
O álbum pinga melodias melancólicas e, ainda assim, martela com riffs contundentes, paira com canções antêmicas de amor perdido e tristeza, com força estrondosa e confiança inegável.
"Unatøned" é o MACHINE HEAD provando mais uma vez que a longevidade no metal não tem a ver com conforto. Tem a ver com assumir riscos, manter-se firme na convicção e recusar-se a estagnar. Depois de onze álbuns, eles continuam tão ferozes, relevantes e imparáveis como sempre.
TRACK LIST:
1. LANDSCAPE ØF THØRNS
2. ATØMIC REVELATIØNS
3. UNBØUND
4. ØUTSIDER
5. NØT LØNG FØR THIS WØRLD
6. THESE SCARS WØN’T DEFINE US
7. DUSTMAKER
8. BØNESCRAPER
9. ADDICTED TØ PAIN
10. BLEEDING ME DRY
11. SHARDS ØF SHATTERED DREAMS
12. SCØRN
FORMAÇÃO:
Robb Flynn - Vocal & Guitarras
Jared MacEachern - Baixo & Vocal
Reece Scruggs - Guitarra
Matt Alston - Bateria
Split Álbum Em Vinil Vermelho Translúcido 12″ + Gatefold + 2 Pôsters A3.
Lançamento: 2025
MALEFACTOR e AZTLÁN unem forças para entregar um manifesto sonoro das sombras, em formato Split vinil com seus EP’s “The Sentinels” e “Xipe Totec”
LP Vermelho Translúcido .
Capa Gatefold.
Prensagem de alta fidelidade.
*2 pôsteres em formato A3 (para as 100 primeiras cópias).
Um artefato indispensável para quem vive o metal extremo, pagão e épico.
Em julho de 2007, o MALEVOLENT CREATION lançou seu décimo álbum de estúdio, "Doomsday X", consolidando uma nova fase na trajetória da banda americana de death metal. Gravado no Mercury Recording Studio, na Flórida, o disco marcou o retorno do vocalista Brett Hoffman, além da reintegração do baixista Jason Blachowicz e do guitarrista Jon Rubin, reunindo uma formação bem próxima da clássica e reacendendo a chama criativa do grupo.
Com 12 faixas e pouco menos de 50 minutos de duração, o álbum apresenta uma sequência brutal e precisa de composições que mesclam velocidade, técnica e agressividade. Músicas como ’Cauterized, Deliver My Enemy’ (com participação de Mick Thomson, do Slipknot) e ’Bio-Terror’ (com vocais adicionais de Kyle Symons) demonstram o domínio da banda sobre os elementos do death metal tradicional, com riffs cortantes, vocais corrosivos e uma bateria explosiva conduzida por Dave Culross.
A produção ficou a cargo do próprio grupo, com engenharia e mixagem de Gus Rios e Matt LaPlant, além da masterização por Alan Douches. O resultado é um som limpo, pesado e direto ? fiel à identidade do MALEVOLENT CREATION, sem perder a crueza e a intensidade que tornaram a banda um nome fundamental no metal extremo.
"Doomsday X" não é apenas mais um capítulo na discografia do MALEVOLENT CREATION ? é uma declaração de força e longevidade. Um álbum que não pede licença, não oferece concessões e reafirma que, quando o fim se aproxima, o som da destruição tem nome, peso e propósito.
Prepare-se: o apocalipse já tem a sua trilha sonora!
TRACKLIST:
1. Cauterized
2. Culture Of Doubt
3. Deliver My Enemy
4. Archaic
5. Buried In A Nameless Grave
6. Dawn Of Defeat
7. Prelude To Doomsday
8. Upon Their Cross
9. Strength In Numbers
10. Hollowed
11. Unleash Hell
12. Bio-Terror
FORMAÇÃO:
Brett Hoffmann - Vocal
Jon Rubin - Guitarra
Phil Fasciana - Guitarra
Jason Blachowicz - Baixo
Dave Culross - Bateria
Em junho de 2004, o MALEVOLENT CREATION lançou "Warkult", seu nono álbum de estúdio, reafirmando sua posição como uma das forças mais brutais e consistentes do death metal americano. Gravado no Liquid Ghost Recording Studio, na Flórida, o disco trouxe uma sonoridade direta, agressiva e sem concessões, com o foco lírico centrado em temas de guerra, violência e opressão.
A formação contou com Kyle Symons nos vocais, Phil Fasciana e Rob Barrett nas guitarras, Gordon Simms no baixo e Dave Culross na bateria ? um quinteto afiado que entregou 12 faixas intensas, incluindo destaques como ’Preemptive Strike’, ’Supremacy Through Annihilation’ e ’Shock and Awe’. A produção ficou a cargo da própria banda em parceria com o guitarrista do Kataklysm Jean-François Dagenais, garantindo um som pesado, sujo e direto ao ponto.
Com pouco mais de 43 minutos de duração, "Warkult" se destaca por sua abordagem tradicionalista e pela execução precisa, sem recorrer a artifícios ou tendências externas. A faixa bônus ’Jack the Ripper’, um cover da banda australiana Hobbs’ Angel of Death, encerra o álbum com uma homenagem à velha guarda do metal extremo.
"Warkult" não é apenas um disco ? é uma investida sonora que marcha sobre os escombros da complacência. Um manifesto de brutalidade que não pede permissão, não oferece trégua e deixa claro que, quando o MALEVOLENT CREATION entra em campo, a o caos está garantido.
TRACKLIST:
1. Dead March
2. Preemtive Strike
3. Supremacy Through Annihilation
4. Murder Reigns
5. Captured
6. Merciless
7. Section 8
8. On Grounds Of Battle
9. Tyranic Oppression
10. Ravaged By Conflict
11. Shock And Awe
12. Jack The Ripper (Bonustrack)
FORMAÇÃO:
Kyle Symons - Vocal
Rob Barret - Guitarra
Phil Fasciana - Guitarra
Gordon Simms - Baixo
Dave Culross - Bateria
Quando o baterista de Bolt Thrower, Martin "Kiddie" Kearns, faleceu em 14 de setembro de 2015, os membros da banda estavam absolutamente desolados. Três semanas depois o baixista da lenda do Death Metal Benediction, Frank Healy, perdeu o seu pai. Toda essa tristeza deixou um enorme buraco nos corações e mentes de todos. A prematura partida de Kearns forçou o Bolt Thrower a fazer um hiato indefinido, enquanto Healy estava sete anos sem gravar nada após o lançamento do último álbum de estúdio do Benediction, "Killing Music". Os membros-chave de ambas as bandas precisavam de uma válvula de escape para lidar com a dificuldade emocional. Então, o vocalista Karl Willetts e Healy juntaram-se a Andy Whale, ex-baterista de Bolt Thrower, e ao mestre dos riffs Scott Fairfax para formar o MEMORIAM.
Segundo Healy, formar o MEMORIAM foi o jeito que ele encontrou para expressar toda sua emoção e a maneira perfeita de fazer uma homenagem permanente para os entes queridos que se foram. Para Willetts também foi uma forma de evitar afundar num poço de dor e desespero e tirar algo positivo dessa triste experiência.
Segundo Healy: "Originalmente, nós começamos a banda só pela alegria de fazer música juntos. Todos nós somos amigos há décadas. Ia ser uma banda só de covers de músicas antigas que nós gostamos e pensei que talvez nós faríamos alguns shows. Então, Scott arruinou essa ideia quando entrou dizendo: ’Eu tenho este riff. Podemos fazer uma música a partir dele?’" E Fairfax, que se apresentava como guitarrista de sessão no Benediction, tinha literalmente um bunker cheio de riffs...
O primeiro trabalho do MEMORIAM, a demo "The Hellfire Demos" com duas músicas, recebeu excelentes críticas tanto dos fãs como dos críticos, então era hora de seguir em frente e gravar um álbum completo e o poço sem fundo de riffs de Fairfax provou ser um bom ponto de partida. O resultado: "For The Fallen".
Gravado ao longo de duas semanas no Hellfire Studios com o produtor Ajeet Gill, o álbum tem um som maciço, porém ainda underground ? entre "Transcend The Rubicon" do Benediction e "The IVth Crusade" do Bolt Thrower. O tipo de álbum que é uma raridade hoje em dia: com um som clássico, porém ao mesmo tempo contemporâneo. Desde a faixa de abertura ’War Rages On’ passando pela devastadora ’Flatline’ até a épica faixa que fecha o álbum ’Last Words’. Mas, para obter o resultado desejado foram quatro semanas de mixagem e remixagem.
Conceitual e liricamente, o álbum centra-se nos efeitos do que acontece depois de perder amigos próximos e familiares, afundar na dor e na tristeza ou continuar em frente? O título "For The Fallen", por exemplo, é um tributo para os entes que se foram. A música ’Reduced To Zero’ é uma observação sobre o triste estado do nosso mundo atual. ’Last Words’, com Lynda "Tam" Simpson (Sacrilege), é sobre a Primeira Guerra Mundial desde a perspectiva de um soldado nas trincheiras pouco antes de ser chamado a batalha. E ’Surrounded By Death’ é, mais ou menos, autoexplicativo.
"A experiência de perder Martin foi o catalisador para que tudo isto aconteça e é o tema constante ao longo do álbum", diz Willetts. "As letras vêm da tristeza e dor, mas eu sinto que eles exibem uma alegria de viver e uma aceitação de tudo o que aconteceu". Por isso Willetts considera o MEMORIAM como " ...uma verdadeira celebração da vida através do Death Metal!"
TRACKLIST:
1. Memoriam
2. War Rages On
3. Reduced To Zero
4. Corrupted System
5. Flatline
6. Surrounded (By Death)
7. Resistance
8. Last Words
FORMAÇÃO:
Karl Willets - Vocal
Frank Healy - Baixo
Scott Fairfax - Guitarra
Andy Whale - Bateria
Oficialmente formado em março de 2016, o MEMORIAM lançou sua primeira demo, "The Hellfire Demos", apenas algumas semanas depois. Com apenas duas faixas, o esquadrão britânico de death metal já chamou a atenção da cena internacional. No entanto, foi com o álbum de estreia, "For The Fallen", que os quatro músicos alcançaram um feito que poucos de seus contemporâneos conseguiram: a imortalização nos livros de história do heavy metal.
Isso não é surpresa, já que o MEMORIAM é composto por veteranos consagrados da cena: o vocalista Karl Willets (ex-BOLT THROWER), o baixista Frank Healy (ex-BENEDICTION), o guitarrista Scott Fairfax (ex-MASSACRE) e o baterista Andrew Whale (ex-BOLT THROWER). Juntos, garantem a mais alta qualidade sonora da banda, reconhecida tanto pelos fãs ao redor do mundo quanto pela imprensa especializada, que reverenciou a estreia do grupo. Quando o BOLT THROWER se separou no início de 2016, poucos ousaram imaginar que um sucessor surgiria tão rapidamente ? muito menos que sua essência e legado seriam preservados e reinventados sob uma nova identidade.
Após um ano intenso promovendo "For The Fallen" em festivais de renome como Wacken Open Air, Graspop Open Air e Roadburn Festival, a banda se dedicou à composição de novas músicas. O resultado desse processo veio em 2018, com o lançamento de "The Silent Vigil", um álbum que traz oito faixas impiedosas. Se no trabalho anterior a melancolia se fazia presente, desta vez a agressividade se manifesta de formas diversas.
Além de explorar novas nuances, a banda aprofundou a complexidade de seu som, criando uma sonoridade monstruosa que enfatiza a potência do grupo. "The Silent Vigil" mantém a identidade do MEMORIAM sem soar como uma mera repetição de seu antecessor. O álbum transborda o inimitável estilo do death metal old school, sem perder um só segundo de sua intensidade sonora avassaladora.
TRACKLIST:
1. Soulless Parasite
2. Nothing Remains
3. f r o mThe Flames
4. The Silent Vigil
5. Bleed The Same
6. As Bridges Burn
7. The New Dark Ages
8. No Known Grave
9. Weaponised Fear
10. Dronestrike V3 (Bonus Track)
FORMAÇÃO:
Karl Willets - Vocal
Frank Healy - Baixo
Scott Fairfax - Guitarra
Andy Whale - Bateria