"After Forever". Esse é o simples título do quinto álbum da banda holandesa de metal sinfônico, AFTER FOREVER. Por quê? Porque todos os ingredientes musicais que definem a banda foram perfeitamente consolidados neste disco. Este álbum, que marca sua estreia pela gravadora Nuclear Blast Records, é um marco significativo na trajetória do grupo. Com "After Forever", a banda revisitou estilos que já havia explorado em trabalhos anteriores, enquanto dava indícios do que estava por vir em seu futuro artístico.
"Este álbum é um grande resumo de tudo o que fizemos", disse o guitarrista Sander Gommans na época do lançamento, em 2007. "Você pode ouvir a energia de Prison of Desire, a melancolia de Decipher, a abordagem progressiva de Invisible Circles e os elementos mais cativantes de Remagine. Não há nada mais After Forever do que isso." Essa declaração de Gommans também se referia ao som característico da banda, que incorpora uma orquestra real. O álbum ainda conta com as notáveis participações especiais de Jeff Waters (Annihilator) e a icônica cantora Doro Pesch. "Convidamos Doro para mostrar às pessoas que, nos anos 1980, já existiam mulheres artistas fazendo esse estilo de música."
Com Floor Jansen como sua brilhante frontwoman, o AFTER FOREVER sempre se destacou por não se limitar a um estilo específico. Embora a combinação óbvia de metal e elementos clássicos seja predominante em seu som, a banda também flui facilmente entre estilos como rock, pop, industrial e progressivo. Segundo Gommans, o fato de esses gêneros fluírem naturalmente no álbum era apenas uma coincidência. "E, ao mesmo tempo, algo muito típico de uma banda como a nossa. After Forever é o documento perfeito de quem somos. Desde 1995, criamos um estilo que colorimos de diferentes maneiras. Não muito diferente do que se esperaria de uma banda de metal. Floor adiciona seu toque único à mistura, mas a seção rítmica também é crucial para o nosso som."
Em "After Forever", esse som é novamente muito reconhecível. Isso se deve, principalmente, ao fato de que o processo de gravação foi semelhante aos dos álbuns anteriores, com uma exceção: o papel do produtor Gordon Groothedde, que foi apresentado a eles pelo colega de banda Joost van den Broek e descrito por Gommans como "um produtor de metal atípico.". Esta colaboração foi mágica. "Gordon foi nosso sétimo membro por um tempo", acrescentou Gommans. "Nunca lançamos uma música com a qual não estamos satisfeitos, mas, neste álbum estou apaixonado também pela produção e pela ordem das músicas. O desafio muitas vezes é fazer um álbum melhor do que o anterior, mantendo intactas certas características do estilo. E, nesse ponto, nós conseguimos."
Com "After Forever", a banda se consolidou definitivamente como uma das referências mais importantes do metal sinfônico. Esta obra-prima não apenas celebrou a evolução musical do grupo, como também abriu novas portas para o gênero, marcando um capítulo inesquecível na história do AFTER FOREVER.
TRACK LIST
1. Discord
2. Evoke
3. Transitory
4. Energize Me
5. Equally Destructive
6. Withering Time
7. De-Energized
8. Cry with a Smile
9. Envision
10. Who I Am
11. Dreamflight
12. Empty Memories
13. Lonely
14. Sweet Enclosure
FORMAÇÃO
Floor Jansen - Vocal
Sander Gommans - Guitarra
Bas Maas - Guitarra
Luuk van Gerven - Baixo
Joost van den Broek - Teclados
Andre Borgman - Bateria
Relançamento da Obskure Chaos Distro e Traces Of The Night Records em 2016. Uma das bandas clássicas do Peru, nesse CD com 09 faixas.E uma nova capa e novo layout exclusivo pra essa versão brasileira.CD Lacrado pra venda.
Características Principais:
⦁ Estampa Full Print por Sublimação: Cores ultra vibrantes que não desbotam, não racham e possuem toque zero, garantindo uma imagem com definição perfeita que cobre toda a camiseta.
⦁ Tecido Premium 95% Poliéster, 5% Elastano: Toque macio, leve e confortável. Não amassa, seca super rápido e permite que a pele respire, sendo ideal para o dia a dia, shows e festivais.
⦁ Modelagem Tradicional Unissex: Caimento reto que veste bem em todos os corpos, com gola careca reforçada para máxima durabilidade e acabamento impecável.
Especificações Técnicas:
⦁ Composição: Frente 95% Poliéster, 5% Elastano / Costas 100% Algodão
⦁ Estampa: Sublimação Digital Full Print
⦁ Gola: Careca
⦁ Modelagem: Tradicional Unissex
TABELA DE MEDIDAS
Tamanho Altura (cm) Largura (cm)
PP 64 49
P 68 51
M 70 54
G 74 57
GG 76 61
XG 79 64
G1 81 66
G2 84 69
OBS: As medidas podem variar tanto na altura quanto na largura em até 3 CM, para mais ou para menos.
RECOMENDAÇÃO: Lavar do avesso ajuda a preservar e evitar bolinhas. Não é necessário passar esta camiseta pois ela não amassa com a lavagem, mas se desejar, pode passar o ferro quente em toda a camiseta, inclusive sobre a estampa (até 40 graus).
Em 2018, um dos maiores ícones do Thrash Metal, o ANTHRAX, finalmente lançava o seu tão aguardado álbum ao vivo "Kings Among Scotland"!
O show foi apresentado em duas partes. Na primeira, o ANTHRAX tocou as "favoritas" votadas pelos fãs no pré-show, incluindo pérolas como ’Madhouse’, ’Be All, End All’, ’Breathing Lightning’ e ’A.I.R.’. Na segunda parte a banda elevou ainda mais a produção de palco com rampas, escadarias e outros elementos, enquanto executava na íntegra um dos seus maiores clássicos: o álbum "Among The Living" de 1987, que inclui faixas emblemáticas como ’Caught In A Mosh’, ’I Am The Law’, ’Indians’, ’Eflinikufesin (N.F.L.)’ e muitas outras.
"Foi um show bastante intenso", comentou o guitarrista Scott Ian na época do lançamento. "Especialmente quando a plateia ficou tão insana que o chão começou a subir e descer".
"Foi um desafio para todos nós tocar ’Among The Living’ ao vivo", admitiu o baterista Charlie Benante. "Tocamos várias músicas desse álbum em nossos shows ao longo dos anos, mas não todas, e tocar uma música em estúdio não é a mesma coisa que tocá-la ao vivo no palco. Por isso, ensaiamos por muito tempo para que as músicas saíssem de forma perfeita. E vou te dizer, depois que terminarmos esse set, tão árduo quanto foi, todos nós sentimos uma alegria imensa, como se pudéssemos voltar e fazer isso de novo".
"Kings Among Scotland" foi gravado em 15 de fevereiro de 2017 na histórica e completamente lotada casa de shows Barrowland Ballroom em Glasgow. O som foi mixado pelo produtor de estúdio do ANTHRAX, Jay Ruston e todo o trabalho artístico foi criado pelo conceituado Steve Thompson (Slayer, Motörhead, Iron Maiden).
Um verdadeiro presente para os fãs do ANTHRAX, "Kings Among Scotland" captura toda a fúria e energia da banda em seu ambiente natural: o palco. Um registro visceral que reafirma, sem sombra de dúvida, o motivo pelo qual o grupo é um dos pilares do Thrash Metal mundial!
TRACK LIST
CD 1
1. A.I.R.
2. Madhouse
3. Evil Twin
4. Medusa
5. Blood Eagle Wings
6. Fight ?Em ?Til You Can?t
7. Be All, End All
8. Breathing Lightning
CD 2
1. Among the Living
2. Caught in a Mosh
3. One World
4. I Am the Law
5. A Skeleton in the Closet
6. Efilnifukesin (N.F.L.)
7. A.D.I. / Horror of It All
8. Indians
9. Imitation of Life
10. Antisocial (Trust cover)
FORMAÇÃO
Joey Belladonna - Vocal
Frank Bello - Baixo
Charlie Benante - Bateria
Jonathan Donais - Guitarra
Scott Ian - Guitarra
"Sound Of White Noise" é um álbum importante na história de ANTHRAX pois é o primeiro trabalho com o vocalista John Bush a bordo. Conhecido como um dos melhores berradores do Metal, o Ex-Armored Saint fez um excelente trabalho quando substitui Joey Belladona e levou o ANTHRAX a uma nova era do Rock / Metal moderno. Após o lançamento do seu álbum "We’ve Come For You All", em 2003, a banda apareceu com uma nova edição da obra-prima inovadora "Sound Of White Noise" que incluía vários clipes e remixes adicionais.
Em 1981 o guitarrista Scott "Non" Ian formou ANTHRAX tentando encontrar músicos que compartilhassem a sua paixão por Black Sabbath e AC/DC assim como pela cena Punk e Hardcore. Com Neil Turbin nos vocais a banda gravou uma demo de 5 faixas, seguida pelo seu primeiro single, ’Soldiers Of Metal’, que foi produzido pela guitarrista de Manowar, Ross The Boss. Estes trabalhos ajudaram ANTHRAX a serem reconhecidos na cena underground americana. Após uma mudança na formação, o baterista Charlie Benante e o guitarrista Dan Spitz entraram na banda, e o lançamento do seu álbum de estreia "Fistful Of Metal", a banda entrou em turnê com Raven. Pouco tempo depois, Neil Turbin deixou a banda e Joey Belladona tomou seu lugar ao microfone provando ser um excepcional vocalista. O EP "The Armed And Dangerous" e o excelente álbum "Spreading The Disease" foram lançados em 1985 e introduziram a banda no mundo inteiro. A sua primeira turnê europeia em 1987 deu a ANTHRAX uma nova legião de fãs e o seu próximo álbum "Among The Living", entrou nos rankings britânicos. O status da banda foi melhorando constantemente e logo se estabeleceu como uma das melhores bandas de metal de EUA ao lado de Metallica, Slayer e Megadeth.
Vestindo roupas de skaters e usando elementos do Rap nas suas músicas, a banda se converteu no precursor do movimento crossover que se desenvolveu anos mais tardes com bandas como Korn e Limp Bizkit. Após o lançamento de "Persistence Of Time", ANTHRAX decidiu substituir Joey Belladona pelo ex-Armored Saint, John Bush. Esta decisão acabou por ser a correta pois Bush trouxe novamente a energia e o carisma que estava faltando e como resultado temos os álbuns "Sound Of White Noise" e "Stomp 442 milestones" que se transformaram em marcos na história da banda.
Após um hiato de 8 anos, onde foram lançados os Best Of "Moshers 1986-1991" e "Volume 8 - The Threat Is Real", a banda lançou "We’ve Come For You All", mostrando claramente que ANTHRAX continuava atualizando o seu explosivo e moderno Rock / Metal.
A versão 2003 de "Sound Of White Noise", que está disponível no Brasil graças à parceria entre Shinigami Records e Nuclear Blast, inclui como bônus o remix da música ’Black Lodge’.
Se você gosta de um Metal instigante, cativante e carregado de potência, "Sound Of White Noise" é o investimento certo para você - ANTHRAX no seu melhor momento !!
TRACK LIST
1. Potters Field
2. Only
3. Room For One More
4. Packaged Rebellion
5. Hy Pro Glo
6. Invisible
7. 1000 Points Of Hate
8. Black Lodge
9. C11H17N202SNA (Sodium Pentathol)
10. Burst
11. This Is Not AN Exit
12. Black Lodge (Strings Mix)
O BEHEMOTH escolheu o nome "Evangelion" para o título de seu nono álbum de estúdio, um álbum que na época se destacou dentre os demais por conseguir pôr fogo dentro dos próprios confins do inferno. Mas é necessário se fazer uma ressalva em relação ao nome: o uso da palavra "evangelion" é frequentemente relacionado às histórias bíblicas sobre a salvação da humanidade, a morte sacrificial de Jesus e sua posterior ressurreição, porém, o BEHEMOTH escolheu usar a palavra em seu contexto etimológico mais puro, sem nenhuma conotação cristã. "Evangelion" é uma palavra grega que significa "espalhar as boas novas" e este nono álbum é o verdadeiro Evangelho da Nova Era, o verdadeiro evangelho dentro do que hoje consideramos Metal Extremo.
Representando um novo espectro de força, criatividade e determinação, "Evangelion" é o álbum que, sem dúvida, conduziu esta banda polonesa ao atingir de vez o auge dentro do Metal Extremo. O BEHEMOTH sempre foi considerado uma banda que não respeitava as fronteiras da autolimitação (na verdade, o mal não tem limites) e com "Evangelion", voltou com fúria e sede de vingança. Gravado no Radio Gdansk Studio, localizado na cidade natal da banda, com os reconhecidos irmãos Wojtek e Slawek Wieslawscy e o baterista Daniel Bergstrand como produtores e com a incrível mixagem cortesia do lendário Colin Richardson (Machine Head, Slipknot, Carcass), o resultado final é um álbum grandioso e bestial que vai rasgar em pedaços qualquer competidor.
Com "Evangelion", considerado em 2009 (ano do lançamento original) como o álbum mais inovador da banda, o BEHEMOTH foi além e superou todos os seus trabalhos anteriores de forma consistente, entregando simplesmente uma obra-prima do gênero. Algo sempre esperado pelo vencedor na categoria "Melhor Banda Underground" do Metal Hammer Golden Gold Awards 2009.
TRACKLIST:
1. Daimonos
2. Shemhamforash
3. Ov Fire And The Void
4. Transmigrating Beyond Realms Ov Amenti
5. He Who Breeds Pestilence
6. The Seed Ov I
7. Alas, Lord Is Upon Me
8. Defiling Morality Ov Black God
9. Lucifer
"Não há nada mais blasfemo do que isto". Estas são as palavras da mente por trás do BEHEMOTH, o sempre polêmico Nergal, explicando o título do 11º álbum estúdio da banda, "I Loved You At Your Darkest", lançado originalmente em 2018.
Embora pareça um título um tanto improvável para uma banda de Black Metal, principalmente a mesma que chamou seu álbum anterior de "The Satanist", sua origem vai surpreendê-lo ainda mais do que as próprias palavras do vocalista/guitarrista. "É um versículo da Bíblia", revela Nergal. "Na verdade, é uma citação do próprio Jesus Cristo. Para o BEHEMOTH usá-lo como base do nosso álbum, é um sacrilégio ao extremo".
É claro que o BEHEMOTH pode ser considerado um dos sinônimos da palavra blasfêmia. Ao longo dos anos, eles ultrapassaram os limites do Black metal e da heresia em si. Embora o sentimento anticristão possa parecer um clichê no que diz respeito à maioria das bandas de metal, para o BEHEMOTH essas ideias representam uma ameaça muito real à sua liberdade física. Repetidamente, o governo de seu país natal, a Polônia, os acusou de vários "crimes", como rasgar uma bíblia no palco em 2007 ou usar o brasão polonês em uma camiseta da banda em 2017.
"Obviamente, coisas assim podem te deixar bem puto. Mas acho bom ficar assim", diz Nergal com uma risada. "A raiva pode ser uma enorme força motriz, especialmente quando você faz música extrema. Mas política e socialmente, a Polônia é um país muito díspar. Você nunca pode se sentir totalmente seguro aqui. Assim fica mais fácil para mim ficar inspirado. Se eu morasse na Holanda ou na Austrália, não acho que estaria fazendo o que faço agora. Você pode fazer ou ser o que quiser nesses lugares. Eu sou um grande fã desse tipo de liberdade, mas eu realmente não tenho isso aqui. Lutar com isso diariamente faz de mim quem eu sou e alimenta minha paixão por esse estilo de música".
Nergal e seus colegas de banda, o baixista Orion e o baterista Inferno, canalizaram toda essa paixão e raiva em "I Loved You At Your Darkest". O álbum apresenta uma salva esmagadora de um Black Metal majestoso repleto de riffs infernais, bateria trovejante e coros litúrgicos que lembram os clássicos do cinema de terror, além de incorporar também solos de guitarra na veia rock ’n’ roll com dedilhados rápidos em músicas como ’God=Dog’, ’Ecclesia Diabolica Catholica’ e ’Sabbath Mater’. "Eu queria muito nos redefinir com este trabalho", explica Nergal. "I Loved You At Your Darkest é um álbum mais dinâmico. É extremo e radical por um lado, mas também é mais orientado para o rock do que qualquer outro álbum do BEHEMOTH".
Liricamente, "I Loved You At Your Darkest" mostra o tipo de provocação religiosa que o BEHEMOTH faz melhor. "É muito motivado pela religião, talvez mais do que qualquer coisa que fizemos antes", explica Nergal. "Mas não é apenas uma provocação barata. Eu acredito que esta é uma linguagem metaleira mais profunda. É arte".
"I Loved You At Your Darkest" foi produzido pelos próprios membros da banda, com coprodução de Daniel Bergstrand (Meshuggah, In Flames) nas partes de bateria, mixagem de Matt Hyde (Slayer, Children Of Bodom) e masterização de Tom Baker (Nine Inch Nails, Marilyn Manson). Sem esquecer da participação especial de orquestra polonesa com 17 membros, com arranjos de Jan Stoklosa e produção de Tomasz Budkiewicz. Ou como Nergal bem resume: "Praticamente todos os instrumentos foram gravados em um estúdio diferente e muitas pessoas incríveis estiveram envolvidas".
"Embora nossas origens se remontem ao Black Metal, o BEHEMOTH é algo maior", arrisca Nergal. "Conhecemos nosso legado, mas, com este álbum, procuramos avançar para um terreno mais alto!"
Hail BEHEMOTH!!!
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records.
TRACKLIST:
1. Solve
2. Wolves ov Siberia
3. God = Dog
4. Ecclesia Diabolica Catholica
5. Bartzabel
6. If Crucifixion Was Not Enough...
7. Angelvs XIII
8. Sabbath Mater
9. Havohej Pantocrator
10. Rom 5:8
11. We Are the Next 1000 Years
12. Coagvla
Uma das maiores hordas em atividade hoje, o BEHEMOTH, vem orgulhosamente apresentar "In Absentia Dei", a simplesmente espetacular e imersiva livestream transmitida pela primeira vez em setembro de 2020 da Polônia e que ofereceu aos fãs uma fuga mais do que bem-vinda durante o auge da pandemia do Covid-19. Este evento foi feito para definir um novo padrão para estas transmissões ao vivo e isso foi algo que o BEHEMOTH tinha como objetivo desde o início como bem explica o vocalista e baixista Nergal:
"In Absentia Dei foi um grande desafio e um grande risco, mas foi um grande sucesso artístico e comercial. A resposta do público foi absolutamente magnífica ? fizemos um precedente com esta apresentação e elevamos o nível. Esperamos que possamos continuar a elevar o padrão com os projetos que estão por vir!"
Produzido por Grupa 13, "In Absentia Dei" foi apresentado como um show dividido em quatro partes gravado totalmente dentro das antigas paredes de uma igreja antiga e abandonada na Polônia rural. O show foi feito com uma alta produção teatral com direito até mesmo chamas infernais que emanaram e esquentaram de todas as partes do local sagrado.
O BEHEMOTH mais uma vez brincou com fogo, provocando um grande incêndio para queimar o preconceito e o fanatismo radical de alguns cristãos e afins. Portanto, se algumas partes desta performance forem ofensivas para você, você está ouvindo a banda errada!
TRACK LIST:
CD 1:
1. Evoe
2. Wolves Ov Siberia
3. Prometherion
4. f r o mThe Pagan Vastlands
5. Blow Your Trumpets Gabriel
6. Antichristian Phenomenon
7. Conquer All
8. Lucifer
CD 2:
1. Ora Pro Nobis Lucifer
2. Satan?s Sword (I Have Become)
3. Ov Fire And The Void
4. Chwala Mordercom Wojciecha
5. As Above So Below
6. Slaves Shall Serve
7. Chant For Ezkaton 2000 e.v.
8. Sculpting The Throne Ov Seth
9. Bartzabel
10. Decade Ov Therion
11. O Father O Satan O Sun!
DVD:
1. Act I
2. Evoe
3. Wolves Ov Siberia
4. Prometherion
5. f r o mThe Pagan Vastlands
6. Act II
7. Blow Your Trumpets Gabriel
8. Antichristian Phenomenon
9. Conquer All
10. Lucifer
11. Act III
12. Ora Pro Nobis Lucifer
13. Satan’s Sword (I Have Become)
14. Ov Fire And The Void
15. Chwala Mordercom Wojciecha
16. As Above So Below
17. Slaves Shall Serve
18. Chant For Ezkaton 2000 e.v.
19. Act IV
20. Sculpting The Throne Ov Seth
21. Bartzabel
22. Decade Ov Therion
23. O Father O Satan O Sun!
"The Satanist é mágico. É perigoso. É aventureiro e orgânico" afirma Nergal, a força motriz por trás do BEHEMOTH desde sua criação em 1991, e você entenderá esta afirmação ao ouvir os primeiros 20 segundos do álbum, lançado originalmente em 2014. Embora instantaneamente reconhecível como um trabalho do quarteto polonês de Black/Death Metal, a banda levou seu som em novas direções anteriormente inimagináveis e fascinantes. Um disco retorcido, com camadas densas, brutalmente violento e sinistro, algo bem diferente do que qualquer coisa já ouvida dentro do cânone da música extrema naquela época. E ele acrescenta: "Você pode ouvir o título e pensar que é muito primitivo e unidimensional e realmente ele é. Porém, quando você vê além disso, ele é tão primitivo quanto complexo e multidimensional e isso se aplica ao álbum por inteiro".
Mas eles percorreram um caminho bem pedregoso antes de lançarem o álbum. Após chegarem ao topo das paradas em seu país natal e aumentar rapidamente sua base de fãs internacionais com o lançamento do álbum "Evangelion" em 2009, a banda recebeu uma péssima notícia: Nergal foi diagnosticado com leucemia. Isso forçou a banda a abandonar a turnê de divulgação de "Evangelion" em andamento pois ele precisou ser hospitalizado. Tanto ele quanto o BEHEMOTH enfrentavam assim um futuro incerto. Mas a busca por um doador de medula óssea compatível foi bem sucedida e Nergal foi submetido a um transplante, deixando o hospital após seis meses e iniciando o longo caminho para a reabilitação. "Tive a sorte de que esse período de recuperação foi relativamente rápido, e que eu estava realmente forte e muito determinado a voltar a ficar em forma, e isso fez uma diferença real", explicou o vocalista e guitarrista.
Em vez de começar imediatamente a trabalhar em um novo álbum, a banda resolveu cair na estrada para completar a turnê abandonada de "Evangelion", agora chamada apropriadamente de "Phoenix Rising Tour". Mas querer provar que eles estavam mais fortes do que nunca no primeiro show colocou algumas dúvidas na cabeça do Nergal: "Eu estava um caco e quase não consegui chegar ao final do set. [...] Fiquei literalmente chocado com isso, lembro de pensar enquanto estávamos tocando: ’e se eu não puder mais fazer isso?’ [Mas] a cada show seguinte, eu ficava cada vez mais forte e mais confiante, e ciente do fato de que sim, conseguiríamos fazer isso".
Agora sim a banda estava pronta para seguir em frente e começar a trabalhar no próximo álbum, o álbum que se tornaria "The Satanist". Enquanto muitas bandas poderiam estar preocupadas em como fazer um álbum tão devastadoramente poderoso e bem sucedido como "Evangelion", o Nergal não tinha nenhuma dúvida: "Evangelion foi um disco muito importante para nós, e sim, foi muito bem sucedido também, mas nosso objetivo não era bater isso ao fazer The Satanist. O objetivo era fazer um álbum orgânico, natural, honesto e sincero. Agora que o álbum está terminado, gosto de pensar nele como um álbum tão diferente que você não pode compará-lo com nossos trabalhos anteriores, que é o melhor resultado que eu poderia esperar".
Sobre o título do álbum, o Nergal comentou: "O que eu amo nele é que ele fala por si só. Por um lado, é um título muito preto e branco: ’The Satanist’ [’O Satanista’ em português] é como a porra de um prego na mão de Jesus Cristo, ponto final. Nem mais nem menos. Mas, como em todo o resto, se você juntar uma centena de pessoas e perguntar a elas o que o nome ’The Satanist’ significa para elas, você ouvirá uma centena de opiniões diferentes, sobre as quais eles podem até discutir e brigar". Da mesma forma, Nergal vê o conteúdo lírico do álbum como algo aberto à interpretação e até encoraja isso. ?Há muito simbolismo, reflexões e impressões lá e há milhões de metáforas para expressar uma certa atmosfera muito sinistra e muito cativante, mas não há respostas corretas. É como que sempre as pessoas têm uma percepção mais profunda em tudo o que fazemos, mas não é isso que queríamos com este álbum. [...] o que estamos fazendo é apenas dar-lhe os fósforos, dar-lhe a chama inicial, o que você vai fazer com isso já é com você. Pessoalmente, se eu me sentasse com as letras na minha frente, provavelmente também chegaria a muitas interpretações e conceitos diferentes, é um processo sem fim, e isso é emocionante para mim", finaliza o músico.
Uma coisa é indiscutível: o álbum é o mais rico e complexo, sonoramente falando, já lançado sob o nome BEHEMOTH e definiu, de certa forma, o que a banda faria para os próximos discos. Camada após camada, "The Satanist" apresenta um som denso e complexo onde nada é forçado ou não natural.
TRACKLIST:
1. Blow Your Trumpets Gabriel
2. Furor Divinus
3. Messe Noire
4. Ora pro Nobis Lucifer
5. Amen
6. The Satanist
7. Ben Sahar
8. In the Absence ov Light
9. O Father O Satan O Sun!
A ascensão do BEHEMOTH é uma história que pode ser contada de várias maneiras e sob diversas perspectivas. Quando alguém escreve sobre uma banda que reescreveu o livro do metal extremo por mais de 30 anos, isso é inevitável. No entanto, seria difícil capturar a essência dessa história sem focar na ambição e no poder que impulsionam a banda. Embora ambos os termos, ambição e poder, possam ser relacionados a diversas histórias, aqui sua interpretação é exata e cuidadosamente escolhida. A ambição é o cocheiro, guiando sempre para novos horizontes e visões, enquanto o poder são os cavalos, sem cuja força esses horizontes seriam apenas um sonho distante.
A nova obra prima, "The Shit Ov God", é um emblema de tudo isso. Aqui está uma banda que, após 34 anos, lança seu álbum mais inflamado e extremo até hoje. Oito músicas que mergulham nas profundezas da humanidade, da divindade e do significado do desafio, em uma era onde a individualidade é valorizada, mas todos buscam por seus salvadores?seja na música, na política ou em outras esferas. O título do álbum está alinhado com essa sensibilidade. Intencionalmente polarizador, o fundador e frontman Nergal comenta: "Escolhemos esse título provocativo de forma deliberada, rejeitando a sutileza em favor de uma declaração direta e polarizadora. É um mergulho desafiador nas profundezas, ousando buscar o absoluto, mesmo no esgoto."
Artisticamente, dar vida a uma visão sonora tão marcante não é uma tarefa simples. Além da própria banda, o BEHEMOTH escolheu meticulosamente os artistas audiovisuais envolvidos no álbum. A produção do álbum ficou sob os cuidados do inimitável Jens Bogren do Fascination Street Studios (conhecido por seus trabalhos com Emperor, Enslaved, Kreator, Rotting Christ, entre outros). Trabalhando em estreita colaboração com a banda, a habilidade de Bogren destacou o som natural do BEHEMOTH sem sacrificar o caos e a ferocidade que permeiam a essência da banda. Como sempre, os aspectos visuais foram tão cuidadosamente construídos quanto o som. A banda recorreu ao parceiro de longa data Bartek Rogalewicz (BLACK.LODGE.IS.NOW), assim como ao Dark Sigil Workshop para criar uma capa única, sombria e belamente ameaçadora.
Esse compromisso com a inovação está há muito tempo solidificado no DNA da banda. Cada álbum tem sua própria personalidade, sua própria maneira de construir sobre e se desconectar do restante do trabalho da banda. Isso resulta em uma discografia onde nenhum álbum é intercambiável. Desde os primórdios de "Sventevith (Storming Near the Baltic)" até "The Shit Ov God", o BEHEMOTH nunca se repete, mantendo-se prolífico e fiel a si mesmo. Essa evolução não acontece por acaso, mas por uma ambiciosa disciplina artística, onde, gostem ou não, a evolução é inevitável. Sobre essa evolução e o desafio de evitar a monotonia que aflige tantas bandas, Nergal comentou: "Não se trata de habilidade, mas de alma. É sobre fazer uma declaração por quem você é... Pensar ’como posso expandir esses espectros do death metal/black metal?’ E, se não pudermos ir mais longe ou rápido, iremos lateralmente. É isso que o Behemoth tem feito nos últimos álbuns."
Essa mentalidade frequentemente colocou a banda em conflito com todos os tipos de agentes da ortodoxia e mediocridade. Seja com a Igreja Católica na Polônia, que ficou perplexa com o vibrante "amor" da banda pelo seu dogma, ou com diferentes círculos do black metal que não estavam felizes com o fato de a banda ter desenvolvido sua própria personalidade, a acrimônia certamente estava por toda parte. Mas, como Nergal sempre fala: "Jogue jogos estúpidos, ganhe prêmios estúpidos." E até agora, é evidente quem é o vencedor desses conflitos. Instituições católicas tentaram várias vezes silenciar a banda nos tribunais, mas a pilha de casos que a banda venceu só cresce. Quanto aos círculos underground, o BEHEMOTH liderou a popularidade internacional do metal extremo polonês. A banda entrou nessa nova era com o aclamado "Opvs Contra Natvram", que os levou a tocar em lugares tão distantes como Califórnia, Tóquio e Sydney, assim como em festivais prestigiosos como Hellfest e Wacken, além de fazer parte de momentos ainda mais notáveis, como ser a primeira banda de metal extremo a se apresentar na Filarmônica de Paris. Enquanto isso, boa parte da oposição da banda... bem, escreveu postagens raivosas no Facebook e recuou.
Se isso soa confrontador, bem, é porque é. Poder e ambição atraem críticas. Mas essas críticas, esse diálogo, são fundamentais para as dinâmicas de poder entre a banda e seu público. É parte do motivo pelo qual "The Shit Ov God" consegue ser tão honesto e direto em relação ao seu tema, sem se esquivar de tópicos mais elevados. Faixas como ’To Drown the Svn in Wine’, que lidam com luto e morte, podem ficar lado a lado com ataques belicosos e vitoriosos como ’Sowing Salt’, precisamente por causa desse relacionamento multifacetado. A banda nunca foi, nem será, unilateral.
A sorte está lançada. Agora, o mundo do metal prende a respiração.
Texto por B. Babalon
TRACKLIST:
1. The Shadow Elite
2. Sowing Salt
3. The Shit Ov God
4. Lvciferaeon
5. To Drown The Svn In Wine
6. Nomen Barbarvm
7. O Venvs, Come!
8. Avgvr (The Dread Vvltvre)
FORMAÇÃO:
Adam ’Nergal’ Darski - Vocal, Guitarra
Zbigniew ’Inferno’ Promi?ski - Bateria, Percussão
Tomasz ’Orion’ Wróblewski - Baixo, Backing Vocals
Em todos os registros que se possam ter do Metal em geral, nenhuma banda exemplifica melhor o compromisso inabalável de desafiar expectativas do que o BEHEMOTH. Em seus notáveis 33 anos de carreira, esta grande banda polonesa de Metal Extremo, liderada por Adam Darski (mais conhecido como Nergal), transcendeu o papel de meros arquitetos da lendária cena de Metal Extremo de seu país.
Ao longo de mais de três décadas e doze álbuns, a visão singular de Nergal elevou o BEHEMOTH a algo muito além de uma simples banda de Black/Death Metal. Superando qualquer limite de gênero, eles se tornaram a personificação da rebeldia, individualidade e de uma expressão inabalável. Com uma perspectiva de mundo literária e cosmopolita, a banda enfrentou tudo, desde a imprensa tradicional até a igreja católica polonesa, culminando no notório julgamento de Nergal por blasfêmia em 2010, que apenas serviu para expor as hipocrisias profundamente enraizadas que sua música busca desafiar.
Em 2024, este gigante polonês anunciou o lançamento do seu monumental show de aniversário "XXX Years Ov Blasphemy", que foi originalmente transmitido online em 2021. O show, que abrange toda a carreira da banda, foi realizado e filmado em três locais diferentes, com um tempo total de execução de 90 minutos, dividido em três atos distintos. Este conjunto muito especial apresenta as músicas favoritas dos fãs, bem como algumas faixas selecionadas que raramente são tocadas ao vivo pela banda.
Para este evento, o BEHEMOTH se entregou por completo, elevando o conceito de shows transmitidos durante a pandemia a um novo patamar. A produção completa inclui cenários de palco incrivelmente detalhados, fotografia de tirar o fôlego e uma gravação de som de alta qualidade.
Para finalizar, fiquemos com as palavras do Nergal sobre esta obra-prima: "Este projeto abrange o mantra da Behemoth: conectar os antigos com a era moderna construindo uma ponte através de cada década. Junte-se a nós nesta celebração do black metal e culto profano, enquanto continuamos a sobreviver ao próprio Jesus Cristo!"
TRACKLIST:
ACT 1:
1. Chant of the Eastern Lands
2. Lasy Pomorza
3. Summoning (Of the Ancient Ones)
4. Blackvisions of the Almighty
5. Cursed Angel of Doom
6. Pure Evil and Hate
ACT 2:
1. The Thousand Plagues I Witness
2. Decade Ov Therion
3. Christians to the Lions
4. 44 (The Youth Manifesto)
5. Heru Ra Ha: Let There Be Might
6. Chant for Ezkaton 2000
ACT 3:
1. Demigod
2. At The Left Hand Ov God
3. Alas, Lord Is Upon Me
4. Ora Pro Nobis Lucifer
5. Rom 5:8
6. O Father O Satan O Sun!
FORMAÇÃO:
Nergal - Guitarra, Vocal
Inferno - Bateria, Percussão
Orion - Baixo, Backing Vocals
Em 2004, o BEHEMOTH rompeu definitivamente as barreiras entre o death e o black metal com o lançamento de "Demigod", um álbum que não apenas consolidou a identidade sonora da banda polonesa, mas também redefiniu os limites da música extrema. Gravado em sessões noturnas no Hendrix Studios, em Lublin, o disco foi lapidado na Suécia por Daniel Bergstrand (mixagem) e Thomas Eberger (masterização), revelando uma produção densa, agressiva e meticulosamente construída.
Com Nergal à frente, acompanhado por Zbigniew "Inferno" Promi?ski na bateria, Tomasz "Orion" Wróblewski no baixo e Patryk "Seth" Sztyber como guitarrista de sessão, o BEHEMOTH entregou faixas como ’Conquer All’, ’Slaves Shall Serve’, ’The Nephilim Rising’ e ’XUL’, que se tornaram pilares de sua discografia. A sonoridade é marcada por riffs arrastados e vocais sobrepostos que evocam uma entidade mitológica ? o semideus ? conceito que dá nome ao álbum e permeia suas letras.
Mais do que brutalidade sonora, "Demigod" apresenta uma harmonia entre técnica e atmosfera. As guitarras não competem por protagonismo, mas se entrelaçam em construções melódicas que fogem da fórmula tradicional do gênero. A bateria de Inferno, veloz e precisa, sustenta a agressividade enquanto os vocais de Nergal ? tratados com camadas e efeitos ? criam uma presença quase ritualística, que transcende o humano e encarna o arquétipo do divino.
O álbum também se destaca por sua estética provocativa e teatral. Desde as capas perturbadoras até a escolha estilística de substituir letras nos títulos das faixas, o BEHEMOTH reforça sua proposta artística com consistência e ousadia. "Demigod" não é apenas um disco pesado ? é uma obra que pulsa com identidade, conceito e intenção.
Na época de seu lançamento, o álbum surpreendeu pela maturidade e pela coesão. Embora esperado pelos fãs, poucos estavam preparados para a profundidade lírica e a sofisticação sonora que o BEHEMOTH alcançaria. "Demigod" representou não apenas um avanço técnico, mas uma afirmação de força criativa diante de críticas e adversidades, ditando várias tendencias no gênero.
Hoje, "Demigod" permanece como um marco incontornável do metal extremo. Forjado sob pressão e guiado por convicção, o álbum elevou o BEHEMOTH a um novo patamar e continua a reverberar como uma das obras mais intensas, inteligentes e influentes da música pesada contemporânea.
TRACKLIST:
1. Sculpting the Throne ov Seth
2. Demigod
3. Conquer All
4. The Nephilim Rising
5. Towards Babylon
6. Before the Æons Came
7. Mysterium Coniunctionis (Hermanubis)
8. XUL
9. Slaves Shall Serve
10. The Reign ov Shemsu-Hor
FORMAÇÃO:
Nergal - Vocal, Guitarra
Orion - Baixo
Inferno - Bateria
Seth - Guitarra
Material que apresentou o Bell Witch para o Mundo!
Aqui, o Bell Witch transforma o extremo doom e seu foco moribundo em um lindo hino.
São quase 40 minutos onde o ouvinte sente a sensação de luto que acontece após a perda de um ente querido.
Esse trabalho apresenta um som minimalista e deprimente onde a banda provou ser atemporal, relevante e inegavelmente triste.
Um álbum que irá rasgar a sua alma lhe dando um sentimento onde a morte lhe abraçará proporcionando a frieza e a calmaria para sua alma despedaçada.
O álbum inteiro está cheio até a borda com tristeza e ruminações sobre a inevitabilidade dor da morte como parte da vida e como todos nós devemos aceitá-la como tal.
O baixo limpo reverbera por todo o álbum, contrastado pelos enormes drones distorcidos que vêm e vão, de forma semelhante a dor do luto. Mas, independentemente de quantas vezes eles acontecem, as coisas terminam de uma forma gentil, com o álbum desaparecendo no silêncio.
Do começo ao fim, é uma experiência tão crua e poderosa que poucos álbuns conseguem igualar.
(Caixa Acrílica + Slipcase)
Ano: 2011 / 2025
País: United States
Ano de Formação: 2011
Procedência: Brasil
Gravadora: Cold Art Industry / Bell Witch Band
Estilo: Extremo Death / Doom Metal
Ean: 7 893 200 0200 83
Código: Cold083
Under Exclusive License From Bell Witch Band
TRACK LIST:
Beneath The Mask 3:51
I Wait 11:34
Mayknow 18:31
The Moment 3:06
Line-up
Dylan Desmond - Bass, Vocals
Adrian Guerra (R.I.P. 2016) - Drums, Vocals
Lançado em 14 de janeiro de 2011, "Blood Magick Necromance" é o nono álbum de estúdio do BELPHEGOR, um dos principais nomes do blackened death metal austríaco. Com uma sonoridade implacável e uma atmosfera sombria, este disco é um dos trabalhos mais brutais, épicos e envolventes da banda até então.
Gravado no Abyss Studios, na Suécia, sob a produção magistral de Peter Tägtgren, líder do Hypocrisy, o álbum entrega um som pesado e cristalino, combinando técnica refinada com um clima obscuro e profundamente maligno. Para a identidade visual, o BELPHEGOR contou com o trabalho de Joachim Luetke, que já havia colaborado com Arch Enemy, Dimmu Borgir e Kreator, e com Helmut Wolech, trazendo uma estética sinistra para a arte gráfica.
Composto por oito faixas, "Blood Magick Necromance" apresenta um equilíbrio entre brutalidade e refinamento, incorporando melodias e arranjos que intensificam sua aura diabólica. Músicas como ’In Blood - Devour This Sanctity’, ’Blood Magick Necromance’ e ’Discipline Through Punishment’ mergulham em temas de blasfêmia e ritualismo, com letras intensas e um instrumental afiado que conduz o ouvinte a uma jornada macabra.
O disco também se destaca por seus momentos mais acelerados, como ’Angeli Mortis de Profundis’ e ’Sado Messiah’, que explodem em agressividade sem comprometer a coesão do álbum. Os riffs cortantes e os vocais cavernosos de Helmuth demonstram um domínio absoluto sobre a estética do blackened death metal, enquanto os elementos sinfônicos agregam um caráter monumental à obra.
Em um período em que o metal extremo passava por grandes transformações, "Blood Magick Necromance" reafirmou a posição do BELPHEGOR como um dos nomes mais relevantes do gênero, mantendo a integridade de sua sonoridade e provando que a banda ainda tinha muito a oferecer. Sem concessões, sem suavizações?apenas pura blasfêmia e um som devastador.
Este álbum não é apenas mais um capítulo na história do metal extremo, é uma invocação ao caos e à escuridão!
TRACKLIST:
1. In Blood - Devour This Sanctity
2. Rise to Fall and Fall to Rise
3. Blood Magick Necromance
4. Discipline Through Punishment
5. Angeli Mortis De Profundis
6. Impaled Upon the Tongue of Sathan
7. Possessed Burning Eyes
8. Sado Messiah
FORMAÇÃO:
Helmuth - Vocal, Guitarra, Baixo
Serpenth - Baixo, Backing Vocals
Tendo alcançado merecidamente o status de ícones na arte suprema do death/black metal, o BELPHEGOR consolidou de vez essa posição com sua obra-prima de 2014, "Conjuring The Dead".
Desde o lendário álbum de estreia "The Last Supper", lançado em 1995, o líder Helmuth e seus companheiros trabalharam incansavelmente para chegar ao topo, com habilidades técnicas, composições sofisticadas e letras intensamente blasfemas e perturbadoras.
Três anos após o lançamento do também clássico "Blood Magick Necromance", em 2011, o BELPHEGOR retornava com o tão aguardado quinto álbum de estúdio, "Conjuring The Dead", que mostrou uma banda totalmente possuída, incendiária, mais forte do que nunca e pronta para conquistar o mundo. As dez composições apresentavam um nível de brutalidade até então desconhecido pela humanidade. Paisagens sonoras de uma monstruosidade melódica, poderosas e ferozes, mas repletas de uma precisão cortante como uma lâmina bem afiada. Com ataques diretos na sua cara, massacres devastadores de cordas, uma bateria furiosa como uma metralhadora e os "vo-kills"1 mais insanos, "Conjuring The Dead" superou a brutalidade de qualquer outro lançamento do BELPHEGOR até aquele momento!
Pela primeira vez, o BELPHEGOR é reforçado por dois músicos convidados: nos "vo-kills" de ’Legions Of Destruction’ estão Glen Benton, do poderoso DEICIDE, e Attila, do lendário MAYHEM.
A produção ficou nas mãos do reconhecido mago do estúdio e frontman do HATE ETERNAL, Erik Rutan, que trouxe à sonoridade típica do BELPHEGOR uma profundidade ainda mais ameaçadora, uma verdadeira sensação de ter sido atropelado por um tanque de guerra da Segunda Guerra Mundial!
Para as artes visuais, a banda uniu forças novamente com o renomado artista grego Seth Siro Anton, que já havia colaborado com o BELPHEGOR no lendário álbum "Pestapokalypse IV", lançado em 2006.
TRACKLIST:
1. Gasmask Terror
2. Conjuring The Dead
3. In Death
4. Rex Tremendae Majestatis
5. Black Winged Torment
6. The Eyes
7. Legions Of Destruction
8. Flesh, Bones And Blood
9. Lucifer, Take Her!
10. Pactum In Aeternum
FORMAÇÃO:
Helmuth - Vocal, Guitarra
Serpenth - Baixo
Após renovar seu contrato com a gigante global do Metal, Nuclear Blast Records, a infame banda de Death/Black Metal BELPHEGOR, formada na Áustria em 1991 sob o nome de Betrayer, faz uma viagem de volta ao passado, aos seus primeiros dias, com as versões remasterizadas dos dois primeiros álbuns de estúdio "The Last Supper" e "Blutsabbath". Originalmente lançados em 1995 e 1997 pela Lethal Records e pela Last Episode respectivamente, a selvageria blasfema e antirreligiosa pela qual a banda é conhecida e temida começaram aqui, nessas gravações.
"The Last Supper" sonoramente está mais próximo do som Death Metal dos anos 1990, praticado por vários medalhões como Cannibal Corpse, Deicide e Morbid Angel, só para nomear alguns, enquanto que em "Blutsabbath" a banda abraça fortemente a crueza, frieza e agressividade do Black Metal, que moldaram marca registrada sonora do grupo. Além disso, as letras chocantes e as imagens extremas, bem como suas incessantes turnês, os ajudaram a construir rapidamente uma forte e leal base de fãs ao redor do mundo.
Este lançamento em versão dupla foi remasterizado pelo reconhecido produtor e engenheiro de som alemão Andy Classen em 2021 e traz a arte de capa original e SEM CENSURA do álbum "THE LAST SUPPER" na parte de trás da capa desta versão.
Imprescindível para aqueles que desejam entender de onde vem a técnica e agressividade do BELPHEGOR.
TRACKLIST:
CD 1: The Last Supper (Remastered 2021):
1. The Last Supper
2. A Funeral Without A Cry
3. Impalement Without Mercy
4. March Of The Dead
5. The Rapture Of Cremation
6. Engulfed In Eternal Frost
7. D.I.E.
8. In Remembrance Of Hate And Sorrow
9. Bloodbath In Paradise Pt.II
10. Kruzifixion
CD 2: Blutsabbath (Remastered 2021):
1. Abschwörung
2. Blackest Ecstasy
3. Purity Through Fire
4. Behind The Black Moon
5. Blutsabbath
6. No Resurrection
7. The Requiem Of Hell
8. Untergang der Gekreuzigten
9. Path Of Sin
Em 2017, o BELPHEGOR reafirmou seu domínio absoluto no metal extremo com mais uma obra-prima sonora. "Totenritual" não é apenas um álbum, mas um convite sem retorno para o abismo sonoro que a banda vem construindo ao longo dos anos.
Três anos após a brutalidade de "Conjuring The Dead", esse registro apresenta nove faixas avassaladoras, que dissipam qualquer dúvida sobre a supremacia dos austríacos no cenário europeu. Riffs impiedosos e batidas esmagadoras dominam a atmosfera de caos, enquanto breves interlúdios oferecem uma falsa sensação de tranquilidade?antes do próximo ataque sonoro.
A gravação de "Totenritual" aconteceu em dois estúdios de referência: Stage One Studios, na Alemanha, e Studio Mischmaschine, na Áustria. A mixagem e masterização ficaram a cargo dos renomados Jason Suecof e Mark Lewis, nos Audiohammer Studios. Já a arte impactante da capa é mais uma criação do artista grego Seth Siro Anton, responsável pelo visual impressionante de "Pestapocalypse VI" (2006) e "Conjuring The Dead" (2014).
Se busca silêncio, melodias suaves ou uma aura positiva, este álbum não é para você. "Totenritual" é sufocante, pesado e intransigente em sua brutalidade.
No final da cerimônia diabólica, só restarão ruínas
TRACKLIST:
1. Baphomet
2. The Devil’s Son
3. Swinefever - Regent of Pigs
4. Apophis - Black Dragon
5. Totenkult - Exegesis of Deterioration
6. Totenbeschwörer
7. Spell of Reflection
8. Embracing a Star
9. Totenritual
FORMAÇÃO:
Helmuth Lehner - Guitarra/Vocal
Serpenth - Baixo
Bloodhammer - Bateria
Em seus mais de trinta anos de carreira, o BENEDICTION enfrentou muitos problemas e superou muitos obstáculos, porém, eles sempre perseveraram e o fizeram tendo a certeza de que permaneceriam sempre fiéis à sua visão original. Essa atitude sem concessões deu à banda a força necessária para manter seu próprio rumo e evitar as armadilhas das tendências que vão e vêm. Eles se mantêm fiéis às suas raízes, leais aos seus fãs e mantêm contato constante com a cena underground, o que os tornou a banda que são hoje. Eles têm orgulho de fazer parte de um gênero amplamente variado que só continua a crescer em força.
O BENEDICTION nasceu no início de 1989 das cinzas de uma banda chamada Stillborn e sua formação era composta por Barney Greenway (vocal), Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Paul Adams (baixo) e Ian Treacy (bateria). Logo após sua fundação, eles gravaram a lendária demo "The Dreams You Dread", que hoje é considerado um dos maiores clássicos dentro da cena Death Metal. Esta fita, junto com a ajuda de Mickey Harris (ex-NAPALM DEATH, SCORN), fez com que a banda assinasse com a Nuclear Blast Records, lançando sob o selo alemão o seu altamente elogiado álbum de estreia, o maravilhoso "Subconscious Terror".
Mas logo apareceu o primeiro obstáculo. Barney Greenway ao mesmo tempo que fazia parte do BENEDICTION, continuava trabalhando com o NAPALM DEATH e isso causava alguns problemas quando ambas as bandas faziam turnês separadas. Portanto, o vocalista teve que escolher entre as bandas e sua decisão é amplamente conhecida: sua saída do BENEDICTION deixou o resto da banda em crise. Um encontro casual em um pub em Birmingham entre Dave Ingram e Peter Rew trouxe uma possível solução. Uma audição foi organizada e Dave passou na prova com folga! A banda então recebeu um novo sopro de vida, e depois de incluir Dave com sucesso na banda e tocar em várias datas no Reino Unido, eles começaram a escrever a próxima obra prima, "The Grand Leveller", que foi lançado em 1991.
Um ano depois, a banda lançaria o EP "Dark is the Season", segundo trabalho da banda a apresentar os talentosos vocais de Dave Ingram, e o primeiro a apresentar uma produção relativamente "limpa" (em comparação com o som cru dos dois primeiros álbuns da banda).
No EP, você encontrará duas faixas novas, ’Foetus Noose’ e ’Dark is the Season’; o cover de ’Forged in Fire’ da banda canadense Anvil, com os vocais do ex-membro Barney Greenway; a regravação da faixa ’Experimental Stage’, lançada originalmente em "Subconscious Terror" (1990) e agora com os vocais de Ingram e o relançamento da música ’Jumping at Shadows’ do álbum "The Grand Leveller" (1991) com os vocais de Karl Willetts (Memoriam, ex-Bolt Thrower).
Em 1994, o BENEDICTION lançava o EP "The Grotesque/Ashen Epitaph" que incluía duas músicas inéditas (as do título do álbum) e as versões ao vivo das faixas ’Violation Domain’, ’Subconscious Terror’ e ’Visions in the Shroud’. Estas faixas ao vivo foram gravadas em um show especial ao vivo com o (naquela época) novo baterista Paul Brookes para testar se ele se encaixaria bem com o resto da banda. As músicas ficaram tão boas que o BENEDICTION decidiu lança-las.
Este EP foi um lançamento muito legal para cobrir o intervalo entre os lançamentos "Transcend The Rubicon" (1993) e "The Dreams You Dread" (1995) e as duas faixas novas são mais do que essenciais para qualquer fã do BENEDICTION e do Death Metal em geral.
Em 2015, ambos os EPs foram lançados em um único CD, versão que agora está disponível no mercado brasileiro pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records.
TRACKLIST:
1. Foetus Noose
2. Forged in Fire (Anvil cover)
3. Dark Is the Season
4. Jumping at Shadows
5. Experimental Stage
6. The Grotesque
7. Ashen Epitaph
8. Violation Domain (live)
9. Subconscious Terror (live)
10. Visions in the Shroud (live)
FORMAÇÃO
"Dark Is The Season"
Dave Ingram » Vocal
Ian Treacy » Bateria
Peter Rew » Guitarra
Darren Brookes » Guitarra, Baixo
Karl Willetts » Vocal na faixa 4
Alan Jones » Solo na faixa 3
Barney Greenway » Vocal na faixa 2
"The Grotesque/Ashen Epitaph"
FORMAÇÃO:
Dave Ingram - Vocal
Peter Rew - Guitarra
Darren Brookes - Guitarra
Frank Healy - Baixo
Paul Brookes - Bateria
"Às vezes eles voltam" não é apenas o título de um filme de terror baseado em um conto macabro do Stephen King, mas também um resumo do que aconteceu com os veteranos do death metal do Reino Unido, o BENEDICTION ? e você ainda pode acrescentar um "melhor do que nunca". Embora nunca tenha se dissolvido oficialmente, o oitavo álbum de estúdio do grupo, o "Scriptures" de 2020, conseguiu algo que normalmente não é fácil. Ele se conectou bem com clássicos como "Transcend the Rubicon" (1993), que é conhecido por suas composições instantaneamente memoráveis, e o pesado e direto "Grind Bastard" (1998). Este álbum também marcou o retorno do lendário vocalista Dave Ingram, trazendo de volta seu rugido impiedoso e seu talento para letras mórbidas e distorcidas. Depois de dois álbuns com Dave Hunt nos vocais, "Scriptures" foi o primeiro álbum do BENEDICTION em mais de uma década, impressionando com ataques certeiros e agressivos de alta velocidade como ’Iterations of I’ e ’Rabid Carnality’ e a avalanche de ritmo médio de quebrar pescoço de ’Stormcrow’, músicas que rapidamente se tornaram essenciais ao vivo ao lado de clássicos como ’I Bow to None’, ’Magnificat’, ’Subconscious Terror’ e ’Vision in the Shroud’. Com "Scriptures", o BENEDICTION ficou a um passo do top 10 na Alemanha, alcançando a fenomenal 11ª posição, mostrando que o veterano do death metal, fundado em 1989 em Birmingham (Inglaterra), ofereceu uma catarse sônica extremamente bem recebida em um momento em que, devido à pandemia, as pessoas estavam confinadas e extremamente irritadas.
Quando a mortalha da Covid-19 se dissipou, o quinteto finalmente pôde começar a promover o álbum nos palcos com vários shows em festivais, incluindo Summer Breeze (Alemanha), Mystic Festival (Polônia), UK Deathfest, Party. San (Alemanha), Eindhoven Metal Meeting (Países Baixos) e Rock Hard (Alemanha), para citar apenas alguns. Além disso, fizeram shows triunfantes na América do Sul e na América Central, bem como em seu país natal e em toda a Europa, enquanto criavam a sua nova obra de arte, o álbum de estúdio "Ravage of Empires".
Explodindo sem aviso prévio, a rápida faixa de abertura, ’A Carrion Harvest’, se intensifica em uma pausa violenta bem ao estilo Slayer e começa com Ingram rosnando "Prepare-se para o impacto!", dando uma dica inconfundível do que se pode esperar dos próximos 47 minutos e suas 11 músicas. Com riffs de tremolo e grooves martelantes em abundância, faixas como ’Engines of War’, ’Genesis Chamber’, ’Crawling over Corpses’, ’In the Dread of the Night’ e ’Psychosister’ mostram uma consistência notável e Scott Atkins, que produziu o álbum no Grindstone Studio mais uma vez, garante um som nítido e poderoso que não deixa nenhum osso intacto. Com arte de Wolven Claws Artist, "Ravage Of Empires" dá continuidade à discografia impecável do BENEDICTION e promete se tornar um dos destaques indiscutíveis do death metal old school de 2025!
TRACKLIST:
1. A Carrion Harvest
2. Beyond the Veil (of the Grey Mare)
3. Genesis Chamber
4. Deviant Spine
5. Engines of War
6. The Finality of Perpetuation
7. Crawling over Corpses
8. In the Dread of the Night
9. Drought of Mercy
10. Psychosister
11. Ravage Of Empires
FORMAÇÃO:
Peter Rew - Guitarra
Darren Brookes - Guitarra
Dave Ingram - Vocal
Giovanni Durst - Bateria
Nik Sampson - Baixo
Em seus mais de trinta anos de carreira, o BENEDICTION enfrentou muitos problemas e superou muitos obstáculos, porém, eles sempre perseveraram e o fizeram tendo a certeza de que permaneceriam sempre fiéis à sua visão original. Essa atitude sem concessões deu à banda a força necessária para manter seu próprio rumo e evitar as armadilhas das tendências que vão e vêm. Eles se mantêm fiéis às suas raízes, leais aos seus fãs e mantêm contato constante com a cena underground, o que os tornou a banda que são hoje. Eles têm orgulho de fazer parte de um gênero amplamente variado que só continua a crescer em força.
O BENEDICTION nasceu no início de 1989 das cinzas de uma banda chamada Stillborn e sua formação era composta por Barney Greenway (vocal), Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Paul Adams (baixo) e Ian Treacy (bateria). Logo após sua fundação, eles gravaram a lendária demo "The Dreams You Dread", que hoje é considerado um dos maiores clássicos dentro da cena Death Metal. Esta fita, junto com a ajuda de Mickey Harris (ex-NAPALM DEATH, SCORN), fez com que a banda assinasse com a Nuclear Blast Records, lançando sob o selo alemão o seu altamente elogiado álbum de estreia, o maravilhoso "Subconscious Terror".
Mas logo apareceu o primeiro obstáculo. Barney Greenway ao mesmo tempo que fazia parte do BENEDICTION, continuava trabalhando com o NAPALM DEATH e isso causava alguns problemas quando ambas as bandas faziam turnês separadas. Portanto, o vocalista teve que escolher entre as bandas e sua decisão é amplamente conhecida: sua saída do BENEDICTION deixou o resto da banda em crise. Um encontro casual em um pub em Birmingham entre Dave Ingram e Peter Rew trouxe uma possível solução. Uma audição foi organizada e Dave passou na prova com folga! A banda então recebeu um novo sopro de vida, e depois de incluir Dave com sucesso na banda e tocar em várias datas no Reino Unido, eles começaram a escrever a próxima obra prima, "The Grand Leveller", que foi lançado em 1991.
Dois anos depois, o BENEDICTION lançava o seu terceiro álbum de estúdio "Transcend the Rubicon", trabalho que realmente deu o pontapé inicial na carreira internacional da banda e que provou mais uma vez seu valor como uma das bandas do Death Metal britânico mais proeminentes do início dos anos 90.
Em 1995, eles lançaram o polêmico "The Dreams You Dread", um álbum ainda mais sombrio do que os três trabalhos anteriores. O BENEDICTION seguiu um caminho que muitas outras bandas resolveram seguir naquela época e ficou mais maduro. Mas amadurecer, neste caso, não significou seguir as tendências que então bombardeavam o mercado, como o Groove ou Gothic Metal. O que eles fizeram aqui foi diminuir um pouco a velocidade, tentando uma produção mais atual e onde as guitarras, o baixo e a bateria estabelecessem o ritmo e a direção da música, porém dando mais espaço para os vocais. E percorrer esse tipo de caminho, valeu muito a pena.
Liricamente, como o título bem sugere, a banda aborda diferentes tipos de sonhos aterradores, como por exemplo pesadelos sobre insanidade, assassinatos e caos generalizado.
O álbum prova mais uma vez que, mesmo que tenha feito "experimentações", a banda nunca sacrificou o peso para atrair um público mais amplo. Eles mantiveram o seu compromisso com o melhor Death Metal que puderam executar.
"The Dreams You Dread" também marca a estreia de Neil Hutton que, naquela época, era uma das maiores promessas das baquetas e tinha apenas 18 anos. Esta entrada infundiu sangue novo na banda que se sentiu totalmente rejuvenescida.
"The Dreams You Dread" é um álbum obrigatório para a coleção de todos os fãs do BENEDICTION e da música extrema em geral.
TRACKLIST:
1. Down on Whores (Leave Them All For Dead)
2. Certified...?
3. Soulstream
4. Where Flies Are Born
5. Answer To Me
6. Griefgiver
7. Denial
8. Negative Growth
9. Path Of The Serpent
10. Saneless Theory
11. The Dreams You Dread
FORMAÇÃO:
Dave Ingram - Vocal
Darren Brookes - Guitarra
Peter Rew - Guitarra
Frank Healy - Baixo
Neil Hutton - Bateria
Em seus mais de trinta anos de carreira, o BENEDICTION enfrentou muitos problemas e superou muitos obstáculos, porém, eles sempre perseveraram e o fizeram tendo a certeza de que permaneceriam sempre fiéis à sua visão original. Essa atitude sem concessões deu à banda a força necessária para manter seu próprio rumo e evitar as armadilhas das tendências que vão e vêm. Eles se mantêm fiéis às suas raízes, leais aos seus fãs e mantêm contato constante com a cena underground, o que os tornou a banda que são hoje. Eles têm orgulho de fazer parte de um gênero amplamente variado que só continua a crescer em força.
O BENEDICTION nasceu no início de 1989 das cinzas de uma banda chamada Stillborn e sua formação era composta por Barney Greenway (vocal), Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Paul Adams (baixo) e Ian Treacy (bateria). Logo após sua fundação, eles gravaram a lendária demo "The Dreams You Dread", que hoje é considerado um dos maiores clássicos dentro da cena Death Metal. Esta fita, junto com a ajuda de Mickey Harris (ex-NAPALM DEATH, SCORN), fez com que a banda assinasse com a Nuclear Blast Records, lançando sob o selo alemão o seu altamente elogiado álbum de estreia, o maravilhoso "Subconscious Terror".
Mas logo apareceu o primeiro obstáculo. Barney Greenway ao mesmo tempo que fazia parte do BENEDICTION, continuava trabalhando com o NAPALM DEATH e isso causava alguns problemas quando ambas as bandas faziam turnês separadas. Portanto, o vocalista teve que escolher entre as bandas e sua decisão é amplamente conhecida: sua saída do BENEDICTION deixou o resto da banda em crise. Um encontro casual em um pub em Birmingham entre Dave Ingram e Peter Rew trouxe uma possível solução. Uma audição foi organizada e Dave passou na prova com folga! A banda então recebeu um novo sopro de vida, e depois de incluir Dave com sucesso na banda e tocar em várias datas no Reino Unido, eles começaram a escrever a próxima obra prima, "The Grand Leveller", que foi lançado em 1991.
Dois anos depois, o BENEDICTION lançava o seu terceiro álbum de estúdio "Transcend the Rubicon", trabalho que realmente deu o pontapé inicial na carreira internacional da banda.
Assim como seu antecessor, "Transcend the Rubicon" desde os primeiros segundos esmagadores da primeira faixa ’Unfound Mortality’, nunca deixa de ser tão intenso e caótico quanto possível. Todas as músicas começam de forma explosiva com os ataques das guitarras de Brookes e Rew e os grooves de bateria, cortesia de Ian Treacy. E não podemos esquecer dos rosnados sombrios e maníacos do vocalista Dave Ingram. Cada minuto deste álbum é carregado por um som ameaçador que não te deixará respirar até que os últimos momentos destrutivos da última faixa ’Artefacted/Spit forth’ terminem. No entanto, o que torna o terceiro trabalho do BENEDICTION tão diferente em comparação com "The Grand Leveller" é o fato de o trabalho de guitarra ser muito mais pesado e de cada música ir direto ao ponto, em vez de se desenvolver gradativamente.
Os detratores poderão dizer que não há nada em "Transcend The Rubicon" que não esteja evidente em "The Grand Leveller", porém, tudo aqui é claramente mais atmosférico, mais esmagador e, definitivamente, mais consistente do que nunca. Nada aqui é preenchimento, nem mesmo o cover para ’Wrong Side Of The Grave’ do The Accused.
Com o cru, direto e imperdível "Transcend the Rubicon", o BENEDICTION provou mais uma vez seu valor como uma das bandas do Death Metal britânico mais proeminentes do início dos anos 90.
TRACKLIST:
1. Unfound Mortality
2. Nightfear
3. Paradox Alley
4. I Bow To None
5. Painted Skulls
6. Violation Domain
7. Face Without Soul
8. Bleakhouse
9. Blood f r o mStone
10. Wrong Side Of The Grave (The Accused cover)
11. Artefacted / Spit Forth
12. Saneless Theory
13. Deadfall
FORMAÇÃO:
Dave Ingram - Vocal
Darren Brookes - Guitarra
Peter Rew - Guitarra
Frank Healy - Baixo
Ian Treacy - Bateria
A união hedionda entre o lendário Sabbat (Japão) e o infame Blasphemaniac (Brasil) emerge como um manifesto de profanação, sadismo e Magia Negra da Morte! Este Live Split foi gravado no Brasil e no Japão, apresentando 13 faixas do Black Metal mais impuro e primitivo.
Track list:
BLASPHEMIC SIDE
1. Intro - Full Moon Over Blockula + Bestial Occult Ceremony
2. C.I.J.D. (Christian, Islamic & Jew Devastation)
3. The Call Of The Black Goat
4. Night Of The Necromancer
5. Blasphemaniac
6. Mion’s Hill (Sabbat Cover)
SABBATIC SIDE
7. Envenom Into The Witches Hole
8. Evil Nations
9. Charisma
10. 亡靈侍 (Samurai Zombie)
11. Darkness And Evil
12. Black Fire
13. Heavy Metal Hunter (Metalucifer Cover)
FÃS DE Bathory, Venom, Vulcano, Bulldozer, Aura Noir, KREATOR, DESTRUCTION, METALLICA, TESTAMENT, DEATH ANGEL
Quando as garotas suíças do BURNING WITCHES surgiram em 2015, mostraram logo de cara que, sem dúvida nenhuma, eram uma das bandas novatas mais interessantes deste revival do Heavy Metal Old School. Por isso, não é nenhuma surpresa que seu álbum de estreia autointitulado, lançado em 2017, tenha recebido tanta atenção, tanto do público quanto da imprensa especializada, especialmente pelos poderosos vocais de Seraina, que frequentemente são comparados - e com justiça - aos vocais do lendário Rob Halford (Judas Priest).
Mas, como o álbum não estava disponível em todos os países, a banda decidiu relançá-lo com uma grande surpresa: seu EP ao vivo "Burning Alive" como faixas bônus!
No seu álbum de estreia, o BURNING WITCHES não soa suave, "moderna" ou plastificada. Pelo contrário, são evidentes as influências de ícones como Judas Priest, Dio e Warlock, todas misturadas habilmente com o próprio estilo da banda. Com vocais que variam entre partes calmas e outras mais agressivas, riffs pesados e ritmos galopantes, as quatro integrantes conduzem o ouvinte por uma jornada cheia de aventuras, poder e magia.
O álbum, que, assim como seu sucessor "Hexenhammer", contou com a produção de V.O. Pulver (Pro Pain, Destruction, Nervosa, Pänzer) e da lenda Schmier (Destruction), traz um Heavy Metal poderoso, com várias pinceladas de Power e Speed Metal, além do Metal mais tradicional. Ou seja, a banda simplesmente usou e abusou de suas influências.
Excluindo a balada ’Save Me’, a banda mantém constantemente o pé no acelerador e convence com músicas como ’Black Widow’ (uma brilhante carta de apresentação do que esperar no resto do álbum), ’Bloody Rose’ e ’The Deathlist’, com suas guitarras rápidas, bateria poderosa e o incrível trabalho da vocalista Seraina Telli, que combina em seu vocal partes ásperas, melódicas e notas altas. Mas a banda também sabe ser melódica e épica, e um claro exemplo disso é a faixa ’The Dark Companion’. O cover de ’Jawbreaker’, do Judas Priest, encerra com chave de ouro este mais do que convincente álbum de estreia.
Clichê ou não, o BURNING WITCHES leva a sério o Heavy Metal. Melódico, rápido e cru, este álbum de estreia combina os elementos clássicos do gênero com novas camadas de tinta que o próprio estilo ajudou a criar. Já o EP "Burning Alive" traz quatro músicas gravadas em 30 de setembro de 2017, no Z7 Club, na Suíça, e mostra todo o poder e a paixão que o BURNING WITCHES exala ao vivo. A primeira, ’Metal Demons’, tem tudo o que se espera do NWOBHM, seguida pela explosiva e rápida ’Black Widow’, onde a combinação de Speed Metal com o Metal Tradicional resulta, com certeza, em uma das melhores experiências que você terá ao ouvir este trabalho. A próxima é o cover do hino do DIO, ’Holy Diver’ (cuja versão em estúdio pode ser ouvida em "Hexenhammer"), que mantém o ritmo da versão original com todos os poderosos riffs que fizeram dessa música um dos maiores clássicos de todos os tempos. E, por último, mas não menos importante, temos a pesada e melódica ’Burning Witches’.
Uma esplêndida oportunidade para conhecer o quanto o BURNING WITCHES é excelente tanto no estúdio quanto ao vivo!
TRACK LIST:
Álbum "Burning Witches"
1. Black Widow
2. Burning Witches
3. Bloody Rose
4. The Dark Companion
5. Metal Demons
6. Save Me
7. Creatures Of The Night
8. We Eat Your Children
9. Creator Of Hell
10. The Deathlist
11. Jawbreaker
EP "Burning Alive"
12. Metal Demons
13. Black Widow
14. Holy Diver
15. Burning Witches
FORMAÇÃO:
Jeanine Grob - Baixo
Lala Frischknecht - Bateria
Romana Kalkuhl - Guitarra
Seraina Telli - Vocal
Alea Wyss - Guitarra
Quando foi lançado "Dance With The Devil", terceiro álbum do BURNING WITCHES de 2020, pairava no ar algumas grandes questões: O que havia acontecido com aquele tempo em que o heavy metal e a paixão eram praticamente a mesma coisa? Aquele tempo quando a união e a solidariedade eram mais importantes que a lógica? Quando ter uma banda não era um trabalho mas sim, uma vocação? Os tempos realmente estavam mudando, como diria o Sr. Bob Dylan. Ainda assim, era muito reconfortante saber que existia uma comunidade na Suíça, um círculo de amigas em que as coisas eram feitas de uma maneira diferente. Feitas como eram no passado. E é assim que o BURNING WITCHES se tornou a sensação do heavy metal na Europa. Se o BURNING WITCHES ainda não faz parte da sua vida, você tem nove anos de puro heavy metal para descobrir.
Para quem está chegando agora, o BURNING WITCHES é mais que uma banda: é um manifesto do heavy metal em forma de música. Cinco mulheres vestidas em jeans e couro, entregando um som visceral e autêntico, carregando a bandeira do mais puro heavy metal tradicional com uma convicção inabalável.
Porém, o que faz o BURNING WITCHES ser verdadeiramente especial é que elas são a prova viva de que algumas chamas precisam arder eternamente - e o heavy metal é a fogueira que elas escolheram alimentar. "Eu simplesmente queria estar em um grupo com meus amigos íntimos. Com pessoas às quais você pode contar em absolutamente tudo e com as quais você quer passar o maior tempo possível", revelava Romana Kalkuhl, guitarrista e fundadora da banda, durante o lançamento. E que combustível poderia ser mais poderoso que esse? O resultado é uma força da natureza: cinco bruxas modernas cujas chamas da paixão pelo metal nunca se apagam, entregando intensidade pura em cada acorde, cada nota, cada show - mesmo nos dias mais sombrios.
Mesmo após o enorme sucesso de seus dois primeiros álbuns, a banda não descansou sobre os louros. Com "Dance With The Devil" , elas elevaram seu som a um novo patamar, impulsionadas pela energia dos shows ao vivo e pela maturidade conquistada. A abertura avassaladora de ’Lucid Nightmare’, traz riffs explosivos e um baixo pulsante, enquanto a faixa-título combina peso e melodias cativantes. ’Wings Of Steel’ soa monumental, ’Black Magic’ evoca o espírito psicodélico do Jefferson Airplane, e a estrondosa ’Sea Of Lies’ se firmou como um dos grandes hinos do heavy metal em 2020.
Sem dúvida, lendas como Judas Priest e DIO são influências sempre presentes no som estridente da banda. No entanto, com a produção atemporal de V.O. Pulver (Pänzer) e do titã alemão Schmier (Destruction), o BURNING WITCHES não apenas honrou essa tradição, mas também deixou sua marca inovadora no Heavy Metal do século XXI.
Regozijem-se, amantes do metal que consideram uma jaqueta de couro essencial para qualquer ocasião: o BURNING WITCHES provou ser uma força imbatível no heavy metal, e "Dance With The Devil" segue como um manifesto ardente do gênero, irradiando energia em cada nota e palavra.
Este álbum também marcou a estreia de Laura Guldemond nos vocais, nos vocais, e sua presença elevou o som da banda a um novo patamar. Mais do que um complemento perfeito em termos de personalidade, ela trouxe um verdadeiro tornado vocal, transitando com maestria entre o agressivo e o melódico, o épico e o sedutor. Sua performance intensa consolidou "Dance With The Devil" como um dos grandes marcos na trajetória do BURNING WITCHES e reafirmou seu poder no cenário do heavy metal.
TRACK LIST
1. The Incantation
2. Lucid Nightmare
3. Dance With The Devil
4. Wings Of Steel
5. Six Feet Underground
6. Black Magic
7. Sea Of Lies
8. The Sisters Of Fate
9. Necronomicon
10. The Final Fight
11. Threefold Return
12. Battle Hymn feat. Ross The Boss & Michael Lepond
FORMAÇÃO
Laura - vocal
Romana - guitarra
Sonia - guitarra
Jay - baixo
Lala - bateria
Por mais de 35 anos, a lendária banda de death metal do Reino Unido, CANCER, tem entregado algumas das obras mais brutais e implacáveis do gênero. Agora, após 7 anos desde o lançamento de seu último álbum de estúdio, "Shadow Gripped", a banda finalmente acaba com a espera e retorna com o tão aguardado sucessor, o poderoso "Inverted World".
John Walker, membro fundador e vocalista, comentou sobre o processo de criação: "Comecei a escrever o novo material logo após o confinamento pela Covid. Eu quase sempre começo o processo de escrita basicamente brincando com a guitarra; então, depois de um tempo, os riffs começam a se transformar em ideias musicais. Para as letras, costumo passar algum tempo pensando em um conceito e depois escolho o vocabulário apropriado para a ideia. A inspiração vem do que está acontecendo e do que já aconteceu no mundo, e de histórias curiosas que me interessam. Este álbum é o sétimo lançamento completo da banda, e me sinto muito afortunado por ainda poder fazer isso na minha idade."
"Inverted World" é um ataque implacável de composições magistrais, riffs brutais e temas que exploram a manipulação e barbárie tanto do passado quanto do presente. As músicas abordam entidades sombrias e mentalidades de culto, incluindo lavagem cerebral e a instrumentalização da religião. Como destaque especial, a faixa ’Corrosive’ ressuscita a história macabra do assassino da banheira de ácido, John George Haigh.
O álbum, gravado no The Empty Hall Studio com Simón Da Silva e mixado por V. Santura (Triptykon, Obscura, Pestilence, Dark Fortress) no Woodshed Studio, promete um retorno à mistura característica da banda, com riffs serrados, vocais guturais e agressividade implacável. Ele leva o ouvinte a uma jornada sombria e visceral pela distopia, corrupção e horror existencial.
Com certeza, "Inverted World" é mais um clássico imperdível que consolida o CANCER como uma das forças mais duradouras e impactantes do death metal.
TRACKLIST:
1. Enter The Gates
2. Until They Died
3. Inverted World
4. 39 Bodies
5. Test Site
6. Amputate
7. When Killing Isn’t Murder
8. Covert Operations
9. Jesus For Eugenics
10. Corrosive
FORMAÇÃO:
John Walker - Guitarra/Vocal
Daniel Maganto - Baixo
Gabriel Valcázar - Bateria
Robert Navajas - Guitarra
Lançado em 2010, "Ashes to Ashes" é mais um capítulo poderoso e importante na discografia ao vivo do CANDLEMASS ? uma banda que, ao longo das décadas, transformou o doom metal em ritual. Gravado no Sweden Rock Festival de 2009, o álbum captura os mestres suecos em plena forma, com Robert Lowe nos vocais conduzindo a experiência com intensidade quase sobrenatural. São sessenta minutos de melancolia densa, como um manto de fumaça infernal que se espalha lentamente, envolvendo tudo ao redor.
Faixas que, na época, ainda não haviam sido registradas ao vivo ? como ’If I Ever Die’ e ’The Bleeding Baroness’ ? foram executadas com a energia crua característica de uma banda jovem, enquanto clássicos como ’Solitude’ e ’At the Gallows End’ ganharam novas camadas de emoção. A produção nítida e encorpada deu vida ao peso das guitarras, à pulsação do baixo e à precisão da bateria, criando uma atmosfera que, por vezes, soava mais como um álbum de estúdio cru do que uma gravação ao vivo.
Mais do que um simples registro de um show, "Ashes to Ashes" funcionou como um documento vital da trajetória do CANDLEMASS ? uma celebração de sua história e um lembrete de sua relevância contínua. A inclusão da poderosa versão de ’Kill the King’, do Rainbow, foi a cereja no topo de um repertório que equilibrava reverência e renovação.
Em um cenário onde tantas bandas tropeçam ao tentar capturar sua essência ao vivo, o CANDLEMASS entregou algo raro: um álbum que não apenas convenceu ? mas consumiu.
TRACKLIST:
1. Dark Are The Veils Of Death
2. Samarithan
3. If I Ever Die
4. Hammer Of Doom
5. At The Gallows End
6. Emperor Of The Void
7. The Bleeding Baroness
8. A Sorcerers Pledge
9. Solitude
10. Kill The King
FORMAÇÃO:
Robert Lowe - Vocal
Mappe Björkman - Guitarra
Lars Johansson - Guitarra
Leif Edling - Baixo
Jan Lindh - Bateria
Duas décadas após seu lançamento original, o CANDLEMASS apresenta "Candlemass (Polar Rough Mix)". Uma edição especial comemorativa de 20 anos do seu oitavo álbum de estúdio. Nesta versão crua e sem filtros, a banda revela a essência direta e visceral de uma de suas obras mais emblemáticas. A intensidade, o peso e a atmosfera ganham nova dimensão, tornando esta edição uma joia rara e indispensável para os fãs de Epic Doom Metal.
Em 2005, o aguardado retorno ao estúdio dos mestres suecos do doom metal tornou-se realidade com o lançamento do álbum autointitulado "Candlemass". Após mais de 15 anos, a formação clássica estava reunida mais uma vez, incluindo o icônico vocalista Messiah Marcolin ? que aqui faria sua última contribuição em estúdio com o grupo.
Mais do que um reencontro, esse lançamento reafirmou a relevância do CANDLEMASS como uma das forças fundadoras do gênero, consolidando 2005 como um marco definitivo na história do doom metal.
Com composições densas, atmosferas sombrias e uma produção que equilibra peso e refinamento, o álbum se tornou peça-chave no legado da banda ? uma celebração da melancolia e da grandiosidade que definem o estilo.
A edição comemorativa inclui, no CD2, versões demo de quatro faixas: ’Black Dwarf’, ’Spellbreaker’, ’Witches’ e ’Born in a Tank’ ? registros que revelam o processo criativo por trás da obra e oferecem uma nova perspectiva para os fãs mais atentos.
Um lançamento essencial para colecionadores, admiradores do gênero e todos que reconhecem o CANDLEMASS como um dos pilares do doom metal mundial.
TRACK LIST:
CD1 (Polar Rough Mix):
1. Black Dwarf
2. Seven Silver Keys
3. Assassin of the Light
4. Copernicus
5. The Man Who Fell from the Sky
6. Witches
7. Born in a Tank
8. Spellbreaker
9. The Day and the Night
CD2 (Demo):
1. Black Dwarf
2. Spellbreaker
3. Witches
4. Born in a Tank
FORMAÇÃO:
Messiah Marcolin - Vocais
Mats "Mappe" Björkman - Guitarra rítmica
Lars Johansson - Guitarra solo
Leif Edling - Baixo
Jan Lindh - Bateria
Em 2009, uma das bandas mais ocupadas em toda a cena Doom Metal, e por que não do Metal em geral, o CANDLEMASS, não hesitou em lançar um álbum completo de estúdio como continuação do massivo EP "Lucifer Rising". E que é tão sensacional e impressionante quanto o próprio título! "Death Magic Doom" quebra as correntes das restrições de gênero e oferece ao ouvinte um álbum de Doom Metal monumental e de tirar o fôlego, feito à perfeição.
Muitos ouvintes podem não saber que no revolucionário álbum de estreia do CANDLEMASS, "Epicus Doomicus Metallicus" (que deu nome a todo um subgênero), as funções vocais não foram cobertas pelo mítico Messiah Marcolin, mas sim por um certo Johan Längquist. Messiah se juntou ao entusiasta do Black Sabbath, Leif Edling, e ao resto da equipe a tempo para o segundo álbum, o imortal e épico "Nightfall" (1987) que traz alguns dos favoritos dos fãs de todos os tempos como ’Dark Are The Veils Of Death’, ’Bewitched’ e ’The Well Of Souls’. Após o lançamento do álbum conceitual de 1989, "Tales Of Creation", Messiah deixou a banda pela primeira vez. Os dois álbuns de "retorno", "Dactylis Glomerata" (1998) e "f r o mThe 13th Sun" (1999), foram gravados com vocalistas diferentes e viram a banda experimentando novos estilos e atmosferas.
Messiah voltou a se juntar à banda em 2002 para uma turnê lendária e mais shows memoráveis, além do maciço álbum de retorno autointitulado, porém a reunião não durou muito: a nova separação em 2004 chocou e abalou a cena novamente.
Esta obra de arte apresentava tanto um som pesado e moderno quanto as marcas registradas do CANDLEMASS que conquistaram legiões de fãs desde os primórdios da banda nos anos oitenta. Depois que o monge saiu para sempre durante as gravações de "King Of The Grey Islands", Robert Lowe da banda Solitude Aeturnus pegou o microfone em 2007 e fez um trabalho assombrosamente ótimo neste sombrio álbum conceitual. Os fãs do CANDLEMASS deram a Robert uma recepção calorosa em sua subsequente turnê europeia, basta ouvir as faixas ao vivo no EP "Lucifer Rising" (2008)!
Como já mencionado, em 2009, o quinteto voltava com um álbum que merece o título de "clássico" desde o início porque "Death Magic Doom" tem de tudo! Um Metal insano e ultraveloz (’If I Ever Die’), um Doom esmagador (’Hammer of Doom’, que era o título inicial do álbum) e, acima de tudo, aqueles hinos imortais com linhas melódicas dolorosamente viciantes e belas (basta conferir ’Dead Angel’ e ’The Bleeding Baroness’)!
Gravado mais uma vez no famoso Polar Studios da Suécia, "Death Magic Doom" captura um CANDLEMASS no seu melhor momento: composições imortais, solos de guitarra incríveis e os vocais brilhantes de Robert.
Com "Death Magic Doom", o CANDLEMASS não apenas reafirmou seu trono como monarcas supremos do Doom Metal, mas também consagrou sua capacidade de transcender gerações. Este lançamento de 2009 representa um momento crucial na história da banda, onde a tradição clássica do Doom Metal se fundiu com uma produção moderna, criando um legado que continua a influenciar artistas até hoje. Mais de uma década após seu lançamento, as composições sombrias e majestosas deste álbum permanecem como um testamento atemporal à visão artística de Leif Edling e companhia. "Death Magic Doom" não foi apenas mais um capítulo na carreira do CANDLEMASS - foi um marco que solidificou seu status como pioneiros eternos, cujo som continua reverberando pelos corredores da história do Metal pesado.
TRACK LIST:
1. If I Ever Die
2. Hammer Of Doom
3. The Bleeding Baroness
4. Demon Of The Deep
5. House Of 1000 Voices
6. Dead Angel
7. Clouds Of Dementia
8. My Funeral Dreams
FORMAÇÃO:
Robert Lowe - Vocal
Mats Björkman - Guitarra
Leif Edling - Baixo
Lars Johansson - Guitarra
Jan Lind - Bateria
Em junho de 2007, o CANDLEMASS apresentou "King of the Grey Islands", seu poderosos nono álbum de estúdio, marcando uma transição significativa na trajetória da banda sueca de doom metal. O disco foi o primeiro a contar com os vocais de Robert Lowe (Solitude Aeturnus), que substituiu o icônico Messiah Marcolin após sua saída durante a pré-produção. A mudança trouxe uma nova atmosfera ao som épico e sombrio do grupo, sem perder a identidade que consolidou o CANDLEMASS como referência no gênero.
Produzido por Leif Edling e gravado entre Estocolmo e Dallas, o álbum apresentou faixas densas e melancólicas como ’Devil Seed’, ’Of Stars and Smoke’ e ’Embracing the Styx’, explorando temas de decadência, isolamento e introspecção. A sonoridade manteve o peso característico da banda, com riffs arrastados, vocais dramáticos e ambientações soturnas, reforçando o estilo doom tradicional com acertados toques modernos.
O disco representou mais que uma "simples" troca de vocalista ? consolidou uma fase madura e resiliente do CANDLEMASS. A banda enfrentou mudanças internas sem perder sua força criativa, entregando um trabalho sólido, intenso e profundamente atmosférico, capaz de dialogar tanto com os fãs veteranos quanto com as novas gerações. "King of the Grey Islands" reafirmou a capacidade do grupo de se reinventar mantendo viva a essência do doom metal europeu.
TRACKLIST:
1. Prologue
2. Emperor of the Void
3. Devil Seed
4. Of Stars and Smoke
5. Demonia 6
6. Destroyer
7. Man of Shadows
8. Clearsight
9. The Opal City
10. Embracing the Styx
FORMAÇÃO:
Robert Lowe - Vocal
Mappe Björkman - Guitarra
Lars Johansson - Guitarra
Leif Edling - Baixo
Jan Lindh - Bateria
Estampa frontal sublimada, estourada (full print) sem toque, esse tipo de estampa não desbota, pode ser passada a ferro sem risco de estragar a estampa.
Modelagem gola careca manga curta.
Confeccionada em frente malha poliéster, costas e mangas em malha 100% algodão fio 30.1.
A legendária banda inglesa CARCASS apresenta o álbum “Surgical Steel” mais o EP “Surgical Remission/ Surplus Steel” num só volume.
Sem dúvida, CARCASS tem lançado ao longo dos anos vários clássicos e a cada lançamento mudou clr lançado vários álbuns clássicos ao longo dos anos. Desde o Gore de ‘Reek of Putrefaction’ e ‘Symphonies of Sickness’ ao Death Metal Melódico de ‘Heartwork’, CARCASS mudou a sua direção em cada lançamento, quebrando as regras previamente estabelecidas. Em 1996, a banda acabou deixando uma legião de fãs entristecidos e desejando que o grupo seja exumado do seu túmulo prematuro, fato que aconteceu 18 anos depois e como resultado a banda lançou “Surgical Steel” presenteando aos seus fãs com um álbum que proporciona mais um marco na sua carreira e tem capacidade para tornar-se um clássico de CARCASS.
Tudo o que um fã de CARCASS poderia querer está neste disco, representando todas as épocas.
A produção foi uma combinação de talentos: no ínicio feito por Colin Richardson, foi o também renomado produtor Andy Sneap (Testament, Exodus, Megadeth) quem colocou os toques finais nesta obra-prima.
Músicas como ‘The Master Butcher’s Apron’, ‘Unfit for Human Consumption’, ‘The Granulating Dark Satanic Mills’ e ‘Noncompliance to ASTM F899-12 Standard’ com certeza serão os novos clássicos da banda que colocarão air-guitar nas mãos de cada headbanger. Em suma, “Surgical Steel” é apenas o que médico receitou.
Esta versão traz o EP “Surgical Remission / Surplus Steel” com faixas inéditas gravadas durante as sessões de gravação de “Surgical Steel” para, segundo o vocalista Jeff Walker, “amarrar as pontas soltas”.
Imperdível!
TRACKLIST:
1. 1985
2. Thrasher’s Abbatoir
3. Cadaver Pouch Conveyor System
4. A Congealed Clot Of Blood
5. The Master Butcher’s Apron
6. Noncompliance to ASTM F899-12 Standard
7. The Granulating Dark Satanic Mills
8. Unfit For Human Consumption
9. 316L Grade Surgical Steel
10. Captive Bolt Pistol
11. Mount Of Execution
12. A Wraith In The Apparatus
13. Intensive Battery Brooding
14. Zochrot
15. Livestock Marketplace
16. 1985 (Reprise)
Características Principais:
⦁ Estampa Full Print por Sublimação: Cores ultra vibrantes que não desbotam, não racham e possuem toque zero, garantindo uma imagem com definição perfeita que cobre toda a camiseta.
⦁ Tecido Premium 95% Poliéster, 5% Elastano: Toque macio, leve e confortável. Não amassa, seca super rápido e permite que a pele respire, sendo ideal para o dia a dia, shows e festivais.
⦁ Modelagem Tradicional Unissex: Caimento reto que veste bem em todos os corpos, com gola careca reforçada para máxima durabilidade e acabamento impecável.
Especificações Técnicas:
⦁ Composição: Frente 95% Poliéster, 5% Elastano / Costas 100% Algodão
⦁ Estampa: Sublimação Digital Full Print
⦁ Gola: Careca
⦁ Modelagem: Tradicional Unissex
TABELA DE MEDIDAS
Tamanho Altura (cm) Largura (cm)
PP 64 49
P 68 51
M 70 54
G 74 57
GG 76 61
XG 79 64
G1 81 66
G2 84 69
OBS: As medidas podem variar tanto na altura quanto na largura em até 3 CM, para mais ou para menos.
RECOMENDAÇÃO: Lavar do avesso ajuda a preservar e evitar bolinhas. Não é necessário passar esta camiseta pois ela não amassa com a lavagem, mas se desejar, pode passar o ferro quente em toda a camiseta, inclusive sobre a estampa (até 40 graus).
Ep da banda suíça de Black Metal/Death Metal, lançado orginalmente em 1984, relançado nacionalmente em 2024 com quatro músicas bônus e dois encartes, sendo um em português e outro em inglês.