Duas décadas após seu lançamento original, o CANDLEMASS apresenta "Candlemass (Polar Rough Mix)". Uma edição especial comemorativa de 20 anos do seu oitavo álbum de estúdio. Nesta versão crua e sem filtros, a banda revela a essência direta e visceral de uma de suas obras mais emblemáticas. A intensidade, o peso e a atmosfera ganham nova dimensão, tornando esta edição uma joia rara e indispensável para os fãs de Epic Doom Metal.
Em 2005, o aguardado retorno ao estúdio dos mestres suecos do doom metal tornou-se realidade com o lançamento do álbum autointitulado "Candlemass". Após mais de 15 anos, a formação clássica estava reunida mais uma vez, incluindo o icônico vocalista Messiah Marcolin ? que aqui faria sua última contribuição em estúdio com o grupo.
Mais do que um reencontro, esse lançamento reafirmou a relevância do CANDLEMASS como uma das forças fundadoras do gênero, consolidando 2005 como um marco definitivo na história do doom metal.
Com composições densas, atmosferas sombrias e uma produção que equilibra peso e refinamento, o álbum se tornou peça-chave no legado da banda ? uma celebração da melancolia e da grandiosidade que definem o estilo.
A edição comemorativa inclui, no CD2, versões demo de quatro faixas: ’Black Dwarf’, ’Spellbreaker’, ’Witches’ e ’Born in a Tank’ ? registros que revelam o processo criativo por trás da obra e oferecem uma nova perspectiva para os fãs mais atentos.
Um lançamento essencial para colecionadores, admiradores do gênero e todos que reconhecem o CANDLEMASS como um dos pilares do doom metal mundial.
TRACK LIST:
CD1 (Polar Rough Mix):
1. Black Dwarf
2. Seven Silver Keys
3. Assassin of the Light
4. Copernicus
5. The Man Who Fell from the Sky
6. Witches
7. Born in a Tank
8. Spellbreaker
9. The Day and the Night
CD2 (Demo):
1. Black Dwarf
2. Spellbreaker
3. Witches
4. Born in a Tank
FORMAÇÃO:
Messiah Marcolin - Vocais
Mats "Mappe" Björkman - Guitarra rítmica
Lars Johansson - Guitarra solo
Leif Edling - Baixo
Jan Lindh - Bateria
Em 2009, uma das bandas mais ocupadas em toda a cena Doom Metal, e por que não do Metal em geral, o CANDLEMASS, não hesitou em lançar um álbum completo de estúdio como continuação do massivo EP "Lucifer Rising". E que é tão sensacional e impressionante quanto o próprio título! "Death Magic Doom" quebra as correntes das restrições de gênero e oferece ao ouvinte um álbum de Doom Metal monumental e de tirar o fôlego, feito à perfeição.
Muitos ouvintes podem não saber que no revolucionário álbum de estreia do CANDLEMASS, "Epicus Doomicus Metallicus" (que deu nome a todo um subgênero), as funções vocais não foram cobertas pelo mítico Messiah Marcolin, mas sim por um certo Johan Längquist. Messiah se juntou ao entusiasta do Black Sabbath, Leif Edling, e ao resto da equipe a tempo para o segundo álbum, o imortal e épico "Nightfall" (1987) que traz alguns dos favoritos dos fãs de todos os tempos como ’Dark Are The Veils Of Death’, ’Bewitched’ e ’The Well Of Souls’. Após o lançamento do álbum conceitual de 1989, "Tales Of Creation", Messiah deixou a banda pela primeira vez. Os dois álbuns de "retorno", "Dactylis Glomerata" (1998) e "f r o mThe 13th Sun" (1999), foram gravados com vocalistas diferentes e viram a banda experimentando novos estilos e atmosferas.
Messiah voltou a se juntar à banda em 2002 para uma turnê lendária e mais shows memoráveis, além do maciço álbum de retorno autointitulado, porém a reunião não durou muito: a nova separação em 2004 chocou e abalou a cena novamente.
Esta obra de arte apresentava tanto um som pesado e moderno quanto as marcas registradas do CANDLEMASS que conquistaram legiões de fãs desde os primórdios da banda nos anos oitenta. Depois que o monge saiu para sempre durante as gravações de "King Of The Grey Islands", Robert Lowe da banda Solitude Aeturnus pegou o microfone em 2007 e fez um trabalho assombrosamente ótimo neste sombrio álbum conceitual. Os fãs do CANDLEMASS deram a Robert uma recepção calorosa em sua subsequente turnê europeia, basta ouvir as faixas ao vivo no EP "Lucifer Rising" (2008)!
Como já mencionado, em 2009, o quinteto voltava com um álbum que merece o título de "clássico" desde o início porque "Death Magic Doom" tem de tudo! Um Metal insano e ultraveloz (’If I Ever Die’), um Doom esmagador (’Hammer of Doom’, que era o título inicial do álbum) e, acima de tudo, aqueles hinos imortais com linhas melódicas dolorosamente viciantes e belas (basta conferir ’Dead Angel’ e ’The Bleeding Baroness’)!
Gravado mais uma vez no famoso Polar Studios da Suécia, "Death Magic Doom" captura um CANDLEMASS no seu melhor momento: composições imortais, solos de guitarra incríveis e os vocais brilhantes de Robert.
Com "Death Magic Doom", o CANDLEMASS não apenas reafirmou seu trono como monarcas supremos do Doom Metal, mas também consagrou sua capacidade de transcender gerações. Este lançamento de 2009 representa um momento crucial na história da banda, onde a tradição clássica do Doom Metal se fundiu com uma produção moderna, criando um legado que continua a influenciar artistas até hoje. Mais de uma década após seu lançamento, as composições sombrias e majestosas deste álbum permanecem como um testamento atemporal à visão artística de Leif Edling e companhia. "Death Magic Doom" não foi apenas mais um capítulo na carreira do CANDLEMASS - foi um marco que solidificou seu status como pioneiros eternos, cujo som continua reverberando pelos corredores da história do Metal pesado.
TRACK LIST:
1. If I Ever Die
2. Hammer Of Doom
3. The Bleeding Baroness
4. Demon Of The Deep
5. House Of 1000 Voices
6. Dead Angel
7. Clouds Of Dementia
8. My Funeral Dreams
FORMAÇÃO:
Robert Lowe - Vocal
Mats Björkman - Guitarra
Leif Edling - Baixo
Lars Johansson - Guitarra
Jan Lind - Bateria
Em junho de 2007, o CANDLEMASS apresentou "King of the Grey Islands", seu poderosos nono álbum de estúdio, marcando uma transição significativa na trajetória da banda sueca de doom metal. O disco foi o primeiro a contar com os vocais de Robert Lowe (Solitude Aeturnus), que substituiu o icônico Messiah Marcolin após sua saída durante a pré-produção. A mudança trouxe uma nova atmosfera ao som épico e sombrio do grupo, sem perder a identidade que consolidou o CANDLEMASS como referência no gênero.
Produzido por Leif Edling e gravado entre Estocolmo e Dallas, o álbum apresentou faixas densas e melancólicas como ’Devil Seed’, ’Of Stars and Smoke’ e ’Embracing the Styx’, explorando temas de decadência, isolamento e introspecção. A sonoridade manteve o peso característico da banda, com riffs arrastados, vocais dramáticos e ambientações soturnas, reforçando o estilo doom tradicional com acertados toques modernos.
O disco representou mais que uma "simples" troca de vocalista ? consolidou uma fase madura e resiliente do CANDLEMASS. A banda enfrentou mudanças internas sem perder sua força criativa, entregando um trabalho sólido, intenso e profundamente atmosférico, capaz de dialogar tanto com os fãs veteranos quanto com as novas gerações. "King of the Grey Islands" reafirmou a capacidade do grupo de se reinventar mantendo viva a essência do doom metal europeu.
TRACKLIST:
1. Prologue
2. Emperor of the Void
3. Devil Seed
4. Of Stars and Smoke
5. Demonia 6
6. Destroyer
7. Man of Shadows
8. Clearsight
9. The Opal City
10. Embracing the Styx
FORMAÇÃO:
Robert Lowe - Vocal
Mappe Björkman - Guitarra
Lars Johansson - Guitarra
Leif Edling - Baixo
Jan Lindh - Bateria
Estampa frontal sublimada, estourada (full print) sem toque, esse tipo de estampa não desbota, pode ser passada a ferro sem risco de estragar a estampa.
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A legendária banda inglesa CARCASS apresenta o álbum “Surgical Steel” mais o EP “Surgical Remission/ Surplus Steel” num só volume.
Sem dúvida, CARCASS tem lançado ao longo dos anos vários clássicos e a cada lançamento mudou clr lançado vários álbuns clássicos ao longo dos anos. Desde o Gore de ‘Reek of Putrefaction’ e ‘Symphonies of Sickness’ ao Death Metal Melódico de ‘Heartwork’, CARCASS mudou a sua direção em cada lançamento, quebrando as regras previamente estabelecidas. Em 1996, a banda acabou deixando uma legião de fãs entristecidos e desejando que o grupo seja exumado do seu túmulo prematuro, fato que aconteceu 18 anos depois e como resultado a banda lançou “Surgical Steel” presenteando aos seus fãs com um álbum que proporciona mais um marco na sua carreira e tem capacidade para tornar-se um clássico de CARCASS.
Tudo o que um fã de CARCASS poderia querer está neste disco, representando todas as épocas.
A produção foi uma combinação de talentos: no ínicio feito por Colin Richardson, foi o também renomado produtor Andy Sneap (Testament, Exodus, Megadeth) quem colocou os toques finais nesta obra-prima.
Músicas como ‘The Master Butcher’s Apron’, ‘Unfit for Human Consumption’, ‘The Granulating Dark Satanic Mills’ e ‘Noncompliance to ASTM F899-12 Standard’ com certeza serão os novos clássicos da banda que colocarão air-guitar nas mãos de cada headbanger. Em suma, “Surgical Steel” é apenas o que médico receitou.
Esta versão traz o EP “Surgical Remission / Surplus Steel” com faixas inéditas gravadas durante as sessões de gravação de “Surgical Steel” para, segundo o vocalista Jeff Walker, “amarrar as pontas soltas”.
Imperdível!
TRACKLIST:
1. 1985
2. Thrasher’s Abbatoir
3. Cadaver Pouch Conveyor System
4. A Congealed Clot Of Blood
5. The Master Butcher’s Apron
6. Noncompliance to ASTM F899-12 Standard
7. The Granulating Dark Satanic Mills
8. Unfit For Human Consumption
9. 316L Grade Surgical Steel
10. Captive Bolt Pistol
11. Mount Of Execution
12. A Wraith In The Apparatus
13. Intensive Battery Brooding
14. Zochrot
15. Livestock Marketplace
16. 1985 (Reprise)
Características Principais:
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TABELA DE MEDIDAS
Tamanho Altura (cm) Largura (cm)
PP 64 49
P 68 51
M 70 54
G 74 57
GG 76 61
XG 79 64
G1 81 66
G2 84 69
OBS: As medidas podem variar tanto na altura quanto na largura em até 3 CM, para mais ou para menos.
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O que começou como uma banda de jovens em 1993 conquistou a cena musical mundial em 1997 com um álbum de estreia que fez jus ao seu nome ? o marcante e inesquecível "Something Wild". A partir daí, a evolução da banda finlandesa CHILDREN OF BODOM se tornou uma grande história de sucesso, incomparável a qualquer outra banda de metal escandinava em ascensão.
Em 2013, o Hatecrew lançava o seu oitavo álbum de estúdio, "Halo Of Blood", que capturava de forma distinta o senso de melodia e aspereza dos primeiros trabalhos, ao mesmo tempo em que colocava tudo em uma paisagem sonora moderna e se aventurava em algumas novas direções, como apresentar a música mais rápida e a mais lenta da banda até aquele momento.
Gravado e produzido pela banda em seu estúdio particular em Helsinque, bem como no Petrax Studio, em Hollola, com a colaboração do renomado Peter Tägtgren (Hypocrisy, Pain), "Halo Of Blood" expõe as raízes da banda e as transforma em 10 hinos atemporais de pura magnificência.
"Acredite ou não, mas conseguimos mantê-lo fresco e novo, mantendo os elementos que tornam o som do COB reconhecível. Em termos de letras, ’Halo Of Blood’ aborda temas que nunca tratamos antes", afirmava o saudoso Alexi Laiho na época do lançamento.
Combinando velocidade, melodia e escuridão com a assinatura inconfundível do COB,?"Halo Of Blood" não apenas reafirmava o domínio do?CHILDREN OF BODOM?no cenário do metal extremo mundial ? ele mostrava que, mesmo após duas décadas de estrada, a?Hatecrew?ainda marchava à frente, afiando suas lâminas no gelo finlandês e escrevendo mais um memorável e brutal capítulo na história do metal moderno.
TRACKLIST:
1. Waste Of Skin
2. Halo Of Blood
3. Scream For Silence
4. Transference
5. Bodom Blue Moon (The Second Coming)
6. The Days Are Numbered
7. Dead Men’s Hand On You
8. Damaged Beyond Repair
9. All Twisted
10. One Bottle And A Knee Deep
FORMAÇÃO:
Henkka Blacksmith - Baixo, Backing Vocals
Jaska Raatikainen - Bateria, Backing Vocals
Alexi Laiho - Vocal, Guitarra
Janne Wirman - Teclados
Roope Latvala - Guitarra, Backing Vocals
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Duplo. Lançamento da DFL Production em 2013.Esse é um dos CDs mais que bem-vindos no cenário, pois essa banda merecia essa homenagem.Cd duplo contendo as demos tapes que vai da “Necropsy – 1991” até “Live tape – 1999”. Retrô simples e perfeito!
Nos tempos que vivemos sentimos que as coisas estão sombrias e que a cada dia que passa os monstros parecem cada vez mais reais. A sorte é que temos alguns músicos que com sua inspiração se sentem obrigados a criar uma trilha sonora que ofereça uma rota de fuga e uma dose do sujo mundo real. Durante o último quarto de século, CRADLE OF FILTH assumiu o papel de cronista do Dark Metal, explorando os horrores amorfos que se escondem nas sombras da humanidade e se divertindo com a opulência do pecado mortal alimentado, por séculos, pelos romances sombrios e pela luxúria do sensualmente grotesco.
Formado na Inglaterra em 1991, CRADLE OF FILTH gerou imediatamente um burburinho na cena underground com as suas primeiras demos, antes de conquistar definitivamente essa cena com o seu álbum de estreia “The Principle Of Evil Made Flesh”, em 1994. A monstruosa mistura de terror ornamental e mordacidade esmagadora marcou a banda como uma proposta única e uma das poucas bandas modernas capazes de levar o Heavy para adiante honrando, ao mesmo tempo, suas tradições. E por isso não surpreende que a combinação das letras insanamente evocativas do frontman Dani Filth e as imagens intensamente detalhadas e convincentes que a banda soube aproveitar garantiram que a música de CRADLE OF FILTH se expanda pelo mundo inteiro. Uma série de revigorantes e fascinantes álbuns manteve a banda nos olhos injetados de sangue do público e, apesar das inúmeras mudanças na formação e das sutis mudanças estilísticas ao longo dos anos, a banda pulou de triunfo a triunfo.
O século 21 viu a banda melhorar o seu poder de atração e fortalecer suas performances artísticas. Álbuns como “Dusk…And Her Embrace” (1996), “Cruelty And The Beast” (1998) e, o mais recente, “Hammer Of The Witches” (2015) cimentaram a reputação de Filth e companhia. Atualmente desfrutando de um renascimento da criatividade coletiva, CRADLE OF FILTH apresenta o seu mais novo e, talvez o melhor, álbum de estúdio “Cryptoriana - The Seductiveness Of Decay”.
“Este álbum representa um passo à frente para a banda, com base no sucesso do ‘Hammer Of The Witches’, e empurra ainda mais com a musicologia venenosa para criar algo único e leal às nossas encarnações anteriores”, afirma Dani Filth. “Nós mudamos, criamos e corremos como loucos neste álbum. Além disso, fizemos uma versão de ’Alison Hell’ de ANNIHILATOR, um clássico do Thrash Metal que tem estado nos nossos lábios por séculos!”
“Cryptoriana” foi concebido durante o verão europeu de 2016 quando CRADLE OF FILTH se reuniu na República Checa, antes de eles juntarem meticulosamente todas as peças no Reino Unido, ao lado do produtor Scott Atkins, na primeira metade de 2017. Desde o melodrama estimulante das duas primeiras faixas, o décimo segundo álbum de CRADLE representa outra expansão selvagem do manifesto sônico da banda em nove novos anti-hinos épicos.
“O álbum, tanto liricamente como artisticamente, está cheio de horror gótico vitoriano e, portanto, o título é um reflexo disso”, explica Dani. “’Cryptoriana’ significa a obsessão dos vitorianos com o sobrenatural, o sombrio, o fervorosamente macabro. O subtítulo ‘The Seductiveness Of Decay’, cimenta ainda mais a atração pela morte e o longo e resplandecente processo de auto-aniquilação. Para mergulhar no assunto e por cortesia do bom amigo H.G. Wells, eu construí uma máquina do tempo e fui morar no submundo clandestino durante o final da era vitoriana inglesa...”
“Cryptoriana - The Seductiveness Of Decay” é exatamente o tipo de declaração artística que os fãs desta indestrutível instituição britânica esperaram durante muito tempo. O CRADLE OF FILTH nunca foi mais poderoso e a sua excelência tão inegável.
TRACKLIST:
1. Exquisite Torments Await
2. Heartbreak And Seance
3. Achingly Beautiful
4. Wester Vespertine
5. The Seductiveness Of Decay
6. Vengeful Spirit
7. You Will Know The Lion By His Claw
8. Death And The Maiden
9. The Night At Catafalque Manor *Bônus
10. Alison Hell (Annihilator Cover) * Bônus
Surgido das profundezas do inferno, há trinta longos e perturbadores anos, o CRADLE OF FILTH é um gigante indiscutível dentro de um dos mais polêmicos estilos do Metal Extremo. Fornecedora imperiosa de uma cepa perenemente obscura, única e maliciosa do gênero com profundas raízes no mundo do Gothic Horror e do Ocultismo, a banda liderada por Dani Filth resistiu a três décadas de caos e provações, ganhando uma formidável reputação como força criativa singular e como uma das bandas ao vivo mais divertidas que o mundo do Metal já produziu.
Desde o seu álbum de estreia "The Principle Of Evil Made Flesh" (1992) até os seus clássicos mais abrangentes e teatrais como "Cruelty And The Beast" (1998) e "Midian" (2000), o CRADLE OF FILTH desafiou as tendências e modas e construiu seu próprio mundo idiossincrático de grandeza sórdida, tornando-se, no processo, uma das bandas de metal mais notáveis do Reino Unido. Desde então, eles percorreram o mundo inúmeras vezes, recebendo os aplausos e elogios de uma base de fãs internacional em constante expansão. Resolutamente prolífico, a discografia da banda cresceu tanto quantitativa como qualitativamente, independentemente das mudanças de formação ou dos caprichos dos fiéis.
Mais recentemente, o CRADLE OF FILTH conseguiu atingir uma marca inconfundível de criatividade e urgência com o álbum "Hammer Of The Witches" de 2015 que mostrava uma banda revigorada devido à uma nova formação. O álbum de 2017, "Cryptoriana - The Seductiveness Of Decay", repetiu o logro com uma extravagância ainda mais explosiva e explícita. Até surgir uma pandemia global que paralisou bruscamente a indústria musical, o CRADLE OF FILTH estava quase permanentemente na estrada ou voando. Como resultado, não deve surpreender ninguém que o novo álbum da banda, intitulado "Existence Is Futile", seja mais uma jornada monumental e eletrizante pela escuridão.
Embora seja instantaneamente reconhecível como um trabalho destes veteranos do Metal Extremo, o décimo terceiro álbum do CRADLE OF FILTH é uma besta totalmente diferente de seus predecessores imediatos. O álbum é completamente obscuro, perverso e às vezes absurdamente brutal, com uma fluidez hipnotizante que confirma que os instintos exploratórios da banda continuam afiados como sempre.
"Existence Is Futile", gravado durante 2020 no Grindstone Studios no condado inglês Suffolk com o guru de estúdio Scott Atkins (Devilment/Benediction/Vader), é claramente o álbum mais sombrio e perturbador que o CRADLE OF FILTH fez em muito tempo. Se abstendo da já bem conhecida narrativa distorcida em favor de relances aterrorizantes no vácuo mortal e de reflexões sobre a inevitável destruição da vida na Terra, que inclui a angústia que a humanidade viria enfrentar em 2021. Porém, Dani Filth insiste que ele não previu uma pandemia global quando as novas músicas estavam sendo escritas.
"O álbum é sobre existencialismo, angústia existencial e medo do desconhecido. O conceito não foi criado pela pandemia. Já tínhamos escrito tudo antes do início, mas a pandemia é a ponta do iceberg no que diz respeito ao andamento do mundo, entendeu? Acho que o título »Existence Is Futile« [A existência é fútil], parece um pouco mórbido. Mas, de novo, é mais sobre reconhecer isto e dizer que tudo é permitido porque nada realmente importa, o que imita a máxima de Aleister Crowley. Todos nós sabemos que vamos morrer, então devemos aproveitar a vida enquanto a temos. A última faixa do álbum ’Us, Dark, Invincible’ realmente enfatiza isso. Além disso, a arte deste álbum foi feita pelo visionário letão Arthur Berzinsh, que também fez a arte dos dois últimos álbuns, e ele é extremamente bonito mas também apocalíptico".
Fazer um novo álbum já estava nos planos do CRADLE OF FILTH bem antes de aqueles longos e solitários meses de confinamento em 2020, mas, como confessou Dani, o inevitável isolamento do resto do mundo foi o melhor incentivo para executar o trabalho, ao mesmo tempo que adiciona uma atmosfera misteriosa a toda essa experiência.
Se falamos exclusivamente do som, "Existence Is Futile" é facilmente um dos álbuns nos quais o CRADLE OF FILTH soou mais poderoso e dramático do que nunca: é simplesmente o som da invejável química que a banda tem no palco transbordando para o estúdio, levando cada um dos membros a novos níveis de intensidade. E tudo isto sempre muito bem combinando com os esperados arranjos labirínticos e uma fascinante grandiloquência que fazem que "Existence Is Futile" seja a representação mais vívida, até agora, da experiência chamada CRADLE OF FILTH.
Além disso, os fãs mais conservadores ficarão emocionados ao saber que o ator britânico Doug Bradley, que dá vida ao ícone do terror ’Pinhead’ em oito filmes da saga "Hellraiser", mais uma vez empresta sua voz para um álbum da banda. Desta vez, seu suave tom pode se ouvir no épico ’Suffer Our Dominion’.
O décimo terceiro álbum de estúdio do CRADLE OF FILTH nos leva a um fascinante e destemido mergulho no abismo. Ousado, corajoso, loucamente imaginativo e pesado como o mesmo inferno, "Existence Is Futile" é o álbum perfeito para estes tempos imperfeitos. E como conclui Dani: "Seja como o vírus! Transforme-se e sobreviva!"
TRACKLIST:
1. The Fate Of The World On Our Shoulders
2. Existential Terror
3. Necromantic Fantasies
4. Crawling King Chaos
5. Here Comes A Candle... (Infernal Lullaby)
6. Black Smoke Curling f r o mThe Lips Of War
7. Discourse Between A Man And His Soul
8. The Dying Of The Embers
9. Ashen Mortality
10. How Many Tears To Nurture A Rose?
11. Suffer Our Dominion
12. Us, Dark, Invincible
13. Sisters Of The Mist
14. Unleash The Hellion
Os pilares do metal gótico britânico, o CRADLE OF FILTH, tiveram uma trajetória um tanto acidentada desde o início do novo milênio, com várias mudanças na sua formação. E com mais uma nova formação, eles lançaram em 2015, o seu décimo segundo álbum de estúdio "Hammer Of The Witches".
Hammer of the Witches é a tradução comum em inglês do Malleus Maleficarum, um tratado religioso medieval sobre a identificação e punição de bruxas.
A pesar do ceticismo de muitas pessoas de que o CRADLE OF FILTH conseguisse ser tão subversivo e indomável quanto era em sua primeira fase de infâmia, "Hammer of the Witches" oferece os primeiros frutos de uma formação rejuvenescida e consegue o truque de ser, ao mesmo tempo, uma alegre lembrança das glórias passadas e um significativo renascimento criativo.
O álbum é uma porrada atrás da outra e talvez seja o álbum mais centrado nas guitarras dentro da discografia do CRADLE OF FILTH. Na verdade, "Hammer of the Witches" está gloriosamente transbordando de arpejos do Black Metal, riffs do Thrash mais tradicional, um toque efusivo de Iron Maiden e solos e mais solos.
Depois da introdução bastante atmosférica chamada ’Walpurgis Eve’, entra a explosiva ’Yours Immortally’ e imediatamente você poderá perceber algumas mudanças muito importantes e bem-vindas. Martin "Marthus" ?karoupka se consolida como um digno sucessor na bateria mas, a maior mudança está nos novos guitarristas Marek "Ashok" ?merda (ex-membro da banda de cult tcheca Root) e Richard Shaw (NG26). Com estas duas últimas aquisições, o CRADLE OF FILTH retorna vitorioso ao sistema de guitarra dupla dos anteriores e clássicos álbuns "Cruelty and the Beast" (1998) e "Midian" (2000). Para simplificar, os dois guitarristas mais do que competentes forneceram essa injeção de ânimo que a banda precisava, e muito, naquele momento. Porém, também não podemos esquecer da nova tecladista Lindsay Schoolcraft que inclusive engrandece a faixa ’Right Wing of the Garden Triptych’ com seus belos vocais.
"Hammer of the Witches" é facilmente o melhor álbum do CRADLE OF FILTH desde "Midian", apresentando músicas excelentes e memoráveis, em vez de apenas momentos chamativos, mas fugazes. É a prova de que mesmo um monstro pode se renovar e surpreender.
TRACKLIST:
1. Walpurgis Eve
2. Yours Immortally?
3. Enshrined In Crematoria
4. Deflowering The Maidenhead, Displeasuring The Goddess
5. Blackest Magick In Practice
6. The Monstrous Sabbat (Summoning The Coven)
7. Hammer Of The Witches
8. Right Wing Of The Garden Triptych
9. The Vampyre At My Side
10. Onward Christian Soldiers
11. Blooding The Hounds Of Hell
FORMAÇÃO:
Dani - Vocal
Marthus - Bateria, Teclados, Orquestrações
Daniel - Baixo
Ashok - Guitarra
Richard - Guitarra
Schoolcraft - Vocal feminino, Teclados, Harpa
Estampa frontal sublimada, estourada (full print) sem toque, esse tipo de estampa não desbota, pode ser passada a ferro sem risco de estragar a estampa.
Modelagem gola careca manga curta.
Confeccionada em frente malha poliéster, costas e mangas em malha 100% algodão fio 30.1.
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Lançado em 2012 como parte das comemorações de 30 anos de carreira, "Spiritual Genocide" mostrou que o DESTRUCTION não estava interessado em nostalgia passiva ? mas sim em reafirmar sua relevância com brutalidade e precisão. O trio alemão entregou um álbum que soava tão feroz quanto seus clássicos dos anos 80, mas com uma produção moderna e uma execução afiada como lâmina.
Faixas como ’Cyanide’, ’Carnivore’ e a própria ’Spiritual Genocide’ se destacaram pela energia crua que só uma banda com décadas de estrada e nenhuma intenção de desacelerar poderia oferecer. Os riffs de Mike Sifringer exploravam territórios cada vez mais técnicos, impulsionados pela bateria explosiva de Vaaver, enquanto Schmier rugia com sua assinatura vocal ? aguda, cortante e absolutamente inconfundível.
O álbum ainda contou com participações especiais de peso, como Tom Angelripper (Sodom), Gerre (Tankard) e Ol Drake (Evile), além dos ex-membros Harry Wilkens e Olly Kaiser. Mas foram os três pilares do DESTRUCTION que mantiveram o núcleo incandescente: reconectando o ouvinte às nuances dos riffs que moldaram o thrash alemão e atualizando a fúria de hinos como ’Mad Butcher’ e ’Curse the Gods’ com uma nova roupagem sonora.
"Spiritual Genocide" não foi apenas uma celebração ? foi uma declaração de guerra. Três décadas depois, o DESTRUCTION ainda soava como se estivesse apenas começando a devastação.
TRACKLIST:
1. Exordium
2. Cyanide
3. Spiritual Genocide
4. Renegades
5. City of Doom
6. No Signs of Repentance
7. To Dust You Will Decay
8. Legacy of the Past
9. Carnivore
10. Riot Squad
11. Under Violent Sledge
FORMAÇÃO:
Mike - Guitarra
Schmier - Baixo, Vocal
Vaaver - Bateria
Para o seu oitavo álbum de estúdio, "Death Cult Armageddon", o DIMMU BORGIR pegou dentro da sua enorme bolsa de truques a Orquestra Filarmônica de Praga para misturá-la com o seu Black Metal árido. O resultado? Um álbum considerado pela maioria dos fãs como o melhor e mais criativo trabalho da banda e que levou a banda para um novo e inesperado patamar, ficando ainda mais perto do trono de Baphomet.
O álbum, gravado e produzido por Frederik Nordström (In Flames, HammerFall etc.) nos Fredman Studios na Suécia, está cheio de alguns dos riffs mais ardentes, uma bateria desumanamente talentosa e vocais ásperos, mas também tem um pouco de uma doce suavidade para os nossos ouvidos.
O som de "Death Cult Armageddon" é completo e explosivo, portanto, é para todos os tipos de fãs do DIMMU BORGIR: para aqueles que estão procurando por algo novo e diferente e para aqueles que amam o som old school. O motivo? Neste álbum, os noruegueses encontraram a mistura certa entre suas raízes atmosféricas de Black Metal e seus experimentos orquestrais inovadores, desenvolvendo assim uma atmosfera épica de horror metal. Tudo finalmente encontrou o seu lugar no som do DIMMU BORGIR!
Neste álbum, a banda soa totalmente equilibrada, nem muito satânica, nem muito comercial, nem muito ambiciosa, criando algo que soa realmente como eles.
O DIMMU BORGIR continua definindo o padrão para o Black Metal com cada álbum e "Death Cult Armageddon" é o passado, o presente e o futuro do gênero. Agora, suba ao cume criativo da banda e esteja preparado para uma ótima e sombria jornada.
TRACKLIST:
1. Allegiance
2. Progenies of the Great Apocalypse
3. Lepers Among Us
4. Vredesbyrd
5. For the World to Dictate Our Death
6. Blood Hunger Doctrine
7. Allehelgens død i helveds rike
8. Cataclysm Children
9. Eradication Instincts Defined
10. Unorthodox Manifesto
11. Heavenly Perverse
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal
Silenoz - Guitarra
Galder - Guitarra
Nicholas Barker - Bateria, Percussão
Mustis - Teclados, Piano
ICS Vortex - Baixo, Vocal Limpo
Características Principais:
⦁ Estampa Full Print por Sublimação: Cores ultra vibrantes que não desbotam, não racham e possuem toque zero, garantindo uma imagem com definição perfeita que cobre toda a camiseta.
⦁ Tecido Premium 95% Poliéster, 5% Elastano: Toque macio, leve e confortável. Não amassa, seca super rápido e permite que a pele respire, sendo ideal para o dia a dia, shows e festivais.
⦁ Modelagem Tradicional Unissex: Caimento reto que veste bem em todos os corpos, com gola careca reforçada para máxima durabilidade e acabamento impecável.
Especificações Técnicas:
⦁ Composição: Frente 95% Poliéster, 5% Elastano / Costas 100% Algodão
⦁ Estampa: Sublimação Digital Full Print
⦁ Gola: Careca
⦁ Modelagem: Tradicional Unissex
TABELA DE MEDIDAS
Tamanho Altura (cm) Largura (cm)
PP 64 49
P 68 51
M 70 54
G 74 57
GG 76 61
XG 79 64
G1 81 66
G2 84 69
OBS: As medidas podem variar tanto na altura quanto na largura em até 3 CM, para mais ou para menos.
RECOMENDAÇÃO: Lavar do avesso ajuda a preservar e evitar bolinhas. Não é necessário passar esta camiseta pois ela não amassa com a lavagem, mas se desejar, pode passar o ferro quente em toda a camiseta, inclusive sobre a estampa (até 40 graus).
Embora o DIMMU BORGIR possa ser considerado atualmente como mainstream, eles já foram uma banda iniciante e do underground: original e inspiradora e chegando para renovar a cena. E o seu, hoje extremamente denso e clássico, álbum de estreia, intitulado "For All Tid", é definitivamente uma prova cabal do que estamos falando. O álbum consegue combinar perfeitamente um som cru e distinto com os característicos riffs da época e com as melodias que se tornaram uma das principais influências para o Black Metal em geral, até hoje.
Embora alguns tenham criticado "For All Tid" por ser desleixado e inconsistentemente arranjado, para outros, este é exatamente o aspecto brilhante do álbum. As habilidades técnicas não são perfeitas, claro, e é isso que captura perfeitamente o talento bruto e a habilidade daqueles músicos outrora jovens e aspirantes. Este álbum é realmente único e é essencial para qualquer fã de Black Metal, já que ele resistiu ao teste do tempo de forma impecável.
Em 1997, o DIMMU BORGIR decidiu relançar o álbum com uma nova arte de capa e duas faixas bônus, mas vamos deixar que um dos fundadores da banda, o próprio Shagrath, explique melhor sobre este relançamento:
"Saudações a todos os nossos fãs e amigos. Primeiramente, devemos informá-los que este não é um novo álbum do DIMMU BORGIR, mas um relançamento do nosso álbum de estreia ’For All Tid’, que foi originalmente lançado por uma pequena gravadora underground em 1994. Decidimos lançar esta nova versão pela excelente gravadora NUCLEAR BLAST, para que o álbum estivesse disponível para um grupo maior de pessoas. Nós redesenhamos o encarte com novas fotos, artes, etc. e incluímos faixas bônus lançadas anteriormente no EP limitado de 7" ’Inn I Evighetens Mørke’. Este álbum foi gravado em um estúdio de 16 faixas, entre agosto e dezembro de 94. E nem a música nem o som representam a música que fazemos hoje. Também houve mudanças drásticas na formação desde o nascimento da banda. Decidimos não incluir as letras porque elas foram originalmente escritas e tocadas em norueguês. Primeiro, seria errado tentar traduzir algo que é feito em nossa ’língua materna’, porque tiraria tanto o significado quanto a beleza das palavras. E segundo, usamos nomes e lugares e é impossível traduzi-los para o inglês. Mas, apesar desses lados negativos, esperamos que você possa ouvir e aproveitar a essência do verdadeiro Black Metal NORUEGUÊS que está em nossa música".
Um item obrigatório para qualquer verdadeiro apreciador de música extrema e uma das principais portas para cair de vez no bom Black Metal que era executado pelo próprio DIMMU BORGIR e várias outras bandas que apareceram nesta época.
TRACKLIST:
1. Det Nye Riket
2. Under Korpens Vinger
3. Over Bleknede Blaner Til Dommedag
4. Stien
5. Glittertind
6. For All Tid
7. Hunnerkongens Sorgsvarte Ferd Over Steppene
8. Raabjorn Speiler Draugheimens Skodde
9. Den Gjemte Sannhets Hersker
10. Inn I Evighetens Morke / Part
11. Inn I Evighetens Morke / Part 2
FORMAÇÃO:
Shagrath - Bateria
Erkekjetter Silenoz - Vocal, Guitarra
Tjodalv - Guitarra
Brynjard Tristan - Baixo
Logo após o enorme sucesso de "Enthrone Darkness Triumphant" (1997), a carreira do DIMMU BORGIR decolou de vez. Aclamados pela imprensa como os novos reis do Black Metal e adorados por seus fãs, nos anos seguintes os noruegueses continuaram implacavelmente sua procissão triunfal para reivindicar o seu merecido trono do Black Metal.
O seu terceiro EP "Godless Savage Garden", lançado um ano depois, fez parte dessa procissão e serve como uma transição suave entre o já mencionado "Enthrone Darkness Triumphant" e o também clássico "Spiritual Black Dimensions" (1999).
"Godless Savage Garden" apresenta quatro músicas gravadas durante as sessões do Enthrone, entre elas duas músicas novas (até esse momento), duas regravações do álbum de estreia "For All Tid" (1995), uma excelente versão de ’Metal Heart’ do Accept e três músicas ao vivo gravadas num show na Polônia. Além destas faixas, a versão de luxo traz mais duas músicas ao vivo, estas gravadas na sua primeira aparição em São Paulo, Brasil.
E aí você pode se perguntar: um EP com oito (ou dez se contamos os bônus da versão de luxo) faixas? Ok, entendemos que "Godless Savage Garden" pode ser considerado um pouco longo demais para um EP, porém, vamos considerar isso como uma afortunada falha dentro da matrix.
Simplesmente uma verdadeira joia contendo alguns dos melhores materiais que o DIMMU BORGIR já gravou!
TRACKLIST:
1. Moonchild Domain
2. Hunnerkongens sorgsvarte ferd over steppene
3. Chaos Without Prophecy
4. Raabjørn speiler draugheimens skodde
5. Metal Heart (Accept cover)
6. Stormblåst (live)
7. Master of Disharmony (live)
8. In Death’s Embrace (live)
9. Spellbound (by the Devil) (live) [BONUS TRACK]
10. Mourning Palace (live) [BONUS TRACK]
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal, Guitarra
Silenoz - Guitarra, Vocal
Tjodalv - Bateria, Percussão
Stjan Aarstad - Teclados, Piano
Nagash - Baixo, Backing Vocals
Mustis - Teclados, Piano
Astennu - Guitarra
Gênero: Black Metal Sinfônico SOBRE O ÁLBUM: Esperar por algo que você realmente deseja pode ser uma verdadeira agonia e os fãs fiéis da realeza norueguesa do metal extremo, o DIMMU BORGIR, conhecem esse sentimento melhor do que ninguém. Desde que o guitarrista Sven “Silenoz” Kopperud e o vocalista Stian “Shagrath” Thoresen formaram a banda em meio às florestas sombrias da Noruega, em 1993 – no auge da era triunfante da segunda onda do black metal – apressar o processo criativo nunca fez parte da equação. Especialmente desde “Abrahadabra” (2010), as obras mais recentes do DIMMU BORGIR só chegam ao