Estampa frontal sublimada, estourada (full print) sem toque, esse tipo de estampa não desbota, pode ser passada a ferro sem risco de estragar a estampa.
Modelagem gola careca manga curta.
Confeccionada em frente malha poliéster, costas e mangas em malha 100% algodão fio 30.1.
A legendária banda inglesa CARCASS apresenta o álbum “Surgical Steel” mais o EP “Surgical Remission/ Surplus Steel” num só volume.
Sem dúvida, CARCASS tem lançado ao longo dos anos vários clássicos e a cada lançamento mudou clr lançado vários álbuns clássicos ao longo dos anos. Desde o Gore de ‘Reek of Putrefaction’ e ‘Symphonies of Sickness’ ao Death Metal Melódico de ‘Heartwork’, CARCASS mudou a sua direção em cada lançamento, quebrando as regras previamente estabelecidas. Em 1996, a banda acabou deixando uma legião de fãs entristecidos e desejando que o grupo seja exumado do seu túmulo prematuro, fato que aconteceu 18 anos depois e como resultado a banda lançou “Surgical Steel” presenteando aos seus fãs com um álbum que proporciona mais um marco na sua carreira e tem capacidade para tornar-se um clássico de CARCASS.
Tudo o que um fã de CARCASS poderia querer está neste disco, representando todas as épocas.
A produção foi uma combinação de talentos: no ínicio feito por Colin Richardson, foi o também renomado produtor Andy Sneap (Testament, Exodus, Megadeth) quem colocou os toques finais nesta obra-prima.
Músicas como ‘The Master Butcher’s Apron’, ‘Unfit for Human Consumption’, ‘The Granulating Dark Satanic Mills’ e ‘Noncompliance to ASTM F899-12 Standard’ com certeza serão os novos clássicos da banda que colocarão air-guitar nas mãos de cada headbanger. Em suma, “Surgical Steel” é apenas o que médico receitou.
Esta versão traz o EP “Surgical Remission / Surplus Steel” com faixas inéditas gravadas durante as sessões de gravação de “Surgical Steel” para, segundo o vocalista Jeff Walker, “amarrar as pontas soltas”.
Imperdível!
TRACKLIST:
1. 1985
2. Thrasher’s Abbatoir
3. Cadaver Pouch Conveyor System
4. A Congealed Clot Of Blood
5. The Master Butcher’s Apron
6. Noncompliance to ASTM F899-12 Standard
7. The Granulating Dark Satanic Mills
8. Unfit For Human Consumption
9. 316L Grade Surgical Steel
10. Captive Bolt Pistol
11. Mount Of Execution
12. A Wraith In The Apparatus
13. Intensive Battery Brooding
14. Zochrot
15. Livestock Marketplace
16. 1985 (Reprise)
Características Principais:
⦁ Estampa Full Print por Sublimação: Cores ultra vibrantes que não desbotam, não racham e possuem toque zero, garantindo uma imagem com definição perfeita que cobre toda a camiseta.
⦁ Tecido Premium 95% Poliéster, 5% Elastano: Toque macio, leve e confortável. Não amassa, seca super rápido e permite que a pele respire, sendo ideal para o dia a dia, shows e festivais.
⦁ Modelagem Tradicional Unissex: Caimento reto que veste bem em todos os corpos, com gola careca reforçada para máxima durabilidade e acabamento impecável.
Especificações Técnicas:
⦁ Composição: Frente 95% Poliéster, 5% Elastano / Costas 100% Algodão
⦁ Estampa: Sublimação Digital Full Print
⦁ Gola: Careca
⦁ Modelagem: Tradicional Unissex
TABELA DE MEDIDAS
Tamanho Altura (cm) Largura (cm)
PP 64 49
P 68 51
M 70 54
G 74 57
GG 76 61
XG 79 64
G1 81 66
G2 84 69
OBS: As medidas podem variar tanto na altura quanto na largura em até 3 CM, para mais ou para menos.
RECOMENDAÇÃO: Lavar do avesso ajuda a preservar e evitar bolinhas. Não é necessário passar esta camiseta pois ela não amassa com a lavagem, mas se desejar, pode passar o ferro quente em toda a camiseta, inclusive sobre a estampa (até 40 graus).
Ep da banda suíça de Black Metal/Death Metal, lançado orginalmente em 1984, relançado nacionalmente em 2024 com quatro músicas bônus e dois encartes, sendo um em português e outro em inglês.
O que começou como uma banda de jovens em 1993 conquistou a cena musical mundial em 1997 com um álbum de estreia que fez jus ao seu nome ? o marcante e inesquecível "Something Wild". A partir daí, a evolução da banda finlandesa CHILDREN OF BODOM se tornou uma grande história de sucesso, incomparável a qualquer outra banda de metal escandinava em ascensão.
Em 2013, o Hatecrew lançava o seu oitavo álbum de estúdio, "Halo Of Blood", que capturava de forma distinta o senso de melodia e aspereza dos primeiros trabalhos, ao mesmo tempo em que colocava tudo em uma paisagem sonora moderna e se aventurava em algumas novas direções, como apresentar a música mais rápida e a mais lenta da banda até aquele momento.
Gravado e produzido pela banda em seu estúdio particular em Helsinque, bem como no Petrax Studio, em Hollola, com a colaboração do renomado Peter Tägtgren (Hypocrisy, Pain), "Halo Of Blood" expõe as raízes da banda e as transforma em 10 hinos atemporais de pura magnificência.
"Acredite ou não, mas conseguimos mantê-lo fresco e novo, mantendo os elementos que tornam o som do COB reconhecível. Em termos de letras, ’Halo Of Blood’ aborda temas que nunca tratamos antes", afirmava o saudoso Alexi Laiho na época do lançamento.
Combinando velocidade, melodia e escuridão com a assinatura inconfundível do COB,?"Halo Of Blood" não apenas reafirmava o domínio do?CHILDREN OF BODOM?no cenário do metal extremo mundial ? ele mostrava que, mesmo após duas décadas de estrada, a?Hatecrew?ainda marchava à frente, afiando suas lâminas no gelo finlandês e escrevendo mais um memorável e brutal capítulo na história do metal moderno.
TRACKLIST:
1. Waste Of Skin
2. Halo Of Blood
3. Scream For Silence
4. Transference
5. Bodom Blue Moon (The Second Coming)
6. The Days Are Numbered
7. Dead Men’s Hand On You
8. Damaged Beyond Repair
9. All Twisted
10. One Bottle And A Knee Deep
FORMAÇÃO:
Henkka Blacksmith - Baixo, Backing Vocals
Jaska Raatikainen - Bateria, Backing Vocals
Alexi Laiho - Vocal, Guitarra
Janne Wirman - Teclados
Roope Latvala - Guitarra, Backing Vocals
Duplo. Lançamento da DFL Production em 2013.Esse é um dos CDs mais que bem-vindos no cenário, pois essa banda merecia essa homenagem.Cd duplo contendo as demos tapes que vai da “Necropsy – 1991” até “Live tape – 1999”. Retrô simples e perfeito!
Nos tempos que vivemos sentimos que as coisas estão sombrias e que a cada dia que passa os monstros parecem cada vez mais reais. A sorte é que temos alguns músicos que com sua inspiração se sentem obrigados a criar uma trilha sonora que ofereça uma rota de fuga e uma dose do sujo mundo real. Durante o último quarto de século, CRADLE OF FILTH assumiu o papel de cronista do Dark Metal, explorando os horrores amorfos que se escondem nas sombras da humanidade e se divertindo com a opulência do pecado mortal alimentado, por séculos, pelos romances sombrios e pela luxúria do sensualmente grotesco.
Formado na Inglaterra em 1991, CRADLE OF FILTH gerou imediatamente um burburinho na cena underground com as suas primeiras demos, antes de conquistar definitivamente essa cena com o seu álbum de estreia “The Principle Of Evil Made Flesh”, em 1994. A monstruosa mistura de terror ornamental e mordacidade esmagadora marcou a banda como uma proposta única e uma das poucas bandas modernas capazes de levar o Heavy para adiante honrando, ao mesmo tempo, suas tradições. E por isso não surpreende que a combinação das letras insanamente evocativas do frontman Dani Filth e as imagens intensamente detalhadas e convincentes que a banda soube aproveitar garantiram que a música de CRADLE OF FILTH se expanda pelo mundo inteiro. Uma série de revigorantes e fascinantes álbuns manteve a banda nos olhos injetados de sangue do público e, apesar das inúmeras mudanças na formação e das sutis mudanças estilísticas ao longo dos anos, a banda pulou de triunfo a triunfo.
O século 21 viu a banda melhorar o seu poder de atração e fortalecer suas performances artísticas. Álbuns como “Dusk…And Her Embrace” (1996), “Cruelty And The Beast” (1998) e, o mais recente, “Hammer Of The Witches” (2015) cimentaram a reputação de Filth e companhia. Atualmente desfrutando de um renascimento da criatividade coletiva, CRADLE OF FILTH apresenta o seu mais novo e, talvez o melhor, álbum de estúdio “Cryptoriana - The Seductiveness Of Decay”.
“Este álbum representa um passo à frente para a banda, com base no sucesso do ‘Hammer Of The Witches’, e empurra ainda mais com a musicologia venenosa para criar algo único e leal às nossas encarnações anteriores”, afirma Dani Filth. “Nós mudamos, criamos e corremos como loucos neste álbum. Além disso, fizemos uma versão de ’Alison Hell’ de ANNIHILATOR, um clássico do Thrash Metal que tem estado nos nossos lábios por séculos!”
“Cryptoriana” foi concebido durante o verão europeu de 2016 quando CRADLE OF FILTH se reuniu na República Checa, antes de eles juntarem meticulosamente todas as peças no Reino Unido, ao lado do produtor Scott Atkins, na primeira metade de 2017. Desde o melodrama estimulante das duas primeiras faixas, o décimo segundo álbum de CRADLE representa outra expansão selvagem do manifesto sônico da banda em nove novos anti-hinos épicos.
“O álbum, tanto liricamente como artisticamente, está cheio de horror gótico vitoriano e, portanto, o título é um reflexo disso”, explica Dani. “’Cryptoriana’ significa a obsessão dos vitorianos com o sobrenatural, o sombrio, o fervorosamente macabro. O subtítulo ‘The Seductiveness Of Decay’, cimenta ainda mais a atração pela morte e o longo e resplandecente processo de auto-aniquilação. Para mergulhar no assunto e por cortesia do bom amigo H.G. Wells, eu construí uma máquina do tempo e fui morar no submundo clandestino durante o final da era vitoriana inglesa...”
“Cryptoriana - The Seductiveness Of Decay” é exatamente o tipo de declaração artística que os fãs desta indestrutível instituição britânica esperaram durante muito tempo. O CRADLE OF FILTH nunca foi mais poderoso e a sua excelência tão inegável.
TRACKLIST:
1. Exquisite Torments Await
2. Heartbreak And Seance
3. Achingly Beautiful
4. Wester Vespertine
5. The Seductiveness Of Decay
6. Vengeful Spirit
7. You Will Know The Lion By His Claw
8. Death And The Maiden
9. The Night At Catafalque Manor *Bônus
10. Alison Hell (Annihilator Cover) * Bônus
Surgido das profundezas do inferno, há trinta longos e perturbadores anos, o CRADLE OF FILTH é um gigante indiscutível dentro de um dos mais polêmicos estilos do Metal Extremo. Fornecedora imperiosa de uma cepa perenemente obscura, única e maliciosa do gênero com profundas raízes no mundo do Gothic Horror e do Ocultismo, a banda liderada por Dani Filth resistiu a três décadas de caos e provações, ganhando uma formidável reputação como força criativa singular e como uma das bandas ao vivo mais divertidas que o mundo do Metal já produziu.
Desde o seu álbum de estreia "The Principle Of Evil Made Flesh" (1992) até os seus clássicos mais abrangentes e teatrais como "Cruelty And The Beast" (1998) e "Midian" (2000), o CRADLE OF FILTH desafiou as tendências e modas e construiu seu próprio mundo idiossincrático de grandeza sórdida, tornando-se, no processo, uma das bandas de metal mais notáveis do Reino Unido. Desde então, eles percorreram o mundo inúmeras vezes, recebendo os aplausos e elogios de uma base de fãs internacional em constante expansão. Resolutamente prolífico, a discografia da banda cresceu tanto quantitativa como qualitativamente, independentemente das mudanças de formação ou dos caprichos dos fiéis.
Mais recentemente, o CRADLE OF FILTH conseguiu atingir uma marca inconfundível de criatividade e urgência com o álbum "Hammer Of The Witches" de 2015 que mostrava uma banda revigorada devido à uma nova formação. O álbum de 2017, "Cryptoriana - The Seductiveness Of Decay", repetiu o logro com uma extravagância ainda mais explosiva e explícita. Até surgir uma pandemia global que paralisou bruscamente a indústria musical, o CRADLE OF FILTH estava quase permanentemente na estrada ou voando. Como resultado, não deve surpreender ninguém que o novo álbum da banda, intitulado "Existence Is Futile", seja mais uma jornada monumental e eletrizante pela escuridão.
Embora seja instantaneamente reconhecível como um trabalho destes veteranos do Metal Extremo, o décimo terceiro álbum do CRADLE OF FILTH é uma besta totalmente diferente de seus predecessores imediatos. O álbum é completamente obscuro, perverso e às vezes absurdamente brutal, com uma fluidez hipnotizante que confirma que os instintos exploratórios da banda continuam afiados como sempre.
"Existence Is Futile", gravado durante 2020 no Grindstone Studios no condado inglês Suffolk com o guru de estúdio Scott Atkins (Devilment/Benediction/Vader), é claramente o álbum mais sombrio e perturbador que o CRADLE OF FILTH fez em muito tempo. Se abstendo da já bem conhecida narrativa distorcida em favor de relances aterrorizantes no vácuo mortal e de reflexões sobre a inevitável destruição da vida na Terra, que inclui a angústia que a humanidade viria enfrentar em 2021. Porém, Dani Filth insiste que ele não previu uma pandemia global quando as novas músicas estavam sendo escritas.
"O álbum é sobre existencialismo, angústia existencial e medo do desconhecido. O conceito não foi criado pela pandemia. Já tínhamos escrito tudo antes do início, mas a pandemia é a ponta do iceberg no que diz respeito ao andamento do mundo, entendeu? Acho que o título »Existence Is Futile« [A existência é fútil], parece um pouco mórbido. Mas, de novo, é mais sobre reconhecer isto e dizer que tudo é permitido porque nada realmente importa, o que imita a máxima de Aleister Crowley. Todos nós sabemos que vamos morrer, então devemos aproveitar a vida enquanto a temos. A última faixa do álbum ’Us, Dark, Invincible’ realmente enfatiza isso. Além disso, a arte deste álbum foi feita pelo visionário letão Arthur Berzinsh, que também fez a arte dos dois últimos álbuns, e ele é extremamente bonito mas também apocalíptico".
Fazer um novo álbum já estava nos planos do CRADLE OF FILTH bem antes de aqueles longos e solitários meses de confinamento em 2020, mas, como confessou Dani, o inevitável isolamento do resto do mundo foi o melhor incentivo para executar o trabalho, ao mesmo tempo que adiciona uma atmosfera misteriosa a toda essa experiência.
Se falamos exclusivamente do som, "Existence Is Futile" é facilmente um dos álbuns nos quais o CRADLE OF FILTH soou mais poderoso e dramático do que nunca: é simplesmente o som da invejável química que a banda tem no palco transbordando para o estúdio, levando cada um dos membros a novos níveis de intensidade. E tudo isto sempre muito bem combinando com os esperados arranjos labirínticos e uma fascinante grandiloquência que fazem que "Existence Is Futile" seja a representação mais vívida, até agora, da experiência chamada CRADLE OF FILTH.
Além disso, os fãs mais conservadores ficarão emocionados ao saber que o ator britânico Doug Bradley, que dá vida ao ícone do terror ’Pinhead’ em oito filmes da saga "Hellraiser", mais uma vez empresta sua voz para um álbum da banda. Desta vez, seu suave tom pode se ouvir no épico ’Suffer Our Dominion’.
O décimo terceiro álbum de estúdio do CRADLE OF FILTH nos leva a um fascinante e destemido mergulho no abismo. Ousado, corajoso, loucamente imaginativo e pesado como o mesmo inferno, "Existence Is Futile" é o álbum perfeito para estes tempos imperfeitos. E como conclui Dani: "Seja como o vírus! Transforme-se e sobreviva!"
TRACKLIST:
1. The Fate Of The World On Our Shoulders
2. Existential Terror
3. Necromantic Fantasies
4. Crawling King Chaos
5. Here Comes A Candle... (Infernal Lullaby)
6. Black Smoke Curling f r o mThe Lips Of War
7. Discourse Between A Man And His Soul
8. The Dying Of The Embers
9. Ashen Mortality
10. How Many Tears To Nurture A Rose?
11. Suffer Our Dominion
12. Us, Dark, Invincible
13. Sisters Of The Mist
14. Unleash The Hellion
Os pilares do metal gótico britânico, o CRADLE OF FILTH, tiveram uma trajetória um tanto acidentada desde o início do novo milênio, com várias mudanças na sua formação. E com mais uma nova formação, eles lançaram em 2015, o seu décimo segundo álbum de estúdio "Hammer Of The Witches".
Hammer of the Witches é a tradução comum em inglês do Malleus Maleficarum, um tratado religioso medieval sobre a identificação e punição de bruxas.
A pesar do ceticismo de muitas pessoas de que o CRADLE OF FILTH conseguisse ser tão subversivo e indomável quanto era em sua primeira fase de infâmia, "Hammer of the Witches" oferece os primeiros frutos de uma formação rejuvenescida e consegue o truque de ser, ao mesmo tempo, uma alegre lembrança das glórias passadas e um significativo renascimento criativo.
O álbum é uma porrada atrás da outra e talvez seja o álbum mais centrado nas guitarras dentro da discografia do CRADLE OF FILTH. Na verdade, "Hammer of the Witches" está gloriosamente transbordando de arpejos do Black Metal, riffs do Thrash mais tradicional, um toque efusivo de Iron Maiden e solos e mais solos.
Depois da introdução bastante atmosférica chamada ’Walpurgis Eve’, entra a explosiva ’Yours Immortally’ e imediatamente você poderá perceber algumas mudanças muito importantes e bem-vindas. Martin "Marthus" ?karoupka se consolida como um digno sucessor na bateria mas, a maior mudança está nos novos guitarristas Marek "Ashok" ?merda (ex-membro da banda de cult tcheca Root) e Richard Shaw (NG26). Com estas duas últimas aquisições, o CRADLE OF FILTH retorna vitorioso ao sistema de guitarra dupla dos anteriores e clássicos álbuns "Cruelty and the Beast" (1998) e "Midian" (2000). Para simplificar, os dois guitarristas mais do que competentes forneceram essa injeção de ânimo que a banda precisava, e muito, naquele momento. Porém, também não podemos esquecer da nova tecladista Lindsay Schoolcraft que inclusive engrandece a faixa ’Right Wing of the Garden Triptych’ com seus belos vocais.
"Hammer of the Witches" é facilmente o melhor álbum do CRADLE OF FILTH desde "Midian", apresentando músicas excelentes e memoráveis, em vez de apenas momentos chamativos, mas fugazes. É a prova de que mesmo um monstro pode se renovar e surpreender.
TRACKLIST:
1. Walpurgis Eve
2. Yours Immortally?
3. Enshrined In Crematoria
4. Deflowering The Maidenhead, Displeasuring The Goddess
5. Blackest Magick In Practice
6. The Monstrous Sabbat (Summoning The Coven)
7. Hammer Of The Witches
8. Right Wing Of The Garden Triptych
9. The Vampyre At My Side
10. Onward Christian Soldiers
11. Blooding The Hounds Of Hell
FORMAÇÃO:
Dani - Vocal
Marthus - Bateria, Teclados, Orquestrações
Daniel - Baixo
Ashok - Guitarra
Richard - Guitarra
Schoolcraft - Vocal feminino, Teclados, Harpa
Estampa frontal sublimada, estourada (full print) sem toque, esse tipo de estampa não desbota, pode ser passada a ferro sem risco de estragar a estampa.
Modelagem gola careca manga curta.
Confeccionada em frente malha poliéster, costas e mangas em malha 100% algodão fio 30.1.
Lançado em 2012 como parte das comemorações de 30 anos de carreira, "Spiritual Genocide" mostrou que o DESTRUCTION não estava interessado em nostalgia passiva ? mas sim em reafirmar sua relevância com brutalidade e precisão. O trio alemão entregou um álbum que soava tão feroz quanto seus clássicos dos anos 80, mas com uma produção moderna e uma execução afiada como lâmina.
Faixas como ’Cyanide’, ’Carnivore’ e a própria ’Spiritual Genocide’ se destacaram pela energia crua que só uma banda com décadas de estrada e nenhuma intenção de desacelerar poderia oferecer. Os riffs de Mike Sifringer exploravam territórios cada vez mais técnicos, impulsionados pela bateria explosiva de Vaaver, enquanto Schmier rugia com sua assinatura vocal ? aguda, cortante e absolutamente inconfundível.
O álbum ainda contou com participações especiais de peso, como Tom Angelripper (Sodom), Gerre (Tankard) e Ol Drake (Evile), além dos ex-membros Harry Wilkens e Olly Kaiser. Mas foram os três pilares do DESTRUCTION que mantiveram o núcleo incandescente: reconectando o ouvinte às nuances dos riffs que moldaram o thrash alemão e atualizando a fúria de hinos como ’Mad Butcher’ e ’Curse the Gods’ com uma nova roupagem sonora.
"Spiritual Genocide" não foi apenas uma celebração ? foi uma declaração de guerra. Três décadas depois, o DESTRUCTION ainda soava como se estivesse apenas começando a devastação.
TRACKLIST:
1. Exordium
2. Cyanide
3. Spiritual Genocide
4. Renegades
5. City of Doom
6. No Signs of Repentance
7. To Dust You Will Decay
8. Legacy of the Past
9. Carnivore
10. Riot Squad
11. Under Violent Sledge
FORMAÇÃO:
Mike - Guitarra
Schmier - Baixo, Vocal
Vaaver - Bateria
Para o seu oitavo álbum de estúdio, "Death Cult Armageddon", o DIMMU BORGIR pegou dentro da sua enorme bolsa de truques a Orquestra Filarmônica de Praga para misturá-la com o seu Black Metal árido. O resultado? Um álbum considerado pela maioria dos fãs como o melhor e mais criativo trabalho da banda e que levou a banda para um novo e inesperado patamar, ficando ainda mais perto do trono de Baphomet.
O álbum, gravado e produzido por Frederik Nordström (In Flames, HammerFall etc.) nos Fredman Studios na Suécia, está cheio de alguns dos riffs mais ardentes, uma bateria desumanamente talentosa e vocais ásperos, mas também tem um pouco de uma doce suavidade para os nossos ouvidos.
O som de "Death Cult Armageddon" é completo e explosivo, portanto, é para todos os tipos de fãs do DIMMU BORGIR: para aqueles que estão procurando por algo novo e diferente e para aqueles que amam o som old school. O motivo? Neste álbum, os noruegueses encontraram a mistura certa entre suas raízes atmosféricas de Black Metal e seus experimentos orquestrais inovadores, desenvolvendo assim uma atmosfera épica de horror metal. Tudo finalmente encontrou o seu lugar no som do DIMMU BORGIR!
Neste álbum, a banda soa totalmente equilibrada, nem muito satânica, nem muito comercial, nem muito ambiciosa, criando algo que soa realmente como eles.
O DIMMU BORGIR continua definindo o padrão para o Black Metal com cada álbum e "Death Cult Armageddon" é o passado, o presente e o futuro do gênero. Agora, suba ao cume criativo da banda e esteja preparado para uma ótima e sombria jornada.
TRACKLIST:
1. Allegiance
2. Progenies of the Great Apocalypse
3. Lepers Among Us
4. Vredesbyrd
5. For the World to Dictate Our Death
6. Blood Hunger Doctrine
7. Allehelgens død i helveds rike
8. Cataclysm Children
9. Eradication Instincts Defined
10. Unorthodox Manifesto
11. Heavenly Perverse
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal
Silenoz - Guitarra
Galder - Guitarra
Nicholas Barker - Bateria, Percussão
Mustis - Teclados, Piano
ICS Vortex - Baixo, Vocal Limpo
Estamos em 1997 e uma banda norueguesa relativamente jovem chamada DIMMU BORGIR decidiu mostrar ao mundo que era possível sim apresentar uma grande variedade de sons dentro de um gênero fechado como o Black Metal, ficando assim muito à frente dos padrões do gênero e influenciando mais do que uma geração de novos músicos.
"Você não pode voltar no tempo e tem que lidar com todos os diferentes aspectos que a vida traz e exige. Então tentamos tirar o melhor proveito disso. Três anos atrás eu via as coisas com olhos diferentes, mas percebi que você não vai mais longe e não pode seguir em frente com uma atitude como essa", comentou o vocalista e guitarrista Shagrath naquela época.
O seu terceiro álbum de estúdio, intitulado "Enthrone Darkness Triumphant", é considerado por muitos como o melhor álbum do DIMMU BORGIR até os dias de hoje e um dos álbuns de Black Metal Sinfônico mais conceituados por muitos motivos, entre eles, por ser o primeiro deles a apresentar os vocais em inglês (seus dois álbuns anteriores foram cantados apenas em norueguês).
Em "Enthrone Darkness Triumphant", que foi gravado no Abyss Studios sob os olhos e ouvidos atentos do reconhecido produtor e músico Peter Tagtrgen (Hypocrisy), há uma boa mistura de faixas mais rápidas e agressivas com faixas mais lentas, atmosféricas e taciturnas. Não há faixas só de recheio ou mesmo medianas aqui, apenas Metal da mais alta qualidade, pois é muito perceptível que o DIMMU BORGIR sabe como misturar a música sinfônica com o Heavy Metal sem nenhum tipo de esforço.
Com "Enthrone Darkness Triumphant", o DIMMU BORGIR se consolidou entre a elite do Black Metal Sinfônico. O álbum traz muitos dos que logo se tornariam clássicos da banda, favoritos dos fãs e imprescindíveis nos shows ao vivo.
TRACKLIST:
1. Mourning Palace
2. Spellbound (by the Devil)
3. In Death’s Embrace
4. Relinquishment of Spirit and Flesh
5. The Night Masquerade
6. Tormentor of Christian Souls
7. Entrance
8. Master of Disharmony
9. Prudence’s Fall
10. A Succubus in Rapture
11. Raabjørn speiler draugheimens skodde [BONUS TRACK]
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal, guitarra
Silenoz - Guitarra, vocal
Tjodalv - Bateria, percussão
Stjan Aarstad - Teclados, piano
Nagash - Baixo, guitarra, backing vocals
Características Principais:
⦁ Estampa Full Print por Sublimação: Cores ultra vibrantes que não desbotam, não racham e possuem toque zero, garantindo uma imagem com definição perfeita que cobre toda a camiseta.
⦁ Tecido Premium 95% Poliéster, 5% Elastano: Toque macio, leve e confortável. Não amassa, seca super rápido e permite que a pele respire, sendo ideal para o dia a dia, shows e festivais.
⦁ Modelagem Tradicional Unissex: Caimento reto que veste bem em todos os corpos, com gola careca reforçada para máxima durabilidade e acabamento impecável.
Especificações Técnicas:
⦁ Composição: Frente 95% Poliéster, 5% Elastano / Costas 100% Algodão
⦁ Estampa: Sublimação Digital Full Print
⦁ Gola: Careca
⦁ Modelagem: Tradicional Unissex
TABELA DE MEDIDAS
Tamanho Altura (cm) Largura (cm)
PP 64 49
P 68 51
M 70 54
G 74 57
GG 76 61
XG 79 64
G1 81 66
G2 84 69
OBS: As medidas podem variar tanto na altura quanto na largura em até 3 CM, para mais ou para menos.
RECOMENDAÇÃO: Lavar do avesso ajuda a preservar e evitar bolinhas. Não é necessário passar esta camiseta pois ela não amassa com a lavagem, mas se desejar, pode passar o ferro quente em toda a camiseta, inclusive sobre a estampa (até 40 graus).
Embora o DIMMU BORGIR possa ser considerado atualmente como mainstream, eles já foram uma banda iniciante e do underground: original e inspiradora e chegando para renovar a cena. E o seu, hoje extremamente denso e clássico, álbum de estreia, intitulado "For All Tid", é definitivamente uma prova cabal do que estamos falando. O álbum consegue combinar perfeitamente um som cru e distinto com os característicos riffs da época e com as melodias que se tornaram uma das principais influências para o Black Metal em geral, até hoje.
Embora alguns tenham criticado "For All Tid" por ser desleixado e inconsistentemente arranjado, para outros, este é exatamente o aspecto brilhante do álbum. As habilidades técnicas não são perfeitas, claro, e é isso que captura perfeitamente o talento bruto e a habilidade daqueles músicos outrora jovens e aspirantes. Este álbum é realmente único e é essencial para qualquer fã de Black Metal, já que ele resistiu ao teste do tempo de forma impecável.
Em 1997, o DIMMU BORGIR decidiu relançar o álbum com uma nova arte de capa e duas faixas bônus, mas vamos deixar que um dos fundadores da banda, o próprio Shagrath, explique melhor sobre este relançamento:
"Saudações a todos os nossos fãs e amigos. Primeiramente, devemos informá-los que este não é um novo álbum do DIMMU BORGIR, mas um relançamento do nosso álbum de estreia ’For All Tid’, que foi originalmente lançado por uma pequena gravadora underground em 1994. Decidimos lançar esta nova versão pela excelente gravadora NUCLEAR BLAST, para que o álbum estivesse disponível para um grupo maior de pessoas. Nós redesenhamos o encarte com novas fotos, artes, etc. e incluímos faixas bônus lançadas anteriormente no EP limitado de 7" ’Inn I Evighetens Mørke’. Este álbum foi gravado em um estúdio de 16 faixas, entre agosto e dezembro de 94. E nem a música nem o som representam a música que fazemos hoje. Também houve mudanças drásticas na formação desde o nascimento da banda. Decidimos não incluir as letras porque elas foram originalmente escritas e tocadas em norueguês. Primeiro, seria errado tentar traduzir algo que é feito em nossa ’língua materna’, porque tiraria tanto o significado quanto a beleza das palavras. E segundo, usamos nomes e lugares e é impossível traduzi-los para o inglês. Mas, apesar desses lados negativos, esperamos que você possa ouvir e aproveitar a essência do verdadeiro Black Metal NORUEGUÊS que está em nossa música".
Um item obrigatório para qualquer verdadeiro apreciador de música extrema e uma das principais portas para cair de vez no bom Black Metal que era executado pelo próprio DIMMU BORGIR e várias outras bandas que apareceram nesta época.
TRACKLIST:
1. Det Nye Riket
2. Under Korpens Vinger
3. Over Bleknede Blaner Til Dommedag
4. Stien
5. Glittertind
6. For All Tid
7. Hunnerkongens Sorgsvarte Ferd Over Steppene
8. Raabjorn Speiler Draugheimens Skodde
9. Den Gjemte Sannhets Hersker
10. Inn I Evighetens Morke / Part
11. Inn I Evighetens Morke / Part 2
FORMAÇÃO:
Shagrath - Bateria
Erkekjetter Silenoz - Vocal, Guitarra
Tjodalv - Guitarra
Brynjard Tristan - Baixo
Logo após o enorme sucesso de "Enthrone Darkness Triumphant" (1997), a carreira do DIMMU BORGIR decolou de vez. Aclamados pela imprensa como os novos reis do Black Metal e adorados por seus fãs, nos anos seguintes os noruegueses continuaram implacavelmente sua procissão triunfal para reivindicar o seu merecido trono do Black Metal.
O seu terceiro EP "Godless Savage Garden", lançado um ano depois, fez parte dessa procissão e serve como uma transição suave entre o já mencionado "Enthrone Darkness Triumphant" e o também clássico "Spiritual Black Dimensions" (1999).
"Godless Savage Garden" apresenta quatro músicas gravadas durante as sessões do Enthrone, entre elas duas músicas novas (até esse momento), duas regravações do álbum de estreia "For All Tid" (1995), uma excelente versão de ’Metal Heart’ do Accept e três músicas ao vivo gravadas num show na Polônia. Além destas faixas, a versão de luxo traz mais duas músicas ao vivo, estas gravadas na sua primeira aparição em São Paulo, Brasil.
E aí você pode se perguntar: um EP com oito (ou dez se contamos os bônus da versão de luxo) faixas? Ok, entendemos que "Godless Savage Garden" pode ser considerado um pouco longo demais para um EP, porém, vamos considerar isso como uma afortunada falha dentro da matrix.
Simplesmente uma verdadeira joia contendo alguns dos melhores materiais que o DIMMU BORGIR já gravou!
TRACKLIST:
1. Moonchild Domain
2. Hunnerkongens sorgsvarte ferd over steppene
3. Chaos Without Prophecy
4. Raabjørn speiler draugheimens skodde
5. Metal Heart (Accept cover)
6. Stormblåst (live)
7. Master of Disharmony (live)
8. In Death’s Embrace (live)
9. Spellbound (by the Devil) (live) [BONUS TRACK]
10. Mourning Palace (live) [BONUS TRACK]
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal, Guitarra
Silenoz - Guitarra, Vocal
Tjodalv - Bateria, Percussão
Stjan Aarstad - Teclados, Piano
Nagash - Baixo, Backing Vocals
Mustis - Teclados, Piano
Astennu - Guitarra
"In Sorte Diaboli" é o primeiro álbum conceitual da banda, com uma história que se passa na Europa medieval, sobre um sacerdote que começa a duvidar de sua própria fé e acaba tomando o lugar do Anticristo. "Tem um cara que trabalha como assistente de padre e, depois de um tempo, ele descobre que não tem nada a ver com o cristianismo", explicou o guitarrista Silenoz. "Ele meio que tem esse despertar e percebe que tem habilidades e poderes diferentes e está se inclinando mais para o lado negro".
Em álbuns conceituais, tudo ? desde o som, as letras, a arte, a apresentação - é importante. E o DIMMU BORGIR, com absoluta certeza, conseguiu fazer um trabalho coeso com muito sucesso, fazendo algo que todos os ouvintes amam, que é contar uma boa história com boas músicas.
Mais uma vez, as nove canções foram produzidas pelo sueco Fredrik Nordström, nos seus famosos Fredman Studios, e são uma verdadeira lição do que deveria ser um som obscuro e, ao mesmo tempo, sinfônico e melódico. Todas as marcas registradas do DIMMU BORGIR estão aqui: desde as partes brutais e rápidas, os ganchos cativantes, as melodias hipnotizantes até os arranjos mais complexos.
No geral, "In Sorte Diaboli" é um álbum muito sólido, com uma presença forte e uma aura totalmente infernal, além de um som distinto destinado a ouvidos treinados em música extrema. Algo que todos os fãs sempre esperam de qualquer trabalho do DIMMU BORGIR.
TRACKLIST:
1. The Serpentine Offering
2. The Chosen Legacy
3. The Conspiracy Unfolds
4. The Sacrilegious Scorn
5. The Fallen Arises
6. The Sinister Awakening
7. The Fundamental Alienation
8. The Invaluable Darkness
9. The Foreshadowing Furnace
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal
Silenoz - Guitarra
Hellhammer - Bateria
Mustis - Teclados
ICS Vortex - Baixo, Vocal Limpo
Galder - Guitarra
Em 2001, uma das bandas de Black Metal mais criativas da Noruega, o DIMMU BORGIR, lançava o inovador e agora já clássico "Puritanical Euphoric Misanthropia". Este foi o álbum que os ajudou a escapar da cena underground do Black Metal e que os transformou na instituição internacional que são hoje, com inúmeras turnês e álbuns bem sucedidos em seus currículos.
Na época, o álbum foi marcado pela estreia dos novos integrantes: o prolífico e extremamente rápido baterista Nicholas Barker (Ancient, Brujeria, ex-Cradle of Filth, ex-Lock Up), o guitarrista Galder (Old Man’s Child, ex-Dødheimsgard) e ICS Vortex (Arcturus, Borknagar, Lamented Souls) no baixo e vocais limpos. Um outro grande destaque que deve ser mencionado foi a substituição dos tradicionais teclados pelo uso de instrumentos de orquestra.
Em 2022, mais de 20 anos depois, "Puritanical Euphoric Misanthropia" continua sendo um dos álbuns mais poderosos da banda e não ficou nem um pouco velho ou datado. Por esse motivo, a banda celebra este álbum inspirador lançando uma nova edição que, com certeza, será uma nova experiência sonora para todos os ouvintes.
Esta EDIÇÃO ESPECIAL de "Puritanical Euphoric Misanthropia" foi totalmente remixada e remasterizada, usando métodos modernos para criar uma experiência auditiva totalmente melhorada, traz uma NOVA CAPA e um CD BÔNUS, intitulado "Dust Of Cold Memories", com as demos, ensaios e faixas criadas na pré-produção do álbum original.
E assim como o original, a nova edição também conta com o cover de ’Burn In Hell’ do TWISTED SISTER e uma versão de ’Devil’s Path’ do EP homônimo lançado em 1996.
O DIMMU BORGIR pode ter lançado discos melhores nos anos seguintes, mas foi com "Puritanical Euphoric Misanthropia" que eles realmente começaram a revelar toda a sua grandeza e, sabiamente, esta nova edição remixada e remasterizada mantém essa grandeza, respeitando assim o seu legado.
TRACKLIST:
CD 1 (Puritanical Euphoric Misanthropia Remixed & Remastered):
1. Fear And Wonder
2. Blessings Upon The Throne Of Tyranny
3. Kings Of The Carnival Creation
4. Hybrid Stigmata - The Apostasy
5. Architecture Of A Genocidal Nature
6. Puritania
7. IndoctriNation
CD 2 (Puritanical Euphoric Misanthropia Remixed & Remastered):
1. The Maelstrom Mephisto
2. Absolute Sole Right
3. Sympozium
4. Perfection Or Vanity
5. Burn In Hell (Twisted Sister cover)
6. Devil’s Path
CD 3 (Dust Of Cold Memories):
1. Hybrid Stigmata - The Apostasy (Preprod Session 2000)
2. Blessings Upon The Throne Of Tyranny (Preprod Session 2000)
3. IndoctriNation (Preprod Session 2000)
4. Architecture Of A Genocidal Nature (Preprod Session 2000)
5. Absolute Sole Right (Preprod Session 2000)
6. Fear And Wonder (The Koltbotn Tapes)
7. Blessings Upon The Throne Of Tyranny (The Koltbotn Tapes)
8. Kings Of The Carnivel Creation (The Koltbotn Tapes)
9. Puritania (The Koltbotn Tapes)
10. The Maelstrom Mephisto (The Koltbotn Tapes)
11 Sympozium (The Koltbotn Tapes)
Ninguém nunca disse que seria fácil. Quando o "Enthrone Darkness Triumphant" foi lançado em 1999, uma obscuridade emergiu das sombras do underground do Black Metal norueguês e tomou de assalto os corações de todos os fãs da música sombria, agressiva e dramática.
O DIMMU BORGIR tornou-se sinônimo do sucesso da tendência underground mais extrema e radical que o gênero Heavy Metal já testemunhou. As extensas turnês e as apresentações em todos os principais festivais europeus mostraram o poder estético que a sua majestosa personificação do mal exercia sobre os não iniciados. As paradas de sucesso de vários países europeus foram confrontadas com a música do diabo com esplendor indisfarçável. A maioria desses contos de fadas normalmente não foram feitas para durar para sempre. E eu ainda posso ouvir os gemidos da autodenominada elite underground sobre a comercialização indevida, ainda posso ver as mãos controladoras da moralidade, tentando afastar essa ameaça satânica. Porém, nenhuma dessas posturas vai durar mais do que o lançamento desse álbum, o quarto da, naquela época, ainda jovem carreira do DIMMU BORGIR.
Eles tomaram o sucesso comercial de seu antecessor como um incentivo para eliminar todos os elementos "agradáveis" de seus lançamentos futuros. "Spiritual Black Dimensions" é um documento intenso e apaixonado de seu estilo de vida intransigente e de sua espiritualidade além dos artigos de fé representados pela sociedade e pela religião. A extensão de sua dedicação ao seu próprio universo é visível em cada uma das músicas. Miríades de pequenos detalhes formam as maiores e mais grandiosas estruturas. Longe de ser unidimensional, cada música é ao mesmo tempo pomposa e implacável, tentadora por sua beleza e repulsiva por seu peso esmagador. Entre essas aparentes contradições está o poder desta música, de modo que até mesmo as já mencionadas mãos controladoras da moralidade se voltarão para ver as cabeças batendo em um transe mágico. Obviamente, não é o poder divino de um narrador do conto de fadas, mas sim o trabalho árduo que tornou este álbum tão perfeito. Especialmente os novos membros Astennu (guitarra) e Mystis (teclados) desempenham um papel importante, pois eles trouxeram a complexidade que fará do "Spiritual Black Dimensions" um álbum que não poderá ser retirado de nenhum aparelho de som por um bom tempo. Também há um convidado especial nessas faixas.
Durante a sessão de gravação no renomado estúdio The Abyss com o famoso produtor de Black Metal Peter Tägtgren, eles trouxeram o vocalista do Borknagar e Arcturus, Simen Hestnæs (também conhecido como ICS Vortex). Seu canto marcante e arrepiante é como o lamento de um coro infernal ao lado da poesia sombria de Shagrath. É seguro dizer que o Black Metal não será o mesmo depois deste álbum.
Texto por Robert Müller (Hammer), dezembro de 1998.
TRACKLIST:
1. Reptile
2. Behind The Curtains Of Night - Phantasmagoria
3. Dreamside Dominions
4. United In Unhallowed Grace
5. The Promised Future Aeons
6. The Blazing Monoliths Of Defiance
7. The Insight And The Catharsis
8. Grotesquery Conceiled (Within Measureless Magic)
9. Arcane Lifeforce Mysteria
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal
Silenoz - Guitarra
Astennu - Guitarra
Tjodalv - Bateria, percussão
Mustis - Teclados
Nagash - Baixo
Com mais de três décadas de carreira, os noruegueses do DIMMU BORGIR conseguiram se tornar uma das maiores banda do gênero. Eles são um dos principais responsáveis por fazer do Black Metal um estilo bem mais popular e proeminente, que exerce influência até hoje em várias bandas ao redor do globo.
E a sua seguidinha de lançamentos, com poucos anos de intervalo, foi de grande ajuda para este feito. Portanto, para não deixar a peteca cair, no intervalo entre o álbum "Death Cult Armageddon" de 2003 e o álbum "In Sorte Diaboli" de 2007, o DIMMU BORGIR decidiu relançar seu segundo álbum de estúdio, intitulado "Stormblast" e lançado originalmente em 1996. Uma maneira certeira de relembrar o início de tudo, misturando-o com a explosão da sonoridade que o DIMMU BORGIR apresentava na época.
Mas este acabou não sendo um relançamento comum e corrente. A banda regravou o álbum quase em sua totalidade para esta ocasião e ainda adicionou duas novas faixas: ’Sorgens Kammer ? Del II’ e ’Avmaktslave’. Com Peter Tägtgren (Hypocrisy, Pain) como produtor e os ex-membros Hellhammer (Mayhem, ex-Dimmu Borgir) na bateria e Mustis (ex-Dimmu Borgir) nos teclados como convidados especiais, o DIMMU BORGIR ? formado na ocasião por apenas Silenoz e Shagrath ? queria adicionar uma nova dimensão ao álbum e, como resultado, temos uma versão ainda mais intensa e sombria do que a original.
TRACKLIST:
1. Alt Lys Er Svunnet Hen
2. Broderskapets Ring
3. Nar Sjelen Hentes Til Helvete
4. Sorgens Kammer - Del II
5. Da Den Kristne Satte Livet Til
6. Stormblast
7. Dodsferd
8. Antikrist
9. Vinder Fra En Ensom Grav
10. Guds Fortapelse - Apenbaring Av Dommedag
11. Abmaktslave
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal, Guitarra, Baixo
Silenoz - Guitarra, Baixo, Voca
Durante sete anos um silêncio mortal encheu os corredores da cena Black Metal mundial mas a horda de todas as hordas, o DIMMU BORGIR, retornou em 2018, bem a tempo do seu 25º aniversário, com uma obra de arte viciante que pode ser definida como atemporal no sentido mais verdadeiro da palavra: "Eonian".
Do ponto de vista musical, com o seu décimo álbum de estúdio a banda explora todas as fronteiras com partes Black Metal ainda mais cruas e obscuras do que antes e épicos momentos orquestrais levados até um nível nunca imaginado e impressionante. Desta vez, o DIMMU BORGIR esteve buscando um som mais orgânico para as suas músicas e, por esse motivo, chamaram ao produtor Jens Bogren para produzir as 10 faixas no seu estúdio Fascination Street. A arte de capa foi desenhada com detalhes fascinantes pelo inspirado artista polonês Zbigniew M. Bielak (Watain, Absu, Vader)
O núcleo de composição do DIMMU BORGIR é composto pelo carismático vocalista Shagrath e os guitarristas Silenoz e Galder (Old Man?s Child), mas outros rostos familiares também emergem da escuridão: o baterista Daray (Vesania, Vader) e o tecladista Gerlioz (The Kovenant) ainda fazem parte do time e Gaute Storaas ajudou com os arranjos corais para as majestosas vozes da Schola Cantrum Choir.
Liricamente, o décimo álbum de estúdio dos noruegueses segue um conceito filosófico que lida com a ilusão do tempo e os códigos luciferianos: "O tempo, quando não se aproxima do constructo que estamos acostumados, não pode ser definido e, portanto, é ilusório", explicou Silenoz. "Há apenas um ’agora eterno’, que o título do álbum já está insinuando. Quando viajamos entre os mundos visíveis e invisíveis, a percepção do tempo deixa de existir, não tem função. A nossa energia é a nossa tocha e a nossa bússola quando atravessamos a fenda, quando vamos além". Silenoz recusou-se a fornecer mais informações do que isso, daí o porquê dos álbuns do DIMMU BORGIR estarem sempre abertos para interpretação e parecerem uma sala escura onde cada ouvinte acredita ver algo diferente diante dos seus olhos.
"’Eonian’ representa a ilusão do tempo, tudo o que é e sempre foi. Para nós, também marca o 25º aniversário do DIMMU BORGIR e o álbum em si é uma homenagem à nossa própria história e à história do Black Metal norueguês", acrescentou Shagrath.
Desde o seu álbum de estreia ?"For All Tid" de 1994, o DIMMU BORGIR vem lançando os seus épicos álbuns em intervalos regulares, mas dessa vez, os noruegueses não conseguiram domar a fera da criatividade tão rapidamente e, por isso, eles aproveitaram o tempo para tecer lentamente suas ideias coletivas: "Algumas músicas deste álbum foram escritas em 2012. Cada um de nós tem o seu próprio estúdio de pré-produção e escrevemos separadamente, sem muita comunicação no começo. Durante um período de um ou dois anos, coletamos as nossas ideias e nos reunimos para tentar tirar o maior proveito do material", disse Shagrath. "Às vezes isso pode ser bastante desafiador porque temos gostos e opiniões diferentes, mas isso também o torna mais interessante para o ouvinte porque queremos criar músicas que façam você se sentir como se não soubesse o que há ao virar na próxima esquina".
Silenoz concordou: "O desafio principal é conter a fera. Você está tão compenetrado no que está fazendo que às vezes é fácil esquecer que você tem que se aproximar da fera sem acordá-la imediatamente, porque você sabe que não será capaz de controla-la. Na verdade, é inútil mentir a si mesmo falando que acredita que você pode controlar a arte... É como entrar na toca de um leão apenas com uma corda amarrada na cintura, caso você precise ser puxado para fora rapidamente. Ser os nossos próprios produtores também significa que temos que deixar de lado os nossos egos e olhar para o nosso material desde uma perspectiva ?externa?. Essa é outra parte desafiadora do processo de composição porque você coloca muito de si e então começa a tirar coisas ao invés de adicionar, é um processo difícil. Deixar fluir às vezes pode ser realmente difícil, mas quando saímos de nós mesmos e olhamos para a boca da fera, só então somos capazes de distinguir como alimentá-la em seguida".
Deste modo, tanto as clássicas músicas Black Metal como ’Lightbringer’ quanto os hinos altamente sinfônicos como ’Interdimensional Summit’ se reúnem em "Eonian" ao lado de uma das favoritas da banda, a folclórica e experimental ’Council of Wolves And Snakes’. Arriscando ir além do horizonte, essa música prova que a banda continua "sem fórmula, sem limites", como Silenoz sempre prometeu, e mostra que o caminho escolhido muitas vezes os leva a lugares onde nunca esperaram acabar quando começaram sua jornada.
No seu predecessor, "Abrahadabra", os noruegueses irritaram alguns elitistas do black metal com o seu visual branco e cinza. E apesar de terem escolhido uma aparência diferente "Eonian", o DIMMU BORGIR sempre tem alguma surpresa sob a manga: "Nós definitivamente somos uma banda que não segue regras, e se as houver com certeza estamos prontos para quebra-las. Não que seja um objetivo em si, é apenas quem realmente somos. Sabíamos que o visual branco e cinza torceria alguns narizes, mas o que quer que façamos, ou não, acabaremos torcendo os narizes", afirmou Silenoz e Shagrath acrescentou: "O álbum é como um renascimento, mas também como uma continuação lógica. A nossa música vem naturalmente. Não estamos sentados em um círculo pensando no que poderíamos fazer a seguir, tem que vir com a corrente e com o que quer que esteja na sua cabeça naquele momento, ele precisa ser espontâneo e é exatamente o que podíamos fazer naquele momento. Cada um dos nossos lançamentos está ligado a um certo período das nossas vidas".
TRACKLIST:
1. The Unveiling
2. Interdimensional Summit
3. Ætheric
4. Council Of Wolves And Snakes
5. The Empyrean Phoenix
6. Lightbringer
7. I Am Sovereign
8. Archaic Correspondence
9. Alpha Aeon Omega
10. Rite Of Passage
FORMAÇÃO:
Shagrath - vocal
Silenoz - guitarra rítmica
Galder - guitarra líde
Entre os anos de 1988 e 2011, o DISMEMBER ganhou o peculiar título de "o MOTÖRHEAD do Death Metal" pelos seus oito clássicos álbuns e pelos seus furiosos shows ao vivo ao redor do mundo. A banda, que foi formada em 1988 por Robert Sennebäck, David Blomqvist e Fred Estby na Suécia, há muito tempo é considerada uma das criadoras do Death Metal sueco, ao lado de outras bandas pioneiras como Entombed, Grave e Unleashed.
O DISMEMBER gravou algumas demos, que foram lançadas de forma totalmente independente, antes de que sua demo "Reborn In Blasphemy" de 1990, com Matti Kärki nos vocais e Nicke Andersson do Entombed assumindo a maioria das partes de guitarra, fosse escolhida pela Nuclear Blast Records para um lançamento mundial. Em 1991, o álbum de estreia "Like An Ever Flowing Stream", gravado por Tomas Skogsberg no agora lendário Sunlight Studios e que contou com Richard Cabeza (Unanimated) no baixo, viu a luz do dia.
Em 1993, o DISMEMBER lançou seu aclamado, tanto pela crítica quanto pelos fãs, segundo álbum intitulado "Indecent & Obscene" e que até hoje é o seu trabalho de maior sucesso. Entre o primeiro e o segundo álbum, a banda lançou o seu primeiro EP "Pieces", em 1992.
Mais três grandes álbuns se seguiriam pela Nuclear Blast, "Massive Kiling Capacity" (1995), "Death Metal" (1997) e "Hate Campaign" (2000), até que a banda decidiu trocar de gravadora. Eles lançaram mais dois álbuns, "Where Ironcrosses Grow" (2004, pela Karmageddon Records) e "The God That Never Was" (2005, pela Regain) antes de Estby anunciar, em 2007, sua saída por motivos familiares. O último álbum da banda, antes da sua separação oficial em 2011, foi o álbum "Dismember" de 2008, também lançado pela Regain Records.
Após um hiato de oito anos, a formação original da banda se reuniu em outubro de 2019 para um show comemorativo do seu 30º aniversário no Scandinavia Death Fest, tocando juntos pela primeira vez em mais de 20 anos.
"Depois de reunir a formação original e realizar shows com ingressos esgotados em 2019, precisávamos de um parceiro sólido para colocar o nosso catálogo completo de volta às ruas. A aliança profana de 1990 está de volta e o DISMEMBER e a Nuclear Blast Records formam mais uma vez um time perfeito!", disse Estby e é assim que a missão de trazer à vida, mais uma vez, todo o catálogo da banda nasceu.
O primeiro lote destes lançamentos está composto pelos dois primeiros álbuns, "Like An Everflowing Stream" e "Indecent & Obscene", e pelo EP "Pieces".
Agora vamos ao que interessa: o álbum "LIKE AN EVER FLOWING STREAM".
Considerado um dos maiores clássicos do Death Metal de todos os tempos, "Like An Ever Flowing Stream" foi lançado de 1991 e é uma obra-prima atemporal que estabeleceu a banda sueca como um dos artistas mais talentosos do gênero e lançou as bases para seu poderoso e impiedoso som. Esta nova edição traz a dinâmica master de junho de 1991, resultando na melhor versão deste clássico de todos os tempos!
TRACKLIST:
1. Override of the Overture
2. Soon to Be Dead
3. Bleed For Me
4. And So Is Life
5. Dismembered
6. Skin Her Alive
7. Sickening Art
8. In Death?s Sleep
9. Deathevocation
10. Defective Decay
Estampa frontal sublimada, estourada (full print) sem toque, esse tipo de estampa não desbota, pode ser passada a ferro sem risco de estragar a estampa.
Modelagem gola careca manga curta.
Confeccionada em frente malha poliéster, costas e mangas em malha 100% algodão fio 30.1.