O ELUVEITIE, desde sua formação em 2002 pelo talentoso vocalista e multi-instrumentista Chrigel Glanzmann, tornou-se um pilar incontestável na cena do metal moderno combinando magistralmente o peso do metal contemporâneo com a riqueza das tradições musicais celtas.
Originária dos majestosos Alpes Suíços e profundamente conectada à história, mitologia e espiritualidade celtas, o ELUVEITIE construiu uma carreira impressionante. Seu álbum de estreia, "Vên" (2004), revelou ao mundo uma fusão única de death metal melódico e folk tradicional. Clássicos subsequentes como "Slania", "Everything Remains (As It Never Was)", "Helvetios" e "Origins" solidificaram a reputação da banda. Enquanto a versatilidade do grupo brilhou nos álbuns acústicos "Evocation I ? The Arcane Dominion" e "Evocation II ? Pantheon".
Em 2022, o ELUVEITIE lançou os singles ’Aidus’ e ’Exile of the Gods’, marcando um novo capítulo em sua jornada musical e ciclo temático, continuando o conceito lírico iniciado no álbum de estúdio "Ategnatos" de 2019. Estas faixas foram seguidas pelo anúncio de seu próximo álbum, "ÀNV", cujo primeiro single, ’Premonition’, destacou a evolução sonora da banda.
Ao longo dos anos, o ELUVEITIE passou por mudanças na formação, incluindo a mais recente adição de Lea-Sophie Fischer no violino, em maio de 2024. Apesar dessas alterações, a essência e alma da banda permanecem intactas. Com nove álbuns de estúdio, inúmeras turnês globais e shows como atração principal em todo o mundo, o ELUVEITIE continua sendo uma força dinâmica na cena do metal.
Com "ÀNV", o ELUVEITIE permanece fiel às suas raízes enquanto explora novos horizontes musicais. Considerado um de seus álbuns mais profundos e sinceros, "ÀNV" é o resultado de mais de 20 anos de intenso envolvimento com a mitologia e espiritualidade celtas, traduzindo conhecimentos profundamente pagãos para uma geração nova e moderna, ansiosa por essas influências.
A jornada do ELUVEITIE reflete uma dedicação contínua à autenticidade e à inovação, garantindo seu lugar como uma presença definidora no metal moderno. Mais uma vez, a banda entrega um futuro clássico.
TRACK LIST
1. Emerge
2. Taranoías
3. The Prodigal Ones
4. Ànv
5. Premonition
6. Awen
7. Anamcara
8. The Harvest
9. Memories of Innocence
10. All Is One
11. Aeon of the Crescent Moon
12. The Prophecy
FORMAÇÃO
Chrigel Glanzmann - vocais, flautas, mandola, gaitas de foles, bodhran
Fabienne Erni - vocais, harpa celta, mandola
Alain Ackermann - bateria
Rafael Salzmann - guitarras
Jonas Wolf - guitarras
Kay Brem - baixo
Matteo Sisti - flautas, gaitas de foles, mandola
Lea-Sophie Fischer - violino
Em 2010, o EXODUS lançou o furioso e destrutivo "Shovel Headed Tour Machine", um registro ao vivo que capturou todo o peso e a precisão da banda durante sua apresentação no festival Wacken Open Air, na Alemanha. A versão em CD apresenta o áudio completo do memorável show, com 11 faixas que percorrem diferentes fases da carreira do grupo, reafirmando mais uma vez seu status como um dos pilares do thrash metal mundial.
Com mais de uma hora de duração, o álbum reúne clássicos como ’Bonded by Blood’, ’A Lesson in Violence’ e ’Strike of the Beast’, além de faixas da fase mais moderna da banda, como ’Deathamphetamine’ e ’Children of a Worthless God’, ambas já consolidadas como parte do repertório ao vivo. A performance é marcada por riffs cortantes, vocais agressivos e uma energia visceral que transborda em cada faixa ? uma verdadeira aula de brutalidade ao vivo.
A gravação apresenta uma qualidade sonora impressionante, com uma mixagem que valoriza tanto o peso instrumental quanto a resposta explosiva do público. O CD oferece uma experiência imersiva e crua, sem edições excessivas, permitindo que o ouvinte sinta o impacto direto do EXODUS no palco. É uma celebração da força da banda ao vivo, sem filtros ou artifícios.
"Shovel Headed Tour Machine" em CD é mais do que um registro de show ? é um manifesto de resistência, técnica e agressividade. Um lembrete de que, quando o EXODUS sobe ao palco, não há sobreviventes: só resta se render ao poder absoluto do thrash.
Prepare-se para ser atropelado por um tanque de guerra!
TRACKLIST:
1. Bonded by Blood
2. Iconoclasm
3. Funeral Hymn
4. A Lesson in Violence
5. Children of a Worthless God
6. Piranha
7. Deathamphetamine
8. Blacklist
9. War Is My Shepherd
10. Strike of the Beast
11. Shovel Headed Kill Machine
FORMAÇÃO:
Rob Dukes - Vocal
Gary Holt - Guitarra
Lee Altus - Guitarra
Jack Gibson - Baixo
Tom Hunting - Bateria
Características Principais:
⦁ Estampa Full Print por Sublimação: Cores ultra vibrantes que não desbotam, não racham e possuem toque zero, garantindo uma imagem com definição perfeita que cobre toda a camiseta.
⦁ Tecido Premium 95% Poliéster, 5% Elastano: Toque macio, leve e confortável. Não amassa, seca super rápido e permite que a pele respire, sendo ideal para o dia a dia, shows e festivais.
⦁ Modelagem Tradicional Unissex: Caimento reto que veste bem em todos os corpos, com gola careca reforçada para máxima durabilidade e acabamento impecável.
Especificações Técnicas:
⦁ Composição: Frente 95% Poliéster, 5% Elastano / Costas 100% Algodão
⦁ Estampa: Sublimação Digital Full Print
⦁ Gola: Careca
⦁ Modelagem: Tradicional Unissex
TABELA DE MEDIDAS
Tamanho Altura (cm) Largura (cm)
PP 64 49
P 68 51
M 70 54
G 74 57
GG 76 61
XG 79 64
G1 81 66
G2 84 69
OBS: As medidas podem variar tanto na altura quanto na largura em até 3 CM, para mais ou para menos.
RECOMENDAÇÃO: Lavar do avesso ajuda a preservar e evitar bolinhas. Não é necessário passar esta camiseta pois ela não amassa com a lavagem, mas se desejar, pode passar o ferro quente em toda a camiseta, inclusive sobre a estampa (até 40 graus).
Repress de 2018 Por ROTTEN FOETUS RECORDS & CEMITÉRIO RECORDS. CD com Slipcase, nova capa e novo layout, incluindo 02 bônus Tracks. Também acompanha 01 pôster e 01 adesivo. Anatomy & Surgery é um dos mais significativos e importantes álbuns do Splatter mundial, um dos pilares dessa rica cena grinder que temos hoje em todo o underground envolta do globo terrestre. Reedição mais que merecida.
A banda de Depressive Black Metal GHOST BATH surgiu da penumbra, além do véu da mais profunda escuridão, com seu novo álbum de estúdio "Rose Thorn Necklace". Livre das amarras da trilogia conceitual "Moonlover"-"Starmourner"-"Self Loather", o dono da banda Nameless (também conhecido como Dennis Mikula) explora a música mais intensa e introspectiva da obra do GHOST BATH, avançando com explosões enegrecidas e movimentos melancólicos enquanto leva seu único filho rumo ao desconhecido. Elevado ao firmamento pela cintilante ’Vodka Butterfly’ e pelo êxtase dissonante de ’Well, I Tried Drowning’ por um lado, e arrastado ao abismo pessoal de Mikula com ’Dandelion Tea’ e a cativante faixa-título por outro, "Rose Thorn Necklace" é perigo absoluto e beleza assombrosa.
"Finalmente voltamos ao ritmo normal das turnês desde a pandemia", diz Mikula sobre o intervalo de três anos entre "Self Loather" e "Rose Thorn Necklace". "Demorou um pouco, mas agora estamos de volta à programação com pelo menos três ou quatro turnês completas por ano, do jeito que gosto. Quando não estou em turnê, geralmente fico isolado o máximo possível. Às vezes, não saio de casa por semanas a fio. Eu gerencio a banda, o que me mantém ocupado com tudo o que está por trás: design e arte, escrever músicas e letras, organizar turnês e todo o trabalho que isso implica, merchandising e lojas virtuais, nossos sites e redes sociais, e muito mais."
Desespero, isolamento, repulsa e antipatia são o coração corrupto, mas pulsante do "Rose Thorn Necklace". De fato, os versos em ’Well, I Tried Drowning’ atestam isso: "Corte minha garganta, enquanto estou me afogando em meu sono / Estou bem acordado, sorrio vermelho enquanto você me observa / Deixe-me gargarejar, sufocar com meu próprio sangue / Para sempre extinto, olhos vidrados enquanto meus pulmões se inundam."
O GHOST BATH, em seu 12º ano de existência, não está em busca de suavizar suas arestas. Pelo contrário, o vocalista se inclina ainda mais para seus traços antissociais, serrilhados como uma faca enferrujada, mas lindamente afiados ao longo de anos de trabalho árduo. Desde a faixa-título, que apresenta a brutalidade e a angústia vocal multifacetada de Mikula, até ’Dandelion Tea’, onde o GHOST BATH se aprofunda em grooves assombrosos e melodias sepulcrais, "Rose Thorn Necklace" simplesmente transcende.
"Eu me propus a realmente explorar algumas coisas perturbadoras nas letras, na música e na arte", diz Mikula. "Como sempre, tento conectar tudo isso o máximo possível. Comecei este álbum com um riff de guitarra. Em seguida, escrevi algumas ideias, e fiquei pensando um pouco mais até formar o conceito. Eu tinha todos esses termos girando na minha cabeça e todas essas ideias repugnantes. O verdadeiro truque foi tentar não me conter. Eu queria criar algo depressivo com desespero, luxuoso, gótico, grotesco, nojento e visceral como alguns dos temas orientadores."
O produto dessa obscura expedição pode ser ouvido em "Rose Thorn Necklace". Seja na contemplação macabra de ’Thinly Sliced Heart Muscle’, nos sons desafinados e arrepiantes de ’Stamen and Pistil’ ou no esmagamento interior de ’Throat Cancer’, isso não é uma enganação, é um convite aberto ao universo sórdido e frio de Mikula e todos os seus padrões de pensamento negativos Seu principal objetivo aqui era ser o mais desinibido possível, para liberar a feiura, a maldade e o grotesco em suas formas mais puras e sinceras. O processo para o "Rose Thorn Necklace" não foi bonito e foi repleto de longas horas, apagões e reformulações intermináveis. Na verdade, a definição de insanidade é a própria insanidade.
"Depois de voltar da pior turnê da qual já participei com a banda, ficando fisicamente doente por mais de dois meses seguidos, entrei em depressão extrema", diz Mikula. "A única maneira que conheço de lidar com isso é criar e fazer arte. Então, peguei minha guitarra e enlouqueci de certa forma. Passei de 12 horas no meu escritório para no mínimo 16 horas. Fiquei obcecado e gravei e regravei partes durante meses. Quando as apresentei para a banda, todos pareciam estar de acordo, mas nosso baterista na época disse que não se conectava emocionalmente com elas. Nós nos separamos dele e eu continuei. Já tive bandas inteiras que desistiram de mim quando lhes mostrei minhas ideias e músicas. Toda a minha formação saiu quando lhes mostrei o primeiro EP [Ghost Bath, 2013], e foi por isso que fiquei solo por um tempo. Portanto, não o culpo. Não acho que minha música e letras fodidas sejam para todos."
Certamente, o GHOST BATH está sempre em transformação. No palco, a equipe de Mikula inclui Tim Church (guitarras), John Olivier (guitarras) e Josh Jaye (baixo). No estúdio, especialmente para "Rose Thorn Necklace", o baterista Mike Heller (Malignancy, Raven, ex-Fear Factory) foi contratado para ajudar a concretizar as visões sonoras do GHOST BATH. O baterista elevou o estilo de música desenfreado e depressivo de Mikula, gravando suas partes em seu Heaven and Heller Studio em Los Angeles, Califórnia. O tom estabelecido pelas gravações caseiras de Mikula e pela bateria implacável de Heller é mais denso, sombrio e ainda mais atmosférico, como ouvido em ’Vodka Butterfly’, ’Well, I Tried Drowning’, ’Dandelion Tea’ e a última música ’Throat Cancer’.
"Não acho que tenha sido uma decisão consciente [gravar por conta própria]", diz Mikula, que escreveu e gravou simultaneamente. "Simplesmente aconteceu. No final das contas, manter o que eu havia escrito em tal escuridão foi a decisão certa, em vez de pegar tudo o que escrevi e tentar reproduzir em algum estúdio. Isso me pareceu mais honesto e cru para mim. Não sei se eu teria conseguido evocar os pensamentos e a dor necessários para gravar tudo em casa. Definitivamente, eu não queria reviver isso. A composição e a gravação aconteceram ao mesmo tempo. Foi um inferno. Física e mentalmente, isso me prejudicou, em grande parte causado por mim mesmo. Eu queria morrer na maioria dos dias, mas em vez disso, canalizei cada gota de energia que tinha para dedilhar cordas e gritar em um microfone sozinho no meu escritório. Depois, bebia até desmaiar e fazia tudo de novo, assim por meses."
O Mikula descobriu a artista letã Ksenija Tarasova, cujo interesse em visualizar traumas e a vida após eles é reconhecido no mundo da arte em Riga. Sua obra para "Rose Thorn Necklace" não foi encomendada especificamente para o GHOST BATH, mas a conexão emocional parecia certa. Assim como com a sua música, Mikula quer que os ouvintes sintam a obra de arte como parte da experiência completa. Desde tempos imemoriais, essa sempre foi uma relação simbiótica significativa. Desde "The Velvet Underground & Nico" (1967), do The Velvet Underground, e "Sticky Fingers" (1971), do The Rolling Stones, até "A Blaze in the Northern Sky" (1992), do Darkthrone, e "V: Halmstad" (2007), do Shining, as imagens da arte da capa não são apenas pistas, mas um roteiro definido para a música e a expressão que está por trás dela.
"Como em todas as nossas capas, gosto de encontrar uma obra que já foi criada para seu próprio propósito e não especificamente para uma capa de álbum", diz Mikula. "Então, depois de muita pesquisa, descobri o trabalho de Ksenja. Eu podia sentir a emoção e a dor nas peças. Soube imediatamente que seria a combinação perfeita. Como em toda arte, se o artista tem uma aura, a maioria das pessoas percebe imediatamente. Não há necessidade de pensar demais."
Mikula diz que os fãs não precisam interpretar sua música e arte pelo valor aparente. Ele não está ditando nada além do que está vivenciando e, geralmente, a primeira reação é a reação correta ao GHOST BATH e seu novo álbum, "Rose Thorn Necklace". Mas ele espera que algumas das sensações iniciais que surjam após os encontros com ’Vodka Butterfly’, ’Well, I Tried Drowning’, ’Dandelion Tea’ e a faixa-título sejam náusea, depressão, medo e confusão.
O Mikula já tem mais álbuns escritos, que segundo ele são "muito diferentes e cada um com sua própria essência", aguardando a luz do dia. Porém, até lá, abrace e não solte o desesperador "Rose Thorn Necklace" para assim poder rasgar as entranhas de um romance totalmente sem esperança.
TRACKLIST:
1. Grotesque Display
2. Rose Thorn Necklace
3. Well, I Tried Drowning
4. Thinly Sliced Heart Muscle
5. Dandelion Tea
6. Vodka Butterfly
7. Stamen and Pistil
8. Needles
9. Throat Cancer
FORMAÇÃO:
Nameless (Dennis Mikula) - Vocais, Guitarra, Baixo, Piano, Sintetizadores
Mike Heller - Bateria (estúdio)
Digipack. ROTTEN FOETUS RECORDS e CEMITÉRIO RECORDS orgulhosamente (realmente) lançam em 2024 esse split simbólico e relevante pro cenário Goregrind mundial. Duas das maiores expressões Goregrind brasileiras finalmente juntas dividindo esse lançamento muito mais que merecido. GORE com cinco faixas, entre elas uma versão Gorerind para "Evil Dead" da banda DEATH que ficou grotescamente perfeita, e a banda VOMITO com mais nove faixas, entre elas uma cover da aterradora "Mucupurulence Excretor" da banda CARCASS feita putridamente da forma que só os sul-americanos sabem fazer. CD com um pouco mais de 20 minutos dedicados à um dos mais brutais gêneros musicais. E pra um lançamento como esse as artes precisaram de uma atenção toda especial, então convocamos oque há de mais doente na américa latina; Layout / design por Glesio Torres, Cover Art e outras Imagens por Shitter e imagem do CD Background e Lyrics folder background por Jon B-Zombie. Absolutamente INDISPENSAVEL!
Em outubro de 2005, o GOREFEST retornou com força total ao cenário do death metal com o lançamento de "La Muerte", seu sexto álbum de estúdio. Após sete anos de silêncio desde "Chapter 13" (1998), a banda holandesa ressurgiu com uma formação clássica e uma proposta sonora que mesclava brutalidade, maturidade e refinamento técnico. Gravado no Excess Studios, em Rotterdam, e mixado por Tue Madsen no Antfarm Studio, na Dinamarca, o disco marca uma nova era para o grupo ? mais coeso, mais pesado e mais consciente de sua identidade.
Com mais de uma hora de duração, "La Muerte" apresenta 12 faixas que transitam entre o death metal tradicional e elementos de groove e melodia, sem perder a intensidade característica da banda. Músicas como ’For the Masses’, ’You Could Make Me Kill’ e ’Malicious Intent’ revelam uma abordagem direta e poderosa, enquanto faixas como ’Rogue State’ e ’La Muerte’ (um instrumental de quase 10 minutos) exploram atmosferas densas e estruturas mais elaboradas. A performance de Jan Chris de Koeijer nos vocais e baixo, aliada às guitarras afiadas de Frank Harthoorn e Boudewijn Bonebakker, e à bateria precisa de Ed Warby, reforçam a solidez desta formação.
A produção valoriza o equilíbrio entre peso e clareza, permitindo que cada instrumento se destaque sem comprometer a agressividade do som. As letras abordam temas como política, decadência social e conflitos internos, refletindo uma banda mais crítica e consciente do mundo ao seu redor. A arte gráfica e o título em espanhol ? La Muerte, "A Morte" ? reforçam o tom sombrio e contemplativo do trabalho, que vai além da violência sonora para tocar em questões existenciais.
"La Muerte" não é apenas um retorno ? é uma afirmação. Um álbum que mostra que o GOREFEST não voltou só para revisitar o passado, mas sim para redefinir o presente e influenciar o futuro. Com maturidade, peso e propósito, o disco prova que la muerte pode ser não o fim, mas o renascimento de algo ainda mais poderoso.
TRACKLIST:
1. For The Masses
2. When The Dead Walk The Earth
3. You Could Make Me Kill
4. Malicious Intent
5. Rogue State
6. The Call
7. Of Death And Chaos
8. Man To Fall
9. Exorcism
10. Till Fingers Bleed
11. The New Gods
12. La Muerte
FORMAÇÃO:
Ed Warby - Bateria
Frank Harthoorn - Guitarra
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Boudewijn Bonebakker - Guitarra
Em agosto de 2007, o GOREFEST lançou "Rise to Ruin", seu sétimo e último álbum de estúdio, encerrando com força total uma trajetória marcada por brutalidade, técnica e reinvenção. Gravado no Excess Studios, em Rotterdam, e com vocais registrados no Antfarm Studio, na Dinamarca, o disco apresenta uma banda em plena forma, entregando um trabalho coeso, agressivo e consciente, tanto musical quanto liricamente.
Com nove faixas e pouco menos de 50 minutos de duração, o álbum traz composições como ’Revolt’, ’The War on Stupidity’ e ’Babylon?s Whores’, que abordam temas políticos e sociais com contundência e sarcasmo. A sonoridade é direta e pesada, com riffs densos, vocais rasgados e uma bateria precisa conduzida por Ed Warby. A produção de Tue Madsen garante clareza e impacto, valorizando cada nuance da performance.
A formação clássica Jan Chris de Koeijer (vocais e baixo), Frank Harthoorn e Boudewijn Bonebakker (guitarras), mostra entrosamento e maturidade, com arranjos que equilibram brutalidade e melodia. O álbum também conta com vocais adicionais de Jacob Bredahl em faixas como ’Revolt’ e ’Speak When Spoken To’, adicionando camadas à agressividade sonora.
"Rise to Ruin" é mais do que um encerramento, é uma despedida em alto volume. Um álbum que não suaviza a mensagem, não dilui a fúria e reafirma que o GOREFEST se despediu como sempre viveu: desafiador, pesado e absolutamente relevante.
Quando a ruína se ergue, é porque o som da resistência ainda ecoa!
TRACKLIST:
1. Revolt
2. Rise To Ruin
3. The War On Stupidity
4. A Question Of Terror
5. Babylon’s Whores
6. Speak When Spoken To
7. A Grim Charade
8. Murder Brigade
9. The End Of It All
FORMAÇÃO:
Ed Warby - Bateria
Frank Harthoorn - Guitarra
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Boudewijn Bonebakker - Guitarra
Gravado ao vivo no icônico festival Dynamo Open Air, em 30 de maio de 1993, "The Eindhoven Insanity" captura o GOREFEST em seu auge: uma performance visceral que consolidou os holandeses como uma das grandes potências do death metal europeu. Lançado originalmente em 11 de agosto de 1993 pelo selo Nuclear Blast, o álbum permanece como um dos registros mais intensos da cena extrema dos anos 90.
Com uma formação afiada, Jan-Chris de Koeijer (vocais/baixo), Boudewijn Bonebakker e Frank Harthoorn (guitarras), e Ed Warby (bateria), o GOREFEST entrega versões explosivas de faixas como ’The Glorious Dead’, ’Mental Misery’ e ’Reality When You Die’. Gravado por Eric van de Berg e mixado por Tim Buktu junto à própria banda, o álbum preserva com fidelidade brutal cada mínimo detalhe daquela apresentação histórica.
O disco ainda traz a faixa ’Eindhoven Roar’, uma homenagem ao público fervoroso que marcou presença naquele dia e que transformou o show em uma celebração única. A interação entre banda e plateia é palpável, reforçando a atmosfera de um documento ao vivo que transpira autenticidade.
Sem retoques excessivos, "The Eindhoven Insanity" apresenta uma produção honesta e direta, mantendo intacto o espírito do death metal. Mais de três décadas após seu lançamento, continua sendo referência quando se fala em álbuns ao vivo do gênero, influenciando novas gerações e reafirmando o lugar do GOREFEST na história do metal europeu.
Mais do que um simples registro de palco, este clássico é a prova de que a verdadeira insanidade sonora acontece quando técnica, fúria e paixão se encontram diante de uma multidão. O GOREFEST não apenas tocou naquele dia, eles incendiaram Eindhoven.
TRACKLIST:
1. The Glorious Dead
2. State of Mind
3. Reality ? When You Die
4. Voices from Beyond
5. The Mass Insanity
6. Confessions of a Serial Killer
7. Blood Runs Cold
8. The Eindhoven Insanity
9. Eindhoven Roar
FORMAÇÃO:
Jan-Chris de Koeijer - vocais/baixo
Boudewijn Bonebakker - guitarra
Frank Harthoorn - guitarra
Ed Warby - bateria
Lançado originalmente em 1991, "Mindloss" foi o ponto de partida brutal do GOREFEST - um álbum de estreia que não apenas colocou a banda no mapa do death metal europeu, mas também antecipou a sofisticação que viria nos anos seguintes. Agora relançado como a parte 1 da trilogia "The Ultimate Collection", sob o título "Mindloss & Demos", o disco retorna com faixas bônus e demos raras que revelam as raízes mais cruas e viscerais da banda.
Gravado em meio à efervescência do underground holandês, "Mindloss" é puro instinto: riffs densos, vocais cavernosos e uma produção que exala o cheiro metálico de ferrugem e de carne. Faixas como ’Mental Misery’, ’Tangled in Gore’ e ’Loss of Flesh’ são exercícios de violência sonora, com estruturas que alternam entre o caos e a precisão. As demos incluídas nesta edição oferecem um vislumbre ainda mais cru da gênese do GOREFEST, capturando a urgência e a fome voraz de uma banda prestes a explodir.
"Mindloss & Demos" não é apenas um resgate histórico - é um lembrete de que, antes de tudo, havia o instinto. E ele ainda morde.
TRACKLIST:
CD 1:
1. Intro
2. Mental Misery
3. Putrid Stench Of Human Remains
4. Foetal Carnage
5. Tangled In Gore
6. Confessions Of A Serial Killer
7. Horrors In A Retarded Mind
8. Loss Of Flesh
9. Decomposed
10. Gorefest
CD2:
1. Decomposed
2. Putrid Stench Of Human Remains
3. Gorefest
4. Tangled In Gore
5. Confessions Of A Serial Killer
6. Loss Of Flesh
7. Horrors In A Retarded Mind
8. Foetal Carnage
FORMAÇÃO:
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Marc Hoogendoorn - Bateria
Alex van Schaik - Guitarra
Frank Harthoorn - Guitarra
Lançados originalmente em 1992 e 1994, respectivamente, "False" e "Erase" marcaram uma virada decisiva na trajetória do GOREFEST, consolidando a banda como um dos nomes mais respeitados do death metal europeu. Agora reunidos em uma edição dupla como a segunda parte da trilogia The Ultimate Collection, esses dois álbuns ganham nova vida com material bônus e apresentação especial ? uma celebração definitiva da fase mais criativa e ousada da banda holandesa.
"False" trouxe um GOREFEST mais técnico e ambicioso, com composições densas, riffs cortantes e uma produção que elevava o peso a um novo patamar. Faixas como ’The Glorious Dead’ e ’Reality - When You Die’ mostravam uma banda em plena ascensão, equilibrando brutalidade e estrutura com precisão cirúrgica. Já "Erase" mergulhava em territórios mais atmosféricos e grooveados, sem perder a agressividade, com destaques como ’Erase’, ’Peace of Paper’ e ’Goddess in Black’ ? um álbum que dividiu opiniões na época, mas que envelheceu como um clássico ousado e visionário.
Esta edição especial não apenas resgata dois marcos do catálogo do GOREFEST, mas os apresenta com faixas bônus que ampliam a experiência e revelam nuances adicionais do processo criativo da banda. Como parte da trilogia The Ultimate Collection, que revisita a discografia essencial do grupo em três volumes, este lançamento reafirma a importância histórica de uma banda que nunca teve medo de evoluir ? e que, mesmo desafiando todas as expectativas, sempre soou absolutamente devastadora.
Dois álbuns. Uma nova chance de ouvir com outros ouvidos. E um lembrete brutal: o legado do GOREFEST continua tão pesado quanto eterno.
TRACKLIST:
CD1:
1. The Glorious Dead
2. State Of Mind
3. Reality - When You Die
4. Get - A - Life
5. False
6. Second Face
7. Infamous Existence
8. f r o mIgnorance To Oblivion
9. The Mass Insanity
10. False Exposure (Demo)
11. f r o mIgnorance To Oblivion (Demo)
12. Infamous Existence (Demo)
13. The Mass Insanity (Demo)
14. Gorefest (Live)
15. f r o mIgnorance To Oblivion (Live)
16. False Exposure (Live)
CD2:
1. Low
2. Erase
3. I Walk My Way
4. Fear
5. Seeds Of Hate
6. Peace Of Paper
7. Goddess In Black
8. To Hell And Back
9. Raven
10. Horrors 94
11. Fear (Live)
12. Autobahn (New Version, recorded 1994)
13. Goddess In Black (Orchestral Version)
FORMAÇÃO:
Ed Warby - Bateria
Frank Harthoorn - Guitarra
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Boudewijn Bonebakker - Guitarra
Com os lançamentos de "Soul Survivor" (1996) e "Chapter 13" (1998), o GOREFEST desafiou as convenções do death metal e mergulhou em territórios mais grooveados, experimentais e melódicos, porém, sem jamais perder o peso. Agora reunidos como a parte 3 da trilogia "The Ultimate Collection", esses dois álbuns ganham uma nova apresentação e faixas bônus, oferecendo uma visão completa da fase mais ousada e polarizadora da banda.
"Soul Survivor" surpreendeu ao incorporar elementos de rock clássico e heavy metal tradicional, com faixas como ’Freedom’, ’Dog Day’ e ’Forty Shades’ mostrando um GOREFEST mais maduro, mas ainda afiado. Já "Chapter 13" levou essa abordagem adiante, com grooves densos, atmosferas sombrias e composições que flertavam com o alternativo, como em ’Broken Wing’, ’F.S. 2000’ e ’Super Reality’. Para alguns, foi um desvio ousado; para outros, uma evolução inevitável.
Esta edição dupla resgata dois álbuns que desafiaram expectativas e expandiram os limites do que o death metal poderia ser. Com material bônus e nova masterização, a parte final da "The Ultimate Collection" não é apenas um encerramento, é uma afirmação de que o GOREFEST nunca foi uma banda que se acomodou na sua zona de conforto.
Eles não pediram permissão para mudar. E é por isso que ainda merecem e devem ser ouvidos.
TRACKLIST:
CD 1:
1. Freedom
2. Forty Shades
3. River
4. Electric Poet
5. Soul Survivor
6. Blood Is Thick
7. Dog Day
8. Demon Seed
9. Chameleon
10. Dragon Man
11. Tired Moon
12. Goddess In Black
13. Soul Survivor
14. Electric Poet
15. River
16. Frozen
17. Chameleon - Instrumental
18. Freedom - Instrumental
CD 2:
1. Chapter 13
2. Broken Wings
3. Nothingless
4. Smile
5. The Idiot
6. Repentance
7. Bordello
8. F.S. 2000
9. All Is Well
10. Unsung
11. Burn Out
12. Super Reality
13. Serve The Masses
14. Chapter 13
15. Nothingless
16. I Am You
17. Chapter 13
18. Reality - When You Die
19. Demon Seed
20. Erase
FORMAÇÃO:
Ed Warby - Bateria
Frank Harthoorn - Guitarra
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Boudewijn Bonebakker - Guitarra
Originalmente formada em 1996 sob o nome de Smack, a banda rapidamente adotou o nome que se tornaria um marco na história do Heavy Metal ao longo das últimas duas décadas: GRAND MAGUS! Com riffs majestosos e um arsenal de hinos de Heavy Metal, o grupo consolidou sua identidade e influência no gênero. Após duas demos e um split com seus compatriotas do Spiritual Beggars, lançaram, em 2001, seu álbum de estreia autointitulado, ainda hoje reverenciado como um clássico cult pelos fãs de Doom e Heavy Metal.
Com os álbuns subsequentes, "Monument" (2003) e "Wolf’s Return" (2005), o GRAND MAGUS deu início à sua ascensão, incorporando mais elementos do Heavy Metal sem abandonar suas raízes Stoner. Durante esse período, a banda percorreu a Europa em turnês ao lado de Electric Wizard e Cathedral, provando que sua força no palco era tão avassaladora quanto em estúdio. Em 2008, "Iron Will" conquistou não apenas a imprensa internacional, mas, acima de tudo, os fãs! O álbum seguinte, "Hammer Of The North" (2010), levou a banda a uma turnê com os lendários Motörhead e Doro, além de garantir um lugar de destaque nos rankings alemães.
Em 2012, "The Hunt" marcou uma nova fase, sendo o primeiro trabalho com o baterista Ludwig Witt e o primeiro lançamento via Nuclear Blast. A força do GRAND MAGUS continuava intacta, sem necessidade de reinvenções?apenas um aprimoramento contínuo. Essa marcha triunfal seguiu com "Triumph And Power" (2014), consolidando a banda como verdadeiros deuses dos riffs, ao lado de ícones como Judas Priest e Dio!
Em 2016, a lenda sueca retornou, desta vez mais feroz do que nunca. "Sword Songs", oitavo álbum de estúdio, trouxe velocidade e agressividade ampliadas. Com sangue, suor e lágrimas, o GRAND MAGUS forjou um dos álbuns mais pesados de sua trajetória.
Produzido por Nico Elgstrand no Studio Supa, mixado por Roberto Laghi e masterizado por Svante Forsbäck, "Sword Songs" apresenta uma capa impressionante, criada pelo renomado artista Anthony Roberts, capturando toda a aura poderosa do disco.
E para tornar esta edição ainda mais especial, "Sword Songs" chega com duas faixas bônus: ’In For The Kill’ e ’Stormbringer’, um tributo ao lendário Deep Purple.
Músicas ferozes. Riffs implacáveis. O GRAND MAGUS em sua forma mais selvagem.
TRACKLIST:
1. Freja’s Choice
2. Varangian
3. Forged In Iron - Crowned In Steel
4. Born For Battle (Black Dog Of Brocéliande)
5. Master Of The Land
6. Last One To Fall
7. Frost And Fire
8. Hugr (instrumental)
9. Everyday There’s A Battle To Fight
BONUS TRACKS:
10. In For The Kill
11. Stormbringer (Deep Purple Cover)
FORMAÇÃO:
Janne "JB" Christoffersson - Vocal/Guitarra
Mats "Fox" Skinner - Baixo
Ludwig - Bateria
Pouco mais de dois anos após o lançamento de "Sword Songs", os deuses dos riffs, o GRAND MAGUS, retornaram em 2019 com seu nono álbum estúdio: "Wolf God".
Desta vez, a banda adotou uma nova abordagem para o processo de gravação, como explicou na época o vocalista e guitarrista JB: "Decidimos abandonar a filosofia de gravar primeiro a bateria, depois o baixo e depois a guitarra. Desta vez, nos reunimos, tocamos e criamos juntos nos últimos seis meses com o objetivo de gravar as faixas ao vivo." Para os ouvintes mais atentos, esse método transmite um impacto único, dando ao álbum uma energia crua e orgânica?mas sem comprometer a essência do GRAND MAGUS.
Majestoso desde sua concepção, "Wolf God" nasceu clássico, trazendo riffs imponentes que falam por si mesmos, além de manter o groove e o peso marcantes de seu aclamado predecessor. Tudo isso foi elevado por um JB soberbo, cuja voz conduz emocionalmente os fortes e memoráveis instrumentais.
O novo método de gravação ajustou-se perfeitamente ao som geral da banda. Ao deixar a música fluir naturalmente, o GRAND MAGUS conseguiu criar melodias, riffs e ritmos que aprofundam ainda mais a fundação que vem construindo ao longo dos anos.
Um tributo à grandeza do metal. Um álbum que ruge como um verdadeiro deus lobo.
TRACKLIST:
1. Gold And Glory (instrumental)
2. Wolf God
3. A Hall Clad In Gold
4. Brother Of The Storm
5. Dawn Of Fire
6. Spear Thrower
7. To Live And To Die In Solitude
8. Glory To The Brave
9. He Sent Them All To Hel
10. Untamed
FORMAÇÃO:
Janne "JB" Christoffersson - Guitarra, Vocal
Mats Fox Hedén Skinner - Baixo
Ludwig Witt - Bateria
O GRAVE DIGGER, lendária banda de heavy metal alemã, revelou em 2012 seu épico álbum "Clash of the Gods", uma obra-prima que reafirmava seu lugar incontestável no panteão do metal pesado. Explorando as profundezas da mitologia grega, o álbum transporta os ouvintes para um universo repleto de deuses, monstros e heróis, com uma narrativa inspirada no clássico livro "A Jornada do Herói" de Joseph Campbell.
Liderados pelo carismático vocalista Chris Boltendahl e pelo virtuoso guitarrista Axel Ritt, a banda entrega um trabalho que equilibra magistralmente o som tradicional do heavy metal com elementos inovadores de power metal moderno. Faixas como ’God of Terror’, ’Death Angel’ e ’Home at Last’ mostram a energia inesgotável e a criatividade musical que definem o GRAVE DIGGER até hoje.
O álbum se destaca pela sua consistência impressionante, com cada faixa trazendo elementos únicos e cativantes. Os riffs de guitarra de Ritt estão impecáveis, os vocais de Boltendahl continuam poderosos e as partes de teclado adicionam uma camada atmosférica fascinante sem comprometer a brutalidade do som.
Considerado por muitos críticos como um dos melhores álbuns de power metal de 2012, "Clash of the Gods" provava que o GRAVE DIGGER era relevante e criativo mesmo após 35 anos de carreira. A banda demonstra uma capacidade extraordinária de se reinventar, mantendo sua essência enquanto explora novas fronteiras sonoras.
As composições são verdadeiramente memoráveis, com refrões que se fixam na mente do ouvinte, como em ’Hell Dog’ e ’Walls of Sorrow’. A abordagem lírica, focada na mitologia grega como explicado anteriormente, oferece uma profundidade temática que eleva o álbum além de um simples trabalho de heavy metal.
O disco representa um triunfo criativo, apresentando uma variedade de estéticas experimentais que mantêm o som clássico do GRAVE DIGGER intacto. Os solos de guitarra, os coros e a atmosfera épica garantem que o álbum seja igualmente atraente para os antigos e novos fãs da banda e do gênero.
"Clash of the Gods" não é apenas um álbum, mas uma declaração de força e poder. É a prova de que o GRAVE DIGGER continua sendo uma força criativa imparável no cenário do heavy metal, capaz de entregar um trabalho tão poderoso e inspirador quanto qualquer um de seus antigos clássicos.
TRACKLIST:
1. Charon (Fährmann des Todes)
2. God of Terror
3. Hell Dog
4. Medusa
5. Clash of the Gods
6. Death Angel and the Grave Digger
7. Walls of Sorrow
8. Call of the Sirens
9. Warriors Revenge
10. ?With the Wind
11. Home at Last
Bonus Track:
12. Saints of the Broken Souls
13. Home at Last (German Version)
FORMAÇÃO:
Chris Boltendahl - Vocal
Stefan Arnold - Bateria
H.P. Katzenburg - Teclados
Jens Becker - Baixo
Axel Ritt - Guitarra
Celebrando uma bem-sucedida década de power metal épico, o HAMMERFALL lançou em 23 de outubro de 2007 a coletânea "Steel Meets Steel: Ten Years of Glory", pela gravadora Nuclear Blast Records.
Este álbum duplo reuniu alguns dos maiores clássicos da banda entre 1997 e 2006, trazendo versões remasterizadas de faixas icônicas como ’Glory to the Brave’, ’Heeding the Call’, ’Renegade’, ’Hearts on Fire’, ’Blood Bound’ e ’Threshold’, além de registros ao vivo que capturam a energia implacável de suas apresentações.
Além de todas essas faixas consagradas, "Steel Meets Steel" trouxe também três músicas inéditas: ’The Abyss’, ’Last Man Standing’ e ’Restless Soul’, que mostraram a força do HAMMERFALL ao unir melodia e peso com sua assinatura inconfundível.
O segundo disco também apresenta duas versões ao vivo gravadas em 1998, no Musikens Hus, em Gotemburgo: os hinos ’The Metal Age’ e ’Stone Cold’, que trazem toda a intensidade e energia de suas performances.
Diferente de lançamentos anteriores, a capa deste álbum não trouxe Hector, o cavaleiro lendário da banda, mas sua presença na música seguiu tão marcante quanto sempre foi.
Uma celebração do início do legado do HAMMERFALL, "Steel Meets Steel: Ten Years of Glory" se tornou um lançamento totalmente indispensável para qualquer fã do power metal.
Uma década de glórias, eternizada nesta coletânea imbatível!
TRACKLIST:
CD 1:
1. The Abyss
2. Last Man Standing
3. Hammerfall v1.07
4. The Dragon Lies Bleeding
5. Steel Meets Steel
6. Glory To The Brave
7. Heeding The Call
8. At The End Of The Rainbow
9. Legacy Of Kings
10. Let The Hammer Fall
11. Templars Of Steel
12. Renegade
13. Always Will Be
14. Keep The Flame Burning
15. Riders Of The Storm
CD 2:
1. Hearts On Fire
2. Crimson Thunder
3. Hero’s return
4. Blood Bound
5. Secrets
6. Fury Of The Wild
7. Never, Ever
8. Threshold
9. Natural High
10. Dark Wings, Dark Words
11. The Fire Burns Forever
12. Restless Soul
13. The Metal Age
14. Stone Cold
FORMAÇÃO:
Oscar Dronjak - Guitarra
Fredrik Larsson - Baixo, Backing Vocals (CD1 faixas 1-6; CD2 faixa 12)
Joacim Cans - Vocal
Glenn Ljungström - Guitarra (CD1 faixas 4-6)
Magnus Rosén - Baixo (CD1 faixas 7-15; CD2 faixas 1-11, 12-14)
Patrik Räfling - Bateria (CD1 faixas 4-10; CD2 faixas 13, 14)
Stefan Elmgren - Guitarra, Backing Vocals (CD1 faixas 1-3, 7-15; CD2)
Anders Johansson - Bateria (CD1 faixas 1-3, 10-15; CD2)
Lançado em 20 de outubro de 2003, "One Crimson Night" é o primeiro e aguardado álbum ao vivo do HAMMERFALL, gravado durante um show épico no Lisebergshallen, em Gotemburgo, Suécia, no dia 20 de fevereiro daquele ano. Este registro captura perfeitamente toda a energia do grupo no palco, transmitindo a paixão e o impacto de suas apresentações ao vivo, sempre inesquecíveis.
A produção contou com nomes experientes do cenário: Mikael Thieme foi responsável pela gravação, com assistência de Henke Henriksson, enquanto a mixagem ficou a cargo do renomado Fredrik Nordström, auxiliado por Stefan Elmgren, no Studio Fredman. A masterização foi feita por Lars Nilsson, no Nilento Studio. O trabalho visual da capa ficou nas mãos do talentoso Samwise Didier, trazendo uma arte vibrante e imponente reflete perfeitamente a grandiosidade do álbum.
O setlist traz os maiores hinos do HAMMERFALL, incluindo clássicos como ’Riders of the Storm’, ’Heeding the Call’, ’Legacy of Kings’ e ’Steel Meets Steel’. Além do registro principal feito na Suécia, o álbum também inclui faixas gravadas ao vivo em outros países. Durante a turnê, a banda levou sua energia única para o público latino-americano, adicionando ao álbum momentos marcantes à sua trajetória. No dia 23 de maio de 2003, o grupo subiu ao palco do Hard Rock Live, em Guadalajara, México, onde as músicas ’The Dragon Lies Bleeding’ e ’A Legend Reborn’ ganharam vida com intensidade absoluta. Poucos dias antes, em 15 de maio de 2003, os suecos incendiaram o Estadio de Chile, em Santiago, com uma performance poderosa de ’Stronger Than All’. Essas gravações complementam a experiência de "One Crimson Night", ampliando o impacto do álbum e reforçando, mais uma vez, que o HAMMERFALL é sinônimo de força e entrega nos palcos.
"One Crimson Night" não é apenas um álbum ao vivo?é uma celebração merecida do power metal em sua forma mais intensa, uma prova da energia e dedicação do HAMMERFALL aos fãs ao redor do mundo. Se você já é fã da banda, esse disco é um presente e um item obrigatório na sua prateleira. Se ainda não conhece, aqui está sua chance de embarcar nessa jornada épica de riffs marcantes e refrãos arrebatadores.
Sinta a força do HAMMERFALL e mergulhe na magia de "One Crimson Night"!
TRACKLIST:
CD 1:
1. Lore of the Arcane
2. Riders of the Storm
3. Heeding the Call
4. Stone Cold
5. Hero’s Return
6. Legacy of Kings
7. Bass solo: Magnus Rosén
8. At the End of the Rainbow
9. The Way of the Warrior
10. The Unforgiving Blade
11. Glory to the Brave
12. Guitar solo: Stefan Elmgren
13. Let the Hammer Fall
CD 2:
1. Renegade
2. Steel Meets Steel
3. Crimson Thunder
4. Templars of Steel
5. Hearts on Fire
6. Hammerfall
7. The Dragon Lies Bleeding
8. Stronger than All
9. A Legend Reborn
FORMAÇÃO:
Joacim Cans - Vocal
Oscar Dronjak - Guitarra, Backing vocals
Magnus Rosén - Baixo
Stefan Elmgren - Guitarra, Backing vocals
Anders Johansson - Bateria
Em 2008, a já renomada banda sueca de power metal HAMMERFALL lançava uma compilação muito especial, reunindo todas as versões cover já gravadas pela banda ao longo de sua primeira década de carreira. O título? Como não poderia ser de outra maneira: "Masterpieces".
Este lançamento trouxe B-Sides, faixas bônus de edições japonesas e participações em álbuns tributo, além de três músicas inéditas gravadas especialmente para esta coletânea.
"Masterpieces" é uma celebração das influências que moldaram o som do HAMMERFALL, apresentando interpretações de clássicos do Kiss, Judas Priest, Helloween, Accept, Rainbow e muitas outras lendas do rock e metal. A produção impecável destacou perfeitamente a execução técnica da banda, que estava em plena forma em todas as faixas.
Entre os destaques do álbum estão as homenagens às influências iniciais da banda, como ’Child Of The Damned’ (Warlord) e ’Ravenlord’ (Stormwitch), além da vigorosa interpretação de ’Back To Back’ do Pretty Maids. A versão do clássico ’Man On The Silver Mountain’ do Rainbow também merece destaque especial com uma execução habilidosa de um verdadeiro hino do metal.
Os três novos covers incluídos foram ’Flight Of The Warrior’ (Riot), ’Youth Gone Wild’ (Skid Row) e ’Aphasia’ (Europe), sendo esta última considerada por muitos como superior à gravação original.
A capa do álbum é repleta de referências às bandas homenageadas, incluindo um logo do Twisted Sister pichado na parede, uma abóbora representando o Helloween, uma bandeira japonesa simbolizando o Loudness, entre outros elementos que os fãs mais atentos podem identificar com facilidade.
Este lançamento marcou também um período de transição para o HAMMERFALL, que seguiu em frente com mudanças na sua formação, mais notavelmente a entrada do guitarrista Pontus Norgren (ex-Poodles) substituindo Stefan Elmgren.
"Masterpieces" não foi apenas uma jogada comercial, mas sim um reflexo das raízes do HAMMERFALL, que começou como uma banda de covers e sempre manteve a tradição de homenagear os seus ídolos. Como uma das bandas mais acessíveis do verdadeiro Metal nos anos 2000, o HAMMERFALL cumpriu seu papel ao apresentar a uma nova geração de fãs as bandas que definiram o gênero. Em cada faixa, é possível sentir a paixão e o entusiasmo do HAMMERFALL em interpretar estas músicas com clareza e muito respeito.
Esta compilação é altamente recomendada para os fãs da banda e para todos os amantes do metal clássico.
TRACKLIST:
1. Child of the Damned (Warlord)
2. Ravenlord (Stormwitch)
3. Eternal Dark (Picture)
4. Back to Back (Pretty Maids)
5. I Want Out (Helloween)
6. Man on the Silver Mountain (Rainbow)
7. Head Over Heels (Accept)
8. Run With the Devil (Heavy Load)
9. We?re Gonna Make It (Twisted Sister)
10. Breaking the Law (Judas Priest)
11. Angel of Mercy (Chastain)
12. Rising Force (Yngwie Malmsteen?s Rising Force)
13. Detroit Rock City (KISS)
14. Crazy Nights (Loudness)
15. Nar Vindarna Mitt Namn (Roger Pontare)
16. Flight of the Warrior (Riot)
17. Youth Gone Wild (Skid Row)
18. Aphasia (Europe)
FORMAÇÃO:
Oscar Dronjak - Guitarra
Fredrik Larsson - Baixo
Joacim Cans - Vocal
Stefan Elmgren - Guitarra
Anders Johansson - Bateria
HellLight é uma banda brasileira de Funeral Doom/Death metal formada em São Paulo em 1996. Reconhecida por seu som atmosférico e emocionalmente intenso. E a cada álbum o Helllight impressiona cada vez mais os apreciadores do Extremo Doom Metal!
Em 9 de maio de 2025, o HellLight nos presenteia com seu oitavo álbum lançado em território brasileiro via Cold Art Industry & Mutilation Records.
Participação especial da Heike Langhans (Ex-Draconian)
Arte feita por Rodrigo Bueno (Lacrima Mortis)
HellLight - We, the Dead
Labels: Cold Art Industry & Mutilation Records
Format: CD, Album, Cx. Acrílica, OBI
Released: Maio/2025
Style: Funeral Death Doom Metal
Cod. Cold081
Tracklist:
1 - Echoes of Eons 11:20
2 - As a Fading Sun We Lie 12:21
3 - Desperate Cry 10:49
4 - We, the Dead (Interlude) 4:59
5 - As Daylight Fades 10:48
(Feat. Heike Langhans)
6 - Obsolete Dreams 12:46
7 - The Last March 14:07
Line-up
Alexandre Vida - Bass
Fabio de Paula - Guitars, Vocals, Keyboards
Renan Bianchi - Drums, Vocals (backing)