"In Sorte Diaboli" é o primeiro álbum conceitual da banda, com uma história que se passa na Europa medieval, sobre um sacerdote que começa a duvidar de sua própria fé e acaba tomando o lugar do Anticristo. "Tem um cara que trabalha como assistente de padre e, depois de um tempo, ele descobre que não tem nada a ver com o cristianismo", explicou o guitarrista Silenoz. "Ele meio que tem esse despertar e percebe que tem habilidades e poderes diferentes e está se inclinando mais para o lado negro".
Em álbuns conceituais, tudo ? desde o som, as letras, a arte, a apresentação - é importante. E o DIMMU BORGIR, com absoluta certeza, conseguiu fazer um trabalho coeso com muito sucesso, fazendo algo que todos os ouvintes amam, que é contar uma boa história com boas músicas.
Mais uma vez, as nove canções foram produzidas pelo sueco Fredrik Nordström, nos seus famosos Fredman Studios, e são uma verdadeira lição do que deveria ser um som obscuro e, ao mesmo tempo, sinfônico e melódico. Todas as marcas registradas do DIMMU BORGIR estão aqui: desde as partes brutais e rápidas, os ganchos cativantes, as melodias hipnotizantes até os arranjos mais complexos.
No geral, "In Sorte Diaboli" é um álbum muito sólido, com uma presença forte e uma aura totalmente infernal, além de um som distinto destinado a ouvidos treinados em música extrema. Algo que todos os fãs sempre esperam de qualquer trabalho do DIMMU BORGIR.
TRACKLIST:
1. The Serpentine Offering
2. The Chosen Legacy
3. The Conspiracy Unfolds
4. The Sacrilegious Scorn
5. The Fallen Arises
6. The Sinister Awakening
7. The Fundamental Alienation
8. The Invaluable Darkness
9. The Foreshadowing Furnace
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal
Silenoz - Guitarra
Hellhammer - Bateria
Mustis - Teclados
ICS Vortex - Baixo, Vocal Limpo
Galder - Guitarra
Em 2001, uma das bandas de Black Metal mais criativas da Noruega, o DIMMU BORGIR, lançava o inovador e agora já clássico "Puritanical Euphoric Misanthropia". Este foi o álbum que os ajudou a escapar da cena underground do Black Metal e que os transformou na instituição internacional que são hoje, com inúmeras turnês e álbuns bem sucedidos em seus currículos.
Na época, o álbum foi marcado pela estreia dos novos integrantes: o prolífico e extremamente rápido baterista Nicholas Barker (Ancient, Brujeria, ex-Cradle of Filth, ex-Lock Up), o guitarrista Galder (Old Man’s Child, ex-Dødheimsgard) e ICS Vortex (Arcturus, Borknagar, Lamented Souls) no baixo e vocais limpos. Um outro grande destaque que deve ser mencionado foi a substituição dos tradicionais teclados pelo uso de instrumentos de orquestra.
Em 2022, mais de 20 anos depois, "Puritanical Euphoric Misanthropia" continua sendo um dos álbuns mais poderosos da banda e não ficou nem um pouco velho ou datado. Por esse motivo, a banda celebra este álbum inspirador lançando uma nova edição que, com certeza, será uma nova experiência sonora para todos os ouvintes.
Esta EDIÇÃO ESPECIAL de "Puritanical Euphoric Misanthropia" foi totalmente remixada e remasterizada, usando métodos modernos para criar uma experiência auditiva totalmente melhorada, traz uma NOVA CAPA e um CD BÔNUS, intitulado "Dust Of Cold Memories", com as demos, ensaios e faixas criadas na pré-produção do álbum original.
E assim como o original, a nova edição também conta com o cover de ’Burn In Hell’ do TWISTED SISTER e uma versão de ’Devil’s Path’ do EP homônimo lançado em 1996.
O DIMMU BORGIR pode ter lançado discos melhores nos anos seguintes, mas foi com "Puritanical Euphoric Misanthropia" que eles realmente começaram a revelar toda a sua grandeza e, sabiamente, esta nova edição remixada e remasterizada mantém essa grandeza, respeitando assim o seu legado.
TRACKLIST:
CD 1 (Puritanical Euphoric Misanthropia Remixed & Remastered):
1. Fear And Wonder
2. Blessings Upon The Throne Of Tyranny
3. Kings Of The Carnival Creation
4. Hybrid Stigmata - The Apostasy
5. Architecture Of A Genocidal Nature
6. Puritania
7. IndoctriNation
CD 2 (Puritanical Euphoric Misanthropia Remixed & Remastered):
1. The Maelstrom Mephisto
2. Absolute Sole Right
3. Sympozium
4. Perfection Or Vanity
5. Burn In Hell (Twisted Sister cover)
6. Devil’s Path
CD 3 (Dust Of Cold Memories):
1. Hybrid Stigmata - The Apostasy (Preprod Session 2000)
2. Blessings Upon The Throne Of Tyranny (Preprod Session 2000)
3. IndoctriNation (Preprod Session 2000)
4. Architecture Of A Genocidal Nature (Preprod Session 2000)
5. Absolute Sole Right (Preprod Session 2000)
6. Fear And Wonder (The Koltbotn Tapes)
7. Blessings Upon The Throne Of Tyranny (The Koltbotn Tapes)
8. Kings Of The Carnivel Creation (The Koltbotn Tapes)
9. Puritania (The Koltbotn Tapes)
10. The Maelstrom Mephisto (The Koltbotn Tapes)
11 Sympozium (The Koltbotn Tapes)
Ninguém nunca disse que seria fácil. Quando o "Enthrone Darkness Triumphant" foi lançado em 1999, uma obscuridade emergiu das sombras do underground do Black Metal norueguês e tomou de assalto os corações de todos os fãs da música sombria, agressiva e dramática.
O DIMMU BORGIR tornou-se sinônimo do sucesso da tendência underground mais extrema e radical que o gênero Heavy Metal já testemunhou. As extensas turnês e as apresentações em todos os principais festivais europeus mostraram o poder estético que a sua majestosa personificação do mal exercia sobre os não iniciados. As paradas de sucesso de vários países europeus foram confrontadas com a música do diabo com esplendor indisfarçável. A maioria desses contos de fadas normalmente não foram feitas para durar para sempre. E eu ainda posso ouvir os gemidos da autodenominada elite underground sobre a comercialização indevida, ainda posso ver as mãos controladoras da moralidade, tentando afastar essa ameaça satânica. Porém, nenhuma dessas posturas vai durar mais do que o lançamento desse álbum, o quarto da, naquela época, ainda jovem carreira do DIMMU BORGIR.
Eles tomaram o sucesso comercial de seu antecessor como um incentivo para eliminar todos os elementos "agradáveis" de seus lançamentos futuros. "Spiritual Black Dimensions" é um documento intenso e apaixonado de seu estilo de vida intransigente e de sua espiritualidade além dos artigos de fé representados pela sociedade e pela religião. A extensão de sua dedicação ao seu próprio universo é visível em cada uma das músicas. Miríades de pequenos detalhes formam as maiores e mais grandiosas estruturas. Longe de ser unidimensional, cada música é ao mesmo tempo pomposa e implacável, tentadora por sua beleza e repulsiva por seu peso esmagador. Entre essas aparentes contradições está o poder desta música, de modo que até mesmo as já mencionadas mãos controladoras da moralidade se voltarão para ver as cabeças batendo em um transe mágico. Obviamente, não é o poder divino de um narrador do conto de fadas, mas sim o trabalho árduo que tornou este álbum tão perfeito. Especialmente os novos membros Astennu (guitarra) e Mystis (teclados) desempenham um papel importante, pois eles trouxeram a complexidade que fará do "Spiritual Black Dimensions" um álbum que não poderá ser retirado de nenhum aparelho de som por um bom tempo. Também há um convidado especial nessas faixas.
Durante a sessão de gravação no renomado estúdio The Abyss com o famoso produtor de Black Metal Peter Tägtgren, eles trouxeram o vocalista do Borknagar e Arcturus, Simen Hestnæs (também conhecido como ICS Vortex). Seu canto marcante e arrepiante é como o lamento de um coro infernal ao lado da poesia sombria de Shagrath. É seguro dizer que o Black Metal não será o mesmo depois deste álbum.
Texto por Robert Müller (Hammer), dezembro de 1998.
TRACKLIST:
1. Reptile
2. Behind The Curtains Of Night - Phantasmagoria
3. Dreamside Dominions
4. United In Unhallowed Grace
5. The Promised Future Aeons
6. The Blazing Monoliths Of Defiance
7. The Insight And The Catharsis
8. Grotesquery Conceiled (Within Measureless Magic)
9. Arcane Lifeforce Mysteria
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal
Silenoz - Guitarra
Astennu - Guitarra
Tjodalv - Bateria, percussão
Mustis - Teclados
Nagash - Baixo
Com mais de três décadas de carreira, os noruegueses do DIMMU BORGIR conseguiram se tornar uma das maiores banda do gênero. Eles são um dos principais responsáveis por fazer do Black Metal um estilo bem mais popular e proeminente, que exerce influência até hoje em várias bandas ao redor do globo.
E a sua seguidinha de lançamentos, com poucos anos de intervalo, foi de grande ajuda para este feito. Portanto, para não deixar a peteca cair, no intervalo entre o álbum "Death Cult Armageddon" de 2003 e o álbum "In Sorte Diaboli" de 2007, o DIMMU BORGIR decidiu relançar seu segundo álbum de estúdio, intitulado "Stormblast" e lançado originalmente em 1996. Uma maneira certeira de relembrar o início de tudo, misturando-o com a explosão da sonoridade que o DIMMU BORGIR apresentava na época.
Mas este acabou não sendo um relançamento comum e corrente. A banda regravou o álbum quase em sua totalidade para esta ocasião e ainda adicionou duas novas faixas: ’Sorgens Kammer ? Del II’ e ’Avmaktslave’. Com Peter Tägtgren (Hypocrisy, Pain) como produtor e os ex-membros Hellhammer (Mayhem, ex-Dimmu Borgir) na bateria e Mustis (ex-Dimmu Borgir) nos teclados como convidados especiais, o DIMMU BORGIR ? formado na ocasião por apenas Silenoz e Shagrath ? queria adicionar uma nova dimensão ao álbum e, como resultado, temos uma versão ainda mais intensa e sombria do que a original.
TRACKLIST:
1. Alt Lys Er Svunnet Hen
2. Broderskapets Ring
3. Nar Sjelen Hentes Til Helvete
4. Sorgens Kammer - Del II
5. Da Den Kristne Satte Livet Til
6. Stormblast
7. Dodsferd
8. Antikrist
9. Vinder Fra En Ensom Grav
10. Guds Fortapelse - Apenbaring Av Dommedag
11. Abmaktslave
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal, Guitarra, Baixo
Silenoz - Guitarra, Baixo, Voca
Durante sete anos um silêncio mortal encheu os corredores da cena Black Metal mundial mas a horda de todas as hordas, o DIMMU BORGIR, retornou em 2018, bem a tempo do seu 25º aniversário, com uma obra de arte viciante que pode ser definida como atemporal no sentido mais verdadeiro da palavra: "Eonian".
Do ponto de vista musical, com o seu décimo álbum de estúdio a banda explora todas as fronteiras com partes Black Metal ainda mais cruas e obscuras do que antes e épicos momentos orquestrais levados até um nível nunca imaginado e impressionante. Desta vez, o DIMMU BORGIR esteve buscando um som mais orgânico para as suas músicas e, por esse motivo, chamaram ao produtor Jens Bogren para produzir as 10 faixas no seu estúdio Fascination Street. A arte de capa foi desenhada com detalhes fascinantes pelo inspirado artista polonês Zbigniew M. Bielak (Watain, Absu, Vader)
O núcleo de composição do DIMMU BORGIR é composto pelo carismático vocalista Shagrath e os guitarristas Silenoz e Galder (Old Man?s Child), mas outros rostos familiares também emergem da escuridão: o baterista Daray (Vesania, Vader) e o tecladista Gerlioz (The Kovenant) ainda fazem parte do time e Gaute Storaas ajudou com os arranjos corais para as majestosas vozes da Schola Cantrum Choir.
Liricamente, o décimo álbum de estúdio dos noruegueses segue um conceito filosófico que lida com a ilusão do tempo e os códigos luciferianos: "O tempo, quando não se aproxima do constructo que estamos acostumados, não pode ser definido e, portanto, é ilusório", explicou Silenoz. "Há apenas um ’agora eterno’, que o título do álbum já está insinuando. Quando viajamos entre os mundos visíveis e invisíveis, a percepção do tempo deixa de existir, não tem função. A nossa energia é a nossa tocha e a nossa bússola quando atravessamos a fenda, quando vamos além". Silenoz recusou-se a fornecer mais informações do que isso, daí o porquê dos álbuns do DIMMU BORGIR estarem sempre abertos para interpretação e parecerem uma sala escura onde cada ouvinte acredita ver algo diferente diante dos seus olhos.
"’Eonian’ representa a ilusão do tempo, tudo o que é e sempre foi. Para nós, também marca o 25º aniversário do DIMMU BORGIR e o álbum em si é uma homenagem à nossa própria história e à história do Black Metal norueguês", acrescentou Shagrath.
Desde o seu álbum de estreia ?"For All Tid" de 1994, o DIMMU BORGIR vem lançando os seus épicos álbuns em intervalos regulares, mas dessa vez, os noruegueses não conseguiram domar a fera da criatividade tão rapidamente e, por isso, eles aproveitaram o tempo para tecer lentamente suas ideias coletivas: "Algumas músicas deste álbum foram escritas em 2012. Cada um de nós tem o seu próprio estúdio de pré-produção e escrevemos separadamente, sem muita comunicação no começo. Durante um período de um ou dois anos, coletamos as nossas ideias e nos reunimos para tentar tirar o maior proveito do material", disse Shagrath. "Às vezes isso pode ser bastante desafiador porque temos gostos e opiniões diferentes, mas isso também o torna mais interessante para o ouvinte porque queremos criar músicas que façam você se sentir como se não soubesse o que há ao virar na próxima esquina".
Silenoz concordou: "O desafio principal é conter a fera. Você está tão compenetrado no que está fazendo que às vezes é fácil esquecer que você tem que se aproximar da fera sem acordá-la imediatamente, porque você sabe que não será capaz de controla-la. Na verdade, é inútil mentir a si mesmo falando que acredita que você pode controlar a arte... É como entrar na toca de um leão apenas com uma corda amarrada na cintura, caso você precise ser puxado para fora rapidamente. Ser os nossos próprios produtores também significa que temos que deixar de lado os nossos egos e olhar para o nosso material desde uma perspectiva ?externa?. Essa é outra parte desafiadora do processo de composição porque você coloca muito de si e então começa a tirar coisas ao invés de adicionar, é um processo difícil. Deixar fluir às vezes pode ser realmente difícil, mas quando saímos de nós mesmos e olhamos para a boca da fera, só então somos capazes de distinguir como alimentá-la em seguida".
Deste modo, tanto as clássicas músicas Black Metal como ’Lightbringer’ quanto os hinos altamente sinfônicos como ’Interdimensional Summit’ se reúnem em "Eonian" ao lado de uma das favoritas da banda, a folclórica e experimental ’Council of Wolves And Snakes’. Arriscando ir além do horizonte, essa música prova que a banda continua "sem fórmula, sem limites", como Silenoz sempre prometeu, e mostra que o caminho escolhido muitas vezes os leva a lugares onde nunca esperaram acabar quando começaram sua jornada.
No seu predecessor, "Abrahadabra", os noruegueses irritaram alguns elitistas do black metal com o seu visual branco e cinza. E apesar de terem escolhido uma aparência diferente "Eonian", o DIMMU BORGIR sempre tem alguma surpresa sob a manga: "Nós definitivamente somos uma banda que não segue regras, e se as houver com certeza estamos prontos para quebra-las. Não que seja um objetivo em si, é apenas quem realmente somos. Sabíamos que o visual branco e cinza torceria alguns narizes, mas o que quer que façamos, ou não, acabaremos torcendo os narizes", afirmou Silenoz e Shagrath acrescentou: "O álbum é como um renascimento, mas também como uma continuação lógica. A nossa música vem naturalmente. Não estamos sentados em um círculo pensando no que poderíamos fazer a seguir, tem que vir com a corrente e com o que quer que esteja na sua cabeça naquele momento, ele precisa ser espontâneo e é exatamente o que podíamos fazer naquele momento. Cada um dos nossos lançamentos está ligado a um certo período das nossas vidas".
TRACKLIST:
1. The Unveiling
2. Interdimensional Summit
3. Ætheric
4. Council Of Wolves And Snakes
5. The Empyrean Phoenix
6. Lightbringer
7. I Am Sovereign
8. Archaic Correspondence
9. Alpha Aeon Omega
10. Rite Of Passage
FORMAÇÃO:
Shagrath - vocal
Silenoz - guitarra rítmica
Galder - guitarra líde
Entre os anos de 1988 e 2011, o DISMEMBER ganhou o peculiar título de "o MOTÖRHEAD do Death Metal" pelos seus oito clássicos álbuns e pelos seus furiosos shows ao vivo ao redor do mundo. A banda, que foi formada em 1988 por Robert Sennebäck, David Blomqvist e Fred Estby na Suécia, há muito tempo é considerada uma das criadoras do Death Metal sueco, ao lado de outras bandas pioneiras como Entombed, Grave e Unleashed.
O DISMEMBER gravou algumas demos, que foram lançadas de forma totalmente independente, antes de que sua demo "Reborn In Blasphemy" de 1990, com Matti Kärki nos vocais e Nicke Andersson do Entombed assumindo a maioria das partes de guitarra, fosse escolhida pela Nuclear Blast Records para um lançamento mundial. Em 1991, o álbum de estreia "Like An Ever Flowing Stream", gravado por Tomas Skogsberg no agora lendário Sunlight Studios e que contou com Richard Cabeza (Unanimated) no baixo, viu a luz do dia.
Em 1993, o DISMEMBER lançou seu aclamado, tanto pela crítica quanto pelos fãs, segundo álbum intitulado "Indecent & Obscene" e que até hoje é o seu trabalho de maior sucesso. Entre o primeiro e o segundo álbum, a banda lançou o seu primeiro EP "Pieces", em 1992.
Mais três grandes álbuns se seguiriam pela Nuclear Blast, "Massive Kiling Capacity" (1995), "Death Metal" (1997) e "Hate Campaign" (2000), até que a banda decidiu trocar de gravadora. Eles lançaram mais dois álbuns, "Where Ironcrosses Grow" (2004, pela Karmageddon Records) e "The God That Never Was" (2005, pela Regain) antes de Estby anunciar, em 2007, sua saída por motivos familiares. O último álbum da banda, antes da sua separação oficial em 2011, foi o álbum "Dismember" de 2008, também lançado pela Regain Records.
Após um hiato de oito anos, a formação original da banda se reuniu em outubro de 2019 para um show comemorativo do seu 30º aniversário no Scandinavia Death Fest, tocando juntos pela primeira vez em mais de 20 anos.
"Depois de reunir a formação original e realizar shows com ingressos esgotados em 2019, precisávamos de um parceiro sólido para colocar o nosso catálogo completo de volta às ruas. A aliança profana de 1990 está de volta e o DISMEMBER e a Nuclear Blast Records formam mais uma vez um time perfeito!", disse Estby e é assim que a missão de trazer à vida, mais uma vez, todo o catálogo da banda nasceu.
O primeiro lote destes lançamentos está composto pelos dois primeiros álbuns, "Like An Everflowing Stream" e "Indecent & Obscene", e pelo EP "Pieces".
Agora vamos ao que interessa: o álbum "LIKE AN EVER FLOWING STREAM".
Considerado um dos maiores clássicos do Death Metal de todos os tempos, "Like An Ever Flowing Stream" foi lançado de 1991 e é uma obra-prima atemporal que estabeleceu a banda sueca como um dos artistas mais talentosos do gênero e lançou as bases para seu poderoso e impiedoso som. Esta nova edição traz a dinâmica master de junho de 1991, resultando na melhor versão deste clássico de todos os tempos!
TRACKLIST:
1. Override of the Overture
2. Soon to Be Dead
3. Bleed For Me
4. And So Is Life
5. Dismembered
6. Skin Her Alive
7. Sickening Art
8. In Death?s Sleep
9. Deathevocation
10. Defective Decay
Estampa frontal sublimada, estourada (full print) sem toque, esse tipo de estampa não desbota, pode ser passada a ferro sem risco de estragar a estampa.
Modelagem gola careca manga curta.
Confeccionada em frente malha poliéster, costas e mangas em malha 100% algodão fio 30.1.
Gênero: Southern/Sludge Metal SOBRE O ÁLBUM: Você reconhece o DOWN assim que os ouve. Não há como confundir esses riffs colossais, solos de swamp blues, baterias estrondosas e uivos hipnóticos com absolutamente ninguém mais sob o sol. A banda mantém uma tradição celebrada por inúmeros fãs, expandindo seu próprio mito musical enquanto mantém seus pilares intactos. Com um currículo coletivo que abrange Pantera, Corrosion Of Conformity, Crowbar e EyeHateGod, o quinteto lançou sua primeira fumaça sonora diretamente das entranhas da velha e rústica New Orleans no clássico de platina de 1995, “NOLA”. Naquele momento, eles naturalmente invocaram algo semelhante a um ritual, um rito que seguiram adiante com lançamentos
R$59,99O preço original era: R$59,99.R$56,66O preço atual é: R$56,66.
O ELUVEITIE, desde sua formação em 2002 pelo talentoso vocalista e multi-instrumentista Chrigel Glanzmann, tornou-se um pilar incontestável na cena do metal moderno combinando magistralmente o peso do metal contemporâneo com a riqueza das tradições musicais celtas.
Originária dos majestosos Alpes Suíços e profundamente conectada à história, mitologia e espiritualidade celtas, o ELUVEITIE construiu uma carreira impressionante. Seu álbum de estreia, "Vên" (2004), revelou ao mundo uma fusão única de death metal melódico e folk tradicional. Clássicos subsequentes como "Slania", "Everything Remains (As It Never Was)", "Helvetios" e "Origins" solidificaram a reputação da banda. Enquanto a versatilidade do grupo brilhou nos álbuns acústicos "Evocation I ? The Arcane Dominion" e "Evocation II ? Pantheon".
Em 2022, o ELUVEITIE lançou os singles ’Aidus’ e ’Exile of the Gods’, marcando um novo capítulo em sua jornada musical e ciclo temático, continuando o conceito lírico iniciado no álbum de estúdio "Ategnatos" de 2019. Estas faixas foram seguidas pelo anúncio de seu próximo álbum, "ÀNV", cujo primeiro single, ’Premonition’, destacou a evolução sonora da banda.
Ao longo dos anos, o ELUVEITIE passou por mudanças na formação, incluindo a mais recente adição de Lea-Sophie Fischer no violino, em maio de 2024. Apesar dessas alterações, a essência e alma da banda permanecem intactas. Com nove álbuns de estúdio, inúmeras turnês globais e shows como atração principal em todo o mundo, o ELUVEITIE continua sendo uma força dinâmica na cena do metal.
Com "ÀNV", o ELUVEITIE permanece fiel às suas raízes enquanto explora novos horizontes musicais. Considerado um de seus álbuns mais profundos e sinceros, "ÀNV" é o resultado de mais de 20 anos de intenso envolvimento com a mitologia e espiritualidade celtas, traduzindo conhecimentos profundamente pagãos para uma geração nova e moderna, ansiosa por essas influências.
A jornada do ELUVEITIE reflete uma dedicação contínua à autenticidade e à inovação, garantindo seu lugar como uma presença definidora no metal moderno. Mais uma vez, a banda entrega um futuro clássico.
TRACK LIST
1. Emerge
2. Taranoías
3. The Prodigal Ones
4. Ànv
5. Premonition
6. Awen
7. Anamcara
8. The Harvest
9. Memories of Innocence
10. All Is One
11. Aeon of the Crescent Moon
12. The Prophecy
FORMAÇÃO
Chrigel Glanzmann - vocais, flautas, mandola, gaitas de foles, bodhran
Fabienne Erni - vocais, harpa celta, mandola
Alain Ackermann - bateria
Rafael Salzmann - guitarras
Jonas Wolf - guitarras
Kay Brem - baixo
Matteo Sisti - flautas, gaitas de foles, mandola
Lea-Sophie Fischer - violino
R$56,99O preço original era: R$56,99.R$49,99O preço atual é: R$49,99.
Em 2010, o EXODUS lançou o furioso e destrutivo "Shovel Headed Tour Machine", um registro ao vivo que capturou todo o peso e a precisão da banda durante sua apresentação no festival Wacken Open Air, na Alemanha. A versão em CD apresenta o áudio completo do memorável show, com 11 faixas que percorrem diferentes fases da carreira do grupo, reafirmando mais uma vez seu status como um dos pilares do thrash metal mundial.
Com mais de uma hora de duração, o álbum reúne clássicos como ’Bonded by Blood’, ’A Lesson in Violence’ e ’Strike of the Beast’, além de faixas da fase mais moderna da banda, como ’Deathamphetamine’ e ’Children of a Worthless God’, ambas já consolidadas como parte do repertório ao vivo. A performance é marcada por riffs cortantes, vocais agressivos e uma energia visceral que transborda em cada faixa ? uma verdadeira aula de brutalidade ao vivo.
A gravação apresenta uma qualidade sonora impressionante, com uma mixagem que valoriza tanto o peso instrumental quanto a resposta explosiva do público. O CD oferece uma experiência imersiva e crua, sem edições excessivas, permitindo que o ouvinte sinta o impacto direto do EXODUS no palco. É uma celebração da força da banda ao vivo, sem filtros ou artifícios.
"Shovel Headed Tour Machine" em CD é mais do que um registro de show ? é um manifesto de resistência, técnica e agressividade. Um lembrete de que, quando o EXODUS sobe ao palco, não há sobreviventes: só resta se render ao poder absoluto do thrash.
Prepare-se para ser atropelado por um tanque de guerra!
TRACKLIST:
1. Bonded by Blood
2. Iconoclasm
3. Funeral Hymn
4. A Lesson in Violence
5. Children of a Worthless God
6. Piranha
7. Deathamphetamine
8. Blacklist
9. War Is My Shepherd
10. Strike of the Beast
11. Shovel Headed Kill Machine
FORMAÇÃO:
Rob Dukes - Vocal
Gary Holt - Guitarra
Lee Altus - Guitarra
Jack Gibson - Baixo
Tom Hunting - Bateria
Características Principais:
⦁ Estampa Full Print por Sublimação: Cores ultra vibrantes que não desbotam, não racham e possuem toque zero, garantindo uma imagem com definição perfeita que cobre toda a camiseta.
⦁ Tecido Premium 95% Poliéster, 5% Elastano: Toque macio, leve e confortável. Não amassa, seca super rápido e permite que a pele respire, sendo ideal para o dia a dia, shows e festivais.
⦁ Modelagem Tradicional Unissex: Caimento reto que veste bem em todos os corpos, com gola careca reforçada para máxima durabilidade e acabamento impecável.
Especificações Técnicas:
⦁ Composição: Frente 95% Poliéster, 5% Elastano / Costas 100% Algodão
⦁ Estampa: Sublimação Digital Full Print
⦁ Gola: Careca
⦁ Modelagem: Tradicional Unissex
TABELA DE MEDIDAS
Tamanho Altura (cm) Largura (cm)
PP 64 49
P 68 51
M 70 54
G 74 57
GG 76 61
XG 79 64
G1 81 66
G2 84 69
OBS: As medidas podem variar tanto na altura quanto na largura em até 3 CM, para mais ou para menos.
RECOMENDAÇÃO: Lavar do avesso ajuda a preservar e evitar bolinhas. Não é necessário passar esta camiseta pois ela não amassa com a lavagem, mas se desejar, pode passar o ferro quente em toda a camiseta, inclusive sobre a estampa (até 40 graus).
Repress de 2018 Por ROTTEN FOETUS RECORDS & CEMITÉRIO RECORDS. CD com Slipcase, nova capa e novo layout, incluindo 02 bônus Tracks. Também acompanha 01 pôster e 01 adesivo. Anatomy & Surgery é um dos mais significativos e importantes álbuns do Splatter mundial, um dos pilares dessa rica cena grinder que temos hoje em todo o underground envolta do globo terrestre. Reedição mais que merecida.
R$59,99O preço original era: R$59,99.R$56,66O preço atual é: R$56,66.
A banda de Depressive Black Metal GHOST BATH surgiu da penumbra, além do véu da mais profunda escuridão, com seu novo álbum de estúdio "Rose Thorn Necklace". Livre das amarras da trilogia conceitual "Moonlover"-"Starmourner"-"Self Loather", o dono da banda Nameless (também conhecido como Dennis Mikula) explora a música mais intensa e introspectiva da obra do GHOST BATH, avançando com explosões enegrecidas e movimentos melancólicos enquanto leva seu único filho rumo ao desconhecido. Elevado ao firmamento pela cintilante ’Vodka Butterfly’ e pelo êxtase dissonante de ’Well, I Tried Drowning’ por um lado, e arrastado ao abismo pessoal de Mikula com ’Dandelion Tea’ e a cativante faixa-título por outro, "Rose Thorn Necklace" é perigo absoluto e beleza assombrosa.
"Finalmente voltamos ao ritmo normal das turnês desde a pandemia", diz Mikula sobre o intervalo de três anos entre "Self Loather" e "Rose Thorn Necklace". "Demorou um pouco, mas agora estamos de volta à programação com pelo menos três ou quatro turnês completas por ano, do jeito que gosto. Quando não estou em turnê, geralmente fico isolado o máximo possível. Às vezes, não saio de casa por semanas a fio. Eu gerencio a banda, o que me mantém ocupado com tudo o que está por trás: design e arte, escrever músicas e letras, organizar turnês e todo o trabalho que isso implica, merchandising e lojas virtuais, nossos sites e redes sociais, e muito mais."
Desespero, isolamento, repulsa e antipatia são o coração corrupto, mas pulsante do "Rose Thorn Necklace". De fato, os versos em ’Well, I Tried Drowning’ atestam isso: "Corte minha garganta, enquanto estou me afogando em meu sono / Estou bem acordado, sorrio vermelho enquanto você me observa / Deixe-me gargarejar, sufocar com meu próprio sangue / Para sempre extinto, olhos vidrados enquanto meus pulmões se inundam."
O GHOST BATH, em seu 12º ano de existência, não está em busca de suavizar suas arestas. Pelo contrário, o vocalista se inclina ainda mais para seus traços antissociais, serrilhados como uma faca enferrujada, mas lindamente afiados ao longo de anos de trabalho árduo. Desde a faixa-título, que apresenta a brutalidade e a angústia vocal multifacetada de Mikula, até ’Dandelion Tea’, onde o GHOST BATH se aprofunda em grooves assombrosos e melodias sepulcrais, "Rose Thorn Necklace" simplesmente transcende.
"Eu me propus a realmente explorar algumas coisas perturbadoras nas letras, na música e na arte", diz Mikula. "Como sempre, tento conectar tudo isso o máximo possível. Comecei este álbum com um riff de guitarra. Em seguida, escrevi algumas ideias, e fiquei pensando um pouco mais até formar o conceito. Eu tinha todos esses termos girando na minha cabeça e todas essas ideias repugnantes. O verdadeiro truque foi tentar não me conter. Eu queria criar algo depressivo com desespero, luxuoso, gótico, grotesco, nojento e visceral como alguns dos temas orientadores."
O produto dessa obscura expedição pode ser ouvido em "Rose Thorn Necklace". Seja na contemplação macabra de ’Thinly Sliced Heart Muscle’, nos sons desafinados e arrepiantes de ’Stamen and Pistil’ ou no esmagamento interior de ’Throat Cancer’, isso não é uma enganação, é um convite aberto ao universo sórdido e frio de Mikula e todos os seus padrões de pensamento negativos Seu principal objetivo aqui era ser o mais desinibido possível, para liberar a feiura, a maldade e o grotesco em suas formas mais puras e sinceras. O processo para o "Rose Thorn Necklace" não foi bonito e foi repleto de longas horas, apagões e reformulações intermináveis. Na verdade, a definição de insanidade é a própria insanidade.
"Depois de voltar da pior turnê da qual já participei com a banda, ficando fisicamente doente por mais de dois meses seguidos, entrei em depressão extrema", diz Mikula. "A única maneira que conheço de lidar com isso é criar e fazer arte. Então, peguei minha guitarra e enlouqueci de certa forma. Passei de 12 horas no meu escritório para no mínimo 16 horas. Fiquei obcecado e gravei e regravei partes durante meses. Quando as apresentei para a banda, todos pareciam estar de acordo, mas nosso baterista na época disse que não se conectava emocionalmente com elas. Nós nos separamos dele e eu continuei. Já tive bandas inteiras que desistiram de mim quando lhes mostrei minhas ideias e músicas. Toda a minha formação saiu quando lhes mostrei o primeiro EP [Ghost Bath, 2013], e foi por isso que fiquei solo por um tempo. Portanto, não o culpo. Não acho que minha música e letras fodidas sejam para todos."
Certamente, o GHOST BATH está sempre em transformação. No palco, a equipe de Mikula inclui Tim Church (guitarras), John Olivier (guitarras) e Josh Jaye (baixo). No estúdio, especialmente para "Rose Thorn Necklace", o baterista Mike Heller (Malignancy, Raven, ex-Fear Factory) foi contratado para ajudar a concretizar as visões sonoras do GHOST BATH. O baterista elevou o estilo de música desenfreado e depressivo de Mikula, gravando suas partes em seu Heaven and Heller Studio em Los Angeles, Califórnia. O tom estabelecido pelas gravações caseiras de Mikula e pela bateria implacável de Heller é mais denso, sombrio e ainda mais atmosférico, como ouvido em ’Vodka Butterfly’, ’Well, I Tried Drowning’, ’Dandelion Tea’ e a última música ’Throat Cancer’.
"Não acho que tenha sido uma decisão consciente [gravar por conta própria]", diz Mikula, que escreveu e gravou simultaneamente. "Simplesmente aconteceu. No final das contas, manter o que eu havia escrito em tal escuridão foi a decisão certa, em vez de pegar tudo o que escrevi e tentar reproduzir em algum estúdio. Isso me pareceu mais honesto e cru para mim. Não sei se eu teria conseguido evocar os pensamentos e a dor necessários para gravar tudo em casa. Definitivamente, eu não queria reviver isso. A composição e a gravação aconteceram ao mesmo tempo. Foi um inferno. Física e mentalmente, isso me prejudicou, em grande parte causado por mim mesmo. Eu queria morrer na maioria dos dias, mas em vez disso, canalizei cada gota de energia que tinha para dedilhar cordas e gritar em um microfone sozinho no meu escritório. Depois, bebia até desmaiar e fazia tudo de novo, assim por meses."
O Mikula descobriu a artista letã Ksenija Tarasova, cujo interesse em visualizar traumas e a vida após eles é reconhecido no mundo da arte em Riga. Sua obra para "Rose Thorn Necklace" não foi encomendada especificamente para o GHOST BATH, mas a conexão emocional parecia certa. Assim como com a sua música, Mikula quer que os ouvintes sintam a obra de arte como parte da experiência completa. Desde tempos imemoriais, essa sempre foi uma relação simbiótica significativa. Desde "The Velvet Underground & Nico" (1967), do The Velvet Underground, e "Sticky Fingers" (1971), do The Rolling Stones, até "A Blaze in the Northern Sky" (1992), do Darkthrone, e "V: Halmstad" (2007), do Shining, as imagens da arte da capa não são apenas pistas, mas um roteiro definido para a música e a expressão que está por trás dela.
"Como em todas as nossas capas, gosto de encontrar uma obra que já foi criada para seu próprio propósito e não especificamente para uma capa de álbum", diz Mikula. "Então, depois de muita pesquisa, descobri o trabalho de Ksenja. Eu podia sentir a emoção e a dor nas peças. Soube imediatamente que seria a combinação perfeita. Como em toda arte, se o artista tem uma aura, a maioria das pessoas percebe imediatamente. Não há necessidade de pensar demais."
Mikula diz que os fãs não precisam interpretar sua música e arte pelo valor aparente. Ele não está ditando nada além do que está vivenciando e, geralmente, a primeira reação é a reação correta ao GHOST BATH e seu novo álbum, "Rose Thorn Necklace". Mas ele espera que algumas das sensações iniciais que surjam após os encontros com ’Vodka Butterfly’, ’Well, I Tried Drowning’, ’Dandelion Tea’ e a faixa-título sejam náusea, depressão, medo e confusão.
O Mikula já tem mais álbuns escritos, que segundo ele são "muito diferentes e cada um com sua própria essência", aguardando a luz do dia. Porém, até lá, abrace e não solte o desesperador "Rose Thorn Necklace" para assim poder rasgar as entranhas de um romance totalmente sem esperança.
TRACKLIST:
1. Grotesque Display
2. Rose Thorn Necklace
3. Well, I Tried Drowning
4. Thinly Sliced Heart Muscle
5. Dandelion Tea
6. Vodka Butterfly
7. Stamen and Pistil
8. Needles
9. Throat Cancer
FORMAÇÃO:
Nameless (Dennis Mikula) - Vocais, Guitarra, Baixo, Piano, Sintetizadores
Mike Heller - Bateria (estúdio)
R$29,99O preço original era: R$29,99.R$26,66O preço atual é: R$26,66.
Digipack. ROTTEN FOETUS RECORDS e CEMITÉRIO RECORDS orgulhosamente (realmente) lançam em 2024 esse split simbólico e relevante pro cenário Goregrind mundial. Duas das maiores expressões Goregrind brasileiras finalmente juntas dividindo esse lançamento muito mais que merecido. GORE com cinco faixas, entre elas uma versão Gorerind para "Evil Dead" da banda DEATH que ficou grotescamente perfeita, e a banda VOMITO com mais nove faixas, entre elas uma cover da aterradora "Mucupurulence Excretor" da banda CARCASS feita putridamente da forma que só os sul-americanos sabem fazer. CD com um pouco mais de 20 minutos dedicados à um dos mais brutais gêneros musicais. E pra um lançamento como esse as artes precisaram de uma atenção toda especial, então convocamos oque há de mais doente na américa latina; Layout / design por Glesio Torres, Cover Art e outras Imagens por Shitter e imagem do CD Background e Lyrics folder background por Jon B-Zombie. Absolutamente INDISPENSAVEL!
Em outubro de 2005, o GOREFEST retornou com força total ao cenário do death metal com o lançamento de "La Muerte", seu sexto álbum de estúdio. Após sete anos de silêncio desde "Chapter 13" (1998), a banda holandesa ressurgiu com uma formação clássica e uma proposta sonora que mesclava brutalidade, maturidade e refinamento técnico. Gravado no Excess Studios, em Rotterdam, e mixado por Tue Madsen no Antfarm Studio, na Dinamarca, o disco marca uma nova era para o grupo ? mais coeso, mais pesado e mais consciente de sua identidade.
Com mais de uma hora de duração, "La Muerte" apresenta 12 faixas que transitam entre o death metal tradicional e elementos de groove e melodia, sem perder a intensidade característica da banda. Músicas como ’For the Masses’, ’You Could Make Me Kill’ e ’Malicious Intent’ revelam uma abordagem direta e poderosa, enquanto faixas como ’Rogue State’ e ’La Muerte’ (um instrumental de quase 10 minutos) exploram atmosferas densas e estruturas mais elaboradas. A performance de Jan Chris de Koeijer nos vocais e baixo, aliada às guitarras afiadas de Frank Harthoorn e Boudewijn Bonebakker, e à bateria precisa de Ed Warby, reforçam a solidez desta formação.
A produção valoriza o equilíbrio entre peso e clareza, permitindo que cada instrumento se destaque sem comprometer a agressividade do som. As letras abordam temas como política, decadência social e conflitos internos, refletindo uma banda mais crítica e consciente do mundo ao seu redor. A arte gráfica e o título em espanhol ? La Muerte, "A Morte" ? reforçam o tom sombrio e contemplativo do trabalho, que vai além da violência sonora para tocar em questões existenciais.
"La Muerte" não é apenas um retorno ? é uma afirmação. Um álbum que mostra que o GOREFEST não voltou só para revisitar o passado, mas sim para redefinir o presente e influenciar o futuro. Com maturidade, peso e propósito, o disco prova que la muerte pode ser não o fim, mas o renascimento de algo ainda mais poderoso.
TRACKLIST:
1. For The Masses
2. When The Dead Walk The Earth
3. You Could Make Me Kill
4. Malicious Intent
5. Rogue State
6. The Call
7. Of Death And Chaos
8. Man To Fall
9. Exorcism
10. Till Fingers Bleed
11. The New Gods
12. La Muerte
FORMAÇÃO:
Ed Warby - Bateria
Frank Harthoorn - Guitarra
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Boudewijn Bonebakker - Guitarra
Em agosto de 2007, o GOREFEST lançou "Rise to Ruin", seu sétimo e último álbum de estúdio, encerrando com força total uma trajetória marcada por brutalidade, técnica e reinvenção. Gravado no Excess Studios, em Rotterdam, e com vocais registrados no Antfarm Studio, na Dinamarca, o disco apresenta uma banda em plena forma, entregando um trabalho coeso, agressivo e consciente, tanto musical quanto liricamente.
Com nove faixas e pouco menos de 50 minutos de duração, o álbum traz composições como ’Revolt’, ’The War on Stupidity’ e ’Babylon?s Whores’, que abordam temas políticos e sociais com contundência e sarcasmo. A sonoridade é direta e pesada, com riffs densos, vocais rasgados e uma bateria precisa conduzida por Ed Warby. A produção de Tue Madsen garante clareza e impacto, valorizando cada nuance da performance.
A formação clássica Jan Chris de Koeijer (vocais e baixo), Frank Harthoorn e Boudewijn Bonebakker (guitarras), mostra entrosamento e maturidade, com arranjos que equilibram brutalidade e melodia. O álbum também conta com vocais adicionais de Jacob Bredahl em faixas como ’Revolt’ e ’Speak When Spoken To’, adicionando camadas à agressividade sonora.
"Rise to Ruin" é mais do que um encerramento, é uma despedida em alto volume. Um álbum que não suaviza a mensagem, não dilui a fúria e reafirma que o GOREFEST se despediu como sempre viveu: desafiador, pesado e absolutamente relevante.
Quando a ruína se ergue, é porque o som da resistência ainda ecoa!
TRACKLIST:
1. Revolt
2. Rise To Ruin
3. The War On Stupidity
4. A Question Of Terror
5. Babylon’s Whores
6. Speak When Spoken To
7. A Grim Charade
8. Murder Brigade
9. The End Of It All
FORMAÇÃO:
Ed Warby - Bateria
Frank Harthoorn - Guitarra
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Boudewijn Bonebakker - Guitarra
Gravado ao vivo no icônico festival Dynamo Open Air, em 30 de maio de 1993, "The Eindhoven Insanity" captura o GOREFEST em seu auge: uma performance visceral que consolidou os holandeses como uma das grandes potências do death metal europeu. Lançado originalmente em 11 de agosto de 1993 pelo selo Nuclear Blast, o álbum permanece como um dos registros mais intensos da cena extrema dos anos 90.
Com uma formação afiada, Jan-Chris de Koeijer (vocais/baixo), Boudewijn Bonebakker e Frank Harthoorn (guitarras), e Ed Warby (bateria), o GOREFEST entrega versões explosivas de faixas como ’The Glorious Dead’, ’Mental Misery’ e ’Reality When You Die’. Gravado por Eric van de Berg e mixado por Tim Buktu junto à própria banda, o álbum preserva com fidelidade brutal cada mínimo detalhe daquela apresentação histórica.
O disco ainda traz a faixa ’Eindhoven Roar’, uma homenagem ao público fervoroso que marcou presença naquele dia e que transformou o show em uma celebração única. A interação entre banda e plateia é palpável, reforçando a atmosfera de um documento ao vivo que transpira autenticidade.
Sem retoques excessivos, "The Eindhoven Insanity" apresenta uma produção honesta e direta, mantendo intacto o espírito do death metal. Mais de três décadas após seu lançamento, continua sendo referência quando se fala em álbuns ao vivo do gênero, influenciando novas gerações e reafirmando o lugar do GOREFEST na história do metal europeu.
Mais do que um simples registro de palco, este clássico é a prova de que a verdadeira insanidade sonora acontece quando técnica, fúria e paixão se encontram diante de uma multidão. O GOREFEST não apenas tocou naquele dia, eles incendiaram Eindhoven.
TRACKLIST:
1. The Glorious Dead
2. State of Mind
3. Reality ? When You Die
4. Voices from Beyond
5. The Mass Insanity
6. Confessions of a Serial Killer
7. Blood Runs Cold
8. The Eindhoven Insanity
9. Eindhoven Roar
FORMAÇÃO:
Jan-Chris de Koeijer - vocais/baixo
Boudewijn Bonebakker - guitarra
Frank Harthoorn - guitarra
Ed Warby - bateria
Lançado originalmente em 1991, "Mindloss" foi o ponto de partida brutal do GOREFEST - um álbum de estreia que não apenas colocou a banda no mapa do death metal europeu, mas também antecipou a sofisticação que viria nos anos seguintes. Agora relançado como a parte 1 da trilogia "The Ultimate Collection", sob o título "Mindloss & Demos", o disco retorna com faixas bônus e demos raras que revelam as raízes mais cruas e viscerais da banda.
Gravado em meio à efervescência do underground holandês, "Mindloss" é puro instinto: riffs densos, vocais cavernosos e uma produção que exala o cheiro metálico de ferrugem e de carne. Faixas como ’Mental Misery’, ’Tangled in Gore’ e ’Loss of Flesh’ são exercícios de violência sonora, com estruturas que alternam entre o caos e a precisão. As demos incluídas nesta edição oferecem um vislumbre ainda mais cru da gênese do GOREFEST, capturando a urgência e a fome voraz de uma banda prestes a explodir.
"Mindloss & Demos" não é apenas um resgate histórico - é um lembrete de que, antes de tudo, havia o instinto. E ele ainda morde.
TRACKLIST:
CD 1:
1. Intro
2. Mental Misery
3. Putrid Stench Of Human Remains
4. Foetal Carnage
5. Tangled In Gore
6. Confessions Of A Serial Killer
7. Horrors In A Retarded Mind
8. Loss Of Flesh
9. Decomposed
10. Gorefest
CD2:
1. Decomposed
2. Putrid Stench Of Human Remains
3. Gorefest
4. Tangled In Gore
5. Confessions Of A Serial Killer
6. Loss Of Flesh
7. Horrors In A Retarded Mind
8. Foetal Carnage
FORMAÇÃO:
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Marc Hoogendoorn - Bateria
Alex van Schaik - Guitarra
Frank Harthoorn - Guitarra
Lançados originalmente em 1992 e 1994, respectivamente, "False" e "Erase" marcaram uma virada decisiva na trajetória do GOREFEST, consolidando a banda como um dos nomes mais respeitados do death metal europeu. Agora reunidos em uma edição dupla como a segunda parte da trilogia The Ultimate Collection, esses dois álbuns ganham nova vida com material bônus e apresentação especial ? uma celebração definitiva da fase mais criativa e ousada da banda holandesa.
"False" trouxe um GOREFEST mais técnico e ambicioso, com composições densas, riffs cortantes e uma produção que elevava o peso a um novo patamar. Faixas como ’The Glorious Dead’ e ’Reality - When You Die’ mostravam uma banda em plena ascensão, equilibrando brutalidade e estrutura com precisão cirúrgica. Já "Erase" mergulhava em territórios mais atmosféricos e grooveados, sem perder a agressividade, com destaques como ’Erase’, ’Peace of Paper’ e ’Goddess in Black’ ? um álbum que dividiu opiniões na época, mas que envelheceu como um clássico ousado e visionário.
Esta edição especial não apenas resgata dois marcos do catálogo do GOREFEST, mas os apresenta com faixas bônus que ampliam a experiência e revelam nuances adicionais do processo criativo da banda. Como parte da trilogia The Ultimate Collection, que revisita a discografia essencial do grupo em três volumes, este lançamento reafirma a importância histórica de uma banda que nunca teve medo de evoluir ? e que, mesmo desafiando todas as expectativas, sempre soou absolutamente devastadora.
Dois álbuns. Uma nova chance de ouvir com outros ouvidos. E um lembrete brutal: o legado do GOREFEST continua tão pesado quanto eterno.
TRACKLIST:
CD1:
1. The Glorious Dead
2. State Of Mind
3. Reality - When You Die
4. Get - A - Life
5. False
6. Second Face
7. Infamous Existence
8. f r o mIgnorance To Oblivion
9. The Mass Insanity
10. False Exposure (Demo)
11. f r o mIgnorance To Oblivion (Demo)
12. Infamous Existence (Demo)
13. The Mass Insanity (Demo)
14. Gorefest (Live)
15. f r o mIgnorance To Oblivion (Live)
16. False Exposure (Live)
CD2:
1. Low
2. Erase
3. I Walk My Way
4. Fear
5. Seeds Of Hate
6. Peace Of Paper
7. Goddess In Black
8. To Hell And Back
9. Raven
10. Horrors 94
11. Fear (Live)
12. Autobahn (New Version, recorded 1994)
13. Goddess In Black (Orchestral Version)
FORMAÇÃO:
Ed Warby - Bateria
Frank Harthoorn - Guitarra
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Boudewijn Bonebakker - Guitarra
Com os lançamentos de "Soul Survivor" (1996) e "Chapter 13" (1998), o GOREFEST desafiou as convenções do death metal e mergulhou em territórios mais grooveados, experimentais e melódicos, porém, sem jamais perder o peso. Agora reunidos como a parte 3 da trilogia "The Ultimate Collection", esses dois álbuns ganham uma nova apresentação e faixas bônus, oferecendo uma visão completa da fase mais ousada e polarizadora da banda.
"Soul Survivor" surpreendeu ao incorporar elementos de rock clássico e heavy metal tradicional, com faixas como ’Freedom’, ’Dog Day’ e ’Forty Shades’ mostrando um GOREFEST mais maduro, mas ainda afiado. Já "Chapter 13" levou essa abordagem adiante, com grooves densos, atmosferas sombrias e composições que flertavam com o alternativo, como em ’Broken Wing’, ’F.S. 2000’ e ’Super Reality’. Para alguns, foi um desvio ousado; para outros, uma evolução inevitável.
Esta edição dupla resgata dois álbuns que desafiaram expectativas e expandiram os limites do que o death metal poderia ser. Com material bônus e nova masterização, a parte final da "The Ultimate Collection" não é apenas um encerramento, é uma afirmação de que o GOREFEST nunca foi uma banda que se acomodou na sua zona de conforto.
Eles não pediram permissão para mudar. E é por isso que ainda merecem e devem ser ouvidos.
TRACKLIST:
CD 1:
1. Freedom
2. Forty Shades
3. River
4. Electric Poet
5. Soul Survivor
6. Blood Is Thick
7. Dog Day
8. Demon Seed
9. Chameleon
10. Dragon Man
11. Tired Moon
12. Goddess In Black
13. Soul Survivor
14. Electric Poet
15. River
16. Frozen
17. Chameleon - Instrumental
18. Freedom - Instrumental
CD 2:
1. Chapter 13
2. Broken Wings
3. Nothingless
4. Smile
5. The Idiot
6. Repentance
7. Bordello
8. F.S. 2000
9. All Is Well
10. Unsung
11. Burn Out
12. Super Reality
13. Serve The Masses
14. Chapter 13
15. Nothingless
16. I Am You
17. Chapter 13
18. Reality - When You Die
19. Demon Seed
20. Erase
FORMAÇÃO:
Ed Warby - Bateria
Frank Harthoorn - Guitarra
Jan-Chris de Koeijer - Baixo, Vocal
Boudewijn Bonebakker - Guitarra