Características Principais:
⦁ Estampa Full Print por Sublimação: Cores ultra vibrantes que não desbotam, não racham e possuem toque zero, garantindo uma imagem com definição perfeita que cobre toda a camiseta.
⦁ Tecido Premium 95% Poliéster, 5% Elastano: Toque macio, leve e confortável. Não amassa, seca super rápido e permite que a pele respire, sendo ideal para o dia a dia, shows e festivais.
⦁ Modelagem Tradicional Unissex: Caimento reto que veste bem em todos os corpos, com gola careca reforçada para máxima durabilidade e acabamento impecável.
Especificações Técnicas:
⦁ Composição: Frente 95% Poliéster, 5% Elastano / Costas 100% Algodão
⦁ Estampa: Sublimação Digital Full Print
⦁ Gola: Careca
⦁ Modelagem: Tradicional Unissex
TABELA DE MEDIDAS
Tamanho Altura (cm) Largura (cm)
PP 64 49
P 68 51
M 70 54
G 74 57
GG 76 61
XG 79 64
G1 81 66
G2 84 69
OBS: As medidas podem variar tanto na altura quanto na largura em até 3 CM, para mais ou para menos.
RECOMENDAÇÃO: Lavar do avesso ajuda a preservar e evitar bolinhas. Não é necessário passar esta camiseta pois ela não amassa com a lavagem, mas se desejar, pode passar o ferro quente em toda a camiseta, inclusive sobre a estampa (até 40 graus).
Estampa frontal sublimada, estourada (full print) sem toque, esse tipo de estampa não desbota, pode ser passada a ferro sem risco de estragar a estampa.
Modelagem gola careca manga curta.
Confeccionada em frente malha poliéster, costas e mangas em malha 100% algodão fio 30.1.
Lançado por Rotten Foetus Records em 2023 (FETO 67). Um verdadeiro resgate dessa perola do splatter brasileiro, “Affected Of Rottenness” demo de 1992, relançada em CD original e oficial para comemorarmos trinta ano de seu lançamento original que saiu em cassete naquela época, além das seis faixas da demo temos também quatro bônus, gravadas na mesma seção.CD com rótulo prata e com a mesma capa da demo tape, procurando sermos o mais fiel possível ao lançamento original de 1992, com Slipcase feito do encarte da demo.(Death Splatter Primitivo).
Lançamento Mutilation Records e DFL Production, 2015.Com certeza trata-se de dois clássicos do Splatter brasileiro reunidos em um só CD, e somando assim 17 faixas.Pra quem não conhece a banda Sarcastic, ouça e se depare com um dos mais perfeitos vocais para o estilo que já foi registado nesse mundo da podridão sonora.(Brutal Death, Splatter).
Estampa frontal sublimada, estourada (full print) sem toque, esse tipo de estampa não desbota, pode ser passada a ferro sem risco de estragar a estampa.
Modelagem gola careca manga curta.
Confeccionada em frente malha poliéster, costas e mangas em malha 100% algodão fio 30.1.
SEPULCHRAL VOICE ZINE # 12 O número traz entrevistas com os seguintes nomes da cena:
ROT, SADISTIC INTENT [EUA], PENTACLE [Holanda], MORTEM [Peru], CADAVERIC REMAINS, …FROM THE ABYSS, STRANGULATION, ATAUDES [Argentina], SEPULCHRAL WHORE, MAZE OF TERROR [Peru], HECATE, ROTBORN, CADAVERIC MUTATION, ABISMO METAL STORE (selo), Marc Grewe [vocalista do INSIDIOUS DISEASE, LEPER COLONY, ex-MORGOTH – [Alemanha].
A Deusa das Lágrimas esta de volta, e de uma maneira muito, muito especial.
Originalmente lançado em 2000, o álbum "Goddess Of Tears" recebe uma baita homenagem pelos seus 25 anos de existência.
Edição comemorativa do jubileu de prata deste perfeito álbum.
Um compêndio exclusivo para colecionadores com vários bônus tracks!
De volta ao catálogo. Finalmente essa perola em CD, To Kill In Cold Blood, é um material que podíamos declarar como uma das muitas artes perdidas que temos em nosso cenário, mas essa versão veio pra salvar gente como eu que dificilmente conseguiria a versão LP. 08 faixas.
O SOULFLY tem liderado o movimento do groove metal há décadas, explorando todas as direções de forma ilimitada enquanto mantém, com perfeição, a qualidade e o selo de aprovação Cavalera. Vindo diretamente das terras tropicais do Brasil para as extensões áridas do Arizona, Max e sua banda apresentam seu décimo terceiro álbum, o poderoso, pulsante e com forte carga tribal "Chama". Mais uma vez, um testemunho notável da afinidade natural do compositor brasileiro por riffs pesados e rítmicos que definiram seu característico som. Um verdadeiro retorno às raízes espirituais do SOULFLY, que de alguma forma carrega uma energia e vitalidade modernas. Algo que só poderia ser alcançado por um verdadeiro mestre da arte - e Max nos surpreende mais uma vez, como de costume.
Sempre foi evidente que Max trouxe muita atenção à cultura, arte e espiritualidade latino-americanas através de sua música, e "Chama" o leva de volta às ruas de Belo Horizonte, enquanto ele grita em português. O título "Chama", além de significar fogo, representa a vitalidade ardente do espírito humano, a força dos ancestrais, as forças da natureza que nos conectam ao ritmo da terra. O álbum acompanha a história de um garoto das favelas sombrias do Brasil que, em busca de um poder superior, encontra-se entre as tribos da Amazônia, que lhe mostram o caminho das almas da selva. Max comenta que o álbum segue vagamente esse conceito - o garoto Chama encontrando sua chama em meio ao caos e aos escombros de um mundo industrial em colapso.
As tribos e os povos indígenas das Américas desempenharam um papel importante na inspiração de muitas gravações de Max, e "Chama" certamente não é a exceção, trazendo na capa a imagem de um dançarino cerimonial Navajo. Na parte interna do encarte também aparece a imagem do guardião da natureza Oxóssi. Tambores, fogo e um ritual que invoca os espíritos ancestrais - um combustível ardente que desafia a escuridão - o SOULFLY adentra esses espaços sagrados onde poucas bandas de metal ousam pisar. O álbum começa com a faixa de introdução ’Indigenous Inquisition’, uma lembrança dolorosa do genocídio e da extinção dos povos originários das Américas, enquanto Max recita de forma assombrosa os nomes de tribos há muito esquecidas - uma proclamação do sangue derramado e do pulso guerreiro daqueles injustamente perseguidos. Uma revolta dos marginalizados, um lar para os sem-teto, paz para os afetados pela guerra. A música é insana.
Max tem tocado ao lado de seu filho, o enigmático baterista Zyon Cavalera, há mais de uma década. E, pela primeira vez na história do SOULFLY, Max passou os créditos de produção e a direção criativa para o filho - e é evidente que o talento corre no sangue. Zyon trouxe uma intensidade e dedicação à banda que são revigorantes, avançando faixa após faixa como um verdadeiro cavalo de guerra. Quem já viu o SOULFLY ao vivo com Zyon sabe que ele domina o palco por trás da bateria, conduzindo o ritmo e o balanço de cada música como um general experiente. "Pessoalmente, estar há mais de dez anos na banda me ajudou a crescer e experimentar coisas novas musicalmente. Acho que há uma forte chama acesa dentro do SOULFLY para levar tudo a um novo nível. Não estamos satisfeitos em ficar parados - estamos famintos", comenta Zyon. E ele realmente demonstra essa fome, não só como um baterista de alto nível, mas também como mente criativa e especialista em estruturação de músicas.
"Chama" foi gravado no Platinum Underground Studio, em Mesa, Arizona, por John Aquilino. John já tinha trabalhado com Max e companhia por diversas vezes e, além de ser um engenheiro talentoso, é também amigo da família. Também nos créditos de produção está o mestre Arthur Rizk, que não só colaborou com a família Cavalera em várias ocasiões, como também ajudou a moldar o cenário do heavy metal moderno. Dizem que, se você jogar uma pedra em qualquer loja de discos, provavelmente vai acertar um álbum em que Arthur trabalhou - e isso é dito com o mais profundo respeito. Arthur realmente dá vida às gravações com sua alquimia na mixagem e masterização. Ele é a escolha óbvia para dar corpo a qualquer álbum de gênero extremo. Seu trabalho em "Chama" é simplesmente incontestável - não à toa, ele é considerado um dos melhores do ramo.
Os laços familiares não param por aí. Max faz questão de trabalhar dentro de seu círculo de filhos talentosos, e "Chama" também conta com a participação de Igor Amadeus Cavalera, que tocou baixo em várias faixas e ajudou a escrever as letras da faixa-título e de ’Favela Dystopia’ - um reconhecimento à dura realidade das ruas das favelas brasileiras. A família é tudo dentro do SOULFLY,e e o ritmo pulsante do álbum flui como sangue nas veias, vibrando com o padrão único de nascimento que corre tão profundo quanto as raízes das árvores na terra.
O SOULFLY é conhecido por incluir convidados e músicos de estúdio em seus trabalhos, entre eles nomes como Chino Moreno, Greg Puciato, Tom Araya e muitos outros mestres. Neste novo álbum, os fãs também vão encontrar colaborações frescas e empolgantes. Mike DeLeon (Flesh Hoarder, Phil Anselmo And The Illegals), que já vem tocando ao vivo com o SOULFLY há algum tempo, faz sua estreia em estúdio, detonando com solos intensos, sons desafiadores e uma variedade de atmosferas construídas por efeitos que vão derreter e fascinar na mesma medida. "Tem sido uma experiência incrível tocar ao lado do Max e da tribo. Um verdadeiro pioneiro do metal. Fazer parte do novo álbum do Soulfly, escrever e gravar, foi um dos grandes momentos da minha carreira até agora. Álbum número treze da banda, primeiro para mim - treze da sorte! Que venha o futuro, que o Soulfly voe livre!", comentou Mike DeLeon, expressando sua gratidão à família Cavalera.
Como se a sua formação não fosse impressionante o suficiente, o SOULFLY ainda contou com o talento de Dino Cazares, do FEAR FACTORY ? amigo e colaborador de longa data de Max e sua tribo. Dino emprestou sua palhetada metralhadora à faixa apropriadamente intitulada ’No Pain = No Power’, e é seguro dizer que a combinação dos vocais de Max, a bateria de Zyon e os riffs de Dino é algo capaz de agradar até os fãs mais extremos do metal. Mas o time de estrelas não para por aí: Michael Amott, do ARCH ENEMY, gravou as guitarras solo em ’Ghenna’; Todd Jones, do NAILS, canta em ’Nihilist’ (uma homenagem ao lendário L.G. Petrov do ENTOMBED); Ben Cook, do NO WARNING, e Gabe Franco, do UNTO OTHERS, também participam com seus vocais no álbum. É realmente impressionante como o SOULFLY consegue explorar territórios desconhecidos ao lado de artistas consagrados do mundo inteiro e ainda entregar algo tão inovador quanto "Chama".
Cada palavra é lançada com uma força desmedida, cada batida de bateria soa como um trovão nos ouvidos ? uma enxurrada sonora trazida pela dupla mutante formada por Max e Zyon Cavalera. Com uma empolgação evidente, o próprio Max declarou: "Estou animado para apresentar aos fãs antigos do SOULFLY um renascimento do nosso som original. CHAMA está cheio de grooves tribais pesados e riffs rápidos e cortantes. Continuamos experimentando novos sons, mas mantendo o coração e a alma que fazem do SOULFLY o que ele é. Esperamos que este álbum una fãs antigos e novos para curtirem as faixas novas".
Transformador e elétrico, chocante e esmagador, intuitivo e cru, este álbum leva os ouvintes por uma jornada que vai das selvas profundas às ruas cobertas de lixo, rompendo barreiras e encontrando o espírito. O novo trabalho do SOULFLY se ergue com orgulho entre as conquistas de três décadas de espiritualidade musical.
SOUL FLY FREE.
TRACKLIST:
1. Indigenous Inquisition
2. Storm the Gates
3. Nihilist
4. No Pain = No Power
5. Ghenna
6. Black Hole Scum
7. Favela / Dystopia
8. Always Was, Always Will Be...
9. Soulfly XIII
10. Chama
FORMAÇÃO:
Max Cavalera - Vocal e Guitarra
Igor Amadeus Cavalera - Baixo
Zyon Cavalera - Bateria
Mike De Leon - Guitarra
Em 2015, o SOULFLY lançou "Archangel", seu décimo álbum de estúdio que marcou um dos momentos mais ousados e espirituais da carreira de Max Cavalera. Com uma sonoridade brutal e ao mesmo tempo transcendental, o disco apresentou uma fusão intensa entre death metal, elementos tribais e referências místicas, reafirmando Cavalera como um dos artistas mais visionários do metal extremo.
A faixa de abertura, ’We Sold Our Souls To Metal’, trouxe um refrão memorável e uma declaração agressivamente espiritual, evocando o engajamento ritualístico de álbuns anteriores como "Prophecy" e a exploração tribal de "Roots", do SEPULTURA. Ao lado do guitarrista Marc Rizzo, Max levou a sonoridade ao limite, incorporando nuances psicodélicas e dissonâncias etéreas que ampliaram o alcance artístico do SOULFLY.
Zyon Cavalera, filho de Max, consolidou sua presença na banda com uma performance marcante na bateria, comparada por muitos à intensidade de Dave Lombardo. Faixas como ’Sodomites’, ’Shamash’, ’Ishtar Rising’ e ’Titans’ exploraram temas bíblicos e mitológicos com uma abordagem sonora cinematográfica, evocando batalhas épicas e atmosferas apocalípticas.
O álbum também contou com participações especiais que enriqueceram sua diversidade: Todd Jones (NAILS) em ’Sodomites’, Matt Young (KING PARROT) em ’Live Life Hard!’, e os filhos de Max ? Richie (INCITE) e Igor (LODY KONG) ? em ’Mother Of Dragons’. Essas colaborações reforçaram o caráter coletivo e ritualístico do projeto, ampliando tanto sua força quanto seu alcance.
Produzido por Matt Hyde (SLAYER, CHILDREN OF BODOM), "Archangel" foi considerado o trabalho mais criativo e ousado do SOULFLY até então. A arte de capa, assinada por Eliran Kantor (TESTAMENT, ICED EARTH, SODOM), trouxe uma fusão neoclássica e pós-moderna de símbolos bíblicos e talismãs que representavam o passado, presente e futuro da banda.
"Archangel" permaneceu como uma obra singular dentro do metal extremo ? uma peregrinação sonora que invocou fogo e redenção, brutalidade e espiritualidade, tradição e reinvenção. Um álbum que não apenas reafirmou a relevância do SOULFLY, mas também consolidou Max Cavalera como um dos xamãs definitivos da música pesada.
TRACKLIST:
1. We Sold Our Souls To Metal
2. Archangel
3. Sodomites (feat. Todd Jones of NAILS)
4. Ishtar Rising
5. Live Life Hard! (feat. Matt Young of KING PARROT)
6. Shamash
7. Bethlehem?s Blood
8. Titans
9. Deceiver
10. Mother Of Dragons (feat. Richie Cavalera of INCITE, Igor Cavalera of LODY KONG, Anahid M.O.P.)
FORMAÇÃO:
Max Cavalera - Vocais, guitarras (base), trompete (faixa 7)
Marc Rizzo - Guitarras (solo), guitarras flamencas (faixa 7)
Zyon Cavalera - Bateria, percussão
Tony Campos - Baixo
Relançado aqui no Brasil por ROTTEN FOETUS RECORDS em 2022. Licenciado por BONES BRIGADE RECORDS. Sem sombra de dúvida um dos maiores clássicos do Goregrind mundial lançado originalmente em 2001 na França, e que tem agora uma versão brasileira com slipcase (luva) fechado. Exclusiva para essa edição.CD com 21 faixas.
Quando "Pinnacle Of Bedlam" chegou às prateleiras das lojas no inverno americano de 2013, o mundo estava mergulhado no caos: a Coréia do Norte realizava testes nucleares subterrâneos, um meteoro atingia uma cidade russa e o Papa Bento XVI renunciava. Era o prenúncio da destruição. Quatro anos depois, o planeta se tornava ainda mais insano e violento? O cenário perfeito para "Of The Dark Light", o oitavo e devastador álbum do SUFFOCATION.
Desde a primeira faixa, ’The Warmth Within The Dark’, até a última, ’Caught Between Two Worlds’, a banda exibe sua habitual brutalidade e precisão técnica. Impressiona pensar que Frank Mullen e Terrance Hobbs tocam dessa forma desde a adolescência. Em "Of The Dark Light", o SUFFOCATION se mostra ainda mais intenso, incendiário, reafirmando seu poder de influência sobre milhares de novas bandas.
Para garantir a perfeição sonora, a banda ensaiou por quase um mês antes de entrar no Full Force Studios, sob comando de Joe Cincotta. Porque velhos hábitos não morrem fácil. Mixado e masterizado por Chris "Zeuss" Harris, "?Of The Dark Light" combina clareza e peso implacável?exatamente o que a banda queria para seu oitavo álbum. Canções como ’Clarity Through Deprivation’, ’Return To The Abyss’ e ’The Violation’ carregam uma força avassaladora.
O diferencial desta obra está nos vocais. O lendário Frank Mullen lidera, mas o novo vocalista Kevin Muller (The Merciless Concept / ex-Pyrexia) também se encaixa perfeitamente no massacre sonoro. Curiosamente, Mullen quase ficou de fora: durante uma noite casual de boliche com Hobbs, Boyer, Charlie Errigo e outros amigos, ele disparou: "Acho que não vou fazer este álbum!". Mas, após alguma persuasão, ele e Kevin deram vida?ou melhor, brutalidade?às letras que exploram o desejo pela morte, escritas por Boyer.
Conceitualmente, "Of The Dark Light" aborda a transcendência?o desprendimento do corpo físico para alcançar outro plano existencial. Mas não espere mensagens pacíficas e iluminadas. O SUFFOCATION extrai sua visão metafísica das sombras mais profundas.
Um álbum que não apenas mantém a essência da banda, mas reforça seu domínio absoluto sobre o death metal. No universo caótico e brutal que nos cerca, "?Of The Dark Light" é a trilha sonora perfeita para o fim dos tempos.
TRACKLIST:
1. Clarity Through Deprivation
2. The Warmth Within The Dark
3. Your Last Breaths
4. Return To The Abyss
5. The Violation
6. ...Of The Dark Light
7. Some Things Should Be Left Alone
8. Caught Between Two Worlds
9. Epitaph Of The Credulous
FORMAÇÃO:
Frank Mullen - Vocal
Terrance Hobbs - Guitarra
Charles Errigo - Guitarra
Derek Boyer - Baixo
Eric Morotti - Bateria
Após décadas de inovação no death metal extremo, o lendário grupo norte-americano SUFFOCATION segue expandindo sua implacável brutalidade sonora com seu sexto álbum de estúdio, "Blood Oath", lançado originalmente em 3 de julho de 2009 pela Nuclear Blast Records.
Desde sua fundação em 1989, o SUFFOCATION vem redefinindo os padrões do metal extremo ao unir técnica, peso e groove em uma identidade inconfundível. Clássicos como "Effigy of the Forgotten" (1991), "Pierced f r o mWithin" (1995) e "Despise the Sun" (1998) moldaram gerações de músicos e se tornaram referência absoluta no gênero.
Com "Blood Oath", a banda solidifica ainda mais seu legado, trazendo uma produção refinada e aprimorada, que combina brutalidade e composições bem estruturadas. Gravado no Full Force Studios, com Joe Cincotta na produção e Zack Ohren na mixagem e masterização, o álbum captura com precisão a energia avassaladora que tornou o SUFFOCATION um dos nomes mais importantes do metal extremo.
A arte conceitual, elaborada pelo renomado Jon Zig, complementa perfeitamente o peso sonoro do álbum, que apresenta riffs esmagadores e momentos de pura intensidade. O compromisso da banda com sua essência e estilo permanece inabalável, reafirmando o SUFFOCATION como um dos pilares do death metal.
Forjado no sangue, suor e lágrimas, "Blood Oath" é um testemunho brutal do reinado indiscutível do SUFFOCATION no metal extremo!
TRACKLIST:
1. Blood Oath
2. Dismal Dream
3. Pray for Forgiveness
4. Images of Purgatory
5. Cataclysmic Purification
6. Mental Hemorrhage
7. Come Hell or High Priest
8. Undeserving
9. Provoking the Disturbed
10. Marital Decimation
11. Pray for Forgiveness (rough mix un-mastered)
12. Dismal Dream
FORMAÇÃO:
Frank Mullen - Vocal
Terrance Hobbs - Guitarra
Guy Marchais - Guitarra
Derek Boyer - Baixo
Mike Smith - Bateria
Poucas bandas conseguem capturar sua brutalidade ao vivo com a precisão implacável de SUFFOCATION, e "Live In North America", lançado em 12 de novembro de 2021 pela Nuclear Blast Records, é um testemunho obrigatório e avassalador dessa fúria sonora.
Gravado em 22 de outubro de 2018, no Middle East Down, em Cambridge, Massachusetts, o álbum traz um setlist explosivo repleto de clássicos como ’Thrones of Blood’, ’Effigy of the Forgotten’, ’Pierced f r o mWithin’, ’Breeding the Spawn’ e ’Infecting the Crypts’. A produção da banda, aliada à mixagem e à masterização de Christian Donaldson, elevam a intensidade brutal do disco, proporcionando uma experiência auditiva devastadora.
A arte da capa, assinada por Jon Zig, reforça a atmosfera sombria e visceral do álbum, refletindo a brutalidade sonora que tornou o SUFFOCATION uma das bandas mais importantes e influentes do gênero. "Live In North America" não é apenas um registro ao vivo?é uma prova definitiva do domínio absoluto do SUFFOCATION sobre o death metal.
Uma descarga de peso e precisão técnica que solidifica o reinado imbatível da banda. SUFFOCATION, sem concessões, sem limites e sem dó!
TRACKLIST:
1. Thrones of Blood
2. Effigy of the Forgotten
3. Funeral Inception
4. Pierced from Within
5. Surgery of Impalement
6. Dismal Dream
7. Jesus Wept
8. As Grace Descends
9. Liege of Inveracity
10. Breeding the Spawn
11. Catatonia
12. Souls to Deny
13. Infecting the Crypts
FORMAÇÃO:
Terrance Hobbs - Guitarra
Derek Boyer - Baixo
Eric Morotti - Bateria
Charlie Errigo - Guitarra
Frank Mullen - Vocal
Finalmente esse fantástico álbum ganha uma edição sul americana!
Lançamento em Digipack Triplo, contendo um encarte com 24 páginas e Slipcase.
Uma edição para colecionador Exigente!
Um presente para o fãs do STS.
Sexto álbum do Swallow the Sun contendo 3 CDS.
Cada CD tem um estilo diferente e representa uma parte do seu lema “Gloom, Beauty and Despair”.
CD I (Gloom), um típico álbum de doom/death metal na linha dos anteriores, embora muito mais suave.
CD II (Beauty), um álbum lindo e totalmente acústico, com vocais limpos do vocalista Mikko Kotamäki.
CD III (Despair), uma viagem emocionante ao mundo sombrio do funeral doom metal, com músicas muito mais pesadas e vocais graves, profundos e assustadores.
Songs from the North I, II e III definitivamente marcam uma virada na carreira do Swallow the Sun.
Então agora, tire três horas da sua vida, coloque seus fones de ouvido e apague todas as luzes.
(Digipack Triplo + Slipcase)
Ano: 2015/2023
País: Brasil
Procedência: Nacional
Gravadora: Urubuz Records, Mutilation Productions e Cold069 - Cold Art Industry.
Estilo: Gothic Metal, Doom Metal, Death Metal, Downtempo, Acoustic, Funeral Doom Metal
Barcode: 7898553025624
License Century Media Records
FAIXAS:
Pt. I: Gloom
1-I With You Came The Whole Of The World's Tears 9:03
1-II 10 Silver Bullets 7:12
1-III Rooms And Shadows 7:20
1-IV Heartstrings Shattering 7:46
1-V Silhouettes 5:56
1-VI The Memory Of Light 6:17
1-VII Lost & Catatonic 7:07
1-VIII From Happiness To Dust 8:39
Pt. II: Beauty
2-I The Womb Of Winter 3:35
2-II The Heart Of A Cold White Land 4:47
2-III Away 5:22
2-IV Pray For The Winds To Come 5:28
2-V Songs From The North 5:16
2-VI 66,50'N,28,40'E 6:42
2-VII Autumn Fire 5:46
2-VIII Before The Summer Dies 5:37
Pt. III: Despair
3-I Gathering Of Black Moths 13:00
3-II 7 Hours Late 10:02
3-III Empires Of Loneliness 11:02
3-IV Abandoned By The Light 8:48
3-V The Clouds Prepare For Battle
Recorded at:
- Sound Supreme, Hämeenlinna, Finland.
- Electric Fox Studio, Jyväskylä, Finland.
- Noisework Studio
• Vocals recorded and produced at Black Chandelier in Helsinki and Ahonlaita in Inkeroinen.
• Kaisa Vala's vocals recorded at MANA REC in Guildford, UK.
• Sarah Elisabeth Wohlfahrt's vocals recorded at Sterectunes in Cologne, Germany.
• Disc 1 & 3 mixed at Sound Supreme, Hämeenlinna, Finland.
• Disc 2 mixed at Electric Fox Studio, Jyväskylä, Finland.
• Mastered at Chartmakers, Espoo, Finland.
• Mastered for vinyl at Temple of Disharmony, Bamberg, Germany.
Arranged By – Swallow The Sun
Art Direction, Layout – Aleksi Munter
Backing Vocals – Aleah Stanbridge*, Jaani Peuhu
Illustration [Illustrations], Artwork [Album Logos By] – Rami Mursula
Mastered By – Svante Forsbäck
Mastered By [Mastered For Vinyl By] – Patrick W. Engel
Mixed By – Hiili Hiilesmaa (tracks: 3-I to 3-V), Jaani Peuhu (tracks: 2-I to 2-VIII), Juha Heininen (tracks: 1-I to 1-VIII), Tuomas Kokko (tracks: 2-I to 2-VIII)
Music By, Lyrics By – Juha Raivio
Narrator [Narration] – Nathan Ellis (2) (tracks: 3-III)
Performer [Swallow The Sun], Bass – Matti Honkonen
Performer [Swallow The Sun], Drums – Juuso Raatikainen
Performer [Swallow The Sun], Guitar – Juha Raivio, Markus Jämsen
Performer [Swallow The Sun], Keyboards – Aleksi Munter
Performer [Swallow The Sun], Vocals – Mikko Kotamäki
Photography By – Aleah Stanbridge*, Aleksi Munter
Photography By [Band Photography By] – Aleah Stanbridge*, Alexandra Lisiecki, Antti Makkonen (2), Jussi Ratilainen
Photography By [Cover Photo By] – Aleah Stanbridge*
Photography By [Lapland Photography By] – Indrek Päri
Producer [Vocals Produced By] – Jaani Peuhu
Recorded By – Aleksi Munter, Hiili Hiilesmaa, Tuomas Kokko
Recorded By [Assisted By] – Hannu Honkonen
Recorded By [Guitars Recorded By] – Juha Raivio
Recorded By [Recording Vocals Assisted By] – Pietari Pyykkönen
Recorded By [Vocals Recorded By] – Birger Nießen (tracks: 1-VI, 1-VII), Jaani Peuhu, Kaisa Vala (tracks: 2-V)
Vocals – Kaisa Vala (tracks: 2-V), Sarah Elisabeth Wohlfahrt (tracks: 1-VI, 1-VII)
lançamento das demos do lendário TEMPLUM, maligna entidade de SP dos anos 90. São as demos de 95 e 98. Cantos de feitiço macabro de civilizações antigas sul-americana são a ode desse trabalho. Com membros do Mythological Cold Towers, Vulthum etc. Vinil de alta qualidade! Poucas cópias!
Com cada geração surge uma grande guerra. Pode levar anos para se revelar por completo, mas o guerreiro experiente sabe que a preparação é tudo. E é por esse motivo que os ícones do thrash metal da Bay Area, TESTAMENT, retornam em 2025 com seu décimo quarto álbum de estúdio, "Para Bellum". Inspirado na frase latina Si vis pacem, para bellum ? "Se quer paz, prepare-se para a guerra" ? o álbum funciona tanto como um grito de batalha quanto como uma reflexão sobre a aliança instável da humanidade com suas próprias criações. À medida que a tecnologia acelera e a desconexão cresce, "Para Bellum" mostra o TESTAMENT refletindo o caos moderno por meio de uma música insistente, afiada e intensamente humana.
Fiel à sua trajetória, "Para Bellum" é uma aula magistral de como compor Thrash Metal de forma dinâmica, guiada pelo guitarrista e fundador Eric Peterson e pelo vocalista Chuck Billy, que continuam liderando a banda com visão e força. Cada faixa do álbum tem identidade própria ? distinta em estrutura, tonalidade e atmosfera ? mas juntas formam um disco coeso, como um quebra-cabeça que atravessa eras e estilos. De ’Shadow People’, sombria e cheia de groove, à intensidade de ’Infanticide A.I.’, a banda explora temas atemporais e imediatos: avanços tecnológicos, terror sobrenatural, colapso geracional e duelos dignos de um faroeste em ’High Noon’, que remete ao clássico álbum "The Gathering".
"Quem é o mais rápido?", brinca Chuck Billy. "Parece que vai dar empate." As músicas transitam com fluidez entre o thrash esmagador e atmosferas sombrias, com Chuck explorando vocais limpos, guturais e sussurros de desespero, sempre em sintonia com o clima de cada faixa.
Para alegria dos fãs de longa data, este álbum, após muitos anos, traz uma balada. Cuidadosamente construída para se integrar ao disco, ’Meant To Be’, contém um mundo de variedade em si. "Adoro como a música decola no final e simplesmente não olha para trás", comenta Peterson. "É diferente, mas se encaixa. É como uma lufada de ar fresco." A faixa também marca o uso de cordas orquestradas reais, executadas pelo renomado violoncelista Dave Eggar.
Uma grande evolução em "Para Bellum" é a chegada do baterista Chris Dovas, cuja precisão, velocidade e dinâmica instintiva trouxeram nova energia ao álbum. Trabalhando em estreita colaboração com Peterson durante todo o processo de composição, Dovas ajudou a moldar as estruturas das músicas, acelerou o fluxo de trabalho e injetou um nível de versatilidade que amplifica o toque moderno do álbum sem se afastar do som do TESTAMENT. "Ele é muito inspirado e rápido em trazer ideias?, diz Peterson, que também incorporou suas próprias influências do black metal com mais força desta vez, tanto nos vocais quanto no trabalho de guitarras. Faixas como ’Infanticide A.I.? e ’For the Love of Pain’ refletem essa fusão de estilos ? bases thrash compactas com ondulações da atmosfera do black metal. "Eric e eu temos muitas influências semelhantes", explica Dovas. "Trabalhamos muito próximos neste álbum e nos divertimos muito."
Ao lado de Peterson, o trabalho de guitarra de Alex Skolnick continua afiado e exploratório. "Este álbum captura muitos lados diferentes da banda ao longo dos anos, juntamente com alguns sons novos e originais", observa Skolnick. "Há um pouco de tudo para todos. Você não vai se decepcionar." Completando a seção rítmica está o inconfundível Steve DiGiorgio, cujas linhas de baixo adicionam uma gravidade única e uma profundidade técnica que se encaixam perfeitamente com a bateria expressiva de Dovas. Enquanto isso, Chuck lidera a parte lírica com contribuições do colaborador de longa data Del James e outros amigos, tecendo uma mistura de mitos sobrenaturais, críticas sociopolíticas e temor do fim do mundo.
Gravado por Juan Urteaga e mixado pela primeira vez por Jens Bogren, "Para Bellum" é extremamente polido e opera a todo vapor. A arte de capa, novamente criada por Eliran Kantor, captura a essência do álbum: um anjo sereno feito de mísseis, uma explosão transformada em halo, cercado por cultistas carregando pás e livros amarrados ao rosto. É uma metáfora visual para a crença cega e a autodestruição, criada à mão em uma era inundada por imagens geradas por IA.
Nos primeiros acordes, "Para Bellum" faz referência ao passado ao ressuscitar uma ponte perdida de "The Legacy" ? um momento de ciclo completo que ancora a jornada sonora expansiva do álbum. E, ao encerrar, o faz de forma pacífica, com dedilhados clássicos usados por Peterson para aquecer as mãos antes da batalha. Do primeiro acorde ao último suspiro, "Para Bellum" é um álbum feito por guerreiros ? forjado no caos e construído para sobreviver às guerras que virão!
Texto por Jackie Dusza
Tradução por Shinigami Records
TRACKLIST:
1. For the Love of Pain
2. Infanticide A.I.
3. Shadow People
4. Meant to Be
5. High Noon
6. Witch Hunt
7. Nature of the Beast
8. Room 117
9. Havana Syndrome
10. Para Bellum
FORMAÇÃO:
Chuck Billy - Vocal
Eric Peterson - Guitarra
Alex Skolnick - Guitarra
Steve DiGiorgio - Baixo
Chris Dovas - Bateria
Ao longo dos anos, o THE EXPLOITED manteve uma postura inabalável. Nunca se renderam, nunca se venderam, nunca se calaram. Em meio às inúmeras mudanças de formação, sustentaram a essência do punk: crua, suja e sem concessões. Acusados de causadores de tumulto e considerados por muitos como exageradamente diretos, a banda sempre fez questão de escancarar suas convicções ? abordando temas como vigilância governamental, repressão policial e políticas autoritárias com um senso social e político brutalmente honesto.
Enquanto alguns críticos os acusavam de apontar o óbvio ? que políticos mentem e guerras são desastrosas ? o THE EXPLOITED continuou gritando quando todos os outros silenciavam. Quem mais teria coragem de afogar um político conservador em um videoclipe ou de eternizar xingamentos explícitos contra figuras públicas em suas letras? Punk não é sobre meias palavras ? é sobre dizer tudo, e o THE EXPLOITED sempre disse.
Fundada em Edimburgo, na Escócia, em 1980, a banda nasceu em meio a uma geração sufocada pelo desemprego e pelo desencanto. Liderada por Wattie Buchan, a formação original incluía Big John Duncan na guitarra, Dru Stix na bateria e Gary McCormack no baixo. Em 1981, lançaram o impactante "Punk?s Not Dead", disco de estreia que se tornou um símbolo de resistência em tempos de colapso social.
Lançado em 2003, o oitavo álbum de estúdio, "Fuck The System", mostrou o THE EXPLOITED em sua forma mais incendiária ? rebelde, impiedoso e absolutamente inflexível. Faixas como ’Never Sell Out’ e ’Chaos Is My Life’ (ambas autoexplicativas) revelaram uma sonoridade tão brutal quanto qualquer ataque punk vindo das gerações seguintes. Foi a prova definitiva de que aqueles ossos velhos não só estavam vivos ? estavam possuídos pela raiva!
Em 2014, "Fuck The System" ressurgiu com força total em uma edição especial que adicionou quatro faixas ? ’Adding to Their Fears’, ’Death Before Dishonour’, ’Drive Me Insane’ e ’Pulling Us Down’. Sem polimento, sem filtro, apenas mais combustível para a máquina de resistência que o THE EXPLOITED sempre foi.
"Fuck The System" não é apenas um título ? é um grito, um confronto, um levante. É a afirmação crua de que o punk vive, continua resistindo e cospe na cara da autoridade. Porque o THE EXPLOITED nunca pediu desculpas. E isso é punk rock. Sem concessões.
TRACKLIST:
1. Fuck the System
2. Fucking Liar
3. Holiday in the Sun
4. You’re a Fucking Bastard
5. Lie to Me
6. There Is No Point
7. Never Sell Out
8. Noize Annoys
9. I Never Changed
10. Why Are You Doing This to Me
11. Chaos Is My Life
12. Violent Society
13. Was It Me
Bonus Tracks:
14. Adding To Their Fears
15. Death Before Dishonour
16. Driving Me Insane
17. Pulling Us Down
FORMAÇÃO:
Wattie Buchan - Vocal
Mikie Jacobs - Baixo
Robbie "Steed" Davidson - Guitarra
Wullie Buchan - Bateria
Ao longo dos anos, o THE EXPLOITED manteve uma postura inabalável. Nunca se renderam, nunca se venderam, nunca se calaram. Em meio às inúmeras mudanças de formação, sustentaram a essência do punk: crua, suja e sem concessões. Acusados de causadores de tumulto e considerados por muitos como exageradamente diretos, a banda sempre fez questão de escancarar suas convicções ? abordando temas como vigilância governamental, repressão policial e políticas autoritárias com um senso social e político brutalmente honesto.
Enquanto alguns críticos os acusavam de apontar o óbvio ? que políticos mentem e guerras são desastrosas ? o THE EXPLOITED continuou gritando quando todos os outros silenciavam. Quem mais teria coragem de afogar um político conservador em um videoclipe ou de eternizar xingamentos explícitos contra figuras públicas em suas letras? Punk não é sobre meias palavras ? é sobre dizer tudo, e o THE EXPLOITED sempre disse.
Fundada em Edimburgo, na Escócia, em 1980, a banda nasceu em meio a uma geração sufocada pelo desemprego e pelo desencanto. Liderada por Wattie Buchan, a formação original incluía Big John Duncan na guitarra, Dru Stix na bateria e Gary McCormack no baixo. Em 1981, lançaram o impactante "Punk?s Not Dead", disco de estreia que se tornou um símbolo de resistência em tempos de colapso social.
Mas foi no ano de 1990 que a banda entregou o que se tornaria seu álbum mais bem-sucedido até então ? "The Massacre", sexto trabalho de estúdio, lançado pelo selo Rough Justice. Escrito e produzido por Wattie, o disco abriu com uma introdução retirada do filme Faces Of Death e mergulhou de cabeça no Crossover Thrash, marcando uma nova fase de agressividade e contundência na sonoridade da banda.
Em 2014, "The Massacre" ganhou uma edição especial com quatro faixas bônus ? ’Barry Prossit’, ’Don’t Really Care’, ’Power Struggle’ e ’Scaling The Derry Wall’ ? ampliando ainda mais a experiência de um disco que continua sendo uma referência de brutalidade e autenticidade dentro do universo punk.
O THE EXPLOITED é mais do que uma banda: é uma declaração permanente de insubmissão. "The Massacre" não apenas consolidou esse espírito ? ele gritou para o mundo todo ouvir.
TRACKLIST:
1. The Massacre
2. Sick Bastard
3. Porno Slut
4. Now I’m Dead
5. Boys in Blue
6. Dog Soldier
7. Don’t Pay the Poll Tax
8. Fuck Religion
9. About to Die
10. Blown Out of the Sky
11. Police Shit
12. Stop the Slaughter
Bonus Tracks:
13. Barry Prossit
14. Don’t Really Care
15. Power Struggle
16. Scaling The Derry Wall
FORMAÇÃO:
Wattie - Vocal
Smeeks - Baixo, Backing Vocals
Gogs - Guitarra
Tony - Bateria
Os pioneiros suecos do Thrash Metal mortal, o THE HAUNTED, finalmente estão de volta... e com tudo. Após oito longos anos de silêncio, a banda ressurge com energia renovada em seu décimo álbum de estúdio, "Songs Of Last Resort". O novo trabalho apresenta 12 faixas implacáveis, condensadas em 40 minutos de peso absoluto, misturadas e masterizadas com maestria por Jens Bogren no conceituado Fascination Street Studios (Kreator, Arch Enemy, Sepultura).
As gravações instrumentais foram conduzidas por Oscar Nilsson no Studio Bohus, enquanto os vocais principais ficaram a cargo de Björn Strid no The Cellar Studio. A arte gráfica, intensa e emblemática, leva novamente a assinatura do colaborador de longa data Andreas "Diaz" Pettersson.
O conceito por trás de "Songs Of Last Resort" foi inspirado nas chamadas "cartas de último recurso" ? documentos manuscritos enviados pelo Primeiro-Ministro do Reino Unido aos comandantes dos submarinos nucleares britânicos, com instruções para casos extremos de destruição total do governo.
Este não é apenas o retorno de uma banda lendária ? é a reafirmação de sua relevância, brutalidade e visão artística. THE HAUNTED não apenas voltou... eles acabaram de redefinir o que ’fim’ significa ? e chamam isso de novo começo!
TRACKLIST:
1. Warhead
2. In Fire Reborn
3. Death to the Crown
4. To Bleed Out
5. Unbound
6. Hell is Wasted on the Dead
7. Through the Fire
8. Collateral Carnage
9. Blood Clots
10. Salvation Recalled
11. Labyrinth of Lies
12. Letters of Last Resort
FORMAÇÃO:
Jonas Björler - Baixo, Backing Vocals
Adrian Erlandsson - Bateria
Patrik Jensen - Guitarra
Marco Aro - Vocal
Ola Englund - Guitarra
Estampa frontal sublimada, estourada (full print) sem toque, esse tipo de estampa não desbota, pode ser passada a ferro sem risco de estragar a estampa.
Modelagem gola careca manga curta.
Confeccionada em frente malha poliéster, costas e mangas em malha 100% algodão fio 30.1.
Quando o THERION entrou, em outubro de 1995, no Impuls Studio em Hamburgo, Alemanha, para gravar o seu quinto álbum de estúdio, sabia que estava com um bom material mas não imaginava que estaria gravando as músicas que mudariam para sempre a carreira da banda, porque a expôs para o mainstream, e que estabeleceria os padrões para o que hoje é conhecido como Metal Sinfônico.
O álbum, intitulado "Theli", foi lançado um ano depois e recebeu críticas extremamente positivas em todas as principais revistas especializadas, a vendas se duplicaram em relação ao seu antecessor "Lepaca Kliffoth" em apenas um mês e a banda recebeu uma incrível oferta para tocar em uma turnê ao lado da banda finlandesa Amorphis.
"Theli" alcançou o status de clássico graças ao lendário sucesso, e que a banda executa ainda hoje nos seus shows, ’To Mega Therion’, além de apresentar outros hinos como ’Cults of the Shadow’ e ’The Siren of the Woods’, com quase dez minutos de duração.
O álbum também conta com a participação especial de Dan Swanö (Edge of Sanity), Jan Peter Genkel (Lacrimosa), Gottfried Koch (ex-Lacrimosa) e dos corais North German Radio Choir, coro da emissora alemã Norddeutscher Rundfunk (NDR), e Siren Choir.
Mais uma chance de ter esse clássico na sua coleção!!!
TRACKLIST:
1. Preludium
2. To Mega Therion
3. Cults Of The Shadow
4. In The Desert Of Set
5. Interludium
6. Nightside Of Eden
7. Opus Eclipse
8. Invocation Of Naamah
9. The Siren Of The Woods
10. Grand Finale / Postludium
Bonus Tracks:
11. In Remembrance
12. Black Fairy
13. Fly To The Rainbow (cover Scorpions)
FORMAÇÃO:
Christofer Johnsson - Guitarra, Vocal, Teclados
Piotr Wawrzeniuk - Bateria, Vocal
Lars Rosenberg - Baixo
Jonas Mellberg - Guitarra, Guitarra acústica, Teclados
Edição Comemorativa de 30 Anos
Das Clássicas e Raras Demos.
TOTALMENTE REMASTERIZADAS"Winds Of Sacrifice"
&
"Reminiscences Of The Mourner"
+ Duas faixas inéditas como Bônus Tracks.
Nesta Edição, o TRISTITIA Mostra
Sua Superioridade em um
Som Totalmente Pessoal,
Teatral, Cheio de Magia e Nostalgia!
Uma Combinação Perfeita
Entre o Doom e o Dark Metal.
Trazendo Uma Atmosfera Medieval
Que Irá Agradar aos Fãs de
Candlemass, Storm e Isengard!
(Cx. Acrílica + Slipcase)
Ano: 1993 / 2024
País: Suécia
Ano de Formação: 1993
Procedência: Brasil
Gravadora: Cold Art Industry / GSProductions
Estilo: Blackened Doom Metal
Themes:Darkness, Death, Sorrow, Anti-Christianity, Grief
Ean: 789 0200 0 200 82
Código: Cold082
Under Exclusive License From GSProductions
Faixas:
1. Dancing Souls
2. Burn the Witch
3. Winds of Sacrifice
4. The Other Side
5. Envy the Dead
6. Reminiscences of the Mourner
7. Ashes of the Witch
8. Mark My Words
9. Doomdaze
10. River of the Cross
Tracks 1 to 4 taken from "Winds Of Sacrifice" Demo 1993.
Tracks 5 to 8 taken from "Reminiscences Of The Mourner" Demo 1994.
Tracks 9 to 10 are new tracks.
Formação:
Luis B. Galvez (R.I.P. 2023) - Guitars, Keyboards
Harri Juvonen - Bass
Thomas Karlsson - Vocals
TRACKLIST:
1. Em Alerta
2. Linha de Frente
3. O Brilho
4. Distante
5. Princesa do Fogo
6. Furacão
7. Prisioneiro do Rock N Roll
8. Preso ao Passado (bonus demo)