Os pilares do metal gótico britânico, o CRADLE OF FILTH, tiveram uma trajetória um tanto acidentada desde o início do novo milênio, com várias mudanças na sua formação. E com mais uma nova formação, eles lançaram em 2015, o seu décimo segundo álbum de estúdio "Hammer Of The Witches".
Hammer of the Witches é a tradução comum em inglês do Malleus Maleficarum, um tratado religioso medieval sobre a identificação e punição de bruxas.
A pesar do ceticismo de muitas pessoas de que o CRADLE OF FILTH conseguisse ser tão subversivo e indomável quanto era em sua primeira fase de infâmia, "Hammer of the Witches" oferece os primeiros frutos de uma formação rejuvenescida e consegue o truque de ser, ao mesmo tempo, uma alegre lembrança das glórias passadas e um significativo renascimento criativo.
O álbum é uma porrada atrás da outra e talvez seja o álbum mais centrado nas guitarras dentro da discografia do CRADLE OF FILTH. Na verdade, "Hammer of the Witches" está gloriosamente transbordando de arpejos do Black Metal, riffs do Thrash mais tradicional, um toque efusivo de Iron Maiden e solos e mais solos.
Depois da introdução bastante atmosférica chamada ’Walpurgis Eve’, entra a explosiva ’Yours Immortally’ e imediatamente você poderá perceber algumas mudanças muito importantes e bem-vindas. Martin "Marthus" ?karoupka se consolida como um digno sucessor na bateria mas, a maior mudança está nos novos guitarristas Marek "Ashok" ?merda (ex-membro da banda de cult tcheca Root) e Richard Shaw (NG26). Com estas duas últimas aquisições, o CRADLE OF FILTH retorna vitorioso ao sistema de guitarra dupla dos anteriores e clássicos álbuns "Cruelty and the Beast" (1998) e "Midian" (2000). Para simplificar, os dois guitarristas mais do que competentes forneceram essa injeção de ânimo que a banda precisava, e muito, naquele momento. Porém, também não podemos esquecer da nova tecladista Lindsay Schoolcraft que inclusive engrandece a faixa ’Right Wing of the Garden Triptych’ com seus belos vocais.
"Hammer of the Witches" é facilmente o melhor álbum do CRADLE OF FILTH desde "Midian", apresentando músicas excelentes e memoráveis, em vez de apenas momentos chamativos, mas fugazes. É a prova de que mesmo um monstro pode se renovar e surpreender.
TRACKLIST:
1. Walpurgis Eve
2. Yours Immortally?
3. Enshrined In Crematoria
4. Deflowering The Maidenhead, Displeasuring The Goddess
5. Blackest Magick In Practice
6. The Monstrous Sabbat (Summoning The Coven)
7. Hammer Of The Witches
8. Right Wing Of The Garden Triptych
9. The Vampyre At My Side
10. Onward Christian Soldiers
11. Blooding The Hounds Of Hell
FORMAÇÃO:
Dani - Vocal
Marthus - Bateria, Teclados, Orquestrações
Daniel - Baixo
Ashok - Guitarra
Richard - Guitarra
Schoolcraft - Vocal feminino, Teclados, Harpa
TIPO: CD
FORMATO: JEWEL CASE
ANO: 2012
ORIGEM: NAC
Track List:
1. The Unveiling of O
2. The Abhorrent
3. For Your Vulgar Delectation
4. Illicitus
5. Manticore
6. Frost on Her Pillow
7. Huge Onyx Wings Behind Despair
8. Pallid Reflection
9. Siding with the Titans
10. Succumb to This
11. Sinfonia
Com mais de três décadas de carreira e mais de dois milhões de álbuns vendidos, o PARADISE LOST continua sendo o rei incontestável de um dos lados mais sombrios do metal. Formado em Halifax em 1988, o grupo rapidamente se destacou como pioneiro do metal gótico com álbuns inovadores como "Gothic" (1991), que trazia uma mistura de peso, melodia sombria e atmosfera densa.
O PARADISE LOST nunca foi uma banda de permanecer criativamente estática, pois ao longo da carreira a banda explorou uma infinidade de caminhos dentro da música sombria - desde as raízes do doom-death arrastado, passando pela conquista do mainstream do metal com os sons grandiosos e intensos de "Draconian Times" (1995), até inclinações mais experimentais e eletrônicas - deixando sua marca em artistas tão diversos quanto Cradle Of Filth, Him, Gatecreeper e Chelsea Wolfe.
Agora, em 2025, o quinteto de Yorkshire retorna com seu impressionante 17º álbum, "Ascension", um trabalho que mantém sua coroa brilhando e reforça o motivo de terem chegado ao topo. Produzido pelo guitarrista Gregor Mackintosh no estúdio Black Planet em East Yorkshire, com a bateria e os vocais gravados nos estúdios NBS e Wasteland na Suécia, suas 10 faixas percorrem a vasta gama sonora da banda - do metal pesado direto ao ápice melódico - mantendo sempre sua irresistível melancolia em tom menor.
"As pessoas devem esperar que fiquemos mais miseráveis", brinca o vocalista Nick Holmes ao ser questionado sobre o que os fãs podem esperar do PARADISE LOST em 2025. Ao explicar o título do álbum e suas letras, fica claro que continuam mestres em entregar esse tipo de conteúdo.
"O título do álbum vem da crença de ascender a um lugar melhor - na ficção, da Terra ao céu - e todos os requisitos que acompanham isso", ele explica. "Na vida real, as pessoas frequentemente lutam desde o nascimento para chegar a um lugar melhor, tentando ser alguém melhor, mesmo sabendo que a única recompensa é a morte."
"As letras tratam de tudo o que a vida joga em nós", continua. "Nunca é previsível, e dentro disso pode ser aterrorizante. Como as pessoas lidam com a morte, os apoios que procuram, e como o estado mental é afetado por situações que mudam a vida - tudo isso é sempre intrigante."
O mesmo vale para a música em si. A faixa de abertura, ’Serpent on The Cross’, começa com um riff gloriosamente doom, antes de mudar de marcha na metade para um metal clássico estrondoso, impulsionado por pedal duplo e um riff quase à la METALLICA. Em ’Silence Like The Grave’, Nick canta "sobre a inutilidade da guerra e a disputa de prestígio em nome da humanidade" sobre uma perfeita explosão de metal gótico.
’Tyrant’s Serenade’, por sua vez, mostra a expertise da banda em fazer a simplicidade soar grandiosa, coroada pelos assombrosos riffs de guitarra de Gregor. ’Lay A Wreath Upon The World’ começa como uma elegia silenciosa antes de construir um clímax melancólico, e a faixa final, ’The Precipice’, é guiada por linhas de piano que conduzem a um encerramento majestoso.
Tudo isso evidencia com maestria a amplitude do que o PARADISE LOST já fez - e ainda é capaz de fazer - de um modo que nenhuma outra banda consegue replicar.
"Depois de 35 anos, tudo é consciente", diz Nick. "É difícil não ter 100% de certeza de onde tudo está vindo, tendo um catálogo tão vasto e variado, mas no fim das contas tudo se resume ao fato de gostarmos ou não da música que estamos criando. Se gostamos, ela fica! Isso não mudou desde que éramos adolescentes."
"Ascension" orgulhosamente se destaca entre os cânones do PARADISE LOST. A miséria nunca para, mas, segundo Nick, é assim que eles gostam.
"Ironicamente", ele ri, "música miserável é sempre a mais prazerosa de ouvir - e de escrever, eu acho."
TRACKLIST:
1. Serpent On The Cross
2. Tyrants Serenade
3. Salvation
4. Silence Like The Grave
5. Lay A Wreath Upon The World
6. Diluvium
7. Savage Days
8. Sirens
9. Deceivers
10. The Precipice
FORMAÇÃO:
Nick Holmes - Vocal
Gregor Mackintosh - Guitarra
Aaron Aedy - Guitarra
Steve Edmondson - Baixo
Guido Montanarini - Bateria
Com mais de três décadas de carreira e mais de dois milhões de álbuns vendidos, o PARADISE LOST continua sendo o rei incontestável de um dos lados mais sombrios do metal. Formado em Halifax em 1988, o grupo rapidamente se destacou como pioneiro do metal gótico com álbuns inovadores como "Gothic" (1991), que trazia uma mistura de peso, melodia sombria e atmosfera densa.
O PARADISE LOST nunca foi uma banda de permanecer criativamente estática, pois ao longo da carreira a banda explorou uma infinidade de caminhos dentro da música sombria - desde as raízes do doom-death arrastado, passando pela conquista do mainstream do metal com os sons grandiosos e intensos de "Draconian Times" (1995), até inclinações mais experimentais e eletrônicas - deixando sua marca em artistas tão diversos quanto Cradle Of Filth, Him, Gatecreeper e Chelsea Wolfe.
Agora, em 2025, o quinteto de Yorkshire retorna com seu impressionante 17º álbum, "Ascension", um trabalho que mantém sua coroa brilhando e reforça o motivo de terem chegado ao topo. Produzido pelo guitarrista Gregor Mackintosh no estúdio Black Planet em East Yorkshire, com a bateria e os vocais gravados nos estúdios NBS e Wasteland na Suécia, suas 10 faixas percorrem a vasta gama sonora da banda - do metal pesado direto ao ápice melódico - mantendo sempre sua irresistível melancolia em tom menor.
"As pessoas devem esperar que fiquemos mais miseráveis", brinca o vocalista Nick Holmes ao ser questionado sobre o que os fãs podem esperar do PARADISE LOST em 2025. Ao explicar o título do álbum e suas letras, fica claro que continuam mestres em entregar esse tipo de conteúdo.
"O título do álbum vem da crença de ascender a um lugar melhor - na ficção, da Terra ao céu - e todos os requisitos que acompanham isso", ele explica. "Na vida real, as pessoas frequentemente lutam desde o nascimento para chegar a um lugar melhor, tentando ser alguém melhor, mesmo sabendo que a única recompensa é a morte."
"As letras tratam de tudo o que a vida joga em nós", continua. "Nunca é previsível, e dentro disso pode ser aterrorizante. Como as pessoas lidam com a morte, os apoios que procuram, e como o estado mental é afetado por situações que mudam a vida - tudo isso é sempre intrigante."
O mesmo vale para a música em si. A faixa de abertura, ’Serpent on The Cross’, começa com um riff gloriosamente doom, antes de mudar de marcha na metade para um metal clássico estrondoso, impulsionado por pedal duplo e um riff quase à la METALLICA. Em ’Silence Like The Grave’, Nick canta "sobre a inutilidade da guerra e a disputa de prestígio em nome da humanidade" sobre uma perfeita explosão de metal gótico.
’Tyrant’s Serenade’, por sua vez, mostra a expertise da banda em fazer a simplicidade soar grandiosa, coroada pelos assombrosos riffs de guitarra de Gregor. ’Lay A Wreath Upon The World’ começa como uma elegia silenciosa antes de construir um clímax melancólico, e a faixa final, ’The Precipice’, é guiada por linhas de piano que conduzem a um encerramento majestoso.
Tudo isso evidencia com maestria a amplitude do que o PARADISE LOST já fez - e ainda é capaz de fazer - de um modo que nenhuma outra banda consegue replicar.
"Depois de 35 anos, tudo é consciente", diz Nick. "É difícil não ter 100% de certeza de onde tudo está vindo, tendo um catálogo tão vasto e variado, mas no fim das contas tudo se resume ao fato de gostarmos ou não da música que estamos criando. Se gostamos, ela fica! Isso não mudou desde que éramos adolescentes."
"Ascension" orgulhosamente se destaca entre os cânones do PARADISE LOST. A miséria nunca para, mas, segundo Nick, é assim que eles gostam.
"Ironicamente", ele ri, "música miserável é sempre a mais prazerosa de ouvir - e de escrever, eu acho."
TRACKLIST:
1. Serpent On The Cross
2. Tyrants Serenade
3. Salvation
4. Silence Like The Grave
5. Lay A Wreath Upon The World
6. Diluvium
7. Savage Days
8. Sirens
9. Deceivers
10. The Precipice
Bonus Track [exclusivo VERSÃO DIGIPACK]:
11. This Stark Town
12. A Life Unknown
FORMAÇÃO:
Nick Holmes - Vocal
Gregor Mackintosh - Guitarra
Aaron Aedy - Guitarra
Steve Edmondson - Baixo
Guido Montanarini - Bateria
A Deusa das Lágrimas esta de volta, e de uma maneira muito, muito especial.
Originalmente lançado em 2000, o álbum "Goddess Of Tears" recebe uma baita homenagem pelos seus 25 anos de existência.
Edição comemorativa do jubileu de prata deste perfeito álbum.
Um compêndio exclusivo para colecionadores com vários bônus tracks!
Finalmente esse fantástico álbum ganha uma edição sul americana!
Lançamento em Digipack Triplo, contendo um encarte com 24 páginas e Slipcase.
Uma edição para colecionador Exigente!
Um presente para o fãs do STS.
Sexto álbum do Swallow the Sun contendo 3 CDS.
Cada CD tem um estilo diferente e representa uma parte do seu lema “Gloom, Beauty and Despair”.
CD I (Gloom), um típico álbum de doom/death metal na linha dos anteriores, embora muito mais suave.
CD II (Beauty), um álbum lindo e totalmente acústico, com vocais limpos do vocalista Mikko Kotamäki.
CD III (Despair), uma viagem emocionante ao mundo sombrio do funeral doom metal, com músicas muito mais pesadas e vocais graves, profundos e assustadores.
Songs from the North I, II e III definitivamente marcam uma virada na carreira do Swallow the Sun.
Então agora, tire três horas da sua vida, coloque seus fones de ouvido e apague todas as luzes.
(Digipack Triplo + Slipcase)
Ano: 2015/2023
País: Brasil
Procedência: Nacional
Gravadora: Urubuz Records, Mutilation Productions e Cold069 - Cold Art Industry.
Estilo: Gothic Metal, Doom Metal, Death Metal, Downtempo, Acoustic, Funeral Doom Metal
Barcode: 7898553025624
License Century Media Records
FAIXAS:
Pt. I: Gloom
1-I With You Came The Whole Of The World's Tears 9:03
1-II 10 Silver Bullets 7:12
1-III Rooms And Shadows 7:20
1-IV Heartstrings Shattering 7:46
1-V Silhouettes 5:56
1-VI The Memory Of Light 6:17
1-VII Lost & Catatonic 7:07
1-VIII From Happiness To Dust 8:39
Pt. II: Beauty
2-I The Womb Of Winter 3:35
2-II The Heart Of A Cold White Land 4:47
2-III Away 5:22
2-IV Pray For The Winds To Come 5:28
2-V Songs From The North 5:16
2-VI 66,50'N,28,40'E 6:42
2-VII Autumn Fire 5:46
2-VIII Before The Summer Dies 5:37
Pt. III: Despair
3-I Gathering Of Black Moths 13:00
3-II 7 Hours Late 10:02
3-III Empires Of Loneliness 11:02
3-IV Abandoned By The Light 8:48
3-V The Clouds Prepare For Battle
Recorded at:
- Sound Supreme, Hämeenlinna, Finland.
- Electric Fox Studio, Jyväskylä, Finland.
- Noisework Studio
• Vocals recorded and produced at Black Chandelier in Helsinki and Ahonlaita in Inkeroinen.
• Kaisa Vala's vocals recorded at MANA REC in Guildford, UK.
• Sarah Elisabeth Wohlfahrt's vocals recorded at Sterectunes in Cologne, Germany.
• Disc 1 & 3 mixed at Sound Supreme, Hämeenlinna, Finland.
• Disc 2 mixed at Electric Fox Studio, Jyväskylä, Finland.
• Mastered at Chartmakers, Espoo, Finland.
• Mastered for vinyl at Temple of Disharmony, Bamberg, Germany.
Arranged By – Swallow The Sun
Art Direction, Layout – Aleksi Munter
Backing Vocals – Aleah Stanbridge*, Jaani Peuhu
Illustration [Illustrations], Artwork [Album Logos By] – Rami Mursula
Mastered By – Svante Forsbäck
Mastered By [Mastered For Vinyl By] – Patrick W. Engel
Mixed By – Hiili Hiilesmaa (tracks: 3-I to 3-V), Jaani Peuhu (tracks: 2-I to 2-VIII), Juha Heininen (tracks: 1-I to 1-VIII), Tuomas Kokko (tracks: 2-I to 2-VIII)
Music By, Lyrics By – Juha Raivio
Narrator [Narration] – Nathan Ellis (2) (tracks: 3-III)
Performer [Swallow The Sun], Bass – Matti Honkonen
Performer [Swallow The Sun], Drums – Juuso Raatikainen
Performer [Swallow The Sun], Guitar – Juha Raivio, Markus Jämsen
Performer [Swallow The Sun], Keyboards – Aleksi Munter
Performer [Swallow The Sun], Vocals – Mikko Kotamäki
Photography By – Aleah Stanbridge*, Aleksi Munter
Photography By [Band Photography By] – Aleah Stanbridge*, Alexandra Lisiecki, Antti Makkonen (2), Jussi Ratilainen
Photography By [Cover Photo By] – Aleah Stanbridge*
Photography By [Lapland Photography By] – Indrek Päri
Producer [Vocals Produced By] – Jaani Peuhu
Recorded By – Aleksi Munter, Hiili Hiilesmaa, Tuomas Kokko
Recorded By [Assisted By] – Hannu Honkonen
Recorded By [Guitars Recorded By] – Juha Raivio
Recorded By [Recording Vocals Assisted By] – Pietari Pyykkönen
Recorded By [Vocals Recorded By] – Birger Nießen (tracks: 1-VI, 1-VII), Jaani Peuhu, Kaisa Vala (tracks: 2-V)
Vocals – Kaisa Vala (tracks: 2-V), Sarah Elisabeth Wohlfahrt (tracks: 1-VI, 1-VII)