CD Slipcase
Mutilation Records – none
Format: CD, Album, Slipcase
Country: Brazil
Released: 2021
Style: Black Metal, Thrash
Tracklist
1 The Grace Of Sin (Intro)
2 Learn To Love The Void
3 Failing Trinity
4 Exile Is Imminent
5 Churches Without Saints
6 Hellputa
7 Sadistic Salvation
8 Armed Architects Of Annihilation
9 Primordial Obscurity
10 Endless Awakening
11 Aus Asche (Outro)
Lançado em 2012 como parte das comemorações de 30 anos de carreira, "Spiritual Genocide" mostrou que o DESTRUCTION não estava interessado em nostalgia passiva ? mas sim em reafirmar sua relevância com brutalidade e precisão. O trio alemão entregou um álbum que soava tão feroz quanto seus clássicos dos anos 80, mas com uma produção moderna e uma execução afiada como lâmina.
Faixas como ’Cyanide’, ’Carnivore’ e a própria ’Spiritual Genocide’ se destacaram pela energia crua que só uma banda com décadas de estrada e nenhuma intenção de desacelerar poderia oferecer. Os riffs de Mike Sifringer exploravam territórios cada vez mais técnicos, impulsionados pela bateria explosiva de Vaaver, enquanto Schmier rugia com sua assinatura vocal ? aguda, cortante e absolutamente inconfundível.
O álbum ainda contou com participações especiais de peso, como Tom Angelripper (Sodom), Gerre (Tankard) e Ol Drake (Evile), além dos ex-membros Harry Wilkens e Olly Kaiser. Mas foram os três pilares do DESTRUCTION que mantiveram o núcleo incandescente: reconectando o ouvinte às nuances dos riffs que moldaram o thrash alemão e atualizando a fúria de hinos como ’Mad Butcher’ e ’Curse the Gods’ com uma nova roupagem sonora.
"Spiritual Genocide" não foi apenas uma celebração ? foi uma declaração de guerra. Três décadas depois, o DESTRUCTION ainda soava como se estivesse apenas começando a devastação.
TRACKLIST:
1. Exordium
2. Cyanide
3. Spiritual Genocide
4. Renegades
5. City of Doom
6. No Signs of Repentance
7. To Dust You Will Decay
8. Legacy of the Past
9. Carnivore
10. Riot Squad
11. Under Violent Sledge
FORMAÇÃO:
Mike - Guitarra
Schmier - Baixo, Vocal
Vaaver - Bateria
Split com as bandas D.F.C. e HCG, lançado em 2020.
D.F.C. dispensa apresentações, banda clássica de Hardcore de Brasília que já lançou alguns materiais considerados clássicos do estilo, do outro lado o HCG (Hardcore de Garage), banda de HC/Punk direto de Minas Gerais.
Perca o fôlego nesta temporada pelo inferno e aventure-se por um best-seller do New York Times: a história de um sobrevivente, num dos mais “angustiantes” (Rolling Stone) e “comoventes” (The New York Times) livros de memórias sobre o vício já publicados. Nikki Sixx, o rock star antes despedaçado, compartilha passagens viscerais de seus diários do ano em que se lançou ao desespero, quando gastou milhares de dólares em drogas e chegou a ser declarado morto. Um relato impressionante da vida até o limite da decadência e a corajosa decisão de se levantar e começar a viver novamente. Em fotos inéditas e novos capítulos exclusivos nesta edição atualizada e comemorativa de dez anos, Sixx reflete sobre estar sóbrio há mais de uma década. Número de páginas: 432
Para o seu oitavo álbum de estúdio, "Death Cult Armageddon", o DIMMU BORGIR pegou dentro da sua enorme bolsa de truques a Orquestra Filarmônica de Praga para misturá-la com o seu Black Metal árido. O resultado? Um álbum considerado pela maioria dos fãs como o melhor e mais criativo trabalho da banda e que levou a banda para um novo e inesperado patamar, ficando ainda mais perto do trono de Baphomet.
O álbum, gravado e produzido por Frederik Nordström (In Flames, HammerFall etc.) nos Fredman Studios na Suécia, está cheio de alguns dos riffs mais ardentes, uma bateria desumanamente talentosa e vocais ásperos, mas também tem um pouco de uma doce suavidade para os nossos ouvidos.
O som de "Death Cult Armageddon" é completo e explosivo, portanto, é para todos os tipos de fãs do DIMMU BORGIR: para aqueles que estão procurando por algo novo e diferente e para aqueles que amam o som old school. O motivo? Neste álbum, os noruegueses encontraram a mistura certa entre suas raízes atmosféricas de Black Metal e seus experimentos orquestrais inovadores, desenvolvendo assim uma atmosfera épica de horror metal. Tudo finalmente encontrou o seu lugar no som do DIMMU BORGIR!
Neste álbum, a banda soa totalmente equilibrada, nem muito satânica, nem muito comercial, nem muito ambiciosa, criando algo que soa realmente como eles.
O DIMMU BORGIR continua definindo o padrão para o Black Metal com cada álbum e "Death Cult Armageddon" é o passado, o presente e o futuro do gênero. Agora, suba ao cume criativo da banda e esteja preparado para uma ótima e sombria jornada.
TRACKLIST:
1. Allegiance
2. Progenies of the Great Apocalypse
3. Lepers Among Us
4. Vredesbyrd
5. For the World to Dictate Our Death
6. Blood Hunger Doctrine
7. Allehelgens død i helveds rike
8. Cataclysm Children
9. Eradication Instincts Defined
10. Unorthodox Manifesto
11. Heavenly Perverse
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal
Silenoz - Guitarra
Galder - Guitarra
Nicholas Barker - Bateria, Percussão
Mustis - Teclados, Piano
ICS Vortex - Baixo, Vocal Limpo
Estamos em 1997 e uma banda norueguesa relativamente jovem chamada DIMMU BORGIR decidiu mostrar ao mundo que era possível sim apresentar uma grande variedade de sons dentro de um gênero fechado como o Black Metal, ficando assim muito à frente dos padrões do gênero e influenciando mais do que uma geração de novos músicos.
"Você não pode voltar no tempo e tem que lidar com todos os diferentes aspectos que a vida traz e exige. Então tentamos tirar o melhor proveito disso. Três anos atrás eu via as coisas com olhos diferentes, mas percebi que você não vai mais longe e não pode seguir em frente com uma atitude como essa", comentou o vocalista e guitarrista Shagrath naquela época.
O seu terceiro álbum de estúdio, intitulado "Enthrone Darkness Triumphant", é considerado por muitos como o melhor álbum do DIMMU BORGIR até os dias de hoje e um dos álbuns de Black Metal Sinfônico mais conceituados por muitos motivos, entre eles, por ser o primeiro deles a apresentar os vocais em inglês (seus dois álbuns anteriores foram cantados apenas em norueguês).
Em "Enthrone Darkness Triumphant", que foi gravado no Abyss Studios sob os olhos e ouvidos atentos do reconhecido produtor e músico Peter Tagtrgen (Hypocrisy), há uma boa mistura de faixas mais rápidas e agressivas com faixas mais lentas, atmosféricas e taciturnas. Não há faixas só de recheio ou mesmo medianas aqui, apenas Metal da mais alta qualidade, pois é muito perceptível que o DIMMU BORGIR sabe como misturar a música sinfônica com o Heavy Metal sem nenhum tipo de esforço.
Com "Enthrone Darkness Triumphant", o DIMMU BORGIR se consolidou entre a elite do Black Metal Sinfônico. O álbum traz muitos dos que logo se tornariam clássicos da banda, favoritos dos fãs e imprescindíveis nos shows ao vivo.
TRACKLIST:
1. Mourning Palace
2. Spellbound (by the Devil)
3. In Death’s Embrace
4. Relinquishment of Spirit and Flesh
5. The Night Masquerade
6. Tormentor of Christian Souls
7. Entrance
8. Master of Disharmony
9. Prudence’s Fall
10. A Succubus in Rapture
11. Raabjørn speiler draugheimens skodde [BONUS TRACK]
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal, guitarra
Silenoz - Guitarra, vocal
Tjodalv - Bateria, percussão
Stjan Aarstad - Teclados, piano
Nagash - Baixo, guitarra, backing vocals
Características Principais:
⦁ Estampa Full Print por Sublimação: Cores ultra vibrantes que não desbotam, não racham e possuem toque zero, garantindo uma imagem com definição perfeita que cobre toda a camiseta.
⦁ Tecido Premium 95% Poliéster, 5% Elastano: Toque macio, leve e confortável. Não amassa, seca super rápido e permite que a pele respire, sendo ideal para o dia a dia, shows e festivais.
⦁ Modelagem Tradicional Unissex: Caimento reto que veste bem em todos os corpos, com gola careca reforçada para máxima durabilidade e acabamento impecável.
Especificações Técnicas:
⦁ Composição: Frente 95% Poliéster, 5% Elastano / Costas 100% Algodão
⦁ Estampa: Sublimação Digital Full Print
⦁ Gola: Careca
⦁ Modelagem: Tradicional Unissex
TABELA DE MEDIDAS
Tamanho Altura (cm) Largura (cm)
PP 64 49
P 68 51
M 70 54
G 74 57
GG 76 61
XG 79 64
G1 81 66
G2 84 69
OBS: As medidas podem variar tanto na altura quanto na largura em até 3 CM, para mais ou para menos.
RECOMENDAÇÃO: Lavar do avesso ajuda a preservar e evitar bolinhas. Não é necessário passar esta camiseta pois ela não amassa com a lavagem, mas se desejar, pode passar o ferro quente em toda a camiseta, inclusive sobre a estampa (até 40 graus).
Embora o DIMMU BORGIR possa ser considerado atualmente como mainstream, eles já foram uma banda iniciante e do underground: original e inspiradora e chegando para renovar a cena. E o seu, hoje extremamente denso e clássico, álbum de estreia, intitulado "For All Tid", é definitivamente uma prova cabal do que estamos falando. O álbum consegue combinar perfeitamente um som cru e distinto com os característicos riffs da época e com as melodias que se tornaram uma das principais influências para o Black Metal em geral, até hoje.
Embora alguns tenham criticado "For All Tid" por ser desleixado e inconsistentemente arranjado, para outros, este é exatamente o aspecto brilhante do álbum. As habilidades técnicas não são perfeitas, claro, e é isso que captura perfeitamente o talento bruto e a habilidade daqueles músicos outrora jovens e aspirantes. Este álbum é realmente único e é essencial para qualquer fã de Black Metal, já que ele resistiu ao teste do tempo de forma impecável.
Em 1997, o DIMMU BORGIR decidiu relançar o álbum com uma nova arte de capa e duas faixas bônus, mas vamos deixar que um dos fundadores da banda, o próprio Shagrath, explique melhor sobre este relançamento:
"Saudações a todos os nossos fãs e amigos. Primeiramente, devemos informá-los que este não é um novo álbum do DIMMU BORGIR, mas um relançamento do nosso álbum de estreia ’For All Tid’, que foi originalmente lançado por uma pequena gravadora underground em 1994. Decidimos lançar esta nova versão pela excelente gravadora NUCLEAR BLAST, para que o álbum estivesse disponível para um grupo maior de pessoas. Nós redesenhamos o encarte com novas fotos, artes, etc. e incluímos faixas bônus lançadas anteriormente no EP limitado de 7" ’Inn I Evighetens Mørke’. Este álbum foi gravado em um estúdio de 16 faixas, entre agosto e dezembro de 94. E nem a música nem o som representam a música que fazemos hoje. Também houve mudanças drásticas na formação desde o nascimento da banda. Decidimos não incluir as letras porque elas foram originalmente escritas e tocadas em norueguês. Primeiro, seria errado tentar traduzir algo que é feito em nossa ’língua materna’, porque tiraria tanto o significado quanto a beleza das palavras. E segundo, usamos nomes e lugares e é impossível traduzi-los para o inglês. Mas, apesar desses lados negativos, esperamos que você possa ouvir e aproveitar a essência do verdadeiro Black Metal NORUEGUÊS que está em nossa música".
Um item obrigatório para qualquer verdadeiro apreciador de música extrema e uma das principais portas para cair de vez no bom Black Metal que era executado pelo próprio DIMMU BORGIR e várias outras bandas que apareceram nesta época.
TRACKLIST:
1. Det Nye Riket
2. Under Korpens Vinger
3. Over Bleknede Blaner Til Dommedag
4. Stien
5. Glittertind
6. For All Tid
7. Hunnerkongens Sorgsvarte Ferd Over Steppene
8. Raabjorn Speiler Draugheimens Skodde
9. Den Gjemte Sannhets Hersker
10. Inn I Evighetens Morke / Part
11. Inn I Evighetens Morke / Part 2
FORMAÇÃO:
Shagrath - Bateria
Erkekjetter Silenoz - Vocal, Guitarra
Tjodalv - Guitarra
Brynjard Tristan - Baixo
Logo após o enorme sucesso de "Enthrone Darkness Triumphant" (1997), a carreira do DIMMU BORGIR decolou de vez. Aclamados pela imprensa como os novos reis do Black Metal e adorados por seus fãs, nos anos seguintes os noruegueses continuaram implacavelmente sua procissão triunfal para reivindicar o seu merecido trono do Black Metal.
O seu terceiro EP "Godless Savage Garden", lançado um ano depois, fez parte dessa procissão e serve como uma transição suave entre o já mencionado "Enthrone Darkness Triumphant" e o também clássico "Spiritual Black Dimensions" (1999).
"Godless Savage Garden" apresenta quatro músicas gravadas durante as sessões do Enthrone, entre elas duas músicas novas (até esse momento), duas regravações do álbum de estreia "For All Tid" (1995), uma excelente versão de ’Metal Heart’ do Accept e três músicas ao vivo gravadas num show na Polônia. Além destas faixas, a versão de luxo traz mais duas músicas ao vivo, estas gravadas na sua primeira aparição em São Paulo, Brasil.
E aí você pode se perguntar: um EP com oito (ou dez se contamos os bônus da versão de luxo) faixas? Ok, entendemos que "Godless Savage Garden" pode ser considerado um pouco longo demais para um EP, porém, vamos considerar isso como uma afortunada falha dentro da matrix.
Simplesmente uma verdadeira joia contendo alguns dos melhores materiais que o DIMMU BORGIR já gravou!
TRACKLIST:
1. Moonchild Domain
2. Hunnerkongens sorgsvarte ferd over steppene
3. Chaos Without Prophecy
4. Raabjørn speiler draugheimens skodde
5. Metal Heart (Accept cover)
6. Stormblåst (live)
7. Master of Disharmony (live)
8. In Death’s Embrace (live)
9. Spellbound (by the Devil) (live) [BONUS TRACK]
10. Mourning Palace (live) [BONUS TRACK]
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal, Guitarra
Silenoz - Guitarra, Vocal
Tjodalv - Bateria, Percussão
Stjan Aarstad - Teclados, Piano
Nagash - Baixo, Backing Vocals
Mustis - Teclados, Piano
Astennu - Guitarra
"In Sorte Diaboli" é o primeiro álbum conceitual da banda, com uma história que se passa na Europa medieval, sobre um sacerdote que começa a duvidar de sua própria fé e acaba tomando o lugar do Anticristo. "Tem um cara que trabalha como assistente de padre e, depois de um tempo, ele descobre que não tem nada a ver com o cristianismo", explicou o guitarrista Silenoz. "Ele meio que tem esse despertar e percebe que tem habilidades e poderes diferentes e está se inclinando mais para o lado negro".
Em álbuns conceituais, tudo ? desde o som, as letras, a arte, a apresentação - é importante. E o DIMMU BORGIR, com absoluta certeza, conseguiu fazer um trabalho coeso com muito sucesso, fazendo algo que todos os ouvintes amam, que é contar uma boa história com boas músicas.
Mais uma vez, as nove canções foram produzidas pelo sueco Fredrik Nordström, nos seus famosos Fredman Studios, e são uma verdadeira lição do que deveria ser um som obscuro e, ao mesmo tempo, sinfônico e melódico. Todas as marcas registradas do DIMMU BORGIR estão aqui: desde as partes brutais e rápidas, os ganchos cativantes, as melodias hipnotizantes até os arranjos mais complexos.
No geral, "In Sorte Diaboli" é um álbum muito sólido, com uma presença forte e uma aura totalmente infernal, além de um som distinto destinado a ouvidos treinados em música extrema. Algo que todos os fãs sempre esperam de qualquer trabalho do DIMMU BORGIR.
TRACKLIST:
1. The Serpentine Offering
2. The Chosen Legacy
3. The Conspiracy Unfolds
4. The Sacrilegious Scorn
5. The Fallen Arises
6. The Sinister Awakening
7. The Fundamental Alienation
8. The Invaluable Darkness
9. The Foreshadowing Furnace
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal
Silenoz - Guitarra
Hellhammer - Bateria
Mustis - Teclados
ICS Vortex - Baixo, Vocal Limpo
Galder - Guitarra
Em 2001, uma das bandas de Black Metal mais criativas da Noruega, o DIMMU BORGIR, lançava o inovador e agora já clássico "Puritanical Euphoric Misanthropia". Este foi o álbum que os ajudou a escapar da cena underground do Black Metal e que os transformou na instituição internacional que são hoje, com inúmeras turnês e álbuns bem sucedidos em seus currículos.
Na época, o álbum foi marcado pela estreia dos novos integrantes: o prolífico e extremamente rápido baterista Nicholas Barker (Ancient, Brujeria, ex-Cradle of Filth, ex-Lock Up), o guitarrista Galder (Old Man’s Child, ex-Dødheimsgard) e ICS Vortex (Arcturus, Borknagar, Lamented Souls) no baixo e vocais limpos. Um outro grande destaque que deve ser mencionado foi a substituição dos tradicionais teclados pelo uso de instrumentos de orquestra.
Em 2022, mais de 20 anos depois, "Puritanical Euphoric Misanthropia" continua sendo um dos álbuns mais poderosos da banda e não ficou nem um pouco velho ou datado. Por esse motivo, a banda celebra este álbum inspirador lançando uma nova edição que, com certeza, será uma nova experiência sonora para todos os ouvintes.
Esta EDIÇÃO ESPECIAL de "Puritanical Euphoric Misanthropia" foi totalmente remixada e remasterizada, usando métodos modernos para criar uma experiência auditiva totalmente melhorada, traz uma NOVA CAPA e um CD BÔNUS, intitulado "Dust Of Cold Memories", com as demos, ensaios e faixas criadas na pré-produção do álbum original.
E assim como o original, a nova edição também conta com o cover de ’Burn In Hell’ do TWISTED SISTER e uma versão de ’Devil’s Path’ do EP homônimo lançado em 1996.
O DIMMU BORGIR pode ter lançado discos melhores nos anos seguintes, mas foi com "Puritanical Euphoric Misanthropia" que eles realmente começaram a revelar toda a sua grandeza e, sabiamente, esta nova edição remixada e remasterizada mantém essa grandeza, respeitando assim o seu legado.
TRACKLIST:
CD 1 (Puritanical Euphoric Misanthropia Remixed & Remastered):
1. Fear And Wonder
2. Blessings Upon The Throne Of Tyranny
3. Kings Of The Carnival Creation
4. Hybrid Stigmata - The Apostasy
5. Architecture Of A Genocidal Nature
6. Puritania
7. IndoctriNation
CD 2 (Puritanical Euphoric Misanthropia Remixed & Remastered):
1. The Maelstrom Mephisto
2. Absolute Sole Right
3. Sympozium
4. Perfection Or Vanity
5. Burn In Hell (Twisted Sister cover)
6. Devil’s Path
CD 3 (Dust Of Cold Memories):
1. Hybrid Stigmata - The Apostasy (Preprod Session 2000)
2. Blessings Upon The Throne Of Tyranny (Preprod Session 2000)
3. IndoctriNation (Preprod Session 2000)
4. Architecture Of A Genocidal Nature (Preprod Session 2000)
5. Absolute Sole Right (Preprod Session 2000)
6. Fear And Wonder (The Koltbotn Tapes)
7. Blessings Upon The Throne Of Tyranny (The Koltbotn Tapes)
8. Kings Of The Carnivel Creation (The Koltbotn Tapes)
9. Puritania (The Koltbotn Tapes)
10. The Maelstrom Mephisto (The Koltbotn Tapes)
11 Sympozium (The Koltbotn Tapes)
Ninguém nunca disse que seria fácil. Quando o "Enthrone Darkness Triumphant" foi lançado em 1999, uma obscuridade emergiu das sombras do underground do Black Metal norueguês e tomou de assalto os corações de todos os fãs da música sombria, agressiva e dramática.
O DIMMU BORGIR tornou-se sinônimo do sucesso da tendência underground mais extrema e radical que o gênero Heavy Metal já testemunhou. As extensas turnês e as apresentações em todos os principais festivais europeus mostraram o poder estético que a sua majestosa personificação do mal exercia sobre os não iniciados. As paradas de sucesso de vários países europeus foram confrontadas com a música do diabo com esplendor indisfarçável. A maioria desses contos de fadas normalmente não foram feitas para durar para sempre. E eu ainda posso ouvir os gemidos da autodenominada elite underground sobre a comercialização indevida, ainda posso ver as mãos controladoras da moralidade, tentando afastar essa ameaça satânica. Porém, nenhuma dessas posturas vai durar mais do que o lançamento desse álbum, o quarto da, naquela época, ainda jovem carreira do DIMMU BORGIR.
Eles tomaram o sucesso comercial de seu antecessor como um incentivo para eliminar todos os elementos "agradáveis" de seus lançamentos futuros. "Spiritual Black Dimensions" é um documento intenso e apaixonado de seu estilo de vida intransigente e de sua espiritualidade além dos artigos de fé representados pela sociedade e pela religião. A extensão de sua dedicação ao seu próprio universo é visível em cada uma das músicas. Miríades de pequenos detalhes formam as maiores e mais grandiosas estruturas. Longe de ser unidimensional, cada música é ao mesmo tempo pomposa e implacável, tentadora por sua beleza e repulsiva por seu peso esmagador. Entre essas aparentes contradições está o poder desta música, de modo que até mesmo as já mencionadas mãos controladoras da moralidade se voltarão para ver as cabeças batendo em um transe mágico. Obviamente, não é o poder divino de um narrador do conto de fadas, mas sim o trabalho árduo que tornou este álbum tão perfeito. Especialmente os novos membros Astennu (guitarra) e Mystis (teclados) desempenham um papel importante, pois eles trouxeram a complexidade que fará do "Spiritual Black Dimensions" um álbum que não poderá ser retirado de nenhum aparelho de som por um bom tempo. Também há um convidado especial nessas faixas.
Durante a sessão de gravação no renomado estúdio The Abyss com o famoso produtor de Black Metal Peter Tägtgren, eles trouxeram o vocalista do Borknagar e Arcturus, Simen Hestnæs (também conhecido como ICS Vortex). Seu canto marcante e arrepiante é como o lamento de um coro infernal ao lado da poesia sombria de Shagrath. É seguro dizer que o Black Metal não será o mesmo depois deste álbum.
Texto por Robert Müller (Hammer), dezembro de 1998.
TRACKLIST:
1. Reptile
2. Behind The Curtains Of Night - Phantasmagoria
3. Dreamside Dominions
4. United In Unhallowed Grace
5. The Promised Future Aeons
6. The Blazing Monoliths Of Defiance
7. The Insight And The Catharsis
8. Grotesquery Conceiled (Within Measureless Magic)
9. Arcane Lifeforce Mysteria
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal
Silenoz - Guitarra
Astennu - Guitarra
Tjodalv - Bateria, percussão
Mustis - Teclados
Nagash - Baixo
Com mais de três décadas de carreira, os noruegueses do DIMMU BORGIR conseguiram se tornar uma das maiores banda do gênero. Eles são um dos principais responsáveis por fazer do Black Metal um estilo bem mais popular e proeminente, que exerce influência até hoje em várias bandas ao redor do globo.
E a sua seguidinha de lançamentos, com poucos anos de intervalo, foi de grande ajuda para este feito. Portanto, para não deixar a peteca cair, no intervalo entre o álbum "Death Cult Armageddon" de 2003 e o álbum "In Sorte Diaboli" de 2007, o DIMMU BORGIR decidiu relançar seu segundo álbum de estúdio, intitulado "Stormblast" e lançado originalmente em 1996. Uma maneira certeira de relembrar o início de tudo, misturando-o com a explosão da sonoridade que o DIMMU BORGIR apresentava na época.
Mas este acabou não sendo um relançamento comum e corrente. A banda regravou o álbum quase em sua totalidade para esta ocasião e ainda adicionou duas novas faixas: ’Sorgens Kammer ? Del II’ e ’Avmaktslave’. Com Peter Tägtgren (Hypocrisy, Pain) como produtor e os ex-membros Hellhammer (Mayhem, ex-Dimmu Borgir) na bateria e Mustis (ex-Dimmu Borgir) nos teclados como convidados especiais, o DIMMU BORGIR ? formado na ocasião por apenas Silenoz e Shagrath ? queria adicionar uma nova dimensão ao álbum e, como resultado, temos uma versão ainda mais intensa e sombria do que a original.
TRACKLIST:
1. Alt Lys Er Svunnet Hen
2. Broderskapets Ring
3. Nar Sjelen Hentes Til Helvete
4. Sorgens Kammer - Del II
5. Da Den Kristne Satte Livet Til
6. Stormblast
7. Dodsferd
8. Antikrist
9. Vinder Fra En Ensom Grav
10. Guds Fortapelse - Apenbaring Av Dommedag
11. Abmaktslave
FORMAÇÃO:
Shagrath - Vocal, Guitarra, Baixo
Silenoz - Guitarra, Baixo, Voca
Durante sete anos um silêncio mortal encheu os corredores da cena Black Metal mundial mas a horda de todas as hordas, o DIMMU BORGIR, retornou em 2018, bem a tempo do seu 25º aniversário, com uma obra de arte viciante que pode ser definida como atemporal no sentido mais verdadeiro da palavra: "Eonian".
Do ponto de vista musical, com o seu décimo álbum de estúdio a banda explora todas as fronteiras com partes Black Metal ainda mais cruas e obscuras do que antes e épicos momentos orquestrais levados até um nível nunca imaginado e impressionante. Desta vez, o DIMMU BORGIR esteve buscando um som mais orgânico para as suas músicas e, por esse motivo, chamaram ao produtor Jens Bogren para produzir as 10 faixas no seu estúdio Fascination Street. A arte de capa foi desenhada com detalhes fascinantes pelo inspirado artista polonês Zbigniew M. Bielak (Watain, Absu, Vader)
O núcleo de composição do DIMMU BORGIR é composto pelo carismático vocalista Shagrath e os guitarristas Silenoz e Galder (Old Man?s Child), mas outros rostos familiares também emergem da escuridão: o baterista Daray (Vesania, Vader) e o tecladista Gerlioz (The Kovenant) ainda fazem parte do time e Gaute Storaas ajudou com os arranjos corais para as majestosas vozes da Schola Cantrum Choir.
Liricamente, o décimo álbum de estúdio dos noruegueses segue um conceito filosófico que lida com a ilusão do tempo e os códigos luciferianos: "O tempo, quando não se aproxima do constructo que estamos acostumados, não pode ser definido e, portanto, é ilusório", explicou Silenoz. "Há apenas um ’agora eterno’, que o título do álbum já está insinuando. Quando viajamos entre os mundos visíveis e invisíveis, a percepção do tempo deixa de existir, não tem função. A nossa energia é a nossa tocha e a nossa bússola quando atravessamos a fenda, quando vamos além". Silenoz recusou-se a fornecer mais informações do que isso, daí o porquê dos álbuns do DIMMU BORGIR estarem sempre abertos para interpretação e parecerem uma sala escura onde cada ouvinte acredita ver algo diferente diante dos seus olhos.
"’Eonian’ representa a ilusão do tempo, tudo o que é e sempre foi. Para nós, também marca o 25º aniversário do DIMMU BORGIR e o álbum em si é uma homenagem à nossa própria história e à história do Black Metal norueguês", acrescentou Shagrath.
Desde o seu álbum de estreia ?"For All Tid" de 1994, o DIMMU BORGIR vem lançando os seus épicos álbuns em intervalos regulares, mas dessa vez, os noruegueses não conseguiram domar a fera da criatividade tão rapidamente e, por isso, eles aproveitaram o tempo para tecer lentamente suas ideias coletivas: "Algumas músicas deste álbum foram escritas em 2012. Cada um de nós tem o seu próprio estúdio de pré-produção e escrevemos separadamente, sem muita comunicação no começo. Durante um período de um ou dois anos, coletamos as nossas ideias e nos reunimos para tentar tirar o maior proveito do material", disse Shagrath. "Às vezes isso pode ser bastante desafiador porque temos gostos e opiniões diferentes, mas isso também o torna mais interessante para o ouvinte porque queremos criar músicas que façam você se sentir como se não soubesse o que há ao virar na próxima esquina".
Silenoz concordou: "O desafio principal é conter a fera. Você está tão compenetrado no que está fazendo que às vezes é fácil esquecer que você tem que se aproximar da fera sem acordá-la imediatamente, porque você sabe que não será capaz de controla-la. Na verdade, é inútil mentir a si mesmo falando que acredita que você pode controlar a arte... É como entrar na toca de um leão apenas com uma corda amarrada na cintura, caso você precise ser puxado para fora rapidamente. Ser os nossos próprios produtores também significa que temos que deixar de lado os nossos egos e olhar para o nosso material desde uma perspectiva ?externa?. Essa é outra parte desafiadora do processo de composição porque você coloca muito de si e então começa a tirar coisas ao invés de adicionar, é um processo difícil. Deixar fluir às vezes pode ser realmente difícil, mas quando saímos de nós mesmos e olhamos para a boca da fera, só então somos capazes de distinguir como alimentá-la em seguida".
Deste modo, tanto as clássicas músicas Black Metal como ’Lightbringer’ quanto os hinos altamente sinfônicos como ’Interdimensional Summit’ se reúnem em "Eonian" ao lado de uma das favoritas da banda, a folclórica e experimental ’Council of Wolves And Snakes’. Arriscando ir além do horizonte, essa música prova que a banda continua "sem fórmula, sem limites", como Silenoz sempre prometeu, e mostra que o caminho escolhido muitas vezes os leva a lugares onde nunca esperaram acabar quando começaram sua jornada.
No seu predecessor, "Abrahadabra", os noruegueses irritaram alguns elitistas do black metal com o seu visual branco e cinza. E apesar de terem escolhido uma aparência diferente "Eonian", o DIMMU BORGIR sempre tem alguma surpresa sob a manga: "Nós definitivamente somos uma banda que não segue regras, e se as houver com certeza estamos prontos para quebra-las. Não que seja um objetivo em si, é apenas quem realmente somos. Sabíamos que o visual branco e cinza torceria alguns narizes, mas o que quer que façamos, ou não, acabaremos torcendo os narizes", afirmou Silenoz e Shagrath acrescentou: "O álbum é como um renascimento, mas também como uma continuação lógica. A nossa música vem naturalmente. Não estamos sentados em um círculo pensando no que poderíamos fazer a seguir, tem que vir com a corrente e com o que quer que esteja na sua cabeça naquele momento, ele precisa ser espontâneo e é exatamente o que podíamos fazer naquele momento. Cada um dos nossos lançamentos está ligado a um certo período das nossas vidas".
TRACKLIST:
1. The Unveiling
2. Interdimensional Summit
3. Ætheric
4. Council Of Wolves And Snakes
5. The Empyrean Phoenix
6. Lightbringer
7. I Am Sovereign
8. Archaic Correspondence
9. Alpha Aeon Omega
10. Rite Of Passage
FORMAÇÃO:
Shagrath - vocal
Silenoz - guitarra rítmica
Galder - guitarra líde
LIMITADO: 500 CÓPIASGênero: Black Metal Sinfônico
SOBRE O ÁLBUM:
À medida que evocam novas composições sombrias, o DIMMU BORGIR faz uma retrospectiva, no seu 30º aniversário, fazendo um grande tributo aos artistas seminais que deixaram uma marca definidora em seu som.
O DIMMU BORGIR foi concebido no coração da cena black metal norueguesa em 1993 e rapidamente se libertou das fronteiras do gênero, ousando combinar o tradicional e característico som cru com uma orquestração sinfônica opulenta. Assim, eles se tornaram os pioneiros em seu próprio campo, criando álbuns inovadores, e agora clássicos, como "Enthrone Darkness Triumphant" (1997), "Spiritual Black Dimensions" (1999) e "Death Cult Armageddon" (2003), invadindo o mundo inteiro com incríveis turnês e eventualmente se transformando em uma das bandas mais influentes do seu gênero após o lançamento de nove álbuns de estúdio.
Após seus dois últimos álbuns de sucesso, "Abrahadabra" (2010) e "Eonian" (2018), e a versão remixada de 2022 de "Puritanical Euphoric Misanthropia", o DIMMU BORGIR anuncia o seu legado de 30 anos ao lançar, todos em um único álbum pela primeira vez, uma coleção dos seus covers (devidamente) intitulado "Inspiratio Profanus".
A coletânea traz os covers de ’Black Metal’ (VENOM), o definidor de todo um gênero ’Perfect Strangers’ (DEEP PURPLE), o favorito dos fãs ’Burn In Hell’ (TWISTED SISTER) e interpretações eletrizantes do lendário CELTIC FROST, bem como de outros artistas imensamente influentes!
TRACK LIST
1. Black Metal (Venom)
2. Satan My Master (Bathory)
3. Dead Men Don?t Rape (G.G.F.H.)
4. Nocturnal Fear (Celtic Frost)
5. Burn In Hell (Twisted Sister)
6. Perfect Strangers (Deep Purple)
7. Metal Heart (Accept)
8. Nocturnal Fear (Celtically Processed) (Celtic Frost)
FORMAÇÃO ATUALShagrath » Vocal, Teclados, Baixo
Silenoz » Guitarra, Baixo
Galder » Guitarra, Baixo
HOLY DIVER, é uma adaptação oficial para os quadrinhos da história por trás das músicas do principal álbum de Dio.
Escrita pelo aclamado roteirista de quadrinhos de terror Steve Niles, a HQ contará a história por trás dos eventos que levaram ao pesado momento capturado na capa de Holy Diver, uma das capas mais icônicas da história do heavy metal. Por que o padre está sendo atirado no oceano? Quem é de fato o vilão naquela cena? Essas e muitas outras perguntas que intrigam a mente de fãs há décadas serão respondidas pela primeira vez.
Desenhada por Scott Hampton (Deuses americanos, O livro do cemitério, Hellboy), essa história em quadrinhos de 128 páginas levará todo o imaginário da obra musical de Dio a um novo patamar visual, dando forma e vida a músicas que marcaram toda uma geração. Com capa dura e acabamento especial.
TIPO: DVD
ANO: 2017
ORIGEM: NAC
DVD, gravado ao vivo em Brno, República Checa, em dezembro de 2016.
Track List:
1. Intro
2. Starlight (Accept cover)
3. Living for Tonite (Accept cover)
4. Flash Rockin’ Man (Accept cover)
5. London Leatherboys (Accept cover)
6. Midnight Mover (Accept cover)
7. Breaker (Accept cover)
8. Head Over Heels (Accept cover)
9. Neon Night (Accept cover)
10. Princess of the Dawn (Accept cover)
11. Winter Dreams (Accept cover)
12. Restless and Wild (Accept cover)
13. Son of a Bitch (Accept cover)
14. Up to the Limit (Accept cover)
15. Wrong Is Right (Accept cover)
16. Midnight Highway (Accept cover)
17. Screaming for a Love-Bite (Accept cover)
18. Monsterman (Accept cover)
19. T.V. War (Accept cover)
20. Losers and Winners (Accept cover)
21. Metal Heart (Accept cover)
22. I’m a Rebel (Accept cover)
23. Fast as a Shark (Accept cover)
24. Balls to the Wall (Accept cover)
25. Burning (Accept cover)
26. Outro (I Give as Good as I Get)