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Gênero: Black Metal Progressivo
SOBRE O ÁLBUM:
No verdadeiro estilo ENSLAVED, o 16º álbum dos viajantes de Bergen, "Heimdal", é tanto uma partida quanto uma comunhão com as raízes forjadas há mais de três décadas, nos turbulentos espasmos do nascimento da cena Black Metal da Noruega. Fundado em 1991 pelos então precoces jovens Ivar Bjørnson e Grutle Kjellson, o ENSLAVED estava determinado a seguir um curso diferente de seus colegas satânicos que queimavam igrejas, voltando toda a sua atenção para a tradição viking e escrevendo a maioria das letras de seu álbum de estreia "Vikingligr Veldi", de 1994, em islandês por sua proximidade com o nórdico antigo.
Os álbuns subsequentes, "Frost" e "Eld", explicando as propriedades dinâmicas e combinatórias do gelo e do fogo, permanecem como ícones incandescentes dentro da cena Black Metal mundial com seus riffs febris e atmosferas cheias de pompa. Eles foram vislumbres da orientação do ENSLAVED, à medida que passaram a unir os mundos extremos e progressivos, com esse espírito inquieto que era a fonte de uma jornada contínua de descobertas.
O álbum "Utgard" de 2020 foi o início de uma nova e importante fase para a banda, mergulhando mais fundo ainda na natureza esotérica da mitologia nórdica, mas com pontos de partida mais precisos para um grande salto para dentro do desconhecido. Mais simplificado do que seus predecessores de várias camadas, "In Times" de 2015 e "E" de 2017, "Utgard" abriu novas extensões para explorar e suas ruminações na terra sombria dos gigantes de gelo nórdicos, os Jotun, encontraram paralelos com os estados psicológicos do inconsciente e a peregrinação aos nossos próprios sombrios corações, sendo tudo isso o início do caminho do autoconhecimento.
Para o ENSLAVED, cada estágio de uma jornada planta uma semente para a próxima jornada. Após o EP "Caravans To The Outer Worlds" de 2021, "Heimdal" oferece outro novo ato tangencial de descoberta, outro ponto de embarque para uma passagem solene, expectante e emocionante pelos reinos dos sentidos.
"Heimdal" recebeu o nome da entidade mais misteriosa da mitologia nórdica. Mais conhecido como o porteiro entre os nove reinos nórdicos, ele é uma fonte de especulação constante, pois os estudiosos continuam a oferecer novas interpretações sobre suas origens e seus propósitos.
"É um conceito muito estranho", diz Ivar. "Não tenho certeza do que fizemos neste álbum, mas fui atraído pelos mitos de Heimdal desde o início. ’Heimdallr’ foi uma das primeiras músicas que escrevemos para o Enslaved, e foi um ponto de entrada para o mundo da mitologia nórdica. Existem contradições sobre quem são seus pais e teorias maravilhosas de que ele poderia ser Odin. Há uma teoria que achei particularmente interessante, e muito do álbum é baseado nisso, que depois do Ragnarok que está chegando, ele será o novo deus principal depois de Odin. E isso leva a todos os tipos de especulações adicionais. Portanto, em vez de pegar um conceito e uma estrutura e preenchê-los, isso é mais como descer pela toca do coelho. Estamos perseguindo todas essas ideias com as quais começamos e pelas quais ainda somos fascinados".
A relação de pai/filho entre as figuras de Heimdal e Odin reflete a jornada que o ENSLAVED têm percorrido por esses longos 30 anos: o diálogo entre as versões mais velhas e mais jovens de si mesmo e como eles estão separados ou unidos como um só indivíduo. Como bem diz Ivar: "Parece que apenas ontem tínhamos 15 ou 18 anos, estávamos dirigindo por Haugesund jogando ovos nas pessoas durante um intervalo de ensaio, e depois que porra, temos filhos? É uma espécie de Ragnarok de meia-idade, não uma crise, mas uma virada de esquina. Seja pela segurança que você tem agora ou porque agora em um sentido você está morrendo mais do que crescendo, essa busca pela incerteza se torna ainda mais urgente".
Esse diálogo entre os EUs mais velhos e os mais jovens também é aparente musicalmente em "Heimdal". No álbum, você encontrará homenagens às influências formativas do ENSLAVED, desde revigorantes riffs de thrash alemão até as batidas propulsivas do Led Zeppelin. Mas eles são o motor para as pastagens frescas e muitas vezes inesperadas da banda.
Começando com o ranger das cordas, o bater das ondas e o toque de uma corneta, ’Behind The Mirror’, é uma mistura do desejo de viajar e os sermões proféticos de Grutle. ’Congelia’ cavalga a crista das ondas mais furiosas, enquanto ’Kingdom’ é uma odisseia psicodélica com um sentimento ansioso de coração na boca. Mas são as constantes mudanças e contrapontos dentro dessa dinâmica geral de "Heimdal" que lhe dão uma sensação de imersão e total integridade.
"Existem muitas camadas e sempre há algo acontecendo", diz Grutle. "Isso não é algo que você percebe de cara na primeira vez que ouve, mas aqueles álbuns que você tem que dar uma pesquisada sempre foram os mais atraentes para mim, onde você tem um senso de propriedade e antecipação. Era isso que obtínhamos quando comprávamos álbuns nos anos 80, e esses são os sentimentos que queremos trazer de volta". Você não saber para onde "Heimdal" o levará a seguir é o objetivo principal do álbum. As duas últimas faixas deste trabalho são ’Behind The Mirror’ e a faixa-título e ambas se refletem conceitualmente, em termos de serem escravas de seus próprios estados de transição.
"Heimdal também é o deus do amanhecer e anuncia o amanhecer com sua corneta", explica Ivar. "Então, o que você ouve na introdução de ’Behind The Mirror’ é o som de despedida da terra, aproximando-se daquele amanhecer que está atrás de um banco de neblina, e você ouve a corneta de Heimdal. E você rema para o novo dia, sem saber o está detrás".
"A corneta foi tocada por Eilif Gundersen de Wardruna", diz Grutle, "e é super alta. Então você pode imaginar como isso deve ter soado quando eles usavam aqueles chifres em suas cerimônias e para anunciar as batalhas. Deve ter sido tão assustador, tão grande, tão divino. É como se reconectar ao seu desconhecido passado esotérico".
A última faixa é composta de três partes. Na primeira, Heimdal anuncia que o Ragnarok está próximo e que ele nos encontrará do outro lado; para a segunda, Ivar pediu aos amigos que gravassem uma mensagem para seu eu futuro como se fosse o ínterim entre o velho e o novo mundo, todos os quais aparecem na música, combinados com leituras de um texto antigo conhecido como feitiço de Heimdal. E na terceira parte, Heimdal reaparece como o navegador da raça humana, levando-nos a um destino ainda indefinido, que é onde termina o álbum. Incerto, sem coordenadas para nos orientar, mas cheio de esperança.
"Restam apenas fragmentos do feitiço de Heimdal", diz Grutle. "Está em nórdico antigo e refere-se à sua criação, que ele é o filho das nove irmãs do mar, que representam as nove formas da onda. Então isso está no topo de todas aquelas vozes, indo e voltando e é uma espécie de passagem esotérica. É a conclusão de toda a jornada. É um portal para o reino de Heimdal, que é como colocar a mão no vazio. Espero que você volte inteiro".
"Eu diria que Heimdal é um álbum que aponta para novos começos e um amanhecer que está do outro lado do ápice da terra", conclui Ivar. "Você não sabe o que tem do outro lado, mas vai lá. É uma continuação do conceito ’Utgard’. Claro, você tem que ir para a escuridão, isso é tudo metal e muito bom, mas a consequência é que você tem que ir para o amanhecer e ver o que o novo dia traz".
"Heimdal" é um reflexo dos caminhos percorridos, uma promessa de um novo começo e um rito de passagem entre os dois. Verdadeiramente um álbum para todos os tempos.
TRACK LIST
1. Behind the Mirror
2. Congelia
3. Forest Dweller
4. Kingdom
5. The Eternal Sea
6. Caravans to the Outer Worlds
7. Gangandi
8. Heimdal
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Uma entrega sinistra de cinzas e fumaça...
CD Digibook DUPLO + livreto de 40 págs.
Tracklist:
CD 1: Actvs Primvs: Imps, ignis spiritvs, aqva et aer ingeniorvm formant circvlvm, qvi flammam sollertem in altari diaboli protegit.
I – Opening
II – The Pact (Hermetic circle of the black moon and the golden age)
III – The Stela (The immaculate skin of a Scarlet Queen, Isis)
IV – Death (A reliquary, a cameo, a drop of blood and a bottle of Ambar!)
V – The Invocation (on the mystical stones a perfect night in the darkness)
VI – Sacrifice (the dagger, the table and the blood of the lightborn dripping on the ivory)
VII – The Mass (The black consecration of the five glories cult)
CD 2: Secundus Actus: Lamina penetrans carnem et mortale, qvi dolorem et volvptatem sentit cvm gemitv vsqve ad silentivm
VIII – The Orgy (copulation in the temple of the great black goat that completes a cycle of existence)
IX – Regere Sinister (Instrvmentvm Mortis… Sangvinem, ferro, candelabrvm, lvcernas, altare) – instrumental
X – The Altar (The blood of the mortal, the idol in its triumphal splendor and the shroud)
XI – The Athame (Only those who watch in delirium, found the way he walks)
XII – The Astral Sun´s Light (The revelation of the one who carries the incandescent beam of light)
XIII – The Consecration (To the dead in the darkness, to the blind, to the blindfold and to the virgin his own vaginal blood)
XIV – Reqviem (Naberivs´ Area)
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Gênero: Thrash/Speed Metal
SOBRE O ÁLBUM:O EVIL INVADERS está de volta e mais uma vez com uma verdadeira obra-prima do Heavy Metal notavelmente melódica e extrema!
Os pioneiros do Heavy Metal belga, o EVIL INVADERS, lançaram o seu terceiro álbum de estúdio, intitulado "Shattering Reflection", em 1º de abril de 2022 via Napalm Records... e agora o álbum também está disponível no Brasil, Argentina, Chile e Uruguai pela parceria entre a Shinigami Records e o selo austríaco.
A banda levou quase cinco anos para compor um novo disco, mas sem dúvida valeu a pena esperar cada segundo. O EVIL INVADERS encontrou o equilíbrio perfeito entre músicas fast, mid e slow tempo, focando em refrães fortes, letras tocantes e até alguns toques progressivos que vão pegar todos os fãs de Heavy Metal pela garganta e fazer eles gritar por mais! "Shattering Reflection" promete ser um divisor de águas para o quarteto belga, já que a banda parece ter encontrado sua própria fórmula para levar o Heavy Metal para uma direção nunca imaginada.
"Shattering Reflection" decola com um rápido Heavy Metal ’Hissing in Crescendo’, seguido pelo épico hino ’Die For Me’ que já está destinado a se tornar um clássico de todos os tempos do EVIL INVADERS. Um lado mais calmo é devidamente explorado em faixas como o opus de mid-tempo ’Forgotten Memories’, criando uma densa e pesada parede de som com vocais e letras igualmente penetrantes sublinhadas pelo virtuosismo de um belo solo de guitarra. Esta emocionante epopeia está alinhada com a faixa ’In Deepest Black’, que mostra ainda mais como a banda consegue criar clássicos e puros hinos do Heavy Metal com linhas de guitarra melódicas e refrães cativantes, que rastejam incansavelmente dentro da cabeça dos ouvintes. Também é a prova e como o Jöe amadureceu à medida que seus vocais entram em uma dimensão totalmente nova, tanto nas gamas altas quanto nas baixas. Pelo contrário, ’Sledgehammer Justice’ é uma explosão furiosa de um clássico Thrash/Speed Metal em que o quarteto belga vai a todo vapor com ritmos martelados e insanos solos de guitarra! Outro destaque do álbum é a sombria ’The Circle’, que nos traz uma atmosfera totalmente arrepiante com uma bateria poderosa e excelentes linhas de guitarra. Os fãs do King Diamond definitivamente vão perceber a influência e adorar esta música! Ao longo do álbum, a banda consegue manter um perfeito equilíbrio entre o Heavy Metal Extremo rápido com faixas afiadas e dignas de um bom mosh, bem como hinos midtempo muito melódicos, mais intensos e orientados para o refrão.
"Shattering Reflection" é um álbum realmente monstruoso que provará que, em uma nova geração de bandas de Metal, o EVIL INVADERS foi capaz de desenvolver seu som e amadurecer disco após disco, assim como as grandes bandas clássicas fizeram nos bons e velhos tempos. Com absoluta certeza, você vai querer ouvir este álbum do começo ao fim!
TRACK LIST
1. Hissing In Crescendo
2. Die For Me
3. In Deepest Black
4. Sledgehammer Justice
5. Forgotten Memories
6. Realm of Shadows
7. Eternal Darkness
8. My World
9. Aeon
10. The Circle
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Última cópia!!!!
Versão Caixa Acrílica + Slipcase
Com Adesivo Prateado com logo Clássico do Evoken!
Slipcase contendo a arte clássica da Demo de 1994.
Encarte com a arte lançada pela Displeased Records 2009.
Arte do Slipcase restaurada por Alcides Burns.
Relançamento do primeiro grande material do Evoken em uma edição especial para colecionador!
Prensagem em 300 cds numerados.
Ultra Limitado! CORRA!!!
Faixas:
1 Intro 2:26
2 In Graven Image 8:04
3 Shades Of Night Descending 8:30
4 Towers Of Frozen Dusk 6:15
5 Into The Autumn Shade 9:04
6 The Hills Of Arctic Stillness (Demo 1996) 9:55
7 Embrace The Emptiness (Demo 1996) 13:33
8 Outro (Demo 1996) 3:27
Faixas Bônus
9 Among The Whispering Spirits (Demo 1997) 9:34
10 Outro (Demo 1997) 2:15