“A entidade Poisonous exala mais uma evocação a pestilência e infâmia, os Pilares da Perdição “Doomed Pillars” ascendem a sua proclamação e eis aqui que o fim dos tempos começa!”
Segundo álbum completo. Heavy Metal Darkness para quem gosta de Metal Sabbathiano e Black Metal antigo!
CD acrílico, alta qualidade. Versão brasileira.
Houve uma época em que o poder genuíno vinha através de uma erupção sonora do que hoje em dia é conhecido como Death Metal Old School. E tal como acontece com a maioria das recém-nascidas e novas formas de arte, em sua gênese foi preenchida com uma energia fresca e vibrante e foi praticamente adotada pela maioria dos músicos de cena na época. O poderoso POSSESSED foi uma das bandas que inicialmente deu origem a este novo e excitante gênero com o seu álbum de estreia, e agora clássico, "Seven Churches" de 1985 e estabeleceu qual seria a cara do gênero. Até mesmo o saudoso e inesquecível Chuck Schuldiner, guitarrista e fundador da banda Death, que também é creditado como um dos criadores do gênero, era inflexível ao falar sobre as influências do álbum sobre ele e a sua música.
Infelizmente, como acontece com muitos pioneiros, uma grande tragédia abalou à banda: em 1989, o seu vocalista Jeff Becerra ficou paraplégico após ser baleado num assalto. E este acontecimento colocaria a banda em um hiato por quase duas décadas. Após o tempo de "cicatrização", o POSSESSED ressurge agora com o seu tão aguardado novo e poderoso álbum "Revelations Of Oblivion".
Depois de várias mudanças de formação e de uma incansável busca pela perfeição, a combinação definitiva foi escolhida: o fundador e compositor Jeff Becerra (Vocal), Daniel Gonzalez (guitarra), Claudeous Creamer (guitarra), Robert Cardenas (baixo) e Emilio Marquez (bateria). Com a maioria das faixas escritas por Jeff Becerra e seu parceiro no crime, Daniel Gonzalez, "Revelations Of Oblivion" apresenta o que todos os fãs da banda esperam: o familiar, poderoso e original som do POSSESSED.
A arte de capa e o encarte são obras do artista polonês Zbigniew Bielak que já trabalhou para bandas como Absu, Deicide, Ghost e Paradise Lost, entre outras bandas. A capa irradia um sentimento complexo, demoníaco e cheio do fogo infernal e conta uma história magnificamente detalhada através das imagens simbólicas e abstratas de catedrais, demônios horripilantes e vitrais góticos.
Embora tenhamos visto transformações por toda a humanidade nas últimas décadas, ainda existe um resquício de horror dentro da maioria das religiões, que muitas vezes aparecem pregando amor e modéstia mas alguns acreditam que realmente eles possuam um desejo pelo poder que um dia será a ruína da humanidade como a conhecemos. E é com a arte de capa e a mensagem dentro do álbum que o POSSESSED espera trazer de volta o verdadeiro significado de medo que já foi associado com a ideia do mal.
Faixas como a poderosa ?No More Room In Hell? descrevem um inferno na Terra onde não existe mais Deus, Satanás ou vida após a morte para discernir o que está certo do que está errado, apenas remanescentes da humanidade vivendo em constante tortura. ?The Word?é mais profunda em relação aos ideais menos tangíveis de uma visão religiosa, como a perda das sagradas escrituras, e como a humanidade reagiria se não existisse mais a "palavra de Deus" para impor disciplinas e limites a ela. Músicas como ?Ritual? e ?Graven? concentram-se em noções mais específicas do que significam ódio e religião e o que significa se envolver com estas coisas.
Coproduzido por Daniel Gonzalez e com a produção executiva de Jeff Becerra, o álbum foi gravado nos NRG Studios e Titan Studios, e mixado e masterizado pelo renomado Peter Tägtgren (Hypocrisy, Pain, Bloodbath) no Abyss Studios.
Segundo Becerra, "trabalhar com Peter foi uma experiência fantástica. Pensamos muito sobre quem queríamos para produzir o nosso álbum. Como não tínhamos lançado nada novo em mais de 30 anos, era essencial que encontrássemos a pessoa certa. O nome de Peter ficava sempre aparecendo, falei com os meus colegas de banda e percebemos que todos gostávamos muito de Peter já que ele é muito orgânico e sentimos que era alguém que se encaixaria bem em nosso processo".
Rastejando para fora de um inferno vazio de criação e vida, o POSSESSED retorna para reacender a chama do verdadeiro Death Metal.
Prepare-se para a ressurreição de uma era musical com "Revelations Of Oblivion"
A Misanthropic Records tem a honra de apresentar:
PRALAYA - "KATABASIS - Descida ao Abismo Interior Retificando a Amorfa Chama da Dissolução"
- Edição CD Box Die Hard incl. CD Slipcase, patch, metal pin, pôster e adesivo, limitada em 50 cópias
Tracklist:
1. Summa Lotus Rubrae
2. Apostasia da Carne
3. Exaltação da Negra Kundalini
A Misanthropic Records tem a honra de apresentar:
PRALAYA - "KATABASIS - Descida ao Abismo Interior Retificando a Amorfa Chama da Dissolução"
- Edição CD Box Die Hard incl. Cd Slipcase, patch, metal pin, pôster e adesivo, limitada em 50 cópias
Tracklist:
1. Summa Lotus Rubrae
2. Apostasia da Carne
3. Exaltação da Negra Kundalini
General notes:
Digisleeve format, released in a limited edition (300 copies) hand numbered, cones with a double poster (24 x 24 cm) & OBI strip.
Preceptor notes:
Recorded by Fred Stefani at Throl's Cave, Belo Horizonte/MG - Brazil
Mixed and Mastered by Dennis Israel (ClintWorks)
Album cover by Daniel Tavares
Layout by Morone Hiffer
Preceptor is:
Du - Vocals
Fred - Bass
Morone - Drums and Backing Vocals
Bruno - Lead Guitars
Sérgio - Rhythm Guitars
Offal notes:
Recorded and Arranged by Offal
Engineered by Ivan Peliccioti
Mixed by Ivan Peliccioti and Offal
Recorded in October 2019 at O Beco Estúdiio, Curitiba/PR - Brazil
Cover artwork by Fernando IFL - Giotefeli Anti Arte
Inner artwork by Nico Rosso
Artwork direction by Tersis Zonato
Executive production by Eric Rossini
Dedicated and in loving memory of José Mojica Marins aka Zé do Caixão/Coffin Joe (1936-2020), for the huge influence, inspiration, and mighty contribution for the history of the Brazilian and worldwide horror cinema!
Offal is:
André Luiz - Vocals
Igor Thomaz - Drums
João Ongaro - Bass
Tersis Zonato - Guitars and Vocals
Gênero: Power Metal
SOBRE O ÁLBUM:
O renascimento da fênix das cinzas é um tema muito citado na história mundial. Mas, raramente se encaixa tão bem quanto se refere ao retorno triunfante do PRIMAL FEAR. Neste caso, quem está renascendo das cinzas é a águia com o novo e 13º álbum de estúdio da banda intitulado "Code Red". O disco é, além de um renascimento, uma contundente lição de metal; é a prova viva do poder curativo da música e da irmandade por trás dos riffs. Em "Code Red", os tradicionalistas do Power Metal alemão apresentam uma nova obra-prima que não deve nada a nenhum outro álbum da banda, nem o poderoso "Metal Commando" de 2020. O PRIMAL FEAR ressuscitou dos mortos!
"Code Red" é antes de mais nada um verdadeiro despertar para o produtor Mat Sinner que, após lutar contra uma doença grave, conseguiu recuperar sua vida e sua paixão com uma admirável resistência e uma força de vontade de ferro. "Depois da minha doença, este álbum foi meu caminho musical de volta à normalidade", diz Sinner. "Code Red foi a primeira produção da qual pude participar novamente. Para mim, foi uma experiência formativa. Fiquei muito feliz por poder ser criativo com os caras no estúdio novamente. Fazer este álbum significou o mundo para mim".
Além de poder ouvi-lo, é claro, você principalmente poderá senti-lo: o PRIMAL FEAR está contra-atacando de forma desafiadora, com força e uma atitude confrontante, mantendo o punho cerrado: "Agora mais do que nunca!"Mat Sinner lutou contra o Ceifador e VENCEU! "Eu estava morto e tive uma segunda chance", diz ele. A reencarnação de "Code Red" é a história do próprio músico e como ele enganou a morte. Porque se há alguma coisa que o mestre Mat Sinner aprendeu nos últimos três anos, é que tudo é finito. E a vida é muito curta para apenas ouvir música ruim. Talvez ele ainda não esteja onde costumava estar. Mas ele estará. Um pequeno passo a cada dia. "Para mim, tudo sempre tem que ser muito rápido, então esta situação é simplesmente terrível para mim!" ele ri e com uma boa dose de humor ácido acrescenta: "Mas não dá para ganhar a Fórmula 1 com um Fusca".
Três anos após seu primeiro TOP 10 com "Metal Commando" e 25+ anos após sua lendária estreia com o seu álbum autointitulado, o vocalista Ralf Scheepers, o baixista/vocalista Mat Sinner, a tripla falange de guitarras composta por Tom Naumann, Alex Beyrodt e Magnus Karlsson e o baterista Michael Ehré estão nos bombardeando com um manifesto zeitgeisty que fornece onze argumentos essenciais de por que o Power Metal simplesmente nunca vai morrer. São defensores como o PRIMAL FEAR que mantêm a chama viva.
"Code Red" foi gravado na cidade alemã de Kempten, no estúdio ao vivo: "Tudo foi gravado lá, exceto os vocais que Ralf, mais uma vez, gravou em seu próprio estúdio. Todo o processo foi harmonioso e criativo, correu maravilhosamente bem. Depois, como sempre, tudo foi enviado para Jacob Hansen na Dinamarca, que tirou outros dez por cento", diz Sinner. No entanto, você deve ter percebido que as mixagens "cruas" estão na moda e outra banda a teria lançado do jeito que estava, sem pestanejar. Mas o PRIMAL FEAR não é uma banda qualquer. "Esses dez por cento são importantes para nós", concorda o líder da banda. "Isso é PRIMAL FEAR".
Liderando tudo isso está o furacão vocal de Ralf Scheepers: Um impressionante e estrondoso grito primordial, uma força da natureza que fica mais forte, em vez de mais fraca, com a idade. "Na verdade, acho que esta é a melhor performance de Ralf até agora", afirma Mat Sinner. "Nós mixamos os vocais um pouco mais alto especialmente por esse motivo".
Desde o primeiro single, ’Another Hero’, e a força furiosa de ’Painkiller’, até a tempestade de riffs icônicos que traz ’Bring That Noise’ e o épico hino nórdico ’Their Gods Have Failed’, o PRIMAL FEAR alimenta tanto seu próprio currículo quanto o gênero que eles definitivamente ajudaram a reconquistar sua antiga glória. Os grooves pesados de ’Deep In The Night’ levam diretamente para a batida impiedosa de ’Cancel Culture’, uma música forte sobre um assunto sério. "Existem países onde você simplesmente desaparece se falar o que pensa. Estas são situações inadmissíveis", diz Mat Sinner. "Mas não vou recuar. Sempre fui rebelde, não quero me conformar. E também não tenho que tocar em certos países. É simples assim".
O título do álbum tem um fundo similarmente atual: "O mundo inteiro está enlouquecendo!" exclama Sinner. "Cada vez mais países são governados por déspotas, nos EUA você pode escolher entre uma pessoa de 80 anos e uma de 78 anos. Isso me tira do sério. Quase não consigo mais assistir ao noticiário, tudo parece estar indo na direção errada. E se uma pessoa apertar o botão errado, acabou para nós. É por isso que é um código vermelho [red code]", diz o cérebro da banda. "Agora não é hora de cantar sobre rock?n?roll, garotas e bebidas". E ele está certo, claro. Mas, apesar de toda a urgência desses assuntos, "Code Red" é, antes de tudo, a vida vencendo a morte. Um renascimento do Power Metal em forma de chuva de riffs!
TRACK LIST
1. Another Hero
2. Bring That Noise
3. Deep In The Night
4. Cancel Culture
5. Play A Song
6. The World Is On Fire
7. Their Gods Have Failed
8. Steelmelter
9. Raged By Pain
10. Forever
11. Fearless
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PROFANATICA “Crux Simplex” CD Jewelcase Os infames do PROFANATICA emergem de seu covil com o novo álbum ‘Crux Simplex’. A sua mais recente salva de pecado e sacrilégio, esta ofensiva de dez vias é uma afronta desagradável que bastardia as primeiras 10 estações da cruz. Tracklist: 1. Condemned to Unholy Death 2. Take Up the Cross 3. The First Fall 4. Meeting of a Whore 5. Compelled by Romans 6. Wipe the Fucking Face of Jesus 7. The Second Fall 8. Cunts of Jerusalem 9. The Third Fall 10. Division of Robes
Digipack CD
1. Devastação Satãnica
2. Sabedoria Profana
3. Tempos De Guerra
4. Batalhas Sangrentas Do Mal
5. Almas Profanas
6. Ritual De Blasfêmia
7. Nazareno Charlatão
8. Na Terra De Satã