Um dos mais esperados álbuns dos últimos anos. 11 faixas do mais puro e impiedoso Death Metal.
"As composições sobre este novo opus representam a gama completa que o ASPHYX sempre faz, o que significa que você vai encontrar uma mistura bem conhecida de músicas furiosas de Death Metal e grandes, colossais passagens Doom, que podem ser encontrados em todos os lançamentos anteriores. Incoming Death é um álbum de Death Metal fino, tradicional, poderoso e brutal."
www.voicesfromthedarkside.de
Label: Terror Music – TERR 023, Tales From The Pit Records – TFP0046, Mutilation Productions – MUTP300
Format: CD, Album, Reissue, Slipcase
Country: Brazil
Released: 2021
Style: Black Metal
Gênero: Death Metal Progressivo
SOBRE O ÁLBUM:
Em abril de 2023, um dos pioneiros e uma das maiores lendas do Death Metal Progressivo, o ATHEIST, anunciou a volta de toda a sua discografia, que abrange os 30 anos de carreira da banda e inclui os álbuns "Piece Of Time" (1990), "Unquestionable Presence" (1991), "Elements" (1993) e "Jupiter" (2010), a todos os serviços de streaming. Esse retorno às plataformas digitais foi a primeira fase de uma mais do que merecida campanha de relançamentos que foi seguida por reedições destes clássicos em formato físico.
"Bem, finalmente chegou a hora do ATHEIST retornar à terra do streaming, e não poderíamos estar mais empolgados em ter nosso fluxo saindo da foz do maior rio de metal da Terra, a Nuclear Blast! Não há lugar melhor para aterrissar como banda do que a Nuclear Blast, e estamos muito animados para começar este novo capítulo com esta gravadora icônica. Aproveite todo o nosso catálogo de músicas conforme sua conveniência em todos os seus serviços de streaming favoritos. Grandes coisas nos aguardam em 2023!! Obrigado por mais de 30 anos de apoio ao ATHEIST!", declarou o guitarrista e vocalista Kelly Shaefer na época do anuncio.
Mas falemos agora do álbum que nos compete: "Elements"
Lançado originalmente em agosto de 1993, o terceiro álbum de estúdio da banda americana, "Elements", foi escrito, gravado e mixado em apenas 40 dias e apenas para cumprir o contrato com a sua gravadora daquela época, já que a banda tinha decidido se dissolver.
O álbum apresenta um terceiro guitarrista, Frank Emmi (Gentlemen Death, ex-Blackstorm), já que, inicialmente, Rand Burkey não iria aparecer no álbum e, como Kelly Shaefer havia desenvolvido a síndrome do túnel do carpo (impedindo-o de tocar qualquer coisa além de guitarra base), era necessária a presença de um novo guitarrista. Porém, antes de começar a gravar o álbum, Burkey resolveu voltar à banda, e assim acabou, pela primeira vez, com três guitarristas.
"Elements" foi o último álbum de estúdio do ATHEIST por 17 anos, até o lançamento de retorno, o "Júpiter", em 2010.
Este relançamento de 2023 inclui as versões ao vivo gravadas na rádio BBC, em 1992, de ’Unquestionable Presence’, ’On They Slay’, ’Enthralled in Essence’, ’The Formative Years’, ’Mother Man’ e ’Retribution’ como faixas bônus.
TRACK LIST
1. Green
2. Water
3. Samba Briza
4. Air
5. Displacement
6. Animal
7. Mineral
8. Fire
9. Fractal Point
10. Earth
11. See You Again
12. Elements
13. Unquestionable Presence (Live BBC Radio Broadcast 1992) [BONUS TRACK]
14. On They Slay (Live BBC Radio Broadcast 1992) [BONUS TRACK]
15. Enthralled in Essence (Live BBC Radio Broadcast 1992) [BONUS TRACK]
16. The Formative Years (Live BBC Radio Broadcast 1992) [BONUS TRACK]
17. Mother Man (Live BBC Radio Broadcast 1992) [BONUS TRACK]
18. Retribution (Live BBC Radio Broadcast 1992) [BONUS TRACK]VISITA À BANDA EM:FACEBOOKINSTAGRAMTWITTER
Gênero: Death Metal Progressivo
SOBRE O ÁLBUM:
Em abril de 2023, um dos pioneiros e uma das maiores lendas do Death Metal Progressivo, o ATHEIST, anunciou a volta de toda a sua discografia, que abrange os 30 anos de carreira da banda e inclui os álbuns "Piece Of Time" (1990), "Unquestionable Presence" (1991), "Elements" (1993) e "Jupiter" (2010), a todos os serviços de streaming. Esse retorno às plataformas digitais foi a primeira fase de uma mais do que merecida campanha de relançamentos que foi seguida por reedições destes clássicos em formato físico.
"Bem, finalmente chegou a hora do ATHEIST retornar à terra do streaming, e não poderíamos estar mais empolgados em ter nosso fluxo saindo da foz do maior rio de metal da Terra, a Nuclear Blast! Não há lugar melhor para aterrissar como banda do que a Nuclear Blast, e estamos muito animados para começar este novo capítulo com esta gravadora icônica. Aproveite todo o nosso catálogo de músicas conforme sua conveniência em todos os seus serviços de streaming favoritos. Grandes coisas nos aguardam em 2023!! Obrigado por mais de 30 anos de apoio ao ATHEIST!", declarou o guitarrista e vocalista Kelly Shaefer na época do anuncio.
Mas falemos agora do álbum que nos compete: "Jupiter".
Um ano após o lançamento de "Elements" de 1993, o ATHEIST decidiu encerrar suas atividades. Após umas breves reuniões para algumas aparições especiais em festivais, em julho de 2008, o vocalista, guitarrista e membro fundador Kelly Shaefer anunciou que ele e o baterista Steve Flynn se reuniriam para compor música juntos pela primeira vez desde "Unquestionable Presence" de 1991. Em 2009, a banda anunciou que havia assinado com o selo francês Season of Mist e um ano depois, entraria finalmente em estúdio para começar a gravar o novo e tão esperado quarto álbum "Jupiter".
Porém, um ano depois, a banda anunciou a saída do baixista Tony Choy, tendo que o guitarrista Jonathan Thompson gravar também todas as linhas de baixo para o novo álbum. "Jupiter" também marca a estreia do colega de Thompson no Gnostic, Chris Baker, na segunda guitarra.
"No final, Jupiter acerta mais do que erra, e não importa do ângulo que você olhe, será difícil argumentar com um novo álbum do Atheist. Especialmente um que soa tão natural quanto Jupiter", é assim como Tyler Munro do site Sputnikmusic definiu o álbum, que finalmente foi lançado em novembro de 2010, 13 longos anos depois do lançamento de "Elements".
TRACK LIST
1. Second to Sun
2. Fictitious Glide
3. Fraudulent Cloth
4. Live and Live Again
5. Faux King Christ
6. Tortoise the Titan
7. When the Beast
8. Third Person
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Gênero: Death Metal Progressivo
SOBRE O ÁLBUM:
Em abril de 2023, um dos pioneiros e uma das maiores lendas do Death Metal Progressivo, o ATHEIST, anunciou a volta de toda a sua discografia, que abrange os 30 anos de carreira da banda e inclui os álbuns "Piece Of Time" (1990), "Unquestionable Presence" (1991), "Elements" (1993) e "Jupiter" (2010), a todos os serviços de streaming. Esse retorno às plataformas digitais foi a primeira fase de uma mais do que merecida campanha de relançamentos que foi seguida por reedições destes clássicos em formato físico.
"Bem, finalmente chegou a hora do ATHEIST retornar à terra do streaming, e não poderíamos estar mais empolgados em ter nosso fluxo saindo da foz do maior rio de metal da Terra, a Nuclear Blast! Não há lugar melhor para aterrissar como banda do que a Nuclear Blast, e estamos muito animados para começar este novo capítulo com esta gravadora icônica. Aproveite todo o nosso catálogo de músicas conforme sua conveniência em todos os seus serviços de streaming favoritos. Grandes coisas nos aguardam em 2023!! Obrigado por mais de 30 anos de apoio ao ATHEIST!", declarou o guitarrista e vocalista Kelly Shaefer na época do anuncio.
Mas falemos agora do álbum que nos compete: "Unquestionable Presence".
Como o primeiro, este também é um grande clássico dentro do gênero. Considerado um álbum marcante que, dentre outros, determinou os rumos da cena do Technic Death Metal, "Unquestionable Presence" foi lançado originalmente em 1991 e "criou" um novo som adicionando diversos elementos como harmonias semelhantes ao jazz, além de sutis ritmos latinos e compassos extremamente incomuns.
Este segundo trabalho do ATHEIST, que em outubro de 2005 foi escolhido para ser parte do Decibel Magazine Hall of Fame, também é muito especial, pois foram aproveitadas as linhas de baixo que o falecido baixista Roger Patterson tinha escrito para o álbum. Para gravá-las, foi recrutado o experiente baixista Tony Choy (ex-Cynic, ex-Pestilence). Porém, o grande Patterson ainda pode ser ouvido nas versões de pré-produção e versões demo incluídas entre as 9 faixas bônus do relançamento de 2023.
TRACK LIST
1. Mother Man
2. Unquestionable Presence
3. Your Life’s Retribution
4. Enthralled in Essence
5. An Incarnation’s Dream
6. The Formative Years
7. Brains
8. And the Psychic Saw
9. Enthralled in Essence (Pre-production Demo 8/90) (Roger Patterson) [BONUS TRACK]
10. The Formative Years (Pre-production Demo 8/90) [BONUS TRACK]
11. Unquestionable Presence (Preproduction Demo 8/90) (Roger Patterson) [BONUS TRACK]
12. An Incarnation’s Dream (Preproduction Demo 8/90) (Roger Patterson) [BONUS TRACK]
13. Your Life’s Retribution (Preproduction Demo 8/90) (Roger Patterson) [BONUS TRACK]
14. Brains (Pre-production Demo 8/90) (Roger Patterson) [BONUS TRACK]
15. Enthralled in Essence (Demo 1990) (Roger Patterson) [BONUS TRACK]
16. Mother Man (Drum & Bass Tracks) [BONUS TRACK]
17. And the Psychic Saw (Rhythm Tracks) [BONUS TRACK]VISITA À BANDA EM:FACEBOOKINSTAGRAMTWITTER
Lançado em 2022, “Morbidity Triumphant” é o primeiro álbum completo dos maníacos do Autopsy desde “Tourniquets, Hacksaws and Graves” (2014). “Morbidity Triumphant” marca a estreia do baixista Greg Wilkinson, veterano músico e produtor norte-americano, que se junta aos membros remanescentes da formação clássica da banda, os guitarristas Eric Cutler e Danny Coralles e o baterista e vocalista Chris Reifert, para mais uma aula impecável de como se fazer Death Metal old school.
O novo álbum do Autopsy soa como uma continuação do Death Metal implacável e viciante apresentados nos clássicos álbuns “Severed Survival” (1989) e “Mental Funeral” (1991) e é, possivelmente, o melhor álbum da banda desde o retorno em 2010. Em “Morbidity Triumphant”, Autopsy segue praticando aquele Death Metal sujo e com influências do Death Doom mórbido e do Punk visceral com uma excelente produção e embalado com arte criada pelo lendário Wes Benscoter (Slayer, Vader, Bloodbath).
Com mais de 30 anos de carreira, oito álbuns completos e inúmeros EPs, Autopsy se mantem como uma das bandas mais relevantes e influentes da história do Death Metal!
CD Baest – Danse Macabre
NACIONAL – Primeiro álbum lançado em 2018
Primeira Edição brasileira 2021
Formato acrílico com encarte, mais pôster exclusivo 24 x 36 cm
Banda Dinamarquesa de Death Metal
Extreme Sound Records em parceria com a Misanthropic Records
CD Baest – Venenum
NACIONAL – Segundo álbum lançado em 2019
Primeira Edição brasileira 2021
Formato acrílico com encarte, mais pôster exclusivo 24 x 36 cm
Banda Dinamarquesa de Death Metal
Extreme Sound Records em parceria com a Misanthropic Records
O BEHEMOTH escolheu o nome "Evangelion" para o título de seu nono álbum de estúdio, um álbum que na época se destacou dentre os demais por conseguir pôr fogo dentro dos próprios confins do inferno. Mas é necessário se fazer uma ressalva em relação ao nome: o uso da palavra "evangelion" é frequentemente relacionado às histórias bíblicas sobre a salvação da humanidade, a morte sacrificial de Jesus e sua posterior ressurreição, porém, o BEHEMOTH escolheu usar a palavra em seu contexto etimológico mais puro, sem nenhuma conotação cristã. "Evangelion" é uma palavra grega que significa "espalhar as boas novas" e este nono álbum é o verdadeiro Evangelho da Nova Era, o verdadeiro evangelho dentro do que hoje consideramos Metal Extremo.
Representando um novo espectro de força, criatividade e determinação, "Evangelion" é o álbum que, sem dúvida, conduziu esta banda polonesa ao atingir de vez o auge dentro do Metal Extremo. O BEHEMOTH sempre foi considerado uma banda que não respeitava as fronteiras da autolimitação (na verdade, o mal não tem limites) e com "Evangelion", voltou com fúria e sede de vingança. Gravado no Radio Gdansk Studio, localizado na cidade natal da banda, com os reconhecidos irmãos Wojtek e Slawek Wieslawscy e o baterista Daniel Bergstrand como produtores e com a incrível mixagem cortesia do lendário Colin Richardson (Machine Head, Slipknot, Carcass), o resultado final é um álbum grandioso e bestial que vai rasgar em pedaços qualquer competidor.
Com "Evangelion", considerado em 2009 (ano do lançamento original) como o álbum mais inovador da banda, o BEHEMOTH foi além e superou todos os seus trabalhos anteriores de forma consistente, entregando simplesmente uma obra-prima do gênero. Algo sempre esperado pelo vencedor na categoria "Melhor Banda Underground" do Metal Hammer Golden Gold Awards 2009.
TRACKLIST:
1. Daimonos
2. Shemhamforash
3. Ov Fire And The Void
4. Transmigrating Beyond Realms Ov Amenti
5. He Who Breeds Pestilence
6. The Seed Ov I
7. Alas, Lord Is Upon Me
8. Defiling Morality Ov Black God
9. Lucifer
"Não há nada mais blasfemo do que isto". Estas são as palavras da mente por trás do BEHEMOTH, o sempre polêmico Nergal, explicando o título do 11º álbum estúdio da banda, "I Loved You At Your Darkest", lançado originalmente em 2018.
Embora pareça um título um tanto improvável para uma banda de Black Metal, principalmente a mesma que chamou seu álbum anterior de "The Satanist", sua origem vai surpreendê-lo ainda mais do que as próprias palavras do vocalista/guitarrista. "É um versículo da Bíblia", revela Nergal. "Na verdade, é uma citação do próprio Jesus Cristo. Para o BEHEMOTH usá-lo como base do nosso álbum, é um sacrilégio ao extremo".
É claro que o BEHEMOTH pode ser considerado um dos sinônimos da palavra blasfêmia. Ao longo dos anos, eles ultrapassaram os limites do Black metal e da heresia em si. Embora o sentimento anticristão possa parecer um clichê no que diz respeito à maioria das bandas de metal, para o BEHEMOTH essas ideias representam uma ameaça muito real à sua liberdade física. Repetidamente, o governo de seu país natal, a Polônia, os acusou de vários "crimes", como rasgar uma bíblia no palco em 2007 ou usar o brasão polonês em uma camiseta da banda em 2017.
"Obviamente, coisas assim podem te deixar bem puto. Mas acho bom ficar assim", diz Nergal com uma risada. "A raiva pode ser uma enorme força motriz, especialmente quando você faz música extrema. Mas política e socialmente, a Polônia é um país muito díspar. Você nunca pode se sentir totalmente seguro aqui. Assim fica mais fácil para mim ficar inspirado. Se eu morasse na Holanda ou na Austrália, não acho que estaria fazendo o que faço agora. Você pode fazer ou ser o que quiser nesses lugares. Eu sou um grande fã desse tipo de liberdade, mas eu realmente não tenho isso aqui. Lutar com isso diariamente faz de mim quem eu sou e alimenta minha paixão por esse estilo de música".
Nergal e seus colegas de banda, o baixista Orion e o baterista Inferno, canalizaram toda essa paixão e raiva em "I Loved You At Your Darkest". O álbum apresenta uma salva esmagadora de um Black Metal majestoso repleto de riffs infernais, bateria trovejante e coros litúrgicos que lembram os clássicos do cinema de terror, além de incorporar também solos de guitarra na veia rock ’n’ roll com dedilhados rápidos em músicas como ’God=Dog’, ’Ecclesia Diabolica Catholica’ e ’Sabbath Mater’. "Eu queria muito nos redefinir com este trabalho", explica Nergal. "I Loved You At Your Darkest é um álbum mais dinâmico. É extremo e radical por um lado, mas também é mais orientado para o rock do que qualquer outro álbum do BEHEMOTH".
Liricamente, "I Loved You At Your Darkest" mostra o tipo de provocação religiosa que o BEHEMOTH faz melhor. "É muito motivado pela religião, talvez mais do que qualquer coisa que fizemos antes", explica Nergal. "Mas não é apenas uma provocação barata. Eu acredito que esta é uma linguagem metaleira mais profunda. É arte".
"I Loved You At Your Darkest" foi produzido pelos próprios membros da banda, com coprodução de Daniel Bergstrand (Meshuggah, In Flames) nas partes de bateria, mixagem de Matt Hyde (Slayer, Children Of Bodom) e masterização de Tom Baker (Nine Inch Nails, Marilyn Manson). Sem esquecer da participação especial de orquestra polonesa com 17 membros, com arranjos de Jan Stoklosa e produção de Tomasz Budkiewicz. Ou como Nergal bem resume: "Praticamente todos os instrumentos foram gravados em um estúdio diferente e muitas pessoas incríveis estiveram envolvidas".
"Embora nossas origens se remontem ao Black Metal, o BEHEMOTH é algo maior", arrisca Nergal. "Conhecemos nosso legado, mas, com este álbum, procuramos avançar para um terreno mais alto!"
Hail BEHEMOTH!!!
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records.
TRACKLIST:
1. Solve
2. Wolves ov Siberia
3. God = Dog
4. Ecclesia Diabolica Catholica
5. Bartzabel
6. If Crucifixion Was Not Enough...
7. Angelvs XIII
8. Sabbath Mater
9. Havohej Pantocrator
10. Rom 5:8
11. We Are the Next 1000 Years
12. Coagvla
Uma das maiores hordas em atividade hoje, o BEHEMOTH, vem orgulhosamente apresentar "In Absentia Dei", a simplesmente espetacular e imersiva livestream transmitida pela primeira vez em setembro de 2020 da Polônia e que ofereceu aos fãs uma fuga mais do que bem-vinda durante o auge da pandemia do Covid-19. Este evento foi feito para definir um novo padrão para estas transmissões ao vivo e isso foi algo que o BEHEMOTH tinha como objetivo desde o início como bem explica o vocalista e baixista Nergal:
"In Absentia Dei foi um grande desafio e um grande risco, mas foi um grande sucesso artístico e comercial. A resposta do público foi absolutamente magnífica ? fizemos um precedente com esta apresentação e elevamos o nível. Esperamos que possamos continuar a elevar o padrão com os projetos que estão por vir!"
Produzido por Grupa 13, "In Absentia Dei" foi apresentado como um show dividido em quatro partes gravado totalmente dentro das antigas paredes de uma igreja antiga e abandonada na Polônia rural. O show foi feito com uma alta produção teatral com direito até mesmo chamas infernais que emanaram e esquentaram de todas as partes do local sagrado.
O BEHEMOTH mais uma vez brincou com fogo, provocando um grande incêndio para queimar o preconceito e o fanatismo radical de alguns cristãos e afins. Portanto, se algumas partes desta performance forem ofensivas para você, você está ouvindo a banda errada!
TRACK LIST:
CD 1:
1. Evoe
2. Wolves Ov Siberia
3. Prometherion
4. f r o mThe Pagan Vastlands
5. Blow Your Trumpets Gabriel
6. Antichristian Phenomenon
7. Conquer All
8. Lucifer
CD 2:
1. Ora Pro Nobis Lucifer
2. Satan?s Sword (I Have Become)
3. Ov Fire And The Void
4. Chwala Mordercom Wojciecha
5. As Above So Below
6. Slaves Shall Serve
7. Chant For Ezkaton 2000 e.v.
8. Sculpting The Throne Ov Seth
9. Bartzabel
10. Decade Ov Therion
11. O Father O Satan O Sun!
DVD:
1. Act I
2. Evoe
3. Wolves Ov Siberia
4. Prometherion
5. f r o mThe Pagan Vastlands
6. Act II
7. Blow Your Trumpets Gabriel
8. Antichristian Phenomenon
9. Conquer All
10. Lucifer
11. Act III
12. Ora Pro Nobis Lucifer
13. Satan’s Sword (I Have Become)
14. Ov Fire And The Void
15. Chwala Mordercom Wojciecha
16. As Above So Below
17. Slaves Shall Serve
18. Chant For Ezkaton 2000 e.v.
19. Act IV
20. Sculpting The Throne Ov Seth
21. Bartzabel
22. Decade Ov Therion
23. O Father O Satan O Sun!
"The Satanist é mágico. É perigoso. É aventureiro e orgânico" afirma Nergal, a força motriz por trás do BEHEMOTH desde sua criação em 1991, e você entenderá esta afirmação ao ouvir os primeiros 20 segundos do álbum, lançado originalmente em 2014. Embora instantaneamente reconhecível como um trabalho do quarteto polonês de Black/Death Metal, a banda levou seu som em novas direções anteriormente inimagináveis e fascinantes. Um disco retorcido, com camadas densas, brutalmente violento e sinistro, algo bem diferente do que qualquer coisa já ouvida dentro do cânone da música extrema naquela época. E ele acrescenta: "Você pode ouvir o título e pensar que é muito primitivo e unidimensional e realmente ele é. Porém, quando você vê além disso, ele é tão primitivo quanto complexo e multidimensional e isso se aplica ao álbum por inteiro".
Mas eles percorreram um caminho bem pedregoso antes de lançarem o álbum. Após chegarem ao topo das paradas em seu país natal e aumentar rapidamente sua base de fãs internacionais com o lançamento do álbum "Evangelion" em 2009, a banda recebeu uma péssima notícia: Nergal foi diagnosticado com leucemia. Isso forçou a banda a abandonar a turnê de divulgação de "Evangelion" em andamento pois ele precisou ser hospitalizado. Tanto ele quanto o BEHEMOTH enfrentavam assim um futuro incerto. Mas a busca por um doador de medula óssea compatível foi bem sucedida e Nergal foi submetido a um transplante, deixando o hospital após seis meses e iniciando o longo caminho para a reabilitação. "Tive a sorte de que esse período de recuperação foi relativamente rápido, e que eu estava realmente forte e muito determinado a voltar a ficar em forma, e isso fez uma diferença real", explicou o vocalista e guitarrista.
Em vez de começar imediatamente a trabalhar em um novo álbum, a banda resolveu cair na estrada para completar a turnê abandonada de "Evangelion", agora chamada apropriadamente de "Phoenix Rising Tour". Mas querer provar que eles estavam mais fortes do que nunca no primeiro show colocou algumas dúvidas na cabeça do Nergal: "Eu estava um caco e quase não consegui chegar ao final do set. [...] Fiquei literalmente chocado com isso, lembro de pensar enquanto estávamos tocando: ’e se eu não puder mais fazer isso?’ [Mas] a cada show seguinte, eu ficava cada vez mais forte e mais confiante, e ciente do fato de que sim, conseguiríamos fazer isso".
Agora sim a banda estava pronta para seguir em frente e começar a trabalhar no próximo álbum, o álbum que se tornaria "The Satanist". Enquanto muitas bandas poderiam estar preocupadas em como fazer um álbum tão devastadoramente poderoso e bem sucedido como "Evangelion", o Nergal não tinha nenhuma dúvida: "Evangelion foi um disco muito importante para nós, e sim, foi muito bem sucedido também, mas nosso objetivo não era bater isso ao fazer The Satanist. O objetivo era fazer um álbum orgânico, natural, honesto e sincero. Agora que o álbum está terminado, gosto de pensar nele como um álbum tão diferente que você não pode compará-lo com nossos trabalhos anteriores, que é o melhor resultado que eu poderia esperar".
Sobre o título do álbum, o Nergal comentou: "O que eu amo nele é que ele fala por si só. Por um lado, é um título muito preto e branco: ’The Satanist’ [’O Satanista’ em português] é como a porra de um prego na mão de Jesus Cristo, ponto final. Nem mais nem menos. Mas, como em todo o resto, se você juntar uma centena de pessoas e perguntar a elas o que o nome ’The Satanist’ significa para elas, você ouvirá uma centena de opiniões diferentes, sobre as quais eles podem até discutir e brigar". Da mesma forma, Nergal vê o conteúdo lírico do álbum como algo aberto à interpretação e até encoraja isso. ?Há muito simbolismo, reflexões e impressões lá e há milhões de metáforas para expressar uma certa atmosfera muito sinistra e muito cativante, mas não há respostas corretas. É como que sempre as pessoas têm uma percepção mais profunda em tudo o que fazemos, mas não é isso que queríamos com este álbum. [...] o que estamos fazendo é apenas dar-lhe os fósforos, dar-lhe a chama inicial, o que você vai fazer com isso já é com você. Pessoalmente, se eu me sentasse com as letras na minha frente, provavelmente também chegaria a muitas interpretações e conceitos diferentes, é um processo sem fim, e isso é emocionante para mim", finaliza o músico.
Uma coisa é indiscutível: o álbum é o mais rico e complexo, sonoramente falando, já lançado sob o nome BEHEMOTH e definiu, de certa forma, o que a banda faria para os próximos discos. Camada após camada, "The Satanist" apresenta um som denso e complexo onde nada é forçado ou não natural.
TRACKLIST:
1. Blow Your Trumpets Gabriel
2. Furor Divinus
3. Messe Noire
4. Ora pro Nobis Lucifer
5. Amen
6. The Satanist
7. Ben Sahar
8. In the Absence ov Light
9. O Father O Satan O Sun!
A ascensão do BEHEMOTH é uma história que pode ser contada de várias maneiras e sob diversas perspectivas. Quando alguém escreve sobre uma banda que reescreveu o livro do metal extremo por mais de 30 anos, isso é inevitável. No entanto, seria difícil capturar a essência dessa história sem focar na ambição e no poder que impulsionam a banda. Embora ambos os termos, ambição e poder, possam ser relacionados a diversas histórias, aqui sua interpretação é exata e cuidadosamente escolhida. A ambição é o cocheiro, guiando sempre para novos horizontes e visões, enquanto o poder são os cavalos, sem cuja força esses horizontes seriam apenas um sonho distante.
A nova obra prima, "The Shit Ov God", é um emblema de tudo isso. Aqui está uma banda que, após 34 anos, lança seu álbum mais inflamado e extremo até hoje. Oito músicas que mergulham nas profundezas da humanidade, da divindade e do significado do desafio, em uma era onde a individualidade é valorizada, mas todos buscam por seus salvadores?seja na música, na política ou em outras esferas. O título do álbum está alinhado com essa sensibilidade. Intencionalmente polarizador, o fundador e frontman Nergal comenta: "Escolhemos esse título provocativo de forma deliberada, rejeitando a sutileza em favor de uma declaração direta e polarizadora. É um mergulho desafiador nas profundezas, ousando buscar o absoluto, mesmo no esgoto."
Artisticamente, dar vida a uma visão sonora tão marcante não é uma tarefa simples. Além da própria banda, o BEHEMOTH escolheu meticulosamente os artistas audiovisuais envolvidos no álbum. A produção do álbum ficou sob os cuidados do inimitável Jens Bogren do Fascination Street Studios (conhecido por seus trabalhos com Emperor, Enslaved, Kreator, Rotting Christ, entre outros). Trabalhando em estreita colaboração com a banda, a habilidade de Bogren destacou o som natural do BEHEMOTH sem sacrificar o caos e a ferocidade que permeiam a essência da banda. Como sempre, os aspectos visuais foram tão cuidadosamente construídos quanto o som. A banda recorreu ao parceiro de longa data Bartek Rogalewicz (BLACK.LODGE.IS.NOW), assim como ao Dark Sigil Workshop para criar uma capa única, sombria e belamente ameaçadora.
Esse compromisso com a inovação está há muito tempo solidificado no DNA da banda. Cada álbum tem sua própria personalidade, sua própria maneira de construir sobre e se desconectar do restante do trabalho da banda. Isso resulta em uma discografia onde nenhum álbum é intercambiável. Desde os primórdios de "Sventevith (Storming Near the Baltic)" até "The Shit Ov God", o BEHEMOTH nunca se repete, mantendo-se prolífico e fiel a si mesmo. Essa evolução não acontece por acaso, mas por uma ambiciosa disciplina artística, onde, gostem ou não, a evolução é inevitável. Sobre essa evolução e o desafio de evitar a monotonia que aflige tantas bandas, Nergal comentou: "Não se trata de habilidade, mas de alma. É sobre fazer uma declaração por quem você é... Pensar ’como posso expandir esses espectros do death metal/black metal?’ E, se não pudermos ir mais longe ou rápido, iremos lateralmente. É isso que o Behemoth tem feito nos últimos álbuns."
Essa mentalidade frequentemente colocou a banda em conflito com todos os tipos de agentes da ortodoxia e mediocridade. Seja com a Igreja Católica na Polônia, que ficou perplexa com o vibrante "amor" da banda pelo seu dogma, ou com diferentes círculos do black metal que não estavam felizes com o fato de a banda ter desenvolvido sua própria personalidade, a acrimônia certamente estava por toda parte. Mas, como Nergal sempre fala: "Jogue jogos estúpidos, ganhe prêmios estúpidos." E até agora, é evidente quem é o vencedor desses conflitos. Instituições católicas tentaram várias vezes silenciar a banda nos tribunais, mas a pilha de casos que a banda venceu só cresce. Quanto aos círculos underground, o BEHEMOTH liderou a popularidade internacional do metal extremo polonês. A banda entrou nessa nova era com o aclamado "Opvs Contra Natvram", que os levou a tocar em lugares tão distantes como Califórnia, Tóquio e Sydney, assim como em festivais prestigiosos como Hellfest e Wacken, além de fazer parte de momentos ainda mais notáveis, como ser a primeira banda de metal extremo a se apresentar na Filarmônica de Paris. Enquanto isso, boa parte da oposição da banda... bem, escreveu postagens raivosas no Facebook e recuou.
Se isso soa confrontador, bem, é porque é. Poder e ambição atraem críticas. Mas essas críticas, esse diálogo, são fundamentais para as dinâmicas de poder entre a banda e seu público. É parte do motivo pelo qual "The Shit Ov God" consegue ser tão honesto e direto em relação ao seu tema, sem se esquivar de tópicos mais elevados. Faixas como ’To Drown the Svn in Wine’, que lidam com luto e morte, podem ficar lado a lado com ataques belicosos e vitoriosos como ’Sowing Salt’, precisamente por causa desse relacionamento multifacetado. A banda nunca foi, nem será, unilateral.
A sorte está lançada. Agora, o mundo do metal prende a respiração.
Texto por B. Babalon
TRACKLIST:
1. The Shadow Elite
2. Sowing Salt
3. The Shit Ov God
4. Lvciferaeon
5. To Drown The Svn In Wine
6. Nomen Barbarvm
7. O Venvs, Come!
8. Avgvr (The Dread Vvltvre)
FORMAÇÃO:
Adam ’Nergal’ Darski - Vocal, Guitarra
Zbigniew ’Inferno’ Promi?ski - Bateria, Percussão
Tomasz ’Orion’ Wróblewski - Baixo, Backing Vocals
Em todos os registros que se possam ter do Metal em geral, nenhuma banda exemplifica melhor o compromisso inabalável de desafiar expectativas do que o BEHEMOTH. Em seus notáveis 33 anos de carreira, esta grande banda polonesa de Metal Extremo, liderada por Adam Darski (mais conhecido como Nergal), transcendeu o papel de meros arquitetos da lendária cena de Metal Extremo de seu país.
Ao longo de mais de três décadas e doze álbuns, a visão singular de Nergal elevou o BEHEMOTH a algo muito além de uma simples banda de Black/Death Metal. Superando qualquer limite de gênero, eles se tornaram a personificação da rebeldia, individualidade e de uma expressão inabalável. Com uma perspectiva de mundo literária e cosmopolita, a banda enfrentou tudo, desde a imprensa tradicional até a igreja católica polonesa, culminando no notório julgamento de Nergal por blasfêmia em 2010, que apenas serviu para expor as hipocrisias profundamente enraizadas que sua música busca desafiar.
Em 2024, este gigante polonês anunciou o lançamento do seu monumental show de aniversário "XXX Years Ov Blasphemy", que foi originalmente transmitido online em 2021. O show, que abrange toda a carreira da banda, foi realizado e filmado em três locais diferentes, com um tempo total de execução de 90 minutos, dividido em três atos distintos. Este conjunto muito especial apresenta as músicas favoritas dos fãs, bem como algumas faixas selecionadas que raramente são tocadas ao vivo pela banda.
Para este evento, o BEHEMOTH se entregou por completo, elevando o conceito de shows transmitidos durante a pandemia a um novo patamar. A produção completa inclui cenários de palco incrivelmente detalhados, fotografia de tirar o fôlego e uma gravação de som de alta qualidade.
Para finalizar, fiquemos com as palavras do Nergal sobre esta obra-prima: "Este projeto abrange o mantra da Behemoth: conectar os antigos com a era moderna construindo uma ponte através de cada década. Junte-se a nós nesta celebração do black metal e culto profano, enquanto continuamos a sobreviver ao próprio Jesus Cristo!"
TRACKLIST:
ACT 1:
1. Chant of the Eastern Lands
2. Lasy Pomorza
3. Summoning (Of the Ancient Ones)
4. Blackvisions of the Almighty
5. Cursed Angel of Doom
6. Pure Evil and Hate
ACT 2:
1. The Thousand Plagues I Witness
2. Decade Ov Therion
3. Christians to the Lions
4. 44 (The Youth Manifesto)
5. Heru Ra Ha: Let There Be Might
6. Chant for Ezkaton 2000
ACT 3:
1. Demigod
2. At The Left Hand Ov God
3. Alas, Lord Is Upon Me
4. Ora Pro Nobis Lucifer
5. Rom 5:8
6. O Father O Satan O Sun!
FORMAÇÃO:
Nergal - Guitarra, Vocal
Inferno - Bateria, Percussão
Orion - Baixo, Backing Vocals
Em 2004, o BEHEMOTH rompeu definitivamente as barreiras entre o death e o black metal com o lançamento de "Demigod", um álbum que não apenas consolidou a identidade sonora da banda polonesa, mas também redefiniu os limites da música extrema. Gravado em sessões noturnas no Hendrix Studios, em Lublin, o disco foi lapidado na Suécia por Daniel Bergstrand (mixagem) e Thomas Eberger (masterização), revelando uma produção densa, agressiva e meticulosamente construída.
Com Nergal à frente, acompanhado por Zbigniew "Inferno" Promi?ski na bateria, Tomasz "Orion" Wróblewski no baixo e Patryk "Seth" Sztyber como guitarrista de sessão, o BEHEMOTH entregou faixas como ’Conquer All’, ’Slaves Shall Serve’, ’The Nephilim Rising’ e ’XUL’, que se tornaram pilares de sua discografia. A sonoridade é marcada por riffs arrastados e vocais sobrepostos que evocam uma entidade mitológica ? o semideus ? conceito que dá nome ao álbum e permeia suas letras.
Mais do que brutalidade sonora, "Demigod" apresenta uma harmonia entre técnica e atmosfera. As guitarras não competem por protagonismo, mas se entrelaçam em construções melódicas que fogem da fórmula tradicional do gênero. A bateria de Inferno, veloz e precisa, sustenta a agressividade enquanto os vocais de Nergal ? tratados com camadas e efeitos ? criam uma presença quase ritualística, que transcende o humano e encarna o arquétipo do divino.
O álbum também se destaca por sua estética provocativa e teatral. Desde as capas perturbadoras até a escolha estilística de substituir letras nos títulos das faixas, o BEHEMOTH reforça sua proposta artística com consistência e ousadia. "Demigod" não é apenas um disco pesado ? é uma obra que pulsa com identidade, conceito e intenção.
Na época de seu lançamento, o álbum surpreendeu pela maturidade e pela coesão. Embora esperado pelos fãs, poucos estavam preparados para a profundidade lírica e a sofisticação sonora que o BEHEMOTH alcançaria. "Demigod" representou não apenas um avanço técnico, mas uma afirmação de força criativa diante de críticas e adversidades, ditando várias tendencias no gênero.
Hoje, "Demigod" permanece como um marco incontornável do metal extremo. Forjado sob pressão e guiado por convicção, o álbum elevou o BEHEMOTH a um novo patamar e continua a reverberar como uma das obras mais intensas, inteligentes e influentes da música pesada contemporânea.
TRACKLIST:
1. Sculpting the Throne ov Seth
2. Demigod
3. Conquer All
4. The Nephilim Rising
5. Towards Babylon
6. Before the Æons Came
7. Mysterium Coniunctionis (Hermanubis)
8. XUL
9. Slaves Shall Serve
10. The Reign ov Shemsu-Hor
FORMAÇÃO:
Nergal - Vocal, Guitarra
Orion - Baixo
Inferno - Bateria
Seth - Guitarra