Material que apresentou o Bell Witch para o Mundo!
Aqui, o Bell Witch transforma o extremo doom e seu foco moribundo em um lindo hino.
São quase 40 minutos onde o ouvinte sente a sensação de luto que acontece após a perda de um ente querido.
Esse trabalho apresenta um som minimalista e deprimente onde a banda provou ser atemporal, relevante e inegavelmente triste.
Um álbum que irá rasgar a sua alma lhe dando um sentimento onde a morte lhe abraçará proporcionando a frieza e a calmaria para sua alma despedaçada.
O álbum inteiro está cheio até a borda com tristeza e ruminações sobre a inevitabilidade dor da morte como parte da vida e como todos nós devemos aceitá-la como tal.
O baixo limpo reverbera por todo o álbum, contrastado pelos enormes drones distorcidos que vêm e vão, de forma semelhante a dor do luto. Mas, independentemente de quantas vezes eles acontecem, as coisas terminam de uma forma gentil, com o álbum desaparecendo no silêncio.
Do começo ao fim, é uma experiência tão crua e poderosa que poucos álbuns conseguem igualar.
(Caixa Acrílica + Slipcase)
Ano: 2011 / 2025
País: United States
Ano de Formação: 2011
Procedência: Brasil
Gravadora: Cold Art Industry / Bell Witch Band
Estilo: Extremo Death / Doom Metal
Ean: 7 893 200 0200 83
Código: Cold083
Under Exclusive License From Bell Witch Band
TRACK LIST:
Beneath The Mask 3:51
I Wait 11:34
Mayknow 18:31
The Moment 3:06
Line-up
Dylan Desmond - Bass, Vocals
Adrian Guerra (R.I.P. 2016) - Drums, Vocals
Lançado em 14 de janeiro de 2011, "Blood Magick Necromance" é o nono álbum de estúdio do BELPHEGOR, um dos principais nomes do blackened death metal austríaco. Com uma sonoridade implacável e uma atmosfera sombria, este disco é um dos trabalhos mais brutais, épicos e envolventes da banda até então.
Gravado no Abyss Studios, na Suécia, sob a produção magistral de Peter Tägtgren, líder do Hypocrisy, o álbum entrega um som pesado e cristalino, combinando técnica refinada com um clima obscuro e profundamente maligno. Para a identidade visual, o BELPHEGOR contou com o trabalho de Joachim Luetke, que já havia colaborado com Arch Enemy, Dimmu Borgir e Kreator, e com Helmut Wolech, trazendo uma estética sinistra para a arte gráfica.
Composto por oito faixas, "Blood Magick Necromance" apresenta um equilíbrio entre brutalidade e refinamento, incorporando melodias e arranjos que intensificam sua aura diabólica. Músicas como ’In Blood - Devour This Sanctity’, ’Blood Magick Necromance’ e ’Discipline Through Punishment’ mergulham em temas de blasfêmia e ritualismo, com letras intensas e um instrumental afiado que conduz o ouvinte a uma jornada macabra.
O disco também se destaca por seus momentos mais acelerados, como ’Angeli Mortis de Profundis’ e ’Sado Messiah’, que explodem em agressividade sem comprometer a coesão do álbum. Os riffs cortantes e os vocais cavernosos de Helmuth demonstram um domínio absoluto sobre a estética do blackened death metal, enquanto os elementos sinfônicos agregam um caráter monumental à obra.
Em um período em que o metal extremo passava por grandes transformações, "Blood Magick Necromance" reafirmou a posição do BELPHEGOR como um dos nomes mais relevantes do gênero, mantendo a integridade de sua sonoridade e provando que a banda ainda tinha muito a oferecer. Sem concessões, sem suavizações?apenas pura blasfêmia e um som devastador.
Este álbum não é apenas mais um capítulo na história do metal extremo, é uma invocação ao caos e à escuridão!
TRACKLIST:
1. In Blood - Devour This Sanctity
2. Rise to Fall and Fall to Rise
3. Blood Magick Necromance
4. Discipline Through Punishment
5. Angeli Mortis De Profundis
6. Impaled Upon the Tongue of Sathan
7. Possessed Burning Eyes
8. Sado Messiah
FORMAÇÃO:
Helmuth - Vocal, Guitarra, Baixo
Serpenth - Baixo, Backing Vocals
Tendo alcançado merecidamente o status de ícones na arte suprema do death/black metal, o BELPHEGOR consolidou de vez essa posição com sua obra-prima de 2014, "Conjuring The Dead".
Desde o lendário álbum de estreia "The Last Supper", lançado em 1995, o líder Helmuth e seus companheiros trabalharam incansavelmente para chegar ao topo, com habilidades técnicas, composições sofisticadas e letras intensamente blasfemas e perturbadoras.
Três anos após o lançamento do também clássico "Blood Magick Necromance", em 2011, o BELPHEGOR retornava com o tão aguardado quinto álbum de estúdio, "Conjuring The Dead", que mostrou uma banda totalmente possuída, incendiária, mais forte do que nunca e pronta para conquistar o mundo. As dez composições apresentavam um nível de brutalidade até então desconhecido pela humanidade. Paisagens sonoras de uma monstruosidade melódica, poderosas e ferozes, mas repletas de uma precisão cortante como uma lâmina bem afiada. Com ataques diretos na sua cara, massacres devastadores de cordas, uma bateria furiosa como uma metralhadora e os "vo-kills"1 mais insanos, "Conjuring The Dead" superou a brutalidade de qualquer outro lançamento do BELPHEGOR até aquele momento!
Pela primeira vez, o BELPHEGOR é reforçado por dois músicos convidados: nos "vo-kills" de ’Legions Of Destruction’ estão Glen Benton, do poderoso DEICIDE, e Attila, do lendário MAYHEM.
A produção ficou nas mãos do reconhecido mago do estúdio e frontman do HATE ETERNAL, Erik Rutan, que trouxe à sonoridade típica do BELPHEGOR uma profundidade ainda mais ameaçadora, uma verdadeira sensação de ter sido atropelado por um tanque de guerra da Segunda Guerra Mundial!
Para as artes visuais, a banda uniu forças novamente com o renomado artista grego Seth Siro Anton, que já havia colaborado com o BELPHEGOR no lendário álbum "Pestapokalypse IV", lançado em 2006.
TRACKLIST:
1. Gasmask Terror
2. Conjuring The Dead
3. In Death
4. Rex Tremendae Majestatis
5. Black Winged Torment
6. The Eyes
7. Legions Of Destruction
8. Flesh, Bones And Blood
9. Lucifer, Take Her!
10. Pactum In Aeternum
FORMAÇÃO:
Helmuth - Vocal, Guitarra
Serpenth - Baixo
Após renovar seu contrato com a gigante global do Metal, Nuclear Blast Records, a infame banda de Death/Black Metal BELPHEGOR, formada na Áustria em 1991 sob o nome de Betrayer, faz uma viagem de volta ao passado, aos seus primeiros dias, com as versões remasterizadas dos dois primeiros álbuns de estúdio "The Last Supper" e "Blutsabbath". Originalmente lançados em 1995 e 1997 pela Lethal Records e pela Last Episode respectivamente, a selvageria blasfema e antirreligiosa pela qual a banda é conhecida e temida começaram aqui, nessas gravações.
"The Last Supper" sonoramente está mais próximo do som Death Metal dos anos 1990, praticado por vários medalhões como Cannibal Corpse, Deicide e Morbid Angel, só para nomear alguns, enquanto que em "Blutsabbath" a banda abraça fortemente a crueza, frieza e agressividade do Black Metal, que moldaram marca registrada sonora do grupo. Além disso, as letras chocantes e as imagens extremas, bem como suas incessantes turnês, os ajudaram a construir rapidamente uma forte e leal base de fãs ao redor do mundo.
Este lançamento em versão dupla foi remasterizado pelo reconhecido produtor e engenheiro de som alemão Andy Classen em 2021 e traz a arte de capa original e SEM CENSURA do álbum "THE LAST SUPPER" na parte de trás da capa desta versão.
Imprescindível para aqueles que desejam entender de onde vem a técnica e agressividade do BELPHEGOR.
TRACKLIST:
CD 1: The Last Supper (Remastered 2021):
1. The Last Supper
2. A Funeral Without A Cry
3. Impalement Without Mercy
4. March Of The Dead
5. The Rapture Of Cremation
6. Engulfed In Eternal Frost
7. D.I.E.
8. In Remembrance Of Hate And Sorrow
9. Bloodbath In Paradise Pt.II
10. Kruzifixion
CD 2: Blutsabbath (Remastered 2021):
1. Abschwörung
2. Blackest Ecstasy
3. Purity Through Fire
4. Behind The Black Moon
5. Blutsabbath
6. No Resurrection
7. The Requiem Of Hell
8. Untergang der Gekreuzigten
9. Path Of Sin
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
Um dos maiores titãs do Death Metal, os austríacos do BELPHEGOR, apresentam seu 12º álbum de estúdio intitulado "The Devils" que, sem dúvida, é um dos discos mais fortes e elaborados da carreira da banda.
Produzido, mixado e masterizado por Jens Bogren (Kreator, Rotting Christ, At The Gates) no renomado Fascination Studios, ’’The Devils" soa absolutamente esmagador e dinâmico, levando as oito faixas a novos e maiores patamares, sonoramente falando.
Misturando letras em alemão e inglês, a música ’Totentanz ? Dance Macabre’ é tão feroz quanto possível com sua insana enxurrada de blast beats, letras malévolas e sinistras melodias de guitarra. Enquanto isso, as faixas ’Glorifizierung des Teufels’ (=’Glorificação do Diabo’) e ’Virtus Asinaria ? Prayer’ entregam uma grandeza épica com cânticos e corais, adicionando assim novos tons sombrios à sua já existente paleta estilística. A faixa-título e ’Damnation ? Höllensturz’ se mostram como peças mais complexas, expandindo o ataque blasfemo do BELPHEGOR com mudanças de humor e tempo e fascinantes reviravoltas.
A impressionante arte de capa de "The Devils" foi criada, mais uma vez, por um dos designers mais prolíficos da cena, Seth Siro Anton (Septicflesh, Nile, Paradise Lost).
Em síntese, "The Devils" é um álbum que traz mais uma vez a marca registrada sonora do BELPHEGOR que, em essência, é uma perfeita combinação do Death Metal e Black Metal tradicionais, profundamente enraizados nos anos 90, porém, com intrincadas composições e arranjos extremamente detalhados, reforçando assim o seu destacado lugar no circuito internacional do Metal Extremo.
VERSÃO EM DIGIPACK COM INLAY que inclui a regravação de ’Blackest Sabbath 1997’, medley das faixas ’Blackest Ecstasy’ e ’Blutsabbath’, ambas originalmente do álbum "Blutsabbath" de 1997, como FAIXA BÔNUS.
TRACK LIST
1. The Devils
2. Totentanz - Dance Macabre
3. Glorifizierung des Teufels
4. Damnation - Höllensturz
5. Virtus Asinaria - Prayer
6. Kingdom of Cold Flesh
7. Ritus Incendium Diabolus
8. Creature of Fire
9. Blackest Sabbath 1997
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Em 2017, o BELPHEGOR reafirmou seu domínio absoluto no metal extremo com mais uma obra-prima sonora. "Totenritual" não é apenas um álbum, mas um convite sem retorno para o abismo sonoro que a banda vem construindo ao longo dos anos.
Três anos após a brutalidade de "Conjuring The Dead", esse registro apresenta nove faixas avassaladoras, que dissipam qualquer dúvida sobre a supremacia dos austríacos no cenário europeu. Riffs impiedosos e batidas esmagadoras dominam a atmosfera de caos, enquanto breves interlúdios oferecem uma falsa sensação de tranquilidade?antes do próximo ataque sonoro.
A gravação de "Totenritual" aconteceu em dois estúdios de referência: Stage One Studios, na Alemanha, e Studio Mischmaschine, na Áustria. A mixagem e masterização ficaram a cargo dos renomados Jason Suecof e Mark Lewis, nos Audiohammer Studios. Já a arte impactante da capa é mais uma criação do artista grego Seth Siro Anton, responsável pelo visual impressionante de "Pestapocalypse VI" (2006) e "Conjuring The Dead" (2014).
Se busca silêncio, melodias suaves ou uma aura positiva, este álbum não é para você. "Totenritual" é sufocante, pesado e intransigente em sua brutalidade.
No final da cerimônia diabólica, só restarão ruínas
TRACKLIST:
1. Baphomet
2. The Devil’s Son
3. Swinefever - Regent of Pigs
4. Apophis - Black Dragon
5. Totenkult - Exegesis of Deterioration
6. Totenbeschwörer
7. Spell of Reflection
8. Embracing a Star
9. Totenritual
FORMAÇÃO:
Helmuth Lehner - Guitarra/Vocal
Serpenth - Baixo
Bloodhammer - Bateria
Em seus mais de trinta anos de carreira, o BENEDICTION enfrentou muitos problemas e superou muitos obstáculos, porém, eles sempre perseveraram e o fizeram tendo a certeza de que permaneceriam sempre fiéis à sua visão original. Essa atitude sem concessões deu à banda a força necessária para manter seu próprio rumo e evitar as armadilhas das tendências que vão e vêm. Eles se mantêm fiéis às suas raízes, leais aos seus fãs e mantêm contato constante com a cena underground, o que os tornou a banda que são hoje. Eles têm orgulho de fazer parte de um gênero amplamente variado que só continua a crescer em força.
O BENEDICTION nasceu no início de 1989 das cinzas de uma banda chamada Stillborn e sua formação era composta por Barney Greenway (vocal), Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Paul Adams (baixo) e Ian Treacy (bateria). Logo após sua fundação, eles gravaram a lendária demo "The Dreams You Dread", que hoje é considerado um dos maiores clássicos dentro da cena Death Metal. Esta fita, junto com a ajuda de Mickey Harris (ex-NAPALM DEATH, SCORN), fez com que a banda assinasse com a Nuclear Blast Records, lançando sob o selo alemão o seu altamente elogiado álbum de estreia, o maravilhoso "Subconscious Terror".
Mas logo apareceu o primeiro obstáculo. Barney Greenway ao mesmo tempo que fazia parte do BENEDICTION, continuava trabalhando com o NAPALM DEATH e isso causava alguns problemas quando ambas as bandas faziam turnês separadas. Portanto, o vocalista teve que escolher entre as bandas e sua decisão é amplamente conhecida: sua saída do BENEDICTION deixou o resto da banda em crise. Um encontro casual em um pub em Birmingham entre Dave Ingram e Peter Rew trouxe uma possível solução. Uma audição foi organizada e Dave passou na prova com folga! A banda então recebeu um novo sopro de vida, e depois de incluir Dave com sucesso na banda e tocar em várias datas no Reino Unido, eles começaram a escrever a próxima obra prima, "The Grand Leveller", que foi lançado em 1991.
Um ano depois, a banda lançaria o EP "Dark is the Season", segundo trabalho da banda a apresentar os talentosos vocais de Dave Ingram, e o primeiro a apresentar uma produção relativamente "limpa" (em comparação com o som cru dos dois primeiros álbuns da banda).
No EP, você encontrará duas faixas novas, ’Foetus Noose’ e ’Dark is the Season’; o cover de ’Forged in Fire’ da banda canadense Anvil, com os vocais do ex-membro Barney Greenway; a regravação da faixa ’Experimental Stage’, lançada originalmente em "Subconscious Terror" (1990) e agora com os vocais de Ingram e o relançamento da música ’Jumping at Shadows’ do álbum "The Grand Leveller" (1991) com os vocais de Karl Willetts (Memoriam, ex-Bolt Thrower).
Em 1994, o BENEDICTION lançava o EP "The Grotesque/Ashen Epitaph" que incluía duas músicas inéditas (as do título do álbum) e as versões ao vivo das faixas ’Violation Domain’, ’Subconscious Terror’ e ’Visions in the Shroud’. Estas faixas ao vivo foram gravadas em um show especial ao vivo com o (naquela época) novo baterista Paul Brookes para testar se ele se encaixaria bem com o resto da banda. As músicas ficaram tão boas que o BENEDICTION decidiu lança-las.
Este EP foi um lançamento muito legal para cobrir o intervalo entre os lançamentos "Transcend The Rubicon" (1993) e "The Dreams You Dread" (1995) e as duas faixas novas são mais do que essenciais para qualquer fã do BENEDICTION e do Death Metal em geral.
Em 2015, ambos os EPs foram lançados em um único CD, versão que agora está disponível no mercado brasileiro pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records.
TRACKLIST:
1. Foetus Noose
2. Forged in Fire (Anvil cover)
3. Dark Is the Season
4. Jumping at Shadows
5. Experimental Stage
6. The Grotesque
7. Ashen Epitaph
8. Violation Domain (live)
9. Subconscious Terror (live)
10. Visions in the Shroud (live)
FORMAÇÃO
"Dark Is The Season"
Dave Ingram » Vocal
Ian Treacy » Bateria
Peter Rew » Guitarra
Darren Brookes » Guitarra, Baixo
Karl Willetts » Vocal na faixa 4
Alan Jones » Solo na faixa 3
Barney Greenway » Vocal na faixa 2
"The Grotesque/Ashen Epitaph"
FORMAÇÃO:
Dave Ingram - Vocal
Peter Rew - Guitarra
Darren Brookes - Guitarra
Frank Healy - Baixo
Paul Brookes - Bateria
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
Em seus mais de trinta anos de carreira, o BENEDICTION enfrentou muitos problemas e superou muitos obstáculos, porém, eles sempre perseveraram e o fizeram tendo a certeza de que permaneceriam sempre fiéis à sua visão original. Essa atitude sem concessões deu à banda a força necessária para manter seu próprio rumo e evitar as armadilhas das tendências que vão e vêm. Eles se mantêm fiéis às suas raízes, leais aos seus fãs e mantêm contato constante com a cena underground, o que os tornou a banda que são hoje. Eles têm orgulho de fazer parte de um gênero amplamente variado que só continua a crescer em força.
O BENEDICTION nasceu no início de 1989 das cinzas de uma banda chamada Stillborn e sua formação era composta por Barney Greenway (vocal), Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Paul Adams (baixo) e Ian Treacy (bateria). Logo após sua fundação, eles gravaram a lendária demo "The Dreams You Dread", que hoje é considerada um dos maiores clássicos dentro da cena Death Metal. Esta fita, junto com a ajuda de Mickey Harris (ex-NAPALM DEATH, SCORN), fez com que a banda assinasse com a Nuclear Blast Records, lançando sob o selo alemão o seu altamente elogiado álbum de estreia, o maravilhoso "Subconscious Terror".
Mas logo apareceu o primeiro obstáculo. Barney Greenway ao mesmo tempo que fazia parte do BENEDICTION, continuava trabalhando com o NAPALM DEATH e isso causava alguns problemas quando ambas as bandas faziam turnês separadas. Portanto, o vocalista teve que escolher entre as bandas e sua decisão é amplamente conhecida: sua saída do BENEDICTION deixou o resto da banda em crise. Um encontro casual em um pub em Birmingham entre Dave Ingram e Peter Rew trouxe uma possível solução. Uma audição foi organizada e Dave passou na prova com folga! A banda então recebeu um novo sopro de vida, e depois de incluir Dave com sucesso na banda e tocar em várias datas no Reino Unido, eles começaram a escrever a próxima obra prima, "The Grand Leveller".
Em 1998, depois de muitos rumores sobre uma possível separação, a banda estava de volta aos negócios com o seu quinto álbum de estúdio intitulado "Grind Bastard". Mais forte do que nunca, o álbum estabeleceu um novo e alto patamar, tanto para a banda quanto para o gênero.
A reencarnação do BENEDICTION composta por Dave Ingram (vocal, que deixou a banda após os shows de divulgação deste álbum), Peter Rew (guitarra), Darren Brookes (guitarra), Frank Healy (baixo) e Neil Hutton (bateria) gravou 13 músicas mais brutais, agressivas, pesadas e rápidas do que nunca. E cada música pode ser considerada um clássico da banda. Se você não acredita, dê uma conferida em faixas como ’We The Freed’, ’Nervebomb’ ou a genial faixa-título e você saberá exatamente o que isso significa. Eles também gravaram duas versões para homenagear duas de suas bandas favoritas: JUDAS PRIEST (’Electric Eye’) e TWISTED SISTER (’Destroyer’).
"Grind Bastard", que foi produzido por Andy Sneap, é uma obra-prima sem qualquer tipo de compromisso de uma das principais bandas de Death Metal até hoje.
TRACK LIST
1. Deadfall
2. Agonised
3. West Of Hell
4. Magnificat
5. Nervebomb
6. Electric Eye (Judas Priest cover)
7. Grind Bastard
8. Shadow World
9. The Bodiless
10. Carcinoma Angel
11. We The Freed
12. Destroyer (Twisted Sister cover)
13. I
14. We Are The League (Anti-Now h e r e League cover)
FORMAÇÃODave Ingram » Vocal
Peter Rew » Guitarra
Darren Brookes » Guitarra
Frank Healy » Baixo
Neil Hutton » Bateria
"Às vezes eles voltam" não é apenas o título de um filme de terror baseado em um conto macabro do Stephen King, mas também um resumo do que aconteceu com os veteranos do death metal do Reino Unido, o BENEDICTION ? e você ainda pode acrescentar um "melhor do que nunca". Embora nunca tenha se dissolvido oficialmente, o oitavo álbum de estúdio do grupo, o "Scriptures" de 2020, conseguiu algo que normalmente não é fácil. Ele se conectou bem com clássicos como "Transcend the Rubicon" (1993), que é conhecido por suas composições instantaneamente memoráveis, e o pesado e direto "Grind Bastard" (1998). Este álbum também marcou o retorno do lendário vocalista Dave Ingram, trazendo de volta seu rugido impiedoso e seu talento para letras mórbidas e distorcidas. Depois de dois álbuns com Dave Hunt nos vocais, "Scriptures" foi o primeiro álbum do BENEDICTION em mais de uma década, impressionando com ataques certeiros e agressivos de alta velocidade como ’Iterations of I’ e ’Rabid Carnality’ e a avalanche de ritmo médio de quebrar pescoço de ’Stormcrow’, músicas que rapidamente se tornaram essenciais ao vivo ao lado de clássicos como ’I Bow to None’, ’Magnificat’, ’Subconscious Terror’ e ’Vision in the Shroud’. Com "Scriptures", o BENEDICTION ficou a um passo do top 10 na Alemanha, alcançando a fenomenal 11ª posição, mostrando que o veterano do death metal, fundado em 1989 em Birmingham (Inglaterra), ofereceu uma catarse sônica extremamente bem recebida em um momento em que, devido à pandemia, as pessoas estavam confinadas e extremamente irritadas.
Quando a mortalha da Covid-19 se dissipou, o quinteto finalmente pôde começar a promover o álbum nos palcos com vários shows em festivais, incluindo Summer Breeze (Alemanha), Mystic Festival (Polônia), UK Deathfest, Party. San (Alemanha), Eindhoven Metal Meeting (Países Baixos) e Rock Hard (Alemanha), para citar apenas alguns. Além disso, fizeram shows triunfantes na América do Sul e na América Central, bem como em seu país natal e em toda a Europa, enquanto criavam a sua nova obra de arte, o álbum de estúdio "Ravage of Empires".
Explodindo sem aviso prévio, a rápida faixa de abertura, ’A Carrion Harvest’, se intensifica em uma pausa violenta bem ao estilo Slayer e começa com Ingram rosnando "Prepare-se para o impacto!", dando uma dica inconfundível do que se pode esperar dos próximos 47 minutos e suas 11 músicas. Com riffs de tremolo e grooves martelantes em abundância, faixas como ’Engines of War’, ’Genesis Chamber’, ’Crawling over Corpses’, ’In the Dread of the Night’ e ’Psychosister’ mostram uma consistência notável e Scott Atkins, que produziu o álbum no Grindstone Studio mais uma vez, garante um som nítido e poderoso que não deixa nenhum osso intacto. Com arte de Wolven Claws Artist, "Ravage Of Empires" dá continuidade à discografia impecável do BENEDICTION e promete se tornar um dos destaques indiscutíveis do death metal old school de 2025!
TRACKLIST:
1. A Carrion Harvest
2. Beyond the Veil (of the Grey Mare)
3. Genesis Chamber
4. Deviant Spine
5. Engines of War
6. The Finality of Perpetuation
7. Crawling over Corpses
8. In the Dread of the Night
9. Drought of Mercy
10. Psychosister
11. Ravage Of Empires
FORMAÇÃO:
Peter Rew - Guitarra
Darren Brookes - Guitarra
Dave Ingram - Vocal
Giovanni Durst - Bateria
Nik Sampson - Baixo
Em seus mais de trinta anos de carreira, o BENEDICTION enfrentou muitos problemas e superou muitos obstáculos, porém, eles sempre perseveraram e o fizeram tendo a certeza de que permaneceriam sempre fiéis à sua visão original. Essa atitude sem concessões deu à banda a força necessária para manter seu próprio rumo e evitar as armadilhas das tendências que vão e vêm. Eles se mantêm fiéis às suas raízes, leais aos seus fãs e mantêm contato constante com a cena underground, o que os tornou a banda que são hoje. Eles têm orgulho de fazer parte de um gênero amplamente variado que só continua a crescer em força.
O BENEDICTION nasceu no início de 1989 das cinzas de uma banda chamada Stillborn e sua formação era composta por Barney Greenway (vocal), Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Paul Adams (baixo) e Ian Treacy (bateria). Logo após sua fundação, eles gravaram a lendária demo "The Dreams You Dread", que hoje é considerado um dos maiores clássicos dentro da cena Death Metal. Esta fita, junto com a ajuda de Mickey Harris (ex-NAPALM DEATH, SCORN), fez com que a banda assinasse com a Nuclear Blast Records, lançando sob o selo alemão o seu altamente elogiado álbum de estreia, o maravilhoso "Subconscious Terror".
Mas logo apareceu o primeiro obstáculo. Barney Greenway ao mesmo tempo que fazia parte do BENEDICTION, continuava trabalhando com o NAPALM DEATH e isso causava alguns problemas quando ambas as bandas faziam turnês separadas. Portanto, o vocalista teve que escolher entre as bandas e sua decisão é amplamente conhecida: sua saída do BENEDICTION deixou o resto da banda em crise. Um encontro casual em um pub em Birmingham entre Dave Ingram e Peter Rew trouxe uma possível solução. Uma audição foi organizada e Dave passou na prova com folga! A banda então recebeu um novo sopro de vida, e depois de incluir Dave com sucesso na banda e tocar em várias datas no Reino Unido, eles começaram a escrever a próxima obra prima, "The Grand Leveller", que foi lançado em 1991.
Dois anos depois, o BENEDICTION lançava o seu terceiro álbum de estúdio "Transcend the Rubicon", trabalho que realmente deu o pontapé inicial na carreira internacional da banda e que provou mais uma vez seu valor como uma das bandas do Death Metal britânico mais proeminentes do início dos anos 90.
Em 1995, eles lançaram o polêmico "The Dreams You Dread", um álbum ainda mais sombrio do que os três trabalhos anteriores. O BENEDICTION seguiu um caminho que muitas outras bandas resolveram seguir naquela época e ficou mais maduro. Mas amadurecer, neste caso, não significou seguir as tendências que então bombardeavam o mercado, como o Groove ou Gothic Metal. O que eles fizeram aqui foi diminuir um pouco a velocidade, tentando uma produção mais atual e onde as guitarras, o baixo e a bateria estabelecessem o ritmo e a direção da música, porém dando mais espaço para os vocais. E percorrer esse tipo de caminho, valeu muito a pena.
Liricamente, como o título bem sugere, a banda aborda diferentes tipos de sonhos aterradores, como por exemplo pesadelos sobre insanidade, assassinatos e caos generalizado.
O álbum prova mais uma vez que, mesmo que tenha feito "experimentações", a banda nunca sacrificou o peso para atrair um público mais amplo. Eles mantiveram o seu compromisso com o melhor Death Metal que puderam executar.
"The Dreams You Dread" também marca a estreia de Neil Hutton que, naquela época, era uma das maiores promessas das baquetas e tinha apenas 18 anos. Esta entrada infundiu sangue novo na banda que se sentiu totalmente rejuvenescida.
"The Dreams You Dread" é um álbum obrigatório para a coleção de todos os fãs do BENEDICTION e da música extrema em geral.
TRACKLIST:
1. Down on Whores (Leave Them All For Dead)
2. Certified...?
3. Soulstream
4. Where Flies Are Born
5. Answer To Me
6. Griefgiver
7. Denial
8. Negative Growth
9. Path Of The Serpent
10. Saneless Theory
11. The Dreams You Dread
FORMAÇÃO:
Dave Ingram - Vocal
Darren Brookes - Guitarra
Peter Rew - Guitarra
Frank Healy - Baixo
Neil Hutton - Bateria
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
Em seus mais de trinta anos de carreira, o BENEDICTION enfrentou muitos problemas e superou muitos obstáculos, porém, eles sempre perseveraram e o fizeram tendo a certeza de que permaneceriam sempre fiéis à sua visão original. Essa atitude sem concessões deu à banda a força necessária para manter seu próprio rumo e evitar as armadilhas das tendências que vão e vêm. Eles se mantêm fiéis às suas raízes, leais aos seus fãs e mantêm contato constante com a cena underground, o que os tornou a banda que são hoje. Eles têm orgulho de fazer parte de um gênero amplamente variado que só continua a crescer em força.
O BENEDICTION nasceu no início de 1989 das cinzas de uma banda chamada Stillborn e sua formação era composta por Barney Greenway (vocal), Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Paul Adams (baixo) e Ian Treacy (bateria). Logo após sua fundação, eles gravaram a lendária demo "The Dreams You Dread", que hoje é considerada um dos maiores clássicos dentro da cena Death Metal. Esta fita, junto com a ajuda de Mickey Harris (ex-NAPALM DEATH, SCORN), fez com que a banda assinasse com a Nuclear Blast Records, lançando sob o selo alemão o seu altamente elogiado álbum de estreia, o maravilhoso "Subconscious Terror".
Mas logo apareceu o primeiro obstáculo. Barney Greenway ao mesmo tempo que fazia parte do BENEDICTION, continuava trabalhando com o NAPALM DEATH e isso causava alguns problemas quando ambas as bandas faziam turnês separadas. Portanto, o vocalista teve que escolher entre as bandas e sua decisão é amplamente conhecida: sua saída do BENEDICTION deixou o resto da banda em crise. Um encontro casual em um pub em Birmingham entre Dave Ingram e Peter Rew trouxe uma possível solução. Uma audição foi organizada e Dave passou na prova com folga! A banda então recebeu um novo sopro de vida, e depois de incluir Dave com sucesso na banda e tocar em várias datas no Reino Unido, eles começaram a escrever a próxima obra prima, "The Grand Leveller".
"The Grand Leveller" é uma das joias que a cena Death Metal do Reino Unido do início dos anos 1990 tem para nos oferecer e indiscutivelmente foi com este álbum que as coisas realmente começaram a melhorar para a banda.
Os sons mórbidos e malignos apresentados aqui se ajustam perfeitamente às letras que abordam diversos temas, desde extração de almas até estupro incestuoso e tendo trechos de cartas escritas por serial killers como ninguém menos que Jack, o Estripador e David Berkowitz (também conhecido como o Filho de Sam).
"The Grand Leveller", que traz um cover para ’Return To The Eve’ do lendário CELTIC FROST, é o tipo de álbum que vai dar um nó na sua cabeça e não vai decepcionar nenhum verdadeiro fã do Death Metal Old School.
TRACK LIST
1. Visions In The Shroud
2. Graveworm
3. Jumping At Shadows
4. Opulence Of The Absolute
5. Child Of Sin
6. Undirected Aggression
7. Born In A Fever
8. The Grand Leveller
9. Senile Dementia
10. Return To The Eve (Celtic Frost cover)
FORMAÇÃO Dave Ingram » Vocal
Peter Rewinski » Guitarra
Darren Brookes » Guitarra
Paul Adams » Baixo
Ian Treacy » Bateria
Em seus mais de trinta anos de carreira, o BENEDICTION enfrentou muitos problemas e superou muitos obstáculos, porém, eles sempre perseveraram e o fizeram tendo a certeza de que permaneceriam sempre fiéis à sua visão original. Essa atitude sem concessões deu à banda a força necessária para manter seu próprio rumo e evitar as armadilhas das tendências que vão e vêm. Eles se mantêm fiéis às suas raízes, leais aos seus fãs e mantêm contato constante com a cena underground, o que os tornou a banda que são hoje. Eles têm orgulho de fazer parte de um gênero amplamente variado que só continua a crescer em força.
O BENEDICTION nasceu no início de 1989 das cinzas de uma banda chamada Stillborn e sua formação era composta por Barney Greenway (vocal), Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Paul Adams (baixo) e Ian Treacy (bateria). Logo após sua fundação, eles gravaram a lendária demo "The Dreams You Dread", que hoje é considerado um dos maiores clássicos dentro da cena Death Metal. Esta fita, junto com a ajuda de Mickey Harris (ex-NAPALM DEATH, SCORN), fez com que a banda assinasse com a Nuclear Blast Records, lançando sob o selo alemão o seu altamente elogiado álbum de estreia, o maravilhoso "Subconscious Terror".
Mas logo apareceu o primeiro obstáculo. Barney Greenway ao mesmo tempo que fazia parte do BENEDICTION, continuava trabalhando com o NAPALM DEATH e isso causava alguns problemas quando ambas as bandas faziam turnês separadas. Portanto, o vocalista teve que escolher entre as bandas e sua decisão é amplamente conhecida: sua saída do BENEDICTION deixou o resto da banda em crise. Um encontro casual em um pub em Birmingham entre Dave Ingram e Peter Rew trouxe uma possível solução. Uma audição foi organizada e Dave passou na prova com folga! A banda então recebeu um novo sopro de vida, e depois de incluir Dave com sucesso na banda e tocar em várias datas no Reino Unido, eles começaram a escrever a próxima obra prima, "The Grand Leveller", que foi lançado em 1991.
Dois anos depois, o BENEDICTION lançava o seu terceiro álbum de estúdio "Transcend the Rubicon", trabalho que realmente deu o pontapé inicial na carreira internacional da banda.
Assim como seu antecessor, "Transcend the Rubicon" desde os primeiros segundos esmagadores da primeira faixa ’Unfound Mortality’, nunca deixa de ser tão intenso e caótico quanto possível. Todas as músicas começam de forma explosiva com os ataques das guitarras de Brookes e Rew e os grooves de bateria, cortesia de Ian Treacy. E não podemos esquecer dos rosnados sombrios e maníacos do vocalista Dave Ingram. Cada minuto deste álbum é carregado por um som ameaçador que não te deixará respirar até que os últimos momentos destrutivos da última faixa ’Artefacted/Spit forth’ terminem. No entanto, o que torna o terceiro trabalho do BENEDICTION tão diferente em comparação com "The Grand Leveller" é o fato de o trabalho de guitarra ser muito mais pesado e de cada música ir direto ao ponto, em vez de se desenvolver gradativamente.
Os detratores poderão dizer que não há nada em "Transcend The Rubicon" que não esteja evidente em "The Grand Leveller", porém, tudo aqui é claramente mais atmosférico, mais esmagador e, definitivamente, mais consistente do que nunca. Nada aqui é preenchimento, nem mesmo o cover para ’Wrong Side Of The Grave’ do The Accused.
Com o cru, direto e imperdível "Transcend the Rubicon", o BENEDICTION provou mais uma vez seu valor como uma das bandas do Death Metal britânico mais proeminentes do início dos anos 90.
TRACKLIST:
1. Unfound Mortality
2. Nightfear
3. Paradox Alley
4. I Bow To None
5. Painted Skulls
6. Violation Domain
7. Face Without Soul
8. Bleakhouse
9. Blood f r o mStone
10. Wrong Side Of The Grave (The Accused cover)
11. Artefacted / Spit Forth
12. Saneless Theory
13. Deadfall
FORMAÇÃO:
Dave Ingram - Vocal
Darren Brookes - Guitarra
Peter Rew - Guitarra
Frank Healy - Baixo
Ian Treacy - Bateria
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
Em seus mais de trinta anos de carreira, o BENEDICTION enfrentou muitos problemas e superou muitos obstáculos, porém, eles sempre perseveraram e o fizeram tendo a certeza de que permaneceriam sempre fiéis à sua visão original. Essa atitude sem concessões deu à banda a força necessária para manter seu próprio rumo e evitar as armadilhas das tendências que vão e vêm. Eles se mantêm fiéis às suas raízes, leais aos seus fãs e mantêm contato constante com a cena underground, o que os tornou a banda que são hoje. Eles têm orgulho de fazer parte de um gênero amplamente variado que só continua a crescer em força.
O BENEDICTION nasceu no início de 1989 das cinzas de uma banda chamada Stillborn e sua formação era composta por Barney Greenway (vocal), Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Paul Adams (baixo) e Ian Treacy (bateria). Logo após sua fundação, eles gravaram a lendária demo "The Dreams You Dread", que hoje é considerado um dos maiores clássicos dentro da cena Death Metal. Esta fita, junto com a ajuda de Mickey Harris (ex-NAPALM DEATH, SCORN), fez com que a banda assinasse com a Nuclear Blast Records, lançando sob o selo alemão o seu altamente elogiado álbum de estreia, o maravilhoso "Subconscious Terror".
Mas logo apareceu o primeiro obstáculo. Barney Greenway ao mesmo tempo que fazia parte do BENEDICTION, continuava trabalhando com o NAPALM DEATH e isso causava alguns problemas quando ambas as bandas faziam turnês separadas. Portanto, o vocalista teve que escolher entre as bandas e sua decisão é amplamente conhecida: sua saída do BENEDICTION deixou o resto da banda em crise. Um encontro casual em um pub em Birmingham entre Dave Ingram e Peter Rew trouxe uma possível solução. Uma audição foi organizada e Dave passou na prova com folga! A banda então recebeu um novo sopro de vida, e depois de incluir Dave com sucesso na banda e tocar em várias datas no Reino Unido, eles começaram a escrever a próxima obra prima, "The Grand Leveller".
Em 1998, depois de vários anos lutando dentro do underground, o BENEDICTION gravou e lançou o brilhante álbum "Grind Bastards". Após um show entusiasmado e de muito sucesso no festival alemão Wacken Open Air, veio outra notícia ruim: este foi o último show com a participação do vocalista Dave Ingram, que teve que deixar a banda por motivos pessoais.
Novamente a banda saía em procura por um novo vocalista. Eles realizaram algumas audições e, depois de ouvirem um jovem cantor chamado Dave Hunt, a caçada por um bom frontman finalmente acabou. Eles imediatamente começaram com os ensaios e tocaram em alguns festivais. Depois de se conhecerem na estrada, o BENEDICTION começou a escrever algumas músicas novas para um novo álbum.
Em 2001, os Bastardos do Grind estavam de volta com o seu 6º álbum de estúdio intitulado "Organised Chaos" (produzido mais uma vez por Andy Sneap) e que mostrou novamente ao mundo porque o BENEDICTION é um dos líderes no underground.
Após o lançamento deste álbum, o BENEDICTION trabalhou vários anos no seu sucessor e como resultado temos um álbum que tem tudo que você poderia esperar e até um pouco mais da banda: "Killing Music". Mesmo ainda focado no Death Metal cru, desta vez as influências do Punk´n´Crust são definitivamente mais dominantes do que nunca, resultando também em dois covers das lendas BROKEN BONES e AMEBIX. Para participar destas músicas, o BENEDICTION convidou várias lendas da cena: Jock (GBH), Karl Willets (BOLT THROWER), Kelly Shaefer (ATHEIST), Billy Gould (FAITH NO MORE), The Fog (FROST), Markus Staiger (fundador da NUCLEAR BLAST) e Thorsten Zahn (editor-chefe da revista alemã METAL HAMMER).
"Killing Music" foi produzido por Mike Kenney, parceiro de Dave Hunter na banda ANAAL NATHRAKH, e soa extremamente cru, sombrio, puro e totalmente destruidor, pois a banda estava farta de todas essas produções "polidas" dos últimos anos.
Não espere nada menos do que um sujo bastardo do Death Metal, com uma cobertura Punk e composições que são basicamente um soco na sua cara!
"Killing Music" realmente é um álbum que valeu a pena esperar por sete anos!
TRACK LIST
1. Intro
2. The Grey Man
3. Controlopolis (Rats In The Mask)
4. Killing Music
5. They Must Die Screaming
6. Dripping With Disgust
7. Wrath And Regret
8. As Her Skin Weeps
9. Cold, Deathless, Unrepentant
10. Immaculate Façade
11. Burying The Hatchet
12. Beg, You Dogs
13. Seeing Through My Eyes (BROKEN BONES cover song)
14. Largactyl (AMEBIX cover song)
FORMAÇÃODave Hunt » Vocal
Peter Rew » Guitarra
Darren Brookes » Guitarra
Frank Healy » Baixo
Neil Hutton » Bateria
Gênero: Death Metal
SOBRE O ÁLBUM:
Em seus mais de trinta anos de carreira, o BENEDICTION enfrentou muitos problemas e superou muitos obstáculos, porém, eles sempre perseveraram e o fizeram tendo a certeza de que permaneceriam sempre fiéis à sua visão original. Essa atitude sem concessões deu à banda a força necessária para manter seu próprio rumo e evitar as armadilhas das tendências que vão e vêm. Eles se mantêm fiéis às suas raízes, leais aos seus fãs e mantêm contato constante com a cena underground, o que os tornou a banda que são hoje. Eles têm orgulho de fazer parte de um gênero amplamente variado que só continua a crescer em força.
O BENEDICTION nasceu no início de 1989 das cinzas de uma banda chamada Stillborn e sua formação era composta por Barney Greenway (vocal), Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Paul Adams (baixo) e Ian Treacy (bateria). Logo após sua fundação, eles gravaram a lendária demo "The Dreams You Dread", que hoje é considerada um dos maiores clássicos dentro da cena Death Metal. Esta fita, junto com a ajuda de Mickey Harris (ex-NAPALM DEATH, SCORN), fez com que a banda assinasse com a Nuclear Blast Records, lançando sob o selo alemão o seu altamente elogiado álbum de estreia, o maravilhoso "Subconscious Terror".
Mas logo apareceu o primeiro obstáculo. Barney Greenway ao mesmo tempo que fazia parte do BENEDICTION, continuava trabalhando com o NAPALM DEATH e isso causava alguns problemas quando ambas as bandas faziam turnês separadas. Portanto, o vocalista teve que escolher entre as bandas e sua decisão é amplamente conhecida: sua saída do BENEDICTION deixou o resto da banda em crise. Um encontro casual em um pub em Birmingham entre Dave Ingram e Peter Rew trouxe uma possível solução. Uma audição foi organizada e Dave passou na prova com folga! A banda então recebeu um novo sopro de vida, e depois de incluir Dave com sucesso na banda e tocar em várias datas no Reino Unido, eles começaram a escrever a próxima obra prima, "The Grand Leveller".
Em 1998, depois de vários anos lutando dentro do underground, o BENEDICTION ? com a reencarnação composta por Dave Ingram (vocal), Peter Rew (guitarra), Darren Brookes (guitarra), Frank Healy (baixo) e Neil Hutton (bateria) ? gravou e lançou o brilhante álbum "Grind Bastards". Após um show entusiasmado e de muito sucesso no festival alemão Wacken Open Air, veio outra notícia ruim: este foi o último show com a participação do vocalista Dave Ingram, que teve que deixar a banda por motivos pessoais.
Novamente a banda saía em procura por um novo vocalista. Eles realizaram algumas audições e, depois de ouvirem um jovem cantor chamado Dave Hunt, a caçada por um bom frontman finalmente acabou. Eles imediatamente começaram com os ensaios e tocaram em alguns festivais para se entrosar, afinal qual a melhor maneira de conhecer um novo integrante do que tocando ao vivo? Dave respondeu como um profissional e foi muito bem aceito por todos os fãs. Depois de se conhecerem na estrada, o BENEDICTION começou a escrever algumas músicas novas para um novo álbum.
Em 2001, os Bastardos do Grind estavam de volta com o seu 6º álbum de estúdio intitulado "Organised Chaos" (produzido mais uma vez por Andy Sneap) e que mostrou novamente ao mundo porque o BENEDICTION é um dos líderes no underground.
Seu poder bruto, seu som pesado de guitarra e sua energia pura são incomparáveis na cena Death Metal Old School, mas sempre mantendo seu som fresco e vital. A incrível produção soa totalmente moderna e poderosa, e você pode ouvir que os velhos festeiros e beberrões ainda têm muito a dizer. O excelente desempenho vocal de Dave foi a maior surpresa deste álbum. Quando você ouvir músicas como ’Suicide Rebellion’, ’Stigmata’, ’Suffering Feeds Me’, ’Nothing on the Inside’ ou a excelente faixa-título, você saberá exatamente do que estamos falando.
FAÇA PARTE DO CAOS ORGANIZADO!!!TRACK LIST
1. Suicide Rebellion
2. Stigmata
3. Suffering Feeds Me
4. Diary Of A Killer
5. The Temple Of Set
6. Nothing On The Inside
7. Easy Way To Day
8. Don’t Look In The Mirror
9. This Graveyard Earth
10. Charon
11. I Am The Disease
12. Organised Chaos
FORMAÇÃODave Hunt » Vocal
Peter Rew » Guitarra
Darren Brookes » Guitarra
Frank Healy » Baixo
Neil Hutton » Bateria
Pela primeira vez no Brasil, o segundo álbum dos Canadenses, ganha uma Linda edição 2021. Limitado em 300 cópias, com Encarte + Pôster Exclusivo.
Considerados uma das maiores bandas de Technical Death Metal da atualidade.
Dos pioneiros do início dos anos 80, passando pelo seu ardente renascimento na Escandinávia e chegando às bandas atuais cada vez mais diversas, Black Metal: A História Completa apresenta o desenvolvimento do estilo musical mais polêmico de todos os tempos, com imagens e detalhes sem qualquer precedente no mundo editorial.
Escrito por um dos principais especialistas e pesquisadores do gênero no Reino Unido, Dayal Patterson, a obra apresenta mais de uma centena de entrevistas exclusivas e inéditas com inúmeras bandas e personalidades do estilo, como Venom, Mercyful Fate, Bathory, Dimmu Borgir, Mayhem, Behemoth, Rotting Chris, Emperor, Darkthrone, Samael, Gorgoroth e muitas outras dezenas.
Cada vez mais influente na cultura popular, o black metal continua a crescer e se expandir como uma forma musical, se tornando tema de filmes sérios e satíricos, animados, documentários e narrativos.
Chegando ao Brasil em dois tomos para facilitar a leitura e manuseio, Black Metal: A História Completa é o guia mais completo já lançado sobre esta forma fascinante e controversa de metal extremo. É uma verdadeira enciclopédia, em tamanho e profundidade.
-
“Sem dúvida a obra definitiva sobre o tema, um testemunho sobre o black metal e uma boa introdução para neófitos.” Vorph (SAMAEL)
“Esses capítulos do grimório moderno precisam de sua máxima atenção. O fato é que você não precisa mais ler nas entrelinhas porque está tudo lá, direto na fonte.” Silenoz (DIMMU BORGIR)
“Este promete ser a obra definitiva sobre a ascensão do Black Metal, aquela que coloca todos os livros anteriores sobre o tema para descansar. Em vez de basear sua pesquisa em artigos de tabloides, Dayal entrevistou MUITAS pessoas envolvidas na cena, certificando-se de que apresenta fatos, não teorias vagas ou suposições. Junte isso com seu amplo conhecimento do assunto e sua escrita muito habilidosa.” Dolgar (GEHENNA)
“Da próxima vez que algum desinformado quiser que eu opine sobre o ‘Black Metal norueguês no início dos anos noventa’, vou comprar uma cópia extra deste livro e jogar nele.” Ivar Bjørnson (ENSLAVED)
Dos pioneiros do início dos anos 80, passando pelo seu ardente renascimento na Escandinávia e chegando às bandas atuais cada vez mais diversas, Black Metal: A História Completa apresenta o desenvolvimento do estilo musical mais polêmico de todos os tempos, com imagens e detalhes sem qualquer precedente no mundo editorial.
Escrito por um dos principais especialistas e pesquisadores do gênero no Reino Unido, Dayal Patterson, a obra apresenta mais de uma centena de entrevistas exclusivas e inéditas com inúmeras bandas e personalidades do estilo, como Venom, Mercyful Fate, Bathory, Dimmu Borgir, Mayhem, Behemoth, Rotting Chris, Emperor, Darkthrone, Samael, Gorgoroth e muitas outras dezenas.
Cada vez mais influente na cultura popular, o black metal continua a crescer e se expandir como uma forma musical, se tornando tema de filmes sérios e satíricos, animados, documentários e narrativos.
Chegando ao Brasil em dois tomos para facilitar a leitura e manuseio, Black Metal: A História Completa é o guia mais completo já lançado sobre esta forma fascinante e controversa de metal extremo. É uma verdadeira enciclopédia, em tamanho e profundidade.
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“Sem dúvida a obra definitiva sobre o tema, um testemunho sobre o black metal e uma boa introdução para neófitos.” Vorph (SAMAEL)
“Esses capítulos do grimório moderno precisam de sua máxima atenção. O fato é que você não precisa mais ler nas entrelinhas porque está tudo lá, direto na fonte.” Silenoz (DIMMU BORGIR)
“Este promete ser a obra definitiva sobre a ascensão do Black Metal, aquela que coloca todos os livros anteriores sobre o tema para descansar. Em vez de basear sua pesquisa em artigos de tabloides, Dayal entrevistou MUITAS pessoas envolvidas na cena, certificando-se de que apresenta fatos, não teorias vagas ou suposições. Junte isso com seu amplo conhecimento do assunto e sua escrita muito habilidosa.” Dolgar (GEHENNA)
“Da próxima vez que algum desinformado quiser que eu opine sobre o ‘Black Metal norueguês no início dos anos noventa’, vou comprar uma cópia extra deste livro e jogar nele.” Ivar Bjørnson (ENSLAVED)